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sábado, 28 de setembro de 2013

Erê Joãozinho


Hoje amigos vou contar uma histórias do Erê Joãozinho.
 Joãozinho...
 O serelepe da Umbanda!
 Joãozinho é um menino que viveu mais de uma encarnação como garoto negro no Brasil das senzalas. Muitas vezes ele parece o Negrinho do Pastoreio, em outras, ele é o próprio Saci Pererê! Ele é esperto, cheio de lábia, tem resposta pra tudo e não pensa duas vezes para perguntar alguma coisa. Como todo bom Cosminho, ele gosta de doces, refrigerante e brincadeiras, mas está sempre pronto para atender e socorrer a quem necessita... Ele jamais deixa alguém sem resposta a um pedido. E se ele falar alguma coisa de forma séria, pode esperar que a coisa é mesmo séria! Pois ele brinca, mas não engana! O Joãozinho desta Seara nasceu no estado do Ceará de mãe Africana. Chegou no ventre de sua mãe em um navio negreiro, no ano de 1670. Demorou para entender o que era ser escravo e vivia "aprontando das suas": escondendo objetos, correndo pela fazenda e cutucando os bichos. Apanhava muito por conta disso, mas não deixava de rir e de fazer das suas. Dizia que assim ele podia alegrar os outros escravos! E realmente era ganhar dinheiro com artesanato assim que ele passava os dias: alegrando e brincando com os demais. Um dia, porém, em uma de suas traquinagens, ele escondeu o laço do capataz e foi o suficiente para ir pro tronco. Todos os negros pediram por ele, pois falaram que ele não fazia por maldade; mas não adiantou. Joãozinho anoiteceu e amanheceu no tronco... Ele tinha 6 anos na época. Quando tiraram ele do tronco estava triste e nunca mais sorriu. A partir daí começou a definhar e a morrer aos poucos. Quando ele desencarnou foi um luto só na fazenda! Até os animais sentiram... A terra secou, os bichos se aquietaram e ninguém mais sorriu. O dono da fazenda pediu ao capataz o que aconteceu e, quando soube, arrependeu-se... Mas, Joãozinho não voltaria mais. Sua mãe de tristeza também se deixou morrer. Tempos depois, os escravos começaram a contar que viam mãe e filho a andar pelas terras... E sempre que alguma coisa sumia, diziam: "- Foi o Joãozinho!" Então eles colocavam um doce para o menino e o objeto reaparecia.
E assim Joãozinho ficou conhecido como o Pererezinho do Ceará!
 
 
Onibejada!
  
#grupoboiadeirorei
 
 
 
 

 

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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.