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sábado, 1 de março de 2014

PROTEÇÃO DE EXÚ E POMBA GIRA – PARA O CARNAVAL

Vamos nos cuidar para o carnaval, pois como sabemos na religião os Exús e Pomba Giras (Povo de rua da Umbanda)  ficam soltos nesse feriado festivo. Então estarei ensinado algo simples, mas bem eficiente de Como ter a proteção de Exú e Pomba Gira para o Carnaval. Essa oferenda serve para qualquer fim e poderá estar utilizando-o de diversas maneiras, e também poderá estar presenteando para Bara Exú Orixá.



ITENS PARA A PROTEÇÃO DE EXÚ – TRABALHO

- 1 kg de farinha de mandioca crua – FARINHA DE MESA
- 1 ovo
– cachaça
– carvão
– dendê
– mel
–açúcar (pode ser cristal)
– vinho
- 7 velas brancas (não precisa ser de 7 dias)


Como preparar o Agrado para Exús e Pomba Giras para obter proteção e permissão para curtir o carnaval sem problemas com brigas, mortes, acidentes, etc ao povo de rua.


Você irá dividir esse 1 kg de farinha em 7 partes para fazer 7 padês com cada elemento citado a cima, sendo que a quantidade de cada 1 deles é bem pouca, não havendo necessidade de exagerar na quantidade.

Misture bem os elementos com suas porções e ponha cada padê (comida típica de Exús) em um pedaço de papel de presente (pode ser 20 x 20) e embrulhe cada 1 separadamente.

Importante: o padê de ovo de ser só com a clara do ovo e você deverá tirar o embrião do mesmo, pois é Ewó (quisila) de Exú.

Não deixe que o padê (a mistura) empelote (faça bolinhas).

ONDE ENTREGAR OS PRESENTES DE EXÚ E POMBA GIRA


Vá até 1 encruzilhada, chegando lá você deve abrir o primeiro embrulho (presente) e acender 1 vela branca e pedir a Exú Rei das 7 Encruzilhadas, Tranca Rua das Almas, Maria Padilha, Pomba Gira Maria Mulambo que está dando um presente para que Exú traga também um presente para você em forma de proteção, dinheiro, sorte, saúde, amor, casamento, namoro, caminhos abertos e tudo aquilo que você quiser pedir.

Obs: você pode estar citando o nome do seu protetor (um Exú que você carrega).

Agora faça a mesma coisa com os outros padê e tenha fé, respeito, limites e cuidado, pois o carnaval é uma fase bem crítica espiritual.


Um Bom Carnaval a todos e a proteção dos Orixás e Exús para todos nós!

PONTOS DE EXÚ PARA LOUVAR O TRABALHO


Autor: Alberto Ebomi
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terça-feira, 1 de outubro de 2013

FUI NO "SARAVÁ" E ME DISSERAM QUE...

 
FIZERAM MACUMBA PRA MIM!

Normalmente quando alguma coisa dá errado na vida de algumas pessoas, a primeira coisa que elas pensam é: "-Fizeram Macumba pra mim!!!" ou "-Alguém colocou meu nome no Saravá!!!" Bom, antes de elucidarmos o assunto, vamos explicar o que é macumba e o que é saravá.
Makumba ou Saravá foram os nomes dados aos primeiros cultos realizados de forma sincrética no sul do Brasil (inicialmente, de origem Banto). O termo "makumba" deriva de MA-KIUMBA e significa: "Espíritos da Noite" ou  espécie de instrumento africano feito de bambu. Os cultos eram realizados a noite por conta das perseguições sofridas por seus praticantes. Depois surgiram os demais cultos afro-brasileiros com influência das Nações Jejê, Keto, Angola, Congo, Nagô, Tupi-guarani e outros. As punições eram sofridas somente pelos descendentes de escravos, índios, caboclos, mamelucos ou outros, que não fossem descendentes de "europeus" (principalmente, portugueses).
Esses espíritos que apresentavam-se nos Terreiros ou Roças eram os Egunguns - Espíritos dos Ancestrais dos Cultos Ameríndios, Angolanos, Yorubanos e Africanos em geral; ou seja, eram as Almas dos Sacerdotes das famílias escravizadas, pois, "Eles" queriam que sua cultura prosseguisse, dentro de sua linhagem e que, não se perdesse com o tempo.
Agora, "Saravá", possui o mesmo significado que Motumbá, Kolofé e Mukuiu, que são saudações e bênçãos da língua banto-africano. E todas elas possuem uma resposta; como, por exemplo: "Mukuiu N'Zambi" (Que Deus te abençoe!); "Kolofé Olorum" (Deus lhe acompanhe...); "Motumbá Axé" (Muitas bênçãos!); e "Saravá" (que significa: Minhas Saudações!). Depois, é claro, efetivaram-se as demais saudações específicas a cada Orixá, de acordo com a Nação ou o Culto.
Agora, traduzindo o título dessa postagem paulatinamente, teremos: "Fui nas Bênçãos e fizeram Meus Ancestrais se apresentarem a mim..." Portanto, primeiramente, bênçãos são coisas do bem (luzes, irradiações, passes magnéticos ou mediúnicos, etc.) e Nossos Ancestrais (Avós, Bisavós, Trisavós...), jamais nos fariam mal - a não ser que devêssemos alguma coisa a eles!
Sempre penso em algo que meu Mentor fala: "Aquilo que desejo ao outro retorna a mim, com força maior!" Então, se eu faço MAGIA NEGRA para alguém e recebo de volta o que fiz, é lógico que minha vida começará a dar errado em todos os sentidos, mas não é porque alguém me fez um "mal-feito" mas, porque eu mesmo busquei o mal e o estou colhendo. Esse "mal" pode ser praticado por: pensamento, intenções, irradiações, trabalhos de mau uso das energias, entre outras coisas...
Agora, aqui eu faço uma pergunta: "-Vocês acham mesmo, que um Orixá, ou uma Entidade, vai querer receber sua comida ou bebida no chão de uma rua qualquer, no meio da sujeira?" Vocês beberiam ou comeriam do chão? E ainda por cima, aceitariam prejudicar o próximo, depois de comer e beber dessa sujeira? Só se fossem espíritos de rua, espíritos errantes ou espíritos vingativos; mas, jamais um Orixá ou uma Entidade de Luz! A mesma comida que eu preparo para eu comer é aquela que devo servir, com todo carinho e respeito, primeiro ao meu Orixá ou à minha Entidade, (para fazer meus pedidos) e depois aos meus convidados. Em seguida, quando "despechá-la", devo fazer isso sem poluir ou agredir o meio ambiente. O que é orgânico vai para a terra e o que é retornável vai para o lixo reciclável! Simples assim.
Outra pergunta que lhes faço é: "Vocês sujariam sua própria casa?" Pois, cada Orixá comanda um espaço da Natureza e deseja que a Energia desse local esteja limpa, pura e equilibrada. Cada Orixá possui o seu local de "Entrega" como chamamos, ou recebimento da Obrigação. Mas podemos realizar a Festa do Orixá em nossa Casa (Templo, Tenda ou Roça), com convidados; sempre separando a parte do "Convidado Principal" primeiro (Orixá ou Entidade) e depois servindo aos demais convidados. O que sobrar deve ser distribuído em oferta e caridade... E o que "restar" (sobras de comida) deverá ser devolvido à natureza, porque devemos "Devolver à terra tudo o que é da Terra!"...
Não esqueçam de que um dia todos nós seremos "Eguns" e todos nós precisaremos de todos os Saravás (Bençãos) que existem para fazermos a passagem com equilíbrio, segurança e tranquilidade. E, para isso, não importa nossa crença. A Macumba (O Sono Noturno) recebe bem a todos - para depois separá-los e encaminhá-los ao seu local de destino.
 
#grupoboiadeirorei
 

domingo, 7 de abril de 2013

Trabalhos Encomendados e Promessas de Solução



"O que pensar desses anúncios vinculados em jornais ou panfletos distribuídos nas ruas que prometem a solução de nossos problemas amorosos, financeiros e de saúde? Eles funcionam mesmo? Trazem a solução tão desejada?
O primeiro (aspecto a ser analisado) refere-se ao desespero da pessoa que necessita ou deseja a solução. O segundo é ver envolvido o nome da Umbanda nessa questão.
Analisando o primeiro aspecto, podemos desmembrá-lo também em duas vertentes. A primeira diz respeito a compreensão da pessoa que por acreditar que seu problema não seja de seu merecimento ou “culpa”, busca no externo a solução do mesmo. Pessoas que buscam esse tipo de “atendimento” não têm menor noção de espiritualidade, de merecimento, e não estão nem um pouco preocupadas com as conseqüências que este tipo de envolvimento pode trazer, pois as desconhecem. Por acreditarem que o seu problema é conseqüência de ações de terceiros, desafiam o próprio Deus, dizendo-se não merecedoras do que estão passando.
Dentro de suas mentes obnubiladas pela dor e sofrimento, querem uma solução rápida, mágica, que as façam verem-se livres e felizes.
A segunda vertente diz respeito especificamente ao sentimento do solicitante. Muitos pedem que “a pessoa amada volte”. Ora, sabemos que quem ama realmente deseja somente o bem do ser amado, portanto não irá fazer um pedido desta natureza. Outras pessoas pedem que “fulano” perca o emprego, pois ele precisa trabalhar e o “fulano” está atrapalhando; ou então pedem pelo desencarne de “beltrano”. Francamente!
Mas, esses “trabalhos” funcionam?
Certamente que sim! Não para todos, mas para muitos ou alguns. Mas no fundo, no fundo, é imprescindível que haja absoluta harmonia entre o solicitante, o executante, a "vítima" e o astral inferior. Portanto obter o resultado desejado apenas confirma a absoluta sintonia entre essas quatro coisas.
Mas quem executa esses trabalhos em nível astral?
Espíritos que trabalham com forças trevosas, de baixo padrão vibratório e alta densidade perispiritual. Espíritos altamente ligados à matéria, ao mundo encarnado. Não são desprovidos de inteligência, muito pelo contrário, são desprovidos de luz, de esclarecimentos da verdade eterna, de amor. Espíritos que saudosos de seus tempos na terra ainda precisam se alimentar, fumar, beber, urinar, defecar, sentem-se encarnados ainda, sentem dor, prazer sexual, etc. E para satisfazerem as suas necessidades fisiológicas e outras intenções maléficas, reúnem-se em torno de encarnados que poderão, por similitude vibratória, atendê-los em seus desejos e aspirações.
Muitos se agregam aos médiuns que por sua invigilância, cedem lentamente a essas aspirações. Eles são ardilosos, chegam a fazerem-se passar por Exu, dando ao médium a impressão de estar sendo assistido pelo seu próprio Exu. Por isso é tão importante que o médium estude sempre e mantenha-se empenhado no caminho do bem e da caridade.
Dentro de sua ousadia, esses obsessores envolvem o médium dando-lhe “poderes” e sensações prazerosas em nível de terra. Atendem rapidamente as necessidades mais mundanas do médium e se apresentam como “solucionadores” de diversas questões. Mas ainda não é aí que começa a cobrança. O médium empolgado desvia-se ainda mais, começa a procurar lugares onde haja o mesmo tipo de afinidade vibratória, e tudo que estudou recebe outra conotação. Começa a atender pessoas em casa e se diz pai ou mãe no santo e a pedir, sugestionado pelos obsessores, os elementos que irão satisfazer as necessidades deles, e não vê nada de mal em cobrar também pelo trabalho que irá executar. Afinal ele também tem as suas próprias necessidades (jóias, carro novo, casa, etc), mas ter um emprego onde ganhe o seu sustento que é bom, nem pensar, pois não teria tempo para se dedicar com afinco ao serviço ao astral inferior (aliás uma das primeiras exigências dele).
A pessoa que foi pedir, poderá ou não receber a “graça”, ou seja, a solução tão desejada, mas certamente ela receberá algumas tantas companhias que turvarão ainda mais sua mente já tão conturbada e perturbada pela dor. Neste caso em especial, não receber a “graça” é que é a verdadeira graça, pois pode ser um sinal de que a pessoa não está tão envolvida assim com a espiritualidade inferior.
O segundo aspecto desta questão é quando envolvem o sagrado nome da Umbanda nestes trabalhos. A Umbanda não se presta a este tipo de coisa. Quem assim o diz está desviado de seu caminho. A Umbanda trabalha justamente para combater o astral inferior e não compactua com obsessor, mas o orienta e doutrina, ao contrário também do que muitos pensam. Portanto quem cobra por seus "serviços mediúnicos" e compactua com esses pensamentos desviados, não é umbandista, porque a Umbanda é a prática da caridade pela caridade, na busca da evolução.
No embate contra o astral inferior a primeira linha que é utilizada pela Umbanda é a linha de Exu e Pomba Gira, porque são as entidades determinadas pelo Astral Superior para esse trabalho em função de suas características vibratórias, sua enorme capacidade de manipulação energética e seu profundo conhecimento das armadilhas do astral inferior. Exu trabalha para ascender às hostes superiores, ou seja, para um dia vir a ser um Caboclo ou Preto Velho, portanto jamais irá se deixar seduzir por armadilhas que ele tão bem conhece. Além do mais, Exu trabalha sob as ordens de espíritos superiores que são os enviados de Orixá. Logo, por dedução simples e lógica não faz sentido a afirmação de que Exu faz tanto o mal quanto o bem, que não sabe diferenciar um do outro; isso significaria inocência, coisa que está longe de ser uma das características de Exu; além de significar que Exu seria um idiota, e não um espírito de luz, guardião e defensor.
Exu é passional?
Sim, Exu é passional, mas não é bobo e muito menos violenta o livre arbítrio de ninguém. Portanto, Exu não bate, não exige oferenda especial nenhuma, utiliza sim os elementos oferendados (padé e bebida alcoólica), única e exclusivamente para manipular as energias volatilizadas para a consecução dos objetivos propostos pelo Astral Superior, e o mesmo não propõe que o Exu beba através de seu médium, mas que manipule a essência dos elementos oferendados em favor dos seus comandados, estes sim mais apegados as necessidades terrenas.
Eis o motivo de Exu ser tão mal compreendido. Eis o motivo da Umbanda ser tão execrada. As pessoas leigas e os médiuns desprovidos de esclarecimento e orientação, deixam-se levar por exemplos pouco louváveis e acabam misturando as coisas.
O tempo que alguns médiuns perdem em querer aprender “fuxicos”, oferendas e agrados para os Orixás e etc, deveriam usar para elevarem o seu próprio padrão vibratório e se tornarem dignos de se dizerem umbandistas.
Mas nada acontece por acaso, pois todas as vezes que a Umbanda é atacada ela ressurge, tal qual fênix, das cinzas dos médiuns invigilantes, através da força dos que realmente amam a Umbanda."

Por Mãe Iassan Ayporê Pery
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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.