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terça-feira, 1 de março de 2011

Ir para a Luz!


Amigos,
Na postagem anterior, comentei com vocês a respeito de “quão iluminado” nós somos e gostaria de fazer uma ressalva sobre essa expressão. Aliás, uma ressalva tão vasta que deu origem a um outro texto, inteiramente sobre essa tal luz que nós todos perseguimos.
O que é essa luz?
Lembram que escrevi sobre os médiuns sábios e os eruditos? Pois bem, tem muito disso aqui.

Séculos atrás, nós seres humanos encarnados no orbe terrestre, tínhamos um vínculo muito estreito com o natural e com o sobrenatural. Para nós, durante aquela época, era comum o contato com os espíritos e com os seres naturais, como elementais, por exemplo. Tão natural, que era difícil você encontrar alguém sem uma espécie de altar pessoal onde rendia graças a essa estirpe de seres. Na Grécia antiga, por exemplo, a religião era tão misturada com a sociedade seres encarnados iam e vinham entre os reinos (metaforicamente falando, claro), com muita freqüência. Daí surgem os semi-deuses, os heróis míticos. Mas essa proximidade acabou gerando alguns problemas para a sociedade como um todo: a adoração a muitos seres como sendo “deuses”, por exemplo, ao invés de entendermos que essas muitas manifestações eram fruto de uma única força, acima de todas, que se multifacetava em várias vertentes. Então, aos pouquinhos, a casta superior de espíritos foi nos guiando rumo a essa verdade: e assim um grande avatar para unificar nossos pensamentos dessa forma.
Infelizmente, essa mensagem, com o passar das gerações, foi sendo perdida e a grande verdade foi levada ao patamar de política, então a idade das trevas tomou conta do mundo. Essa idade das trevas consiste em um período onde o conhecimento era proibido, passível de condenação, até mesmo na fogueira. Vocês sabem do que estou falando: de um período onde ser um druida ou viver em contato com a natureza era condenável com a morte. E por que esse período é tido como idade das trevas? Justamente por ser o conhecimento uma coisa plausível de condenação, a não ser que tal conhecimento fosse relegado a uma casta “iluminada” de pessoas, que podiam controlar as outras.
Acho que os mais atentos já entenderam onde quero chegar. A humanidade é feita de ciclos também e quando a idade das trevas estava no auge, algo aconteceu. Os estudiosos de história chamam esse período novo que tomará conta de “iluminismo”, ou era dos iluminados, que consiste em que? O conhecimento é algo mandatório e tem que ser acessível a todos. Todos tem o direito de estudar, de compreender e de entender. Infelizmente, mais uma vez, nós fomos muito ao pé da letra e acabamos “matando” Deus nesse período. Isso porque era através dele (ou melhor, através da menção a ele) que aqueles prendiam o conhecimento para si e que matavam pessoas queimadas. Então nós fomos nos iluminando a medida que fomos crescendo como sociedade.
Agora volto ao cerne da questão: qual é a luz que nós procuramos? Qual é a luz que nós incentivamos os espíritos mais confusos a seguir?
O médium sábio, dentro de sua verdade de conhecimento popular, entenderá isso como uma busca a luz física mesmo, aquela que ilumina um caminho como ilumina sua sala. Para ele, o céu, ou a evolução espiritual é um caminho cheio dessa luz literal, e Deus seria uma grande chama a iluminar o universo inteiro. Entendam que essa metáfora nos leva exatamente ao mesmo ponto que o médium erudito chegará. A luz do conhecimento.
O conhecimento é a luz que tira as trevas da ignorância de nossas vistas. E para a evolução moral que nós tanto buscamos, só essa luz nos guiará. Só entendendo o funcionamento das coisas é que as dominaremos e poderemos ensinar a nossos irmãos. E só através desse conhecimento é que poderemos nos unir definitivamente a grande força universal, ao grande arquiteto cósmico.
A luz a que sempre me refiro é essa: o conhecimento.

Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei


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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.