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sábado, 17 de setembro de 2011

Por que os Marinheiros utilizam bebida na Umbanda?

Toques Espirituais da Sabedoria Xamânica


Muitas pessoas costumam cuspir no prato em que comeram antes. E fazem isso com frequência. O motivo disso é um só: a arrogância que cegou seus corações. Por isso, são ingratas.

Portanto, não se aborreça com a ingratidão alheia e nem com o que os outros fazem. Cada um carrega dentro de si mesmo o fel com que amarga a vida dos outros. E, às vezes, o veneno é inoculado em palavras malfadadas e inadequadas.

Não se preocupe se cuspiram no prato, ou não. Cada um é responsável pelo que projeta no mundo. Preste mais atenção em como você lida com isso.

Se alguém cuspiu, não se incomode. Apenas lave o prato e siga em frente... E continue oferecendo o prato limpo para outros.

E se cuspirem de novo, paciência. Lave o prato novamente...

Sua tarefa é deixar o prato limpo e pronto para servir.

Não lhe cabe a ação dos outros e nem qualquer tipo de julgamento da conduta alheia.

Preste mais atenção se você está mantendo o prato limpo e pronto para servir...
Só Tupã é que conhece todos os pratos e o que cada filho coloca neles. Só Ele sabe o que cada coração comporta e o amor que se sente.

Então, ore e fale com Ele, de peito aberto, com reverência e paz.

Assim como os servidores do Pai Primeiro ouvem a sabedoria das montanhas, escute-as também.

Preste atenção no sussurro do vento e nas brumas que envolvem o meio-ambiente. Muitas vezes, os espíritos descem com elas e se comunicam mais de perto. Mas eles só falam ao coração, e sempre de forma simples e verdadeira.

Eles também conhecem todos os pratos, e sabem quem serve e quem cospe... E nada julgam, pois sabem que só Tupã é que sabe o rumo de cada um e o momento certo de cada coisa.

Mantenha o prato limpo, sem mágoas e ressentimentos, de espécie alguma. E sirva o seu melhor, pois essa é sua tarefa.

E deixe que Tupã determine o melhor para cada Ser.

E, se quem cuspiu no prato antes novamente aparecer, faça a sua parte: sirva novamente e agradeça a Tupã por você não mais carregar mediocridades dentro de si mesmo.

Prato limpo – Consciência tranquila.

Ouça a sabedoria das montanhas – em seu coração.

Escute a mensagem do vento – que viaja por todos os lugares.

Preste atenção nas brumas – os espíritos viajam nelas.

E ore a Tupã – com humildade.

Pois Ele criou você, as montanhas, o vento, as brumas, os espíritos e todos os seres... E todos os pratos são d’Ele.

Ele é o Pai Primeiro. Ele é a Força Imanente. Ele é a sua Inspiração.

E é Ele que diz: “Mantenha o prato limpo e siga servindo... Para que o seu coração esteja limpo de mágoas e cheio de amor. E, no tempo certo, você compreenderá o valor da Luz transbordando do seu peito, e o seu caminho estará repleto de estrelas. Saiba que a consciência cósmica é o seu destino. E isso começa no seu prato limpo e pronto para servir...”

Tupã Tenondé, Pai Primeiro, o Grande Amor*.

Que Ele abençoe seu serviço e seus pratos.

- Um Índio Extrafísico – (Recebido espiritualmente por Wagner Borges – Caxias do Sul, 06 de agosto de 2010.)

- Nota de Wagner Borges: Esses escritos são a transcrição dos apontamentos espirituais que recebi de um amparador extrafísico ligado à egrégora da sabedoria ancestral dos índios Tupi-Guaranis. Os seus toques foram direcionados para o grupo de trabalhadores do Espaço Semeando Luz** - de Caxias do Sul, na serra gaúcha, onde são atendidas centenas de pessoas, toda semana, com práticas bioenergéticas e espirituais.

No entanto, penso que a sua mensagem poderá ser útil para outros grupos espirituais. Então estou postando-a em aberto para todos.

Paz e Luz.
- Nota do Texto:
* Tupã - dentro da Cosmogonia Tupi-Guarani é o SER que a tudo criou. O Criador da Luz que gera a vida.
Para maiores aprofundamentos sobre a Cosmogonia Tupi-Guarani, sugiro a leitura do ótimo livro “Tupã Tenondé” – de autoria de Kaka Verá Jecupé – Editora Fundação Peirópolis.
** O Espaço Holístico Semeando Luz é um centro de cura situado na cidade de Caxias do Sul, onde um grupo de pessoas aplica Rei Ki gratuitamente. Ali também são realizados cursos e palestras, organizados pela terapeuta e numeróloga Tânia Lima.
O “Semeando Luz” fica na Rua José Magali, 559 - Bairro Rio Branco - Caxias do Sul - RS.

Obs.: Enquanto eu passava a limpo essas linhas, lembrei-me de um texto escrito há três anos e que pode acrescentar algo mais no contexto desse texto de hoje. Então, posto o mesmo logo abaixo.


NA CASA DE DEUS, A UNIÃO FAZ A FORÇA!
(Uma Visita Espiritual Maravilhosa no Meio da Noite)

“Irmão, que seja feita a vontade de Deus em todos nós!

A realidade espiritual se exprime em todos os ângulos da vida.

Quando o coração quer bem, tudo se ilumina, e as conexões extrafísicas saudáveis se realizam.

Na Casa do Pai há muitas moradas, como ensinou o sábio Jesus.

Assim é, também, nos trabalhos espirituais voltados à prática da LUZ.

Muitos espíritos de Escol se reúnem sob a mesma “Casa Dedicada ao Bem”. Eles vêm de linhas extra físicas diferentes, mas se unem pelos mesmos objetivos.

Para eles, Ocidente e Oriente são um só, na LUZ!

O mestre hindu e o bondoso preto-velho dão as mãos em prol do serviço luminoso. O guia do deserto canta um mantra, enquanto o caboclo e o exu limpam as energias do ambiente.

Um espírito cigano assovia; o outro ri, canta e aplica passes venturosos, ambos felizes em seu labor. Eles sabem que a união faz a força!

Quando a Casa é boa, o universalismo brilha nas consciências.

Muitas reuniões se iniciam antes, no plano espiritual, para ligações energéticas.

E alguns encontros já estão previstos há anos, na agenda da LUZ.

Irmão, espíritos que trabalham em nome de Deus, sempre se conhecem.

De uma maneira ou de outra, já se encontraram em atividades extra físicas correspondentes, pelos caminhos da Espiritualidade Maior.

Mesmo em domicílios diferentes, estão ligados no Espaço, pela LUZ!

Portanto, que se encontrem na Terra também, na mesma LUZ.

E que, assim, a vontade do Pai Maior seja cumprida em todos os planos da vida.


P.S.:
A orientação espiritual da falange de Umbanda e Orientalismo saúda aos trabalhadores espirituais, de todas as searas do Ocidente, sempre lembrando que o objetivo é o mesmo: o esclarecimento e a assistência espiritual aos homens e aos espíritos de todos os lugares. A LUZ é incondicional e não tem fronteiras. Todos os seres são amados pelo Pai Maior.

Ninguém morre, e as consciências se encontram na eternidade da vida.

O que une os corações é a LUZ!

É por Ela que os guias espirituais trabalham. É Nela que eles se inspiram.

Portanto, que se faça a LUZ em mais esse encontro espiritual permitido por Deus, O Grande Comandante dessa nave infinita chamada Universo.


LUZ E BEM PARA TODOS! NA PAZ DE DEUS.

- Mestre Micaell –  (Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 14 de fevereiro de 2007.)

- Nota de Wagner Borges: No meio da madrugada silenciosa, enquanto eu realizava uma meditação na sala do meu apartamento, desceu uma grande esfera de luz amarela e me envolveu completamente. Dentro dela, senti uma energia de amizade e carinho, como uma luz morninha me acariciando energeticamente.
Então, pelas vias da clarividência, vi um grupo de espíritos legais no ambiente. Eles se identificaram como sendo mentores da Casa Dedico*, de Belo Horizonte, para onde vou viajar mais tarde e realizar uma palestra sobre as experiências fora do corpo.
Simplesmente eles adiantaram o contato extrafísico e vieram me visitar em casa, horas antes da atividade, para dizer-me da alegria desse encontro há tanto esperado.
O mestre Micaell é um dos mentores espirituais da Casa e é o autor dessas palavras legais que aqui estão registradas. Agradeço, desde já, a ele e sua equipe pelo carinho manifestado, e espero realizar uma palestra a contento e contribuir sadiamente no contexto espiritual da cidade de Belo Horizonte.
Visitas como estas só evidenciam o quanto o plano espiritual apóia as atividades de esclarecimento consciencial. E ainda tem gente que me pergunta por que faço palestras e cursos sobre esses temas há tantos anos dentro dos meios espiritualistas em geral. E mais: o principal beneficiado sou eu mesmo, que ganho bolas de luz no meio da madrugada e fico feliz igual criança, pelas chances que Deus me dá nessa travessia de mais uma vida pelos caminhos da Terra.
Outro detalhe: segundo esses mentores, a mentalização de uma grande esfera de luz amarela em volta da pessoa fortalece a aura e os chacras**. Inclusive, outros mentores de outras linhas espirituais já haviam me ensinado isso há tempos. Então, fica aqui a sugestão para que estudantes e trabalhadores espirituais realizem essa visualização com freqüência em suas meditações e práticas psíquicas.

Paz e Luz.

Por Wagner Borges

Fonte: http://www.ippb.org.br

Ensinos de Pretos Velhos - Por Fátima Damas (*)

Recordo-me que numa noite fomos à Tenda Espírita do Pai Jerônimo, localizada na rua Barão de Ubá, no bairro do Estácio, no Rio de Janeiro, isso lá pelo início dos anos 70.

Em lá chegando, de forma anônima, pela primeira vez, eu e meu marido fomos levados a uma fila de consultas para uma Preta Velha a fim de que recebêssemos passes.

Essa Preta Velha começou a falar o que para mim pareciam ser "abobrinhas", deixando-me muito chateada. Tomada por esse sentimento diante da humilde servidora espiritual, naquele momento comecei a sentir vibrações. Visto isso, a Velha indagou-me se eu trabalhava em algum Centro. Respondi que não.

Resolvi sair dali e dirigi-me ao quintal da Casa, sendo seguida de Pai Jerônimo que me pedia para que eu não impedisse a incorporação. Eu transpirava muito, relutando e dizendo não, não, não... Eu desejava sair dali, rapidamente.

O dirigente então pegou em minha mão e nesse instante Vovó Maria Conga, como que ignorando meu desejo de não "recebê-la" , chegou bastante aborrecida em razão de minha atitude inadequada para com aquela Preta Velha das "abobrinhas".

Vovó Maria Conga entrou pelo Terreiro e foi até o Congá. Cumprimentou o zelador que lhe perguntou se ela queria trabalhar ali. Vovó respondeu-lhe agradecendo seu convite, mas declinou dizendo que já possuía o seu cantinho. Indo à frente do Congá, despediu-se e foi embora, deixando-me com fortes dores no corpo que me faziam gritar.

Pai Jerônimo, compadecido de meu estado, tentava de todas as maneiras retirar a vibração de cima de mim, mas suas tentativas não tiveram êxito. Voltei à casa desesperada de dores físicas e contrariada com tudo que acontecera. Lá chegando, ela incorporou mais uma vez e novamente muito zangada. Ela falou ao Carlos, meu esposo: "não foi aquilo que eu mandei ela fazer!", "ela não deve testar entidade alguma!", " da próxima vez, se ela tentar repetir aquela atitude, eu a colocarei numa cama de hospital para que aprenda a respeitar qualquer entidade e qualquer Tenda que ela vá!". Essa foi a primeira e a última vez que eu desobedeci a suas ordens. Após isso passei a ter mais respeito e a sentir mais carinho por ela.
Em verdade a ida à Tenda do Pai Jerônimo era o cumprimento de uma ordem que eu recebera de Vovó Maria Conga, de "correr gira" para encontrar um local para que ela pudesse trabalhar. Entretanto, eu desconsiderei as recomendações que ela me dera, as quais representavam o método a ser empregado nesse processo de busca: ouvir, ver e não criticar nada!

Tive a segunda lição, que tento expor em minha singela homenagem aos Pretos Velhos, numa madrugada chuvosa e bem fria - duas horas da manhã!

Forçados pela ordem de Vovó Maria Conga, como disse acima, de visitar possíveis Terreiros onde ela pudesse trabalhar, estávamos eu e marido, acompanhados de um casal amigo Athayde e Cléa, novamente "em campo".

Athayde lembrou da existência de um Terreiro antigo. Este ficava numa rua totalmente deserta e íngreme, de acesso muito difícil, obrigando-nos a segurar nos montes de capim para não cairmos. Até o som dos atabaques que nos facilitaria identificar sua localização não era ouvido por nós. Finalmente olhei e vi um Terreiro grande, de edificação antiga e mal iluminada.

Lá dentro encontramos duas moças sentadas num banco comprido e ao lado do Congá estava um Preto Velho dando uma consulta à outra moça igualmente.

Olhando tudo a nossa volta, percebi que o local não contava nem mesmo com a assistência valiosa de um cambono.

O médium - um negro idoso - vestia o uniforme da Umbanda, uma vestimenta simples e bem surrada, junto com seu chapéu de palha bem castigado pelo tempo. Tudo espelhava humildade: o médium, o uniforme, o chapéu, a rua e a Tenda.

Fui então pedir a bênção desse servidor. Quando curvei-me, senti que a chuva, escapando pelas goteiras da Casa, molhava minhas costas. Nesse momento, que não me sai da mente até hoje, notei que o Velho estava todo molhado. A cena doeu-me na alma e disse ao Preto Velho: "Vovô, o senhor me permite colocar o seu banquinho em outro local que não tenha goteiras?" Ele respondeu: "Filha, olhe para cima e você verá que não há nenhum local onde a chuva não possa penetrar. Tanto faz ficar aqui onde estou ou ir para outro lugar onde você tenha vontade de me colocar - será a mesma coisa!".

Seguindo a sugestão do Preto Velho olhei para cima e vi que o telhado era uma grande peneira!

Calei-me e minhas lágrimas, oriundas do exemplo de abnegação e modéstia do Velho, se misturaram à água da chuva que caía.

Ao fitar-me, falou o Velho: "Não fique assim não minha filha. O teu coração é muito grande, mas nós só podemos fazer aquilo que está ao nosso alcance. O que está passando pela sua cabeça, eu sei que você não pode realizar. A sua visita à essa hora da noite, com chuva e frio, já me mostrou o amor que você tem pela Umbanda e o que eu posso fazer por você, é pedir ao nosso Pai Oxalá que te abençoe, dando a você saúde e força para que você continue na sua busca a fim de cumprir a missão que a minha mana colocou em suas mãos".

Fiquei surpresa, pois eu não fizera nenhum comentário sobre o que a Maria Conga me mandara fazer, sobre a necessidade de "correr gira".

Eu agradeci a entidade por tudo que nos desejou e saímos para a continuação de nossa "busca".

No carro eu não conseguia conter o choro de gratidão a Deus por ter-me apresentado aquele Preto Velho, anônimo, de "uniforme surrado", chapéu de palha gasto, chamado Pai Joaquim das Almas. O Velho me deu uma lição de sabedoria, amor, fé, caridade, e muita, muita humildade.

Com a cena na mente, de tudo que se passou comigo, cheguei a seguinte conclusão: Para se praticar a caridade, só precisamos de amor, boa vontade e uma verdadeira Entidade. Não precisamos de Terreiros cheios, grandes, bem edificados, nem de muitos aparatos.

Ali naquele Terreiro, sem um número significativo de médiuns e de consulentes e sem estrutura material, tive a lição fundamental para a prática na vida espiritual - a humildade -, tive a base que me nortearia no meu relacionamento com as Entidades e com os irmãos de crença e o ímpeto de estudar e pesquisar a fim de saber o que eu estava fazendo dentro da Umbanda.

Do contato com o Preto Velho, afastado dos olhos das platéias numerosas e da pompa enganadora, saí impregnada do sentimento revelado nas máximas do inesquecível Caboclo das Sete Encruzilhadas:  “Umbanda é a manifestação do Espírito para a prática da Caridade", "Não cobrar, não matar, vestir o branco, evangelizar e utilizar as forças da natureza".
(*) Fátima Damas é Diretora Executiva da CEUB - Congregação Espírita Umbandista do Brasil, que tem a sua sede no Rio de Janeiro.

Pai Benedito de Aruanda



Salve meus filhos!
Salve Deus!
Salve Nosso Senhor Jesus Cristo!
Salve todos os Orixás!

Esse Nego Velho é um velho rezador.
Aprendeu a fazer as coisas, rezando.
Tem muita coisa que se pode aprender na Umbanda.
Mas de todas, a primeira é aprender a rezar.
Não é mesmo?

Você pode rezar uma reza conhecida.
Mas a melhor, é aquela que fala no seu coração, em Deus.
Tudo que se faz, se faz um firmador em Deus.

Se acorda, acorda com Deus.
Se toma um café, toma com Deus.
Se trabalha, trabalha com Deus.
Se tem um momento para se divertir, agradece a Deus.
E assim, se vai rezando. Não é mesmo?

Quando perceber que está fazendo alguma coisa
E não tem nada mais para pensar. Vai rezando.
Vai se demorando a passar o tempo.
Vai se demorando para dormir.
Então, se vai rezando até que durma.
Se está esperando alguém
E esse alguém não chega. Vai rezando.

Porque ninguém, realmente, pode dizer,
Em algum momento da vida,
Que não tem o que fazer.
Porque sempre tem o que fazer, meus filhos.
E quando não tiver o que fazer, vai rezando.
Que é para não ficar desocupado. Não é mesmo?
Porque a cabeça desocupada, não é coisa muito boa.

A não ser que se esteja esvaziando a mente, na fé.
No momento que parar os pensamentos,
Deus é uma presença.
Então, é isso que "suncês" fazem, quando dizem:
"Salve sua retirada".

Sentar, meditar, também é uma reza.
Porque é uma reza que fala com Deus,
Para além das palavras. Não é isso mesmo?

Porque quando esvazia a mente,
Mas ainda assim, o coração está em Deus,
Então, é uma reza poderosa,
Que pode mudar a vida de uma pessoa.

E antes de querer mudar o mundo,
Antes de querer mudar a vida dos outros,
Há de se querer mudar a própria vida.
Não é mesmo?

Porque o outro só muda, se você mudar.
Se você não muda, então não há de pensar
Que vai mudar alguma coisa fora de você,
Se dentro continua tudo a mesma coisa.

E quando você descobrir a mudança para melhor,
Então, não precisa mais se preocupar
Em querer mudar o mundo, também.
Porque aquele que muda para melhor,
Já olha o mundo com outros olhos.

Cada um vê o que quer.
Onde um vê sofrimento e dor,
O outro vê oportunidade de crescimento,
De aprendizado, de lição, de paciência,
De resignação.

Se a vida é sofrida,
Então, há de se pensar que a vida são muitas.
E que melhor uma vida sofrida, com resignação,
Do que muitas vidas desperdiçadas na revolta.

Porque um coração revoltado, às vezes, vira pedra
E desperdiça duas, três vidas...
Mas um coração resignado,
É aberto para outras vidas melhores.

Se não fosse assim, não tinha Preto Velho, na Umbanda.
Não é mesmo?
Se tem cá, a Linha dos Velhos, escravos que foram,
É para ensinar que a libertação maior, não é do corpo.
A libertação maior é do seu querer,
Da sua alma, do seu espírito.

Porque há lugares que um bom coração
E uma alma em Deus, podem ir,
E que as pernas jamais poderão lhe levar.

Com dor ou sem dor,
Com sofrimento ou sem sofrimento,
Numa condição difícil ou fácil,
Todo mundo vai ficar velho e vai morrer.

Então, que se aprenda que,
Se dessa vida alguma coisa se leva,
É um bom sentimento.

Porque se a vida não é igual de uns para os outros,
É porque, mesmo que você não conheça os motivos,
Cada um antes de chegar aqui, veio de um lugar diferente.
Porque todos são iguais e ao mesmo tempo, são diferentes.

Cada um é um, e todos ao mesmo tempo, também são um.
Porque Deus é um, mas muitos são os seus filhos.
Que juntos, também são um.
Mas enquanto não conseguirem se juntar,
Continuam sendo muitos.

Porque se Deus é um, uma verdade e uma única vida.
As diferenças que nós mesmos criamos, é o que separa.
E é o que carrega a dor.
E que carrega de uma vida para outra.

Então, se não se conhece os motivos e a razão,
Das dores que se carrega,
É melhor cada um fazer o melhor que pode,
Para não aumentar ainda mais, essa dor.
Porque a revolta só faz aumentar a dor.

A sabedoria do Preto Velho, não pertence a ele.
Pertence a Deus.
Quem tem fé e crê, sempre encontrará boas respostas,
Para cada problema da vida.
Quem não tem, nenhuma resposta serve.
Então, é só fazer a sua opinião.

Cada um tem a oportunidade de escolher.
Não exatamente qual vida e qual situação.
Não agora, mas escolheu ser quem é.
Mas ainda assim, pode escolher crer ou não crer.
Então, quem crê, há de se viver melhor
Um dia atrás do outro, independente do que aconteça,
Com fé.

Que assim seja, meus filhos!
Deus abençoe vocês!
Hi, hi, hi... (Pai Benedito Ri)

Enquanto isso, é melhor a gente ir
Cantando e dançando. Não é mesmo?
Tocando os atabaques e cantando para Deus.
Porque se a gente pode ter fé,
Cantando e dançando, então, é melhor ainda.
Não é mesmo, meus filhos?

Porque se Deus é bom, tudo que se faz de bom,
Há de ser de Deus, também. Não é mesmo?


Salve suas forças!
Deus abençoe!
Mensagem transmitida por, um dos milhares de, Pai Benedito de Aruanda, por meio de seu médium, Pai Alexandre Cumino, em 05/08/11, sexta feira, atendimento espiritual, com consulta, gira de Pretos Velhos, com chamada das Crianças, sustentada por Pai Obaluayê e Mãe Nanã Buroquê. Templo/Escola Colégio de Umbanda Sagrada Pena Branca

Terreiro, o Hospital Espiritual dos Encarnados

A dificuldade de cumprir a tarefa de dirigente sempre se acentua dentro do terreiro, com os médiuns e muito pouco na caridade com o povo.

Todo médium de tarefa, é um ser encarnado para curar seu espírito endividado e o terreiro é o hospital onde vai se internar por um longo tempo de sua vida na terra.

Sabemos que a maioria dos pacientes são impacientes, não é mesmo?

E, aí é que complica!

O dirigente também não deixa de ser um doente que além de se tratar, agora pode estagiar ajudando aos médiuns de sua corrente “hospitalar”.

Isso não o coloca como um semi-deus perfeito do qual não se admitem mais erros, muito menos como alguém que tudo pode, em qualquer hora e em qualquer situação.

Dele será exigido posturas mais firmes bem como entendimento mais apurado.

Ele deverá se aprimorar constantemente com estudo e reforma íntima, exigindo da corrente igual compromisso.

Tais posturas serão necessárias em função do tamanho de sua Responsabilidade e dentre elas está a de cortar o mal pela raiz, priorizando sempre a corrente como um todo, sem privilégios a quem quer que seja.

Ao assumir tal posto diante da espiritualidade, antes de reencarnar, já estará consciente de que sua vida não será “comum” e que certamente terá que abdicar de muitas coisas materiais, em favor do lado espiritual.

O termo Pai e Mãe agracia o médium com a postura de se colocar como tal, amparando, educando e auxiliando a corrente como verdadeiros filhos de seu coração.

Tarefa mais difícil ainda, pois esses “filhos” não vieram de seu ventre e não nasceram ontem.

São adultos, viciados e com personalidade formada.

Cada um com seus egos aflorados, com suas necessidades de reformulação e o fato de portarem a mediunidade, já os qualifica como devedores em potencial.

E certamente, reeducar um adulto é muito mais difícil do que educar uma criança.

É pepino torto.

Observo nos terreiros por onde ando que muito se exige do dirigente e muito pouco se retribui.

Falta nos médiuns, desde respeito até aquilo que os deveria mover dentro da corrente, que é amor.

Humildade então, meus filhos, é coisa rara.

Em compensação sobra bajulação, geralmente usada como meio de se fazer preferido na corrente.

Nega véia costuma dizer que criança que se cria como bibelô, como tal vai quebrar quando adulto.

Todo aquele que não teve rédea firme na infância para domar suas más tendências, vai chegar no terreiro e expô-las de modo a perturbar a ordem do lugar.

Hora e vez de impor as leis que regem a Casa, independente do que possa pensar a respeito disso, o médium em questão.

Se mesmo indisciplinado, tiver algo de humildade, vai receber o chamamento como aprendizado e ali vai crescer, mas se pelo contrário, além da indisciplina prevalecer nele a arrogância e o orgulho, acolherá como ofensa e infelizmente, o remédio é amargo para essa doença.

A tarefa é tão árdua que muitos desistem na metade da caminhada, outros se corrompem, mas, ainda bem que uma grande maioria volta à casa com sua coroa iluminada pela luz do dever cumprido e a estes, o mérito de conseguir dar um salto em sua evolução.

Vovó Benta

Os Desígnios do Amor


O que é amor?

Suncê já amou alguma vez?

Como começa o amor?

Estas três perguntas já se passaram na cabeça de muitos zifios com outras roupagens ou outras palavras.

O que é Deus?

Deus suncê não consegue enxergar, não consegue tocar, suncê acredita Nele?

Acontece que suncê pode sentir Deus, pois Ele pode te ver, te tocar e sempre vai te amar por que Deus é o amor mais puro que existe em todo o universo, é a força suprema de todo o mundo, é aquele que está sempre presente até quando suncê não acredita Nele, pois Deus é sabedoria....

Mas suncê deve de estar se perguntando por que não se falou de amor até agora e nem quais são os seus desígnios só que suncê está se esquecendo de uma coisa: se tudo aquilo que existe hoje nós podemos tocar, sentir e ver é por que Deus, de tão supremo que é, deu uma parte da sua essência para criar tudo o que existe, muito mais ofertou Jesus com todos os seus ensinamentos e exemplos para todos aqueles que precisavam se “redimir” dos seus pecados.

Suncê já entendeu o que é amor?

Então, se não entendeu, este preto-velho pode explicar: amor tem quatro letras e Deus tem quatro letras, então Deus é igual amor e amor é igual a Deus.

Agora suncê entendeu?

Se entendeu pode começar a praticar, se não entendeu eleve o seu pensamento a Deus para que possa sentir o que é o amor puro.

Que Deus abençoe todos aqueles que precisam e ainda não conseguiram sentir a magnificência do Seu amor, pois Zambi-Nosso-Pai em toda Sua bondade, sabedoria e amor nunca se esqueceu de nenhum dos seus filhos.

Desde o inicio de todos os tempos Zambi sempre se fez presente em todas as coisas criadas neste mundo de terra: do menor cisco de areia a árvore mais frondosa, do menor animal ao maior, da menor pedra até a maior montanha.

O amor está presente em todos os lugares a demonstrar a beleza da vida em toda sua plenitude.

Suncê já parou pra observar o nascimento de uma borboleta? As várias fases que a lagarta passa dentro do casulo até a abertura deste com a força da frágil asa da borboleta recém-nascida? A natureza é sábia, não é?

E se antes da metamorfose da lagarta em borboleta nós furássemos o casulo para tentar ajudá-la a sair de dentro dele o que aconteceria? Ela sairia com mais facilidade não é? Essa facilidade seria benéfica para a borboleta? Não zifio, esta facilidade não é benéfica para a borboleta!!! Pois a borboleta quando nasce precisa de asas fortes para voar e quando impomos a ela a facilidade do corte no seu casulo pensando que estamos ajudando, na verdade estamos atrapalhando, pois para ter asas fortes a borboleta precisa fazer força para sair de dentro do seu casulo, se não houver o esforço por parte da borboleta as asas dela serão fracas e não agüentarão o peso do próprio corpo impedindo-a de voar e fazendo com que morra de fome, pois ela precisa das asas fortes para poder voar até os lugares mais altos afim de encontrar o seu alimento.

Suncê já parou pra pensar que é igual a uma lagarta em metamorfose para virar borboleta?

A vida de suncês tem várias fases desde o nascimento ao desencarne e é necessário que em cada fase suncês vão quebrando os casulos das dificuldades e problemas que aparecerem na vida de suncês com resignação, sabedoria e humildade por que são estas dificuldades que fortalecerão as asas do espírito de suncês a voar para a próxima fase. E é assim, de fase em fase, que o espírito de suncês vai adquirindo força moral e sabedoria necessárias para fortalecer o par de asas que leva o espírito a angelitude: a asa do amor e a asa da razão.

Zifio, mas talvez até agora suncê deve de estar se perguntando: e o amor?

Suncê ainda não entendeu o que é o amor? Amor é vida, amor é plenitude.

O amor e seus desígnios, zifio, é tudo aquilo que suncê sentado na frente de um preto-velho pode sentir.

Qual é o amor maior? Não é o amor do pai pelo seu filho? Quem é o seu pai zifio?

Se suncê num sabe este preto-velho pede licença para dizer que é Zambi, O pai supremo que tem amor incondicional por todos os seus filhos.

Talvez, ainda assim, suncê até agora deve estar se perguntando: mas quais são os desígnios do amor?

Se suncê ainda não entendeu, então nêgo-véio também pede licença pra responder: é sua vida e tudo aquilo que está presente nela zifio.

Então zifio, agora que suncê sabe o que são os desígnios do amor é só fazer um bom proveito da oportunidade sagrada que é a sua existência.


Mensagem de um espírito amigo.

Fonte http://pedrorangelsa.blogspot.com/

Marinheiros na Umbanda


Ser marinheiro de Umbanda significa ser eterno amante do mar e de seus mistérios, significa auxiliar pessoas e espíritos necessitados com os recursos do mar, dos mistérios das águas. Os marinheiros são milhares de espíritos que em suas últimas encarnações viveram do mar, pelo mar e para o mar, dentro de embarcações. Alguns navegaram, outros submergiram nas águas profundas, outros foram arrastados pelas ondas para dentro dele e outros foram levados para outros lugares pelas correntes marítimas. Esses espíritos, quando encarnados, foram capitães do mar, comandantes de navios, soldados da marinha, bucaneiros, piratas, pescadores, navegantes e todos os eternos amantes do mar e dos seus mistérios.

Os marinheiros, no lado espiritual, vivem submersos no fundo do mar, a realidade aquática da vida, que é a região do povo d’água, os seres aquáticos elementais da água. Nessa dimensão aquática, a água os deixa firmes, ao contrário do que acontece quando incorporados. Na matéria, cambaleiam de forma ondulada, balanceando, ao liberar o poder de seu mistério por meio de ondas magnéticas no campo espiritual do médium e do templo. Seus magnetismos absorvem muito do álcool do corpo do médium e, para não paralisar nenhuma das funções de se médium e dar fluidez e volatilidade às suas vibrações de espíritos, expandindo seus campos magnéticos, estabilizando e equilibrando a incorporação, utilizam a energia do rum ou da cachaça para executar as funções que lhes cabem.

Incorporados em seus médiuns, os marinheiros se movimentam e dançam como se estivessem se equilibrando sobre o tombadilho de um barco ou de um navio em alto mar, mas o que realmente acontece é que eles se manifestam sob a irradiação de Mãe Yemanjá, cujo magnetismo faz com que eles tenham os movimentos das ondas do mar. Podem ser regidos também por outras mães d’água, como Nanã, Oxum e até mesmo Obá, formando uma linha de “povos da água”. Seus magnetismos aquáticos dão a impressão de que o solo está se movendo sob seus pés e por isso eles imitam os marujos nos tombadilhos dos navios.

Esses espíritos são extrovertidos, alegres e cordiais, colocando os consulentes à vontade. São magos nos mistérios aquáticos e trazem-nos a possibilidade de libertação dos nossos entraves. A forte vibração da energia aquática dilui cargas trevosas, purifica pessoas e ambientes e atua no trabalho de cura. Mãe Yemanjá é a senhora do lado de cima da Grande Calunga, o mar, e Omolu é o senhor do lado de baixo da Pequena Calunga, a terra, e sustentador do eterno vai-e-vem das águas.

HEI! MARUJADA!

Fonte http://www.seteluzesdivinas.org

Início da Mediunidade – Por que ficamos ansiosos?

 

A maioria dos médiuns tem sua iniciação mediúnica – momento em que suas faculdades mediúnicas já despertadas passam a ser utilizadas de modo sistemático e mais intenso, dentro dos rituais e trabalhos existentes numa casa umbandista – marcada pela difícil fase da ansiedade e da adaptabilidade que esse começo representa. Ansiedade no médium iniciante pode trazer algumas situações desconcertantes como :

Ficar pensando de modo intenso nas coisas ligadas à espiritualidade;

Ficar com os pontos cantados ecoando na mente;

Ficar cantando a qualquer momento e lugar os pontos cantados;

Conversar somente sobre o assunto espiritualidade a qualquer oportunidade em que hajam mais pessoas que pertençam à mesma religião ou casa;

Ler muitos livros sobre o assunto, querendo esgotar todos os pontos de dúvidas;

Querer conhecer tudo sobre a Umbanda num espaço de tempo curto;

Ter sonhos constantes com rituais, entidades, trabalhos;

Ficar vendo em qualquer situação algum tipo de ligação com a espiritualidade;

Não parar de preocupar-se em manter-se dentro das condutas que sua casa pede;

Querer incorporar logo;
 
Ficar muito preocupado se está mesmo incorporando uma entidade ou se está apenas imitando uma entidade;

Desejar ardentemente que tenha a inconsciência durante as incorporações;

Querer aprender tudo sobre os rituais que sua casa pratica, chegando ao ponto de perguntar de tudo a todos os demais médiuns mais experimentados;

Querer saber tudo, através de relatos de outros médiuns, o que ele fez quando estava incorporado, o que a entidade falou, deixou de fazer;

Passar a realizar em seu próprio lar, uma verdadeira transformação de hábitos, querendo que todos tomem banhos de defesa, defumem-se, orem, cantem, entre outras coisas;

Querer erigir algum tipo de altar ou espaço sagrado em seu lar, tentando imitar o mais perfeito possível a quantidade de imagens, a disposição dos santos que há em seu templo umbandista;

Querer que suas entidades receitem rapidamente a confecção ou aquisição das guias (colares) e quanto maior o número de guias melhor;

Desejar ardentemente que tenha incorporações “fortes”, isto é, que as entidades já venham de modo com que não gerem dúvida a ninguém;

Que suas entidades já risquem seus pontos e que seja algo bem impressionável;

Que suas entidades dêem logo seus nomes e torce para que sejam nomes “fortes” e conhecidos;

Querem decifrar todos os símbolos que suas entidades desenharam em pontos riscados;

Querem saber da história, vida, ponto cantado e tudo o mais sobre suas entidades;

Essas situações e mais outras não citadas são consideradas até normais e encaradas por aqueles outros médiuns mais tarimbados como coisa comum de se acontecer. E de fato é.

O que o dirigente e os médiuns mais experientes devem fazer é aconselhar esses neófitos, direcioná-los em atividades que os tirarão um pouco desta fixação, é ouví-los e explicar cada uma das dúvidas e dificuldades existentes.Toda essa ansiedade é temporária e assim que o novo médium for tendo mais e mais experiências, ele passa a lidar de modo mais natural, menos ansioso e aflito com essas situações.O tema deve ser abordado de modo atencioso, respeitoso, prático e esclarecedor para poder dar melhor formação espiritual e criar uma estrutura mediúnica mais eficaz à própria casa, uma vez que estes novos médiuns passam a compor o já formado corpo mediúnico da casa, fazendo número e qualidade na força da corrente da casa umbandista. Desperdiçar a chance de esclarecimento quando esses médiuns estão ávidos por conhecimento e abertos para serem direcionados é deixar ao acaso a responsabilidade da formação destes médiuns, podendo levá-los a vícios, “cacoetes” e maus hábitos mediúnicos que nunca mais poderão ser retirados.

E o velho adágio popular é verdadeiro : “Pau que nasce torto, morre torto”...

         Paz e Luz a todos! Deus estará sempre no controle...


         Autor Desconhecido.
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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.