Seguidores

Translate - Tradutor

Seguir por Email

Volte sempre!


Fale Conosco 
 

Atenção. Importante!

Alguns Textos, Mensagens e Imagens foram retirados de variados sites, caso alguém reconheça algo como sua criação e não tenha sido dado os devidos créditos entre em contato.

A real intenção do blog Grupo Boiadeiro Rei não é de plágio, mas sim de espalhar Conhecimento e Espiritualizar...

 
TODO ACERVO DE MATERIAL DE ESTUDOS DO GRUPO DE ESTUDOS BOIADEIRO REI ESTA NO SERVIDOR ISSUU DEVIDO AO GRANDE NUMERO DE INFORMAÇÕES DA RELIGIÃO ACESSE - O LINK EBOOKS A BAIXO 
 
LlNK:
 

Pesquisar

Leia Também em nosso Site

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Vivenciando e Lendo Umbanda para BEM SABER UMBANDA


Axé pessoal! Domingo foi um dia muito especial, tivemos um estudo muito gostoso (Mistérios da Mediunidade e Incorporação) que me enriqueceu, emocionou e surpreendeu muito. Foi uma sequência de “desconstrução” e “construção”, perguntas e respostas, suspiros e arrepios, enfim, foi Divino. No meio dessa emoção toda falei, sugeri e estimulei a leitura de um livro que mexeu muito comigo na época em que o li. Aliás, quando comecei a percorrer esse caminho espiritual e mediúnico esse foi um dos primeiros livros que li, portanto, não posso deixar de falar dessa obra literária e reafirmar a importância da leitura e em especial dessa leitura para nós, médiuns ainda em aprendizado.

Ler esse livro me emocionou, me fez chorar, rir, arrepiar e claro, me fez pensar. Pensar na responsabilidade da mediunidade e da manifestação mediúnica, mesmo porque, o livro conta as histórias, as intolerâncias, as dores, as dúvidas e as relações espirituais e sociais de três jovens médiuns que erram, acertam, fazem e refazem suas histórias tendo como ponto principal o dom de se comunicarem com espíritos.

O título do livro é “A ESPÍRITA MARGINAL” de Monica Buonfiglio, um romance espiritual de leitura rápida e agradável, que narra a história das Irmãs Fox, que em 1847, antes mesmo de Allan Kardec publicar seu primeiro livro, têm suas mediunidades afloradas e, além de sofrerem as pressões familiares, sociais e espirituais, também sofrem as internas com afirmativas e negativas interferindo intimamente e externamente na vida dessas irmãs.

Também não posso deixar de mencionar que as Irmãs Fox tiveram um importante papel na gênese do Moderno Espiritualismo Ocidental. Enquanto o espiritismo era pesquisado por Allan Kardec na França, elas manifestam o espiritismo em Nova Iorque, Estados Unidos, onde atraíram multidões através do fenômeno da comunicação com espíritos.

Transcrevo um trecho do livro para estimular essa leitura que fará com que reflitamos melhor sobre a responsabilidade das escolhas e sobre aquilo que NÃO se tem escolha.

-

A Espírita Marginal

de Monica Buonfiglio

-

Mas, infelizmente, nosso casamento durou pouco. Elisha tinha a saúde muito debilitada e morreu em 1857.

Revoltada, sozinha em minha casa, aos berros opunha-me à morte dele.

-Tirem-me a vida, espíritos! Seu atributo não é tão superior? Tirem-me a vida, deixem-me apenas com a consciência da lembrança de Elisha. Agora pouco me importa amor e ódio. Tudo passa e quero apenas aguardar a morte. O amor, para mim, é apenas minha sombra.

Estava totalmente perdida. Abandonei minha carreira por amor e agora encontrava-me nessa situação. Eu, que era famosa por falar com todos os espíritos, não conseguia sequer sonhar com Elisha. Sem nenhum dinheiro, minhas dificuldades financeiras eram cada vez maiores.

Fui forçada a retornar aos espetáculos. Não consegui superar a perda de Elisha e passei a beber. Eu, que havia criticado tanto meu pai, estava fazendo o mesmo.

Minha vida passou a entrar em decadência.

Enquanto isso, minha irmã Kate parecia estar muito bem. Numa ocasião, apresentou-se na Inglaterra, no ano de 1872, casando-se com um advogado, Sr. Jencken, com quem teve dois filhos.

Em 1881, com a morte dele, acabou consumindo todo o dinheiro que ele havia lhe deixado.

Eu não sabia que ela também bebia antes de casar-se e, depois da morte do marido, só fez piorar, assim como eu.

Kate acabou retornando a Nova York, e em 1888, soube que fora presa por vadiagem e embriaguez, e seus filhos entregues à assistência social. Encontramo-nos depois de anos vivendo separadamente.

Mesmo afastada dos espetáculos, consegui, através de alguns clientes, enviar meus sobrinhos, filhos de Kate, para um tio na Inglaterra.

O desespero começou a tomar conta de nós duas. Começamos a mendigar. Vivíamos, perambulando pelas ruas de Nova York, das esmolas das pessoas.

Certa ocasião, um grupo espírita nos reconheceu. Deram-nos roupas e comida para alguns dias. Tinham a certeza de que possuímos poderes mediúnicos e que tudo havia acontecido, por causa da ambiciosa Leah.

(…) Nosso único consolo era a bebida, que nos aquecia, antes de dormir, no chão gelado das ruas nova-iorquinas. O silêncio, com rumores vagos e ecos amortecidos, fazia com que dormíssemos no fundo da solidão, às vezes interrompido pelos passos dos animais que estalavam as folhas secas.

Tremendo de frio, caminhávamos durante horas em busca de alguém que nos abrigasse. Nada. Nenhuma solidariedade.

Não havia banheiros, pias para refrescar nosso corpo ou fazer nossa higiene, camas e nenhuma luz à noite. Ficávamos amontoadas debaixo de uma lona para nos proteger da neve.

Desci ao nível mais baixo a que um ser humano pode chegar, minha alimentação consistia em tomar sopa de casca de batata ou ingerir sobras de lixo, quando encontrava alguma coisa.

Atenta a cada barulho, garantia a Kate: – Ouça, Kate… há um roedor por perto! O que os animais estarão comendo?

E partíamos em busca do nosso jantar.

Ultrapassando certo limite, a pessoa nem liga mais para o que está acontecendo, fica indiferente ao sofrimento. Era o que acontecia conosco.

Estávamos pagando por uma brincadeira que começou tão inocente. Pensei em suicídio. Só não fui adiante porque me afligia a ideia do purgatório ou de, quem sabe, encontrar aqueles espíritos com quem forjei contato. Só desejava morrer, pensava nisso praticamente todos os dias e consolava-me pedir perdão a Deus, para que redimisse meus pecados.

Enfim, esse é só um pequeno trecho de uma história realmente surpreendente e com final arrepiante. Espero que gostem, que reflitam e que se emocionem com essa história real de gente de viveu intensamente as realidades da mediunidade.

_____________

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Aceitamos comentários edificantes. Siga seu caminho em paz, se essa não é sua crença.

Obrigado!

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Postagens populares

“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.