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sexta-feira, 24 de junho de 2011

A História de São João Batista

São João Batista, o anunciador de Cristo, nasceu na cidade de Judá a 2 a.C. até 27 d.C. Era filho de Isabel, esposa de Zacarias e prima de Maria, mãe de Jesus. Isabel haveria de dar à luz um menino, cujo nome significaria "Deus é propício". Assim foi avisado Zacarias pelo Anjo Gabriel que o visitou, anunciando a chegada do tão esperado herdeiro.


Anjo Gabriel aparece à Zacarias


Segundo a tradição, por milagre de Deus, Isabel e Zacarias; ambos de estirpe sacerdotal; geraram um filho, quando, pela idade, já nem pensavam mais que isto pudesse acontecer, uma vez que Isabel era estéril.

Maria visita sua prima Isabel


 Para a Igreja Católica, a vinda deste filho, que teve o nome deJoão, teve um significado maior: o de preparar a chegada de Cristo.


O nascimento do tão desejado filho: JOÃO


A educação de João foi muito influenciada pelas ações religiosas e pela vida no templo. Por falta de escola em Judá, coube a seus pais a responsabilidade de instruí-lo e de ensiná-lo a ler e a escrever.

Aos 14 anos, João iniciado na educação nazarita, fazendovotos que incluiam: abster-se de bebidas intoxicantes, o deixar o cabelo crescer, e o não tocar nos mortos.


Os votos do jovem JOÃO
Após a morte de seus pais, João ofereceu todos os seus bens de família à irmandade nazarita, iniciando a sua preparação para aquele que se tornou um “objectivo de vida” - pregar aos gentios e admoestar os judeus, anunciando a proximidade de um “Messias” que estabeleceria o “Reino do Céu”.

João como pastor e asceta

No ano 27, João apareceu como profeta e quando iniciou sua pregação muitos chegaram a acreditar que ele era o próprio Messias. Vestia-se como os sábios eremitas essênios da época, os quais usavam uma túnica grosseira feita de pele de camelo atada a um cinto de couro; representação da liberdade, da escolha do destino de cada um. Para que se salvassem do pecado, as pessoas recebiam, por intermédio desse profeta, a ablução nas águas do rio Jordão (ato comum entre os essênios), prática chamada de batismo, razão por que passou ele a ser conhecido como João Batista.


JOÃO pregando como profeta

João não introduziu o batismo no conceito judaico, este já era uma cerimônia praticada. A inovação de João terá sido a abertura da cerimônia à conversão dos gentios, causando assim muita polêmica. Mais tarde o batismo foi adotado pelo cristianismo.


Mas, João não só anunciou e preparou a vinda do Messias,também o batizou nas águas do rio Jordão, embora se achasse “ indigno até mesmo de desatar-lhe as sandálias”,por isso assombrou-se quando Jesus pediu que o batizasse.
JOÃO, assombrado, batiza JESUS

No momento em que Jesus saiu da águana cerimônia do batismo, abriu-se sobre Ele uma nuvem e o Espírito Santo se manifestou através de uma pomba, não como uma pomba real, mas uma visão, algo muito pessoal entre Deus e Jesus. Os relatos Bíblicos contam a história da voz que se ouviu, quando João batizou Jesus, dizendo “este é o Meu filho amado no qual ponho toda a minha complascência”. 

Manifestação do espírito Santo
no Batismo de JESUS.
JESUS definiu JOÃO assim: "Ele é mais do que um profeta. Jamais surgiu entre os nascidos de uma mulher alguém maior que João Batista". 

Foi depois do batismo que Jesus entendeu que começava então sua verdadeira missão. Passados de alguns meses, João foi preso na fortaleza de Maqueronte, mas, mesmo no cárcere, acompanhava os trabalhos de Jesus, fazendo perguntas por intermédio de mensageiros (Lucas 7, 19-29). João morreu degolado sob o governo do rei Herodes que, parecia temer sua liderança.


O profeta SÃO JOÃO Batista

João Batista é aclamado e reconhecido não só no catolicismo mas em muitas outras religiões como: noislamismo, no espiritismo, na umbanda sincretizado como Xângo; entre outras.


As Festas

Festas juninas, festa de São João ou festas dos santos populares são celebrações que acontecem em vários países historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 25 de dezembro, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como "festa de São João".

Festas juninas ou populares

Essas celebrações são particularmente importantes no Norte da Europa- Dinamarca, Estónia, Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega e Suécia; mas são encontrados também na Irlanda, na Galiza, partes do Reino Unido (especialmente na Cornualha), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha, Ucrânia, outras partes da Europa, e em outros países como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico, Brasil e Austrália.

Origem da fogueira

Fogueiras juninas

De origem europeia, as fogueiras juninas também fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã "sempre verde" em árvore de natal, a fogueira do dia de "Midsummer" (25 de dezembro) tornou-se, pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João em grande parte do mundo!



A visitação de Maria a Isabel

Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã estival afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.

A Quadrilha 

A quadrilha brasileira tem o seu nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a "quadrille", em voga na França entre o início do século XIX e a Primeir Guerra Mundial.

A "quadrille" veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX. Ao longo dos séculos, a quadrilha se popularizou no Brasil e se fundiu com danças brasileiras pré-existentes e teve subsequentes evoluções.


As grandes festas juninas nordestinas

Ainda que inicialmente adotada pela elite urbana brasileira, esta é uma dança que teve o seu maior florescimento no Brasil rural (daí o vestuário campesino), e se tornou uma dança própria dos festejos juninos, principalmente no Nordeste.

Simpatias, sortes e adivinhas 

O relacionamento entre os devotos e os santos juninos, principalmente Santo Antônio e São João, é quase familiar. Esse caráter fica bastante evidente quando se entra em contato com as simpatias, sortes, adivinhas e acalantos feitos a esses santos, principalmente as vésperas de seus dias.

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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.