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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Mensagem do Caboclo Tupinambá


Nos tempos de tribo, em que toda tecnologia que tínhamos era o arco, a flecha, o machado de pedra e alguns outros utensílios, e que nossas maiores aflições eram como garantir o alimento caçado do dia para nutrir a tribo e vez por outra defendê-la de rivais territoriais.

Preocupávamos acima de tudo com a nossa continuidade, com o legado que deixaríamos aos nossos descendentes e que não era terra, ou qualquer materialidade, até porque nada nos pertencia, tudo era da natureza, dela extraíamos o sustento, o abrigo, o ensinamento. A natureza ensina…

Ensina que não há árvore sem raiz, que os pássaros não cantam quando aprisionados, que a água sempre vence os obstáculos devidos sua essência maleável. Que o ar é invisível, para que ao menos ele, não queiramos deter.

Ensina que os ventos sopram a continuidade dos ciclos, transportando sementes e microorganismos de um lado ao outro para que tudo flua naturalmente, e ensina que tudo tem seu tempo, não há tempestade que não cesse e que não há calmaria eterna, o primeiro sacode e revolve as estruturas “acomodadas” e inférteis para que o segundo encontre novas possibilidades de superação e continuidade da vida.

No entanto, aprendemos isso sobre a natureza porque nossos antecessores nos ensinaram ler a natureza. Lê-se a natureza observando em silêncio.

Hábito cada vez mais distante dos filhos encarnados neste período da Terra. O tempo que sempre foi o “Deus da Razão”, agora é caro e acusado por faltar aos filhos da Terra.

Então, diante dos conflitos, as tormentas e enfrentamentos, vocês, filhos da Terra, continuam num processo obsessivo em busca de facilitações, de encurtamento do trajeto, de se possível enganar a natureza. Buscam-se respostas e responsabilidades fora, no outro, nas coisas, no mundo e quase sempre se isenta diante os fatos.

Pratique o silêncio!

Quem não sabe silenciar, não escuta o coração, não entende o que é intuição e não capta a ajuda espiritual.

Silencie!

Pois o barulho confunde, palavras e tentativas de justificativas constantes ludibriam e paralisam.

Silencie!

No silêncio da boca serrada, resta-lhe o pensamento, a consciência não falha e diante dela seja honesto, humilde e coerente.

Silencie!

E compreenderá que para tudo tem uma resposta em você e que tudo tem um sentido de ser e se ainda não compreender é porque não silenciou o sabotador dentro de você.

Silencie!

E então, harmonizar-se-á com o fato de que tudo tem um ciclo natural para acontecer, para ir e vir, para fluir, para ser.

Silencie!

Aprenderá que as tormentas sacodem, as tempestades amolecem e que como vieram se vão, o que importa é como você estará depois dela.

Silencie!

Para aceitar que a bonança não é acomodação, não é falta de desafios, mas sim a oportunidade de trabalhar ainda mais intensamente e melhor caso tenha amadurecido e se fertilizado durante a tempestade.

Silencie!

E responda: O que é que você esta deixando para os seus sucessores?

Silêncio, Pratique!


Mensagem de Rodrigo Queiroz sob inspiração do Caboclo Tupinambá

Todo mundo quer Umbanda


Texto extraído do Livro: Umbanda essa desconhecida de Roger Feraudy. Editora do Conhecimento, 4ª Edição, 2004. 1— A Umbanda crê em um Ser Supremo, o Deus único, criador de todas as religiões monoteístas. Os orixás são emanações da Divindade, como de todos os seres criados. 2— O propósito maior dos seres criados é a evolução, o progresso rumo à Luz Divina. Isso se efetiva pelas vidas sucessivas: a Lei da Reencarnação, o caminho do aperfeiçoamento. 3— Existe uma Lei de Justiça universal, que determina a cada um colher o fruto de suas ações, conhecida como Lei do Carma. 4— A Umbanda se rege pela Lei da Fraternidade Universal: todos os seres são irmãos por terem a mesma origem, e devemos fazer a cada um aquilo que gostaríamos que fosse feito a nós. 5— A Umbanda possui identidade própria e não se confunde com outras religiões ou cultos, embora a todos respeite fraternalmente, partilhando alguns princípios com muitos deles. 6— A Umbanda está a serviço da Lei Divina e só visa ao bem. Qualquer ação que não respeite o livre-arbítrio das criaturas, que implique em malefício ou prejuízo de alguém ou se utilize de magia negativa, não é umbanda. 7— A Umbanda não realiza em qualquer hipótese o sacrifício ritualístico de animais nem utiliza quaisquer elementos destes ritos em oferendas, ou trabalhos. 8— A Umbanda não preconiza a colocação de despachos ou oferendas em esquinas urbanas e sua reverência às forças da natureza implica preservação e respeito a todos os ambientes naturais da Terra. 9— Todo serviço da Umbanda é de caridade, jamais cobrando ou aceitando retribuição de qualquer espécie por atendimentos, consultas ou trabalhos. Quem cobra por serviço espiritual não é umbandista.

Um espírito amigo.

Escudos



Quando vamos a centros religiosos, sejam eles quais forem, sempre percebemos a presença de trabalhadores da casa que parecem dedicar sua vida toda a esse propósito.

De certa maneira, admiramos tais pessoas, nos perguntamos como é possível tanta dedicação para um único propósito. E isso pode se repetir em outras áreas de nossa vida. Um bom chefe, que sabe realizar o verdadeiro papel de um líder; um bom professor, que vê em cada aluno o seu grande potencial e sabe como trabalhar com isso; um chefe de família que sabe como exercer suas obrigações com maestria.

Com essa admiração, acabamos por ver somente esse lado bom das pessoas. Devemos sim, ter bons exemplos para nos guiar, porém, não devemos cair no engano de tornar nossos irmãos perfeitos deuses.

Todos nós temos nossos pontos fortes e fracos, e estamos juntos neste mundo, justamente para nos amarmos e aprendermos uns com os outros.

Talvez, aquela tarefa que nosso irmão encare com maestria, para ele seja algo banal, relativamente fácil, devido às suas experiências anteriores, dessa vida ou de outras.

O que devemos perceber, em nós mesmos, é quais são esses pontos, e no que devemos melhorar. Enxergando nossos pontos fortes, seremos capazes de trabalhá-los de maneira muito mais eficaz. Enxergando nossos pontos fracos, saberemos identificá-los e aprimorá-los.

Nossos pontos fracos, geralmente, se escondem atrás de escudos que criamos para as situações de nosso dia a dia. Talvez por algum trauma que passamos ou uma cicatriz que trazemos de outras existências, não nos damos a possibilidade de passar por certas situações por puro medo.

Uma decepção amorosa pode fazer com que criemos um escudo que não permita que outras pessoas se aproximem de nós. Sempre ficando com o pé atrás, não se permitindo conhecer uma nova paixão, que talvez seja a das nossas vidas.

Uma decepção no trabalho, que nos deixa sem motivação e crença em um futuro melhor, fazendo assim nos fecharmos para novas possibilidades, perdendo cada vez mais a vontade de crescer.

Infinitos são os exemplos que poderíamos citar aqui. O mais importante, contudo, é termos a coragem de identificarmos os escudos que criamos, para assim aprendermos a baixá-los e nos permitir sentir novas sensações e oportunidades.

Isso se chama Fé. Fé em nosso Pai, no futuro que escolhemos para nós mesmos.

Muita Luz!

Por Vinicius Takacs
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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.