IANSÃ - ORIXÁ FEMININA SANTA BÁRBARA (sincretismo com Iansã):
COR: Amarelo escuro e/ou Vermelho
Sua festa é comemorada em 4 de dezembro.
A sua devoção começou logo após a sua morte porque o carrasco que cortou a sua cabeça foi morto, na hora, por um raio. Ela é por isto invocada contra raios e tempestades. Viveu no IV século, e é uma mártir legendária e muito popular. A tradição diz que ela era filha de Diocorus, um oficial do Imperador Maximiano (que reinou de 286 a 305). Quando ele descobriu que ela havia se convertido para o cristianismo ele a prendeu na torre. Diocorus então a denunciou para as autoridades romanas que a torturaram para que ela renunciasse a sua fé. Quando ela permaneceu leal a sua fé, o seu próprio pai a levou para o topo de uma montanha para ser executada. Na hora que ela foi decapitada o carrasco foi instantaneamente morto e carbonizado por um raio.
Bárbara é padroeira dos arquitetos e construtores. Ela é invocada contra raios tempestades e fogo.
Ela é mostrada na arte litúrgica segurando uma torre ou a palma do martírio.
IANSÃ:
Iansã, a Senhora dos Ventos e das Tempestades, a Deusa Guerreira. Seu filho é conhecido por seu temperamento explosivo. Está sempre chamando a atenção por ser inquieto e extrovertido. Sempre a sua palavra é que vale e gosta de impor aos outros a sua vontade. Não admite ser contrariado, pouco importando se tem ou não razão, pois não gosta de dialogar. Em estado normal é muito alegre e decidido. Questionado torna-se violento, partindo para a agressão, com berros, gritos e choro. Tem um prazer enorme em contrariar todo tipo de preconceito. Passa por cima de tudo que está fazendo na vida, quando fica tentado por uma aventura. Em seus gestos demonstra o momento que está passando, não conseguindo disfarçar a alegria ou a tristeza. Não tem medo de nada. Enfrenta qualquer situação de peito aberto. Ciumento demonstra um certo egoísmo porque não se importa com que os outros sofram pelo seu gênio reconhecidamente mal-humorado. É leal e objetivo. Sua grande qualidade, a garra, e seu grande defeito, a impensada franqueza, o que lhe prejudica o convívio social. Por ser tão marcante seu gênio, se este fosse controlado, o que não é difícil, seria pessoa muito mais feliz e querida.
Para definir bem a influência dos orixás nas pessoas vamos simular um fato: Duas pessoas brigando. Passando um filho de Ogum, ou ele passa direto e nem olha, ou já vai se meter na briga. Um filho de Xangô pára, fica olhando, e já começa a reclamar. Coitado do baixinho! Por que será esta briga? Acho que aquele alto não tem razão. E pior, nem sabe brigar. É um fraco. E fica questionando. Um filho de Oxóssi pára, senta no chão e, rindo, fica assistindo e se deleitando com a briga. Uma filha de Iemanjá chamaria os dois, colocaria suas cabeças em seu colo e os acalmaria recomendando paz. Uma filha de Iansã já reclamaria e chamaria a polícia. E a filha de Oxum, o que faria? Nada!, e nem poderia. Os dois estavam brigando por causa dela...
COR: Amarelo escuro e/ou Vermelho
OFERENDAS: 7 velas brancas e 7 amarelas escuro, água mineral, acarajé ou milho em espiga coberto com mel ou ainda canjica amarela, fitas brancas e amarelas escuras e flores.
LOCAL DE ENTREGA: Em pedra ao lado de um rio na junção com o mar ou no bambuzal.
ERVAS: Catinga de mulata, Cordão de Frade, Gerânio cor-de-rosa ou vermelho, Açucena, Folhas de Rosa Branca, Erva de Santa Bárbara.
CABOCLA IANSÃ:
(4ª legião da Linha de Yemanjá)
Sincretismo =SANTA BÁRBARA
Saudação = EPARREI IANSÃ, EPARREI OYÁ
PLANETA REGENTE = LUA
ARCANJO GABRIEL
Parte do corpo = Fígado, sangue
Dia de comemoração = 4 de dezembro
Banhos: Umbaúba, levante, dormideira-flor vermelha, eucalipto, folhas de bambu, espada de Santa Bárbara. Legião que trabalha no tempo, temporal e na chuva, manipulando as energias que alimentam a resistência, as dificuldades da vida e a incompreensão. Elas protegem aqueles que carregam grandes responsabilidades e que precisam de grande resistência para trabalhos espirituais. Vibram nas cores vermelha e amarelo forte. (No candomblé é a cor marrom) Aceitam obrigações junto com Xangô, e também podem ser entregues no bambuzal ou pedra da cachoeira. O material utilizado geralmente consta de pano branco, velas amarelas ou vermelhas, rosas amarelas, palmas vermelhas, ou de qualquer flor amarela, fitas amarelas, seiva de alfazema, champanhe rose ou vermelha.
Um Saravá Amigo
Octavio
www.maeyemanjaebaianozeferino.com.br/
http://br.groups.yahoo.com/group/fraternidade_socorrista_mae_yemanja_e_baiano_zeferino
COR: Amarelo escuro e/ou Vermelho
Sua festa é comemorada em 4 de dezembro.
A sua devoção começou logo após a sua morte porque o carrasco que cortou a sua cabeça foi morto, na hora, por um raio. Ela é por isto invocada contra raios e tempestades. Viveu no IV século, e é uma mártir legendária e muito popular. A tradição diz que ela era filha de Diocorus, um oficial do Imperador Maximiano (que reinou de 286 a 305). Quando ele descobriu que ela havia se convertido para o cristianismo ele a prendeu na torre. Diocorus então a denunciou para as autoridades romanas que a torturaram para que ela renunciasse a sua fé. Quando ela permaneceu leal a sua fé, o seu próprio pai a levou para o topo de uma montanha para ser executada. Na hora que ela foi decapitada o carrasco foi instantaneamente morto e carbonizado por um raio.
Bárbara é padroeira dos arquitetos e construtores. Ela é invocada contra raios tempestades e fogo.
Ela é mostrada na arte litúrgica segurando uma torre ou a palma do martírio.
IANSÃ:
Iansã, a Senhora dos Ventos e das Tempestades, a Deusa Guerreira. Seu filho é conhecido por seu temperamento explosivo. Está sempre chamando a atenção por ser inquieto e extrovertido. Sempre a sua palavra é que vale e gosta de impor aos outros a sua vontade. Não admite ser contrariado, pouco importando se tem ou não razão, pois não gosta de dialogar. Em estado normal é muito alegre e decidido. Questionado torna-se violento, partindo para a agressão, com berros, gritos e choro. Tem um prazer enorme em contrariar todo tipo de preconceito. Passa por cima de tudo que está fazendo na vida, quando fica tentado por uma aventura. Em seus gestos demonstra o momento que está passando, não conseguindo disfarçar a alegria ou a tristeza. Não tem medo de nada. Enfrenta qualquer situação de peito aberto. Ciumento demonstra um certo egoísmo porque não se importa com que os outros sofram pelo seu gênio reconhecidamente mal-humorado. É leal e objetivo. Sua grande qualidade, a garra, e seu grande defeito, a impensada franqueza, o que lhe prejudica o convívio social. Por ser tão marcante seu gênio, se este fosse controlado, o que não é difícil, seria pessoa muito mais feliz e querida.
Para definir bem a influência dos orixás nas pessoas vamos simular um fato: Duas pessoas brigando. Passando um filho de Ogum, ou ele passa direto e nem olha, ou já vai se meter na briga. Um filho de Xangô pára, fica olhando, e já começa a reclamar. Coitado do baixinho! Por que será esta briga? Acho que aquele alto não tem razão. E pior, nem sabe brigar. É um fraco. E fica questionando. Um filho de Oxóssi pára, senta no chão e, rindo, fica assistindo e se deleitando com a briga. Uma filha de Iemanjá chamaria os dois, colocaria suas cabeças em seu colo e os acalmaria recomendando paz. Uma filha de Iansã já reclamaria e chamaria a polícia. E a filha de Oxum, o que faria? Nada!, e nem poderia. Os dois estavam brigando por causa dela...
COR: Amarelo escuro e/ou Vermelho
OFERENDAS: 7 velas brancas e 7 amarelas escuro, água mineral, acarajé ou milho em espiga coberto com mel ou ainda canjica amarela, fitas brancas e amarelas escuras e flores.
LOCAL DE ENTREGA: Em pedra ao lado de um rio na junção com o mar ou no bambuzal.
ERVAS: Catinga de mulata, Cordão de Frade, Gerânio cor-de-rosa ou vermelho, Açucena, Folhas de Rosa Branca, Erva de Santa Bárbara.
CABOCLA IANSÃ:
(4ª legião da Linha de Yemanjá)
Sincretismo =SANTA BÁRBARA
Saudação = EPARREI IANSÃ, EPARREI OYÁ
PLANETA REGENTE = LUA
ARCANJO GABRIEL
Parte do corpo = Fígado, sangue
Dia de comemoração = 4 de dezembro
Banhos: Umbaúba, levante, dormideira-flor vermelha, eucalipto, folhas de bambu, espada de Santa Bárbara. Legião que trabalha no tempo, temporal e na chuva, manipulando as energias que alimentam a resistência, as dificuldades da vida e a incompreensão. Elas protegem aqueles que carregam grandes responsabilidades e que precisam de grande resistência para trabalhos espirituais. Vibram nas cores vermelha e amarelo forte. (No candomblé é a cor marrom) Aceitam obrigações junto com Xangô, e também podem ser entregues no bambuzal ou pedra da cachoeira. O material utilizado geralmente consta de pano branco, velas amarelas ou vermelhas, rosas amarelas, palmas vermelhas, ou de qualquer flor amarela, fitas amarelas, seiva de alfazema, champanhe rose ou vermelha.
Um Saravá Amigo
Octavio
www.maeyemanjaebaianozeferino.com.br/
http://br.groups.yahoo.com/group/fraternidade_socorrista_mae_yemanja_e_baiano_zeferino
Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei





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