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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A Cromoterapia das Velas


Amigos,
Encontrei esse texto, na verdade quase um estudo acadêmico, sobre o poder das cores das velas utilizadas em cromoterapia, por exemplo. O texto é de um autor desconhecido, mas está no site “Fonte de Estudo Religioso“, de nossa amiga Mary para quem quiser visitar. Boa leitura!

A CROMOTERAPIA DAS VELAS - SIGNIFICADO DAS CORES

Estamos constantemente absorvendo e irradiando luz de todas as cores. Somos receptores e emissores de luz em forma de energia. Podemos usar as velas na cromoterapia associando as vibrações de nossos sentimentos e pensamentos e, assim, transmitindo energia.
As velas podem ser de diversos tamanhos e formatos; já as cores têm significados específicos e podem identificar os pedidos.
Dependendo da natureza do pedido, use a vela de uma determinada cor:

Amarelo: Intelecto, criatividade, unidade, trazendo o poder da concentração e da imaginação para o ritual; feitiços que envolvam confidências, atração, charme, persuasão, aprendizagem, quebrar bloqueios mentais. Em geral para estimular os estudos. Simboliza também a energia solar, ação, inspiração e mudanças súbitas.
Dia da semana Quarta-Feira.
Abre os caminhos. Traz alegria. Dá agilidade ao pensamento. Ótimo para trazer fluídos positivos aos estudantes. Ilumina as pessoas. Desperta os poderes mentais trazendo o poder da concentração e da criatividade. Auxilia telepatia e a comunicação mental. Usada também como auxílio nas doenças mentais.
Representa a energia vital. Combate o stress, o cansaço mental, a falta de autocontrole, a culpa e a autopunição. Atua no tratamento do fígado e ajuda na desintegração de cálculos.

Amarelo Claro: Ativa a compreensão e atrai as influências dos poderes cósmicos; beneficia rituais para atrair dinheiro ou sorte rapidamente. Simboliza a energia solar. Poderes divinos masculinos, feitiços e rituais para renovar a negatividade, encorajar, para estabilidade e atrair as influências da Deusa.

Dourado: Ativa a compreensão e atrai as influências dos poderes cósmicos; beneficia rituais para atrair dinheiro ou sorte rapidamente. Simboliza a energia solar. Poderes divinos masculinos, feitiços e rituais para renovar a negatividade, encorajar, estabilidade e atrair as influências da Deusa.
Dia da semana Quarta-Feira.

Azul: Espiritual para rituais que necessitam de harmonia, luz, paz, sonhos, saúde, magia que envolva honra, bondade, tranquilidade, verdade, conhecimento, proteção durante o sono, estabilidade, projeção astral, feitiços que envolvam sonhos proféticos, calma, criatividade, paciência, para estabilidade no emprego, sabedoria, poder oculto, proteção, compreensão, fidelidade, harmonia domestica e paciência.
Dia da semana Quinta-Feira.
Sorte e prosperidade nos negócios ou trabalho. Auxilia vencer o medo. Nos leva à interiorização, a tranqüilidade e a harmonia. Auxilia os hipertensos e pessoas que sofrem de enxaqueca. Proteção durante o sono, estabilidade, projeção astral.

Azul Celeste: Traz calma e estabiliza o ambiente. Atua sobre o sistema nervoso central, circulatório e muscular. Indicada para orgulho, irritabilidade, nervosismo, violência, histeria, agressividade, intolerância, obsessão, insatisfação e falta de criatividade.

Índigo: Cor da inércia, para parar pessoas ou situações; use em rituais que requeira um elevado estado de meditação; neutraliza a magia lançada por alguém, quebra maldições, mentira ou competição indesejada. Equilibra o karma. Energia de Saturno.
Dia da semana Quinta-feira.

Azul Royal: Promove alegria e jovialidade; use para atrair a energia de Júpiter ou para qualquer energia que você queira potencializar.
Dia da semana Quinta-Feira.

Azul Claro: Cor espiritual; ajuda nas meditações de devoção e inspiração; traz paz tranquilidade para casa. Erradia a energia do signo de Aquário; sintetiza as situações.
Dia da semana Quinta-Feira.

Branco: É a mistura de todas as cores; alinhamento espiritual, meditação, divinação exorcismo, feitiços que envolvam cura; paz, pureza, alto astral, consagração, clarividência, verdade, força espiritual, energia lunar, limpeza, saúde, poder, totalidade. Em geral para todos os pedidos e quando você não souber a cor correspondente para o seu pedido.
Dia da semana Quarta-feira.
Branco estimula a lado feminino e maternal. Ajuda a apaziguar brigas e ter melhor entendimento com os filhos.
É a mistura de todas as cores: alinhamento espiritual, meditação, divinação e exorcismo. Harmoniza os membros da casa, acalma o amor, traz paz de espírito, afastando as energias negativas. Desperta nossa pureza essencial. Alinhamento espiritual, meditação, cura, paz, pureza, alto astral, consagração, clarividência, verdade, força espiritual, energia lunar, limpeza, saúde, poder, totalidade Em geral para todos os pedidos e quando você não souber a cor correspondente para o seu pedido. Afasta o “gênio contrário” se este se manifestar no ambiente. O gênio contrário é responsável por brigas e desentendimentos entre as pessoas.

Laranja: Feitiços para estimular energia, alcançar metas profissionais, justiça e sucesso. Em geral para a criatividade.
Dia da semana Terça-feira.
Traz bons fluídos a tudo que se relaciona ao emprego ou a evolução deste. É usado também nas pessoas que sofrem nas doenças pulmonares. Estimular a energia, alcançar metas profissionais, justiça, sucesso. Ativa a criatividade. Assimila idéias novas e liberta as limitações. Combate o ciúme, a intolerância a inflexibilidade, a inveja, a inibição, a imaturidade e a possessividade.

Marrom: Feitiços para localizar coisas perdidas, para melhorar os poderes de concentração e telepatia, proteção de familiares e animais domésticos, equilíbrio, para rituais de força material; elimina a indecisão, atrai o poder da concentração, estudo, telepatia, sucesso financeiro.
Dia da semana Quarta-feira.
Atrai dinheiro. É muito eficaz contra os inimigos. É o símbolo da justiça. Faz firmar o seu pedido, melhorar os poderes de concentração e telepatia. Proteção de familiares e animais domésticos. Equilíbrio para os rituais de força material. Elimina a indecisão, atrai o poder de concentração, estudo, telepatia e sucesso financeiro. Para assuntos da Terra, como prosperidade, investimentos, financiamentos, empréstimos e tudo que se relaciona com o material

Preta: Para afastar mau-olhado, limpar a negatividade, abre os níveis do inconsciente; usado em rituais para induzir um estado de meditação; simboliza a reversão, desdobramento, discórdia, proteção, libertação, repelindo a magia negra e formas mentais negativas. Atrai a energia de Saturno.
Dia da semana Sábado.
Para afastar mal olhado, limpar a negatividade, abrir os níveis do inconsciente; usado em rituais para induzir um estado de meditação; simboliza a proteção, libertação, repelindo a magia negra e formas mentais negativas, mas também Capta as vibrações do ambiente, tanto negativas como positivas.
É preciso usá-la com cautela. Atrai a energia de Saturno.

Púrpura ou Roxa: Manifestações psíquicas, cura e feitiços envolvendo poder, idealismo, progresso, quebra de má sorte, proteção, honra, afastar o mal, adivinhação, contato com entidades astrais, energia de Netuno.
Dia da semana Quarta-feira.

Verde: Feitiços que envolvem fertilidade, sucesso, sorte, prosperidade, rejuvenescimento, dinheiro, ambição, saúde, finanças, cura, crescimento, abundancia, generosidade, casamento, equilíbrio e harmonia. Em geral para desejos de cura e sorte.
Dia da semana Sexta-feira.
Recupera a energia vital. É a cor da fertilidade, da purificação, da prosperidade, da limpeza. Símbolo da tranqüilidade, do equilíbrio e da calma. Essencial para estabilizar a saúde. Auxilia nos problemas de depressão e esgotamento energético. Em geral para desejos de cura e sorte.
Traz sensação de paz e harmonia. Contribui para o equilíbrio interior relaxando os nervos e acelerando o processo de cura. Ajuda na eliminação de mágoas, ressentimentos, raivas, ansiedades, egoísmo e medo de envolvimento.

Verde Esmeralda: Importante componente num ritual venusiano; atrai amor, fertilidade e relação social.
Dia da semana Sexta-feira.

Verde Escuro: Cor ambição, cobiça, inveja e ciúme; coloca as influencias dessas forças em um ritual.
Dia da semana Sexta-feira.

Vermelho: Saúde, energia, potência sexual, paixão, amor, fertilidade, força, coragem, vontade de poder, aumento do magnetismo em um ritual; energia dos signos de areis e escorpião. Para a conquista do medo, preguiça, vingança, atingir metas.
Dia da semana Quarta-feira.
Simboliza a vitalidade. Usar sempre que entrar em situação de emergência, com prece de que seu pedido seja atendido. Combate enfermidades. Está ligada aos instintos de procriação e sobrevivência. A cor vermelha nos coloca nas forças dos planos materiais. Potência sexual, paixão, amor, força, coragem. Aumenta o calor, estimula a circulação do sangue e libera a adrenalina. Traz autoconfiança, iniciativa e força de vontade. Combate à depressão, o medo. a preocupação excessiva, a inércia e a insegurança.

Cinza: Cor neutra; ajuda a meditação; na magia, esta cor simboliza confusão, mais também neutraliza as forças negativas.
Dia da semana Sábado.

Prateado ou Cinza Claro: Feitiços que atraem o poder de influências cósmicas, rituais de honra à deidades do Sol, remove a negatividade e encoraja a estabilidade; ajuda a desenvolver as habilidades psíquicas. Atrai a energia da Grande Mãe. Vitória, meditação, poderes divino feminino.
Dia da semana Sábado
Remove as forças negativas e amplia o plano astral e espiritual. As velas prateadas decoram salas de banho, com o objetivo de espalhar calor e reduzir a umidade. Hoje, no entanto, são muito usadas também na decoração de mesas em qualquer ambiente da casa.

RESUMO 
AmareloEnergia do Sol
Atração pessoal e aprendizagem
Estimula os estudos
Intelectual
Quarta-feira
Dourado
Prosperidade
Na busca do dinheiro e sorte
Estimula o poder masculino
Poderes solares
Quarta-feira
Azul claro 
Cor da jovialidade
Captação de energias
Equilíbrio emocional e justiça
Mental
Quinta-feira
Azul Escuro
Cor espiritual
De meditação
Traz paz e tranqüilidade
Espiritual
Quinta-feira
Branco
Mistura de energias
Em todos os tipos de rituais
Santidade,lealdade e positividade
Positiva
Quarta-feira
Cinza
Cor neutralizante
Contra energias negativas
Limpeza astral
Purificação
Sábado
Laranja 
Energia radiante
Alcance de sucesso pessoal
Sociabilidade e humor
Comunicação
Terça-feira
Marrom
Força terrestre
Sucesso financeiro e proteção animais domésticos
Saúde e Trabalho
Material
Quarta-feira
VermelhoCor da paixão
De potência e atração sexual
Atração física
Paixão
Quarta-feira
PrateadoForça lunar
Remoção da negatividade
Fortalecimento do poder feminino
Poder lunar
Sábado
Roxo
Cor espiritual izada
Cura e adivinhação
Comunicação espiritual
Mediunidade
Quarta-feira
Preto
Absorve todas energias
Mau-olhado e indução à meditação
Recarrega as energias
Dínamo energético
Sábado
Rosa 
Cor angelical
Proteção de crianças
Estimula sentimentos nobres
Angélica
Quarta-feira
Verde Escuro 
Cor da ambição
De rejuvenescimento e cura
Criatividade e inspiração
Criação
Sexta-feira
Verde claroCor do amor
Coisas perdidas e ritual venusiano
Estimula a fertilidade
Amor
Sexta-feira
Vinho
Cor do magnetismo
De aumento da coragem e sedução
Realização de desejos íntimos
Desejo
Quarta-feira
Unção, Consagração ou Imantação
Sagração é o nome dado ao recurso de consagrar ou imantar uma vela através da unção.
Sagração para atrair ou afastar:
“Posicione a vela com o pavio voltado para norteMolhe o dedo indicador na essênciaUsando a energia de atração de sua intenção, unte a vela toda, do pavio(pólo norte) para a base(pólo sul),sempre mentalizando o que você quer atrair.Usando a energia de afastamento de sua intenção, unte a vela toda, da base(pólo sul) para o pavio(pólo norte),pensando no que quer afastar”
Escolha um numero para untar as velas, de acordo com sua intenção
Significados dos números para ajudar a escolha no processo de unção das velas
1-inicio, criação, novo ciclo, ativação
2-atração, dualidade, oposição, luta, complementação, casamento, conflito
3-expansão, equilíbrio, desdobramento,família
4-proteção, estabilidade, segurança, solidez
5-experiência, aprendizado, escolhas, vida na matéria, carma
6-harmonia, duplo equilíbrio,amor, compaixão, responsabilidade
7-análise, numero mágico, trabalho mental,solução de problemas, meditação
8-recompensa, dupla estabilidade( na matéria e no espírito), infinito, colheita do que semeou
9-liberação, saturação, fim de dificuldade, plenitude de sofrimento, enriquecimento, mudança.
Exemplos: Se você vai acender uma vela para alcançar um novo emprego , ao untar sua vela faça-o quatro vezes. Se sua intenção é equilibrar sua família, unte a vela três vezesE assim por diante.
Dicas:
Sempre acenda suas velas com fósforos, nunca com isqueiros.Nunca vire uma vela após acesa, coloque um fósforo aceso em baixo dela, para derreter o bastante para você gruda-la no apoio ou castiçal.Você não deve assoprar uma vela para apagar, apague sempre com um apagador ou com os dedos.
OBS: essas magias são para velas comuns ou castiçais, sem essência.
Existem muitas maneiras de usar as velas. A forma mais simples de magia consiste em preparar a vela para um objetivo específico. Pegue um pouco de azeite de oliva ou óleo de amêndoas e esfregue vigorosamente nas palmas das mãos. Unte a vela, passando as mãos sete vezes no sentido do pavio para a base. Esse procedimento serve para purificar a vela. Depois, repita o procedimento no sentido inverso, ou seja, da base para o pavio, assim você estará impregnando a vela com a sua energia.
Acenda as velas sempre em lugares altos, de modo que estas fiquem em altura superior à sua. Coloque-as em pratinhos brancos, pois esse tipo de recipiente tem uma energia neutra, que não vai interferir na atuação da vela.
Escrever o nome na cera da vela é uma boa maneira de potencializar a energia mágica do Fogo. Para isso, use um alfinete ou uma agulha bem forte, e que, de preferência, nunca tenham sido usados para outras finalidades. Sempre escreva o nome no sentido da base para o pavio.
Além do nome, você também pode escrever na vela a palavra-chave do que você está tentando atrair: amor, paixão, fidelidade, felicidade, harmonia, paz, sorte, prosperidade, saúde, vitalidade, coragem, determinação…
No caso das magias para o amor, uma boa dica é colocar duas velas juntinhas, escrevendo numa delas o seu nome, e na outra, o nome do seu par amoroso. Você também pode untar as velas com óleos aromáticos específicos para a área sentimental: rosas, ilangue-ilangue ou neróli (flor-de-laranjeira) são boas opções.
Acender um incenso ao lado da vela também é bastante recomendável, pois faz com que seus pedidos cheguem mais rapidamente ao plano astral.

MENSAGEM DAS VELAS
Dependendo do comportamento da vela, identifica-se algumas mensagens:
  • NÃO ACENDE PRONTAMENTE:
    A entidade invocada pode estar com dificuldades para “baixar”. O seu astral pode estar poluído ou “carregado”.
  • QUEIMANDO COM CHAMA AZULADA:
    Indica a presença de seres iluminados. É um bom sinal.. O anjo demonstra que, devido às circunstancias, seu pedido terá algumas mudanças. Está lhe pedindo paciência, pois a realização de seu desejo já está à caminho.
  • QUEIMANDO COM CHAMA AMARELADA:
    A sua felicidade está próxima.
  • QUEIMANDO COM CHAMA AVERMELHADA:
    O seu pedido está sendo realizado.
  • CHAMA BRILHANTE:
    Você está tendo êxito no seu pedido. 
  • CHAMA VACILANTE:
    A entidade mostra que seu pedido terá algumas mudanças..
  • CHAMA QUE LEVANTA E ABAIXA:
    Você pode estar pensando em outras coisas, isto é, sua mente não está concentrada. Você está pensando em várias coisas ao mesmo tempo. Sua mente pode estar um pouco tumultuada. Alerta para firmar o seu pedido.
  • CHAMA QUE SOLTA FAGULHAS:
    A entidade fará com que alguém lhe comunique o que você deseja. Poderá ter algum desapontamento antes do pedido ser realizado. Antes do seu pedido se realizar, você sofrerá algum pequeno aborrecimento.
  • CHAMA EM ESPIRAL:
    Seus pedidos serão atendidos, a entidade está levando sua mensagem. Mas, cuidado, não faça comentários de seus desejos, pois tem gente por perto querendo atrapalhar os seus pedidos.
  • PAVIO QUE SE DIVIDE EM DOIS:
    O pedido foi feito de modo dúbio.
  • PONTA DO PAVIO BRILHANTE:
    Sorte e sucesso no pedido.
  • VELA QUE CHORA MUITO:
    A entidade sente dificuldades em realizar seu pedido.
  • SOBRA POUCO PAVIO E FICA MUITA CÊRA EM VOLTA:
    A entidade pede mais oração.
  • VELA QUE SE APAGA:
    A entidade ajudará na parte mais difícil do pedido, o resto é com você. Acenda mais duas velas, para reforçar o pedido.
  • CHAMA ENFRAQUECIDA:
    É preciso reforçar o seu pedido.
  • CHAMA QUE PERMANECE BAIXA:
    Dê tempo ao tempo, pois esta não é a hora certa para receber o que tanto deseja. Indica que você não está bem, e há necessidade de elevar rapidamente o seu astral.
  • CHAMA QUE VACILA:
    Indica que o pedido se realizará, mas antes ocorrerá alguma transformação necessária.
  • QUANDO SE ACENDE MAIS DE UMA VELA E UMA DAS CHAMAS ESTÁ MAIS BRILHANTE DO QUE A OUTRA:
    Indica boa sorte.
  • QUANDO SE ACENDE MAIS DE UMA VELA E TODAS AS CHAMAS ESTÃO ALTAS E BRILHANTES:
    Erga as mãos para o céu e agradeça pela benção que está recebendo em seu pedido.
  • QUANDO A VELA QUEIMA POR INTEIRO:
    Seu pedido foi plenamente aceito.
  • QUANDO A VELA FORMA UMA ESPÉCIE DE ESCADA AO LADO:
    Indica que seu pedido está se concretizando.
  • QUANDO A VELA TERMINA DE QUEIMAR E SOBRA CERA ESPARRAMADA NO PRATO SEM QUEIMAR:
    É sinal que você precisa acender novamente o que sobrou, pois existe energias negativas atrapalhando. Quando terminar de queimar, então acenda outra e agradeça ao seu Anjo.
Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei

A Vida Além da Morte - Lado Clínico


Saída do corpo, travessia de um túnel, visão de luzes sobrenaturais: os relatos de quem voltou
do “lado de lá”.
José Tadeu Arantes
Matéria publicada no site Portal do Espírito
***
O medo da morte já fez com que muita gente perdesse a alegria de viver. E, até recentemente, as correntes religiosas, filosóficas e científicas dominantes pareciam ter pouco a oferecer a essas pessoas angustiadas. Para as gerações mais velhas, era melhor nem pensar na morte. Pois o que isso trazia à memória eram as aulas de religião da escola primária, com suas descrições apavorantes do inferno e do purgatório, ou os livros materialistas lidos na adolescência, nos quais toda a consciência se extinguia com o último suspiro. Entre os cenários punitivos e a falta de qualquer perspectiva, havia pouco espaço para o conforto e a esperança.
Os jovens de hoje têm o privilégio de respirar uma atmosfera bem menos opressiva. Graças ao fantástico progresso dos procedimentos médicos e das técnicas de reanimação, cada vez mais pessoas vêm sobrevivendo a episódios de morte clínica (caracterizados pela parada cardíaca). E os relatos que muitos fazem dessas situações-limite, daquilo que viram, ouviram e sentiram na trajetória interrompida para o “lado de lá”, apresentam uma nova visão da morte e da própria vida. Em lugar da angústia de caminhar para o completo aniquilamento, eles falam da certeza absoluta de que estavam apenas transitando de um plano a outro da existência. E, embora alguns reportem vivências aflitivas, talvez provocadas por memórias carregadas de culpa, a maioria descreve extraordinárias experiências de luz e plenitude, sábias reavaliações dos momentos vividos, encontros com seres carregados de compreensão, compaixão, amor e até mesmo bom humor.
Nos Estados Unidos, essa vivência incomum foi batizada com a sigla NDE, formada pelas iniciais da expressão Near Death Experience – Experiência Próxima da Morte, às vezes também traduzida como Experiência de Quase-Morte. Desde a década de 70, ela vem sendo estudada, com todos os requintes do método científico, por médicos, psiquiatras, psicólogos e tanatólogos, como são chamados os pesquisadores do fenômeno da morte. E foi feito até um levantamento de todos os casos de NDE registrados no território americano. Segundo essa enquete, realizada pelo Instituto Gallup, 5,2% da população adulta dos Estados Unidos já passou por esse tipo de experiência. Em números atuais, essa porcentagem corresponde a aproximadamente 13 milhões de indivíduos.
NO BRASIL, A PSICANALISTA PAULISTA R. L., 46 ANOS, é uma das muitas pessoas que chegou ao limiar da morte com a consciência plenamente desperta. Sua história inspirou as imagens que ilustram a abertura desta reportagem. A experiência ocorreu há 18 anos, quando um abcesso provocou em seu organismo uma infecção generalizada. Sua condição física deteriorou-se rapidamente e a pressão arterial encostou em zero. Na UTI, R. L. sentiu-se desfalecer. “Tive a impressão de que minha ´imagem´ saía fora do corpo. Ela mantinha minha forma corpórea, mas era semitransparente. Meu pensamento acompanhava essa ´imagem´, que flutuava perto do teto. De lá, eu via meu corpo. Porém já não o sentia mais.”
Ao se desapegar do corpo, R. L. percebeu-se entrando num túnel, em fantástica velocidade. “Havia um forte zumbido. À medida que eu avançava, vinham-me imagens de meu passado remoto, dos tempos de criança. Eram cenas comuns, brincadeiras infantis. Ao mesmo tempo, uma voz interna, inaudível, me perguntava: ´O que você aprendeu com isso? Valeu a pena?´. Eu experimentava uma incrível sensação de leveza, de paz e de felicidade.”
Em determinado momento, R. L. lembrou-se de que vinha atendendo, como psicanalista, um garoto muito pobre. Era um caso grave, ao qual se dedicou de corpo e alma, recebendo por isso pagamento puramente simbólico.
Então, ela afirmou: “Ajudei essa pessoa”. Como se quisesse dizer: “”Será que isso conta ponto a meu favor?”. E a voz perguntou-lhe: “Você aprendeu com isso?”. “Muito”, ela respondeu. Ao que a voz concluiu: “Então valeu a pena, para você”. R. L. sentiu-se imensamente tranqüilizada. Ela compreendeu qual era o verdadeiro sentido daquele diálogo. “Não era cobrança ou julgamento moral, mas uma avaliação tranqüila.”
Enquanto contemplava imagens há muito tempo esquecidas, R. L. deu-se conta de que o túnel em si era escuro, com as paredes desfocadas pelo excesso de velocidade. Mas, na saída, havia uma luz de intensidade indescritível. “Naquela luz, vislumbrei um jardim. E, ao deixar o túnel e entrar nele, vi que era muito espaçoso, com gramados verdes e árvores enormes. A sensação que ele transmitia era tão pacífica, tão deliciosa, que eu jamais ia querer sair de lá. No jardim, percebi um banco, com três pessoas sentadas. Não consegui ver seus rostos, mas, à medida que fui me aproximando, elas começaram a se movimentar, como que para me receber. A primeira chegou perto; a segunda, até o meio do caminho; a terceira ainda permanecia sentada.”
Mas o processo foi bruscamente interrompido. Porque, enquanto enxergava o jardim e as três pessoas, R. L. continuava visualizando as imagens de sua vida. E, de repente, viu uma foto onde apareciam seus dois filhos mais velhos, que, na época, ainda eram bebês. “Nesse instante, eu gritei: ´Não posso morrer! Tenho dois filhos pequenos e eles precisam de mim!´”.
Foi a primeira vez, durante toda a experiência, que lhe veio a idéia de morte. “Eu não tive medo, mas o amor por meus filhos me puxou imediatamente de volta. Senti como se levasse uma pancada na cabeça. Abri os olhos e me vi outra vez em meu corpo, na UTI. A partir daí, minha pressão subiu e eu pude ser operada.”
Como já aconteceu com muitas outras pessoas, essa experiência trouxe para R. L. mudanças de vida radicais. “A principal foi que eu voltei a acreditar em Deus.” Desde a adolescência, a psicanalista havia comprado a idéia de que Deus é uma invenção humana, destinada a compensar nossas fraquezas, medos e limitações. Depois de passar pelo que passou, ela compreendeu que há muito mais coisas entre o Céu e a Terra do que sonha a nossa vã filosofia. “A segunda mudança importante foi em relação aos valores. Entendi que a gente está aqui para aprender, para evoluir, para se tornar uma pessoa melhor.”
O QUE MAIS IMPRESSIONA NAS EXPERIÊNCIAS PRÓXIMAS DA MORTE é a semelhança dos relatos. Embora não haja uma só narrativa que seja rigorosamente igual a outra, a grande maioria segue um roteiro básico, cuja incidência desafia qualquer tentativa de qualificar essas vivências como meras alucinações.
Da parada cardíaca ao final da reanimação, tal roteiro obedece, em linhas gerais, a dez etapas bem delimitadas:
1. A pessoa sente-se desprender do corpo e, nesse momento, cessa todo o desconforto, a dor e a aflição que a acompanhavam;
2. Uma forma semelhante ao corpo, porém mais sutil, passa a flutuar alguns metros acima do chão. A consciência individual da pessoa mantém-se ligada a essa forma e, do alto, observa o corpo inerte lá embaixo.
3. A consciência registra todas as imagens e sons do ambiente. Caso se trate de uma UTI, ela pode ver e ouvir o funcionamento dos aparelhos e o esforço da equipe médica envolvida na reanimação do corpo;
4. Num dado momento, a consciência desinteressa-se por essas informações e, mudando o seu ângulo de visão, percebe a existência de um vórtice ou túnel, que a atrai com uma força irresistível;
5. A forma-consciência penetra no túnel e desloca-se através dele numa velocidade estonteante. Um forte zumbido, difícil de qualificar, acompanha o deslocamento;
6. Enquanto se desloca, a pessoa recapitula criticamente sua vida. As memórias que emergem dificilmente seriam consideradas importantes num estado ordinário de consciência. Revelam-se, no entanto, altamente significativas, no contexto da avaliação. A experiência inteira não obedece aos padrões usuais de espaço e tempo. Toda uma existência pode ser rememorada em poucos segundos;
7. No final do túnel, a consciência percebe uma luz, cujo esplendor não tem paralelo com nenhum fenômeno luminoso do mundo material. Essa luz lhe transmite uma extraordinária sensação de paz, plenitude e felicidade. Ela quer ingressar na luz e de forma alguma deseja regressar ao corpo físico;
8. A súbita emergência de uma memória específica interrompe o processo. A pessoa se lembra de entes queridos ou de alguma outra questão pendente em sua vida;
9. Ela sente, então, uma forte pancada. E a forma-consciência se reacopla ao corpo físico;
10. O quadro clínico da pessoa sofre uma súbita e inexplicável melhora.
Esse roteiro básico pode ser enriquecido pela descrição de cenários deslumbrantes, como o jardim visto por R. L. na outra extremidade do túnel. Por comunicações com parentes e amigos falecidos. Ou pelo encontro com seres de luz, que transmitem à pessoa um sentimento de amor incondicional.
Em determinados relatos, esses seres são descritos como anjos ou guias. Em outros, são associados às figuras de santos, profetas, grandes mestres espirituais ou avatares (manifestações divinas). No caso dos anjos ou guias, algumas pessoas afirmam que os viram antes mesmo de sair do corpo físico, ou pouco depois de fazê-lo, e que foram conduzidas por eles ao longo de toda a experiência. Já as outras manifestações ocorreriam principalmente depois da travessia do túnel.
NO CAMPO DA PSICOLOGIA, TAIS IDÉIAS NÃO DEVERIAM PROVOCAR grandes surpresas, pois um dos papas da área, o psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1875-1961), vivenciou fantástica experiência visionária após sofrer um enfarte cardíaco. Em estado de coma, ele viu-se fora do corpo e do próprio planeta. “Parecia-me estar muito longe, no espaço cósmico”, relatou anos depois. “Abaixo de mim, eu via o globo terrestre, banhado por uma maravilhosa luz azul. Justamente sob os meus pés estava o Ceilão (Sri Lanka) e, na minha frente, estendia-se o subcontinente indiano.” Mais tarde, Jung informou-se a que distância da Terra deveria estar para visualizar tal amplidão: cerca de 1.500 quilômetros. Numa época em que os aviões não ultrapassavam a altitude de 10 quilômetros, essa visão era inimaginável. Ela só se tornaria acessível à humanidade no início dos anos 60, com os primeiros vôos espaciais tripulados. Após um momento de contemplação, o psiquiatra virou-se. Algo de novo surgiu em seu campo visual. “A uma pequena distância,
percebi no espaço um enorme bloco de pedra, escuro como um meteorito, quase do tamanho de minha casa.”
Escavado na rocha do meteorito, havia um templo semelhante a muitos que existem na Índia. “Uma entrada dava acesso a um pequeno vestíbulo. À direita, sobre um banco de pedra, estava sentado, na posição de lótus, completamente distendido e repousado, um indiano de pele bronzeada, vestido de branco. Esperava-me sem dizer uma palavra. À esquerda, abria-se o portal do templo. Vários nichos, cheios de óleo de coco, em que ardiam mechas, cercavam a porta com uma coroa de pequenas chamas claras.”
Enquanto chegava perto do meteorito, o psiquiatra sentiu que tudo o que ele tinha sido até então se afastava dele ou lhe era arrancado. Ao mesmo tempo, tinha certeza de estar se aproximando do lugar onde iria encontrar o grupo de seres humanos ao qual realmente pertencia e onde seriam respondidas as grandes perguntas pendentes de sua vida. Enquanto pensava nessas coisas, um fato atraiu sua atenção: lá de baixo, da Europa, ergueu-se uma forma. Era seu médico, ou melhor, a forma dele, circundada por uma corrente de ouro. “Quando ele chegou diante de mim, pairando como uma imagem nascida das profundezas, produziu-se entre nós uma silenciosa transmissão de pensamentos.”
Seu médico fora delegado pela Terra para trazer-lhe uma mensagem: ele devia retornar. “No momento em que percebi essa mensagem, a visão desapareceu.” Jung saiu do coma e, em três semanas, recuperou-se totalmente. Mas essa experiência marcou-o para sempre: entre outras lições, ficou a certeza de que tudo o que valorizamos como sendo a vida é apenas um pequeno fragmento da existência.
VISÕES TÃO PODEROSAS COMO ESTA EXPLICAM POR QUE AS EXPERIÊNCIAS próximas da morte ganharam as páginas de um sem-número de livros e inspiraram filmes de tanto sucesso, como Ghost e Linha Mortal.
Porém, entre os milhares de casos registrados, é difícil encontrar alguém que tenha vivenciado mais de uma vez esse tipo de situação. Foi o que ocorreu com a psicóloga brasileira Ita Perla Wilde de Moraes, 41 anos. Com saúde frágil, ela passou por uma experiência próxima da morte em 1986, quando entrou em estado de coma durante a retirada de um cálculo renal e viu intensos focos de luz sobrenatural.
Posteriormente, Ita voltou a colocar os pés na estrada que leva ao “lado de lá”. Um quadro de bronquite aguda fez sua pressão arterial subir a 23 por 18 e, desta vez, ela chegou a atravessar o túnel. Foi parar num espaço feericamente iluminado, onde uma voz masculina, ao mesmo tempo austera e suave, transmitiu-lhe uma mensagem pessoal precisa. “A partir daí, comecei a escutar, muito ao longe, a voz da minha irmã, me chamando. Ouvi também uma enfermeira dizer que a minha pressão estava cedendo.” Dois dias depois, Ita teve alta.
Porém, sua mais notável experiência visionária ocorreu entre esses dois episódios, logo após uma delicada cirurgia, que durou 12 horas. Ao ser retirada da sala de operação, Ita viu-se cercada por anjos. “Eles eram muitos, estavam envolvidos por uma espécie de névoa e sorriam. Aí aconteceu um fato engraçado. Minha mãe estava ao lado e, quando me ouviu falar em anjos, achou que eu me referia ao enfermeiro que empurrava a maca. Agradecida, ela entregou a ele todo o dinheiro que tinha na bolsa.”
Alguns médicos não pensariam duas vezes antes de rotular um caso desses como alucinação, provocada pela overdose de anestésicos tomados durante a cirurgia. Esta é a interpretação-padrão e não resta dúvida de que realmente dá conta de vários episódios. Mas, como enfatiza o neurologista Roger Walz, pesquisador do Centro de Memória da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, tal explicação de forma alguma esgota o assunto. “Devido à interrupção momentânea da irrigação sanguínea, associada ao uso de remédios durante as manobras de ressuscitação, podemos supor que a retomada das funções cerebrais seja acompanhada de distorções sensoriais”, afirma o neurologista. “Isso explicaria fenômenos mais simples, como a visão de luzes e a audição de sons inarticulados, ou até mesmo certas alucinações. Porém, fenômenos mais complexos e cujos relatos se repetem, como por exemplo ver o corpo do lado de fora, continuam sem explicação do ponto de vista neurológico. Não creio que sejam sonhos, pois seria difícil o cérebro dedicar-se a uma função tão sofisticada num momento em que está entrando em colapso.”
FOI UMA VIVÊNCIA DESCRITA COMO ENCONTRO COM CRISTO que inspirou o médico americano Raymond Moody a iniciar a mais célebre pesquisa das experiências próximas da morte, relatada no livro Vida Depois da Vida (Life After Life). O caso foi contado a Moody pelo psiquiatra Georges Ritchie, que, em 1943, quando ainda era um jovem soldado, sofreu uma severa pneumonia, teve picos de febre altíssimos e entrou em estado de coma. Horas depois de ter mergulhado na inconsciência, Ritchie acordou, levantou da cama e começou a percorrer os corredores do hospital. Mas descobriu que ninguém parecia ouvi-lo ou enxergá-lo. E mais: as pessoas atravessavam o que ele julgava ser o seu corpo sem a menor dificuldade. Espantado, ele voltou ao quarto e percebeu seu verdadeiro corpo estendido sobre o leito.
Nesse instante, uma luz extraordinária entrou em seu campo visual. Pouco a pouco, ele começou a divisar, nessa luminosidade, uma forma humana. E, quando sua consciência assimilou a percepção, Ritchie ouviu, dentro de si mesmo, uma ordem inquestionável: “Fique de pé, pois você está na presença do Filho de Deus” . Anos mais tarde, ele disse a Moody que aquele não era o Jesus de seus livros de catecismo. “O Jesus desses livros era gentil, amável, compreensivo e talvez um pouco fraco. Aquele personagem era o próprio poder, mais idoso que o tempo e no entanto mais moderno que qualquer pessoa. O que emanava dessa presença era um amor incondicional.”
Na frente dessa figura impressionante, o rapaz viu desfilar toda sua vida. E ficou muito embaraçado ao se deparar com as experiências sexuais da puberdade. Mas aquilo não pareceu chocar nem um pouco o seu interlocutor. Este perguntou-lhe então: “O que você fez em sua vida que possa me mostrar”. Sem conseguir encontrar nada que valesse a pena, Ritchie argumentou que não tinha o que mostrar porque ainda era muito jovem para morrer. Ao que o personagem replicou: “Ninguém é jovem demais para morrer, porque se trata apenas da passagem de uma realidade a outra”. E levou-o para conhecer cinco dessas outras realidades. Depois de visitar mundos que jamais sonhou existir, Ritchie mergulhou outra vez na inconsciência. Enquanto isso, os médicos o davam como clinicamente morto. Inconformado, um médico residente resolveu fazer uma última tentativa e enfiou uma agulha hipodérmica no coração do soldado. O músculo voltou a bater.
O livro de Moody foi publicado pela primeira vez em 1975, com uma tiragem modesta de 2 mil exemplares. Para surpresa do pesquisador e de seus editores, já foram vendidos mais de 14 milhões de volumes, em dezenas de idiomas diferentes. Sua investigação pioneira foi amplamente confirmada pelas criteriosas pesquisas de outros cientistas, como os cardiologistas americanos Maurice Rawlings e Michael Sabom. O curioso é que esses dois médicos não tinham até então qualquer interesse por temas espirituais e consideravam as descrições das NDE um mero sensacionalismo da imprensa. Porém, foram obrigados a rever tal ponto de vista ao se depararem com casos vivenciados por seus próprios pacientes.
MAS A PROVA MAIS CONCLUSIVA DA VERACIDADE DAS EXPERIÊNCIAS próximas da morte foi fornecida pela pesquisa do pediatra americano Melvin Morse. Liderando uma equipe composta por um anestesista, um neurologista e um psiquiatra, Morse verificou que, depois de terem passado por episódios de morte clínica, também crianças, de diferentes idades, condições sociais e credos religiosos, descreviam vivências que seguiam o roteiro clássico das NDE.
A investigação foi provocada por uma ocorrência excepcional, atendida por Morse. Trata-se do caso de Krystel Merzlock, na época uma menina de 7 anos de idade. Após um afogamento, a garota teve parada cardíaca e permaneceu em condição de morte clínica durante nada menos de 19 minutos.
Segundo acredita a medicina, caso o coração fique três minutos sem bater, o processo de morte torna-se irreversível, porque as células cerebrais começam a ser destruídas por falta de oxigenação. Mesmo que o coração volte a funcionar, o cérebro sofre lesões irreparáveis. Pois bem, a despeito de todas as crenças oficiais em contrário, a pequena Krystel voltou à vida. E, o que é ainda mais extraordinário: sem qualquer seqüela neurológica.
Quando a interrogou, dias mais tarde, Morse descobriu que Krystel tinha perfeita consciência dos procedimentos utilizados durante a reanimação. Mas as surpresas do médico estavam só começando. Seu sistema de crenças seria ainda mais radicalmente posto à prova, quando Krystel lhe contou que fora levada por seu “anjo da guarda” à presença do “Pai Celeste”. Este teria perguntado se ela queria ficar com Ele ou regressar para os pais. Num primeiro momento, a menina decidiu ficar, mas, depois de ter a visão de seus irmãos brincando, resolveu voltar para casa.
Morse pôs-se a pesquisar as NDE infantis. Porém, apesar do insólito relato de Krystel, suas convicções cientificistas falaram mais alto e ele adotou a hipótese de que as percepções que acompanhavam essas ocorrências eram simples alucinações provocadas pelo coquetel de medicamentos ministrado aos pacientes e pelas substâncias que o próprio organismo libera na iminência da morte.
A intenção de Morse e sua equipe era provar, cientificamente, que Raymond Moody estava errado. A pesquisa, porém, demonstrou exatamente o contrário. Depois de tabular e analisar 200 entrevistas, Morse concluiu que as experiências não poderiam, de forma alguma, ser reduzidas a meros episódios alucinatórios.
ENQUANTO OS MÉDICOS ABORDAVAM O ASSUNTO POR UM LADO, A PSICOLOGIA se aproximava dele pelo outro. E, nesse campo, nenhuma contribuição se iguala à do psiquiatra tcheco Stanislav Grof. Durante 40 anos e trabalhando com dezenas de milhares de voluntários, ele realizou uma revolucionária pesquisa da mente. Num primeiro momento, recorreu a altas doses de ácido lisérgico (LSD) para provocar estados inusuais de consciência nas pessoas pesquisadas. Mais tarde, substituiu a droga por um método não químico, conhecido como respiração holotrópica. Neste, os participantes respiram de forma específica, enquanto ouvem músicas de alto poder evocativo e são submetidos, eventualmente, a certas intervenções corporais localizadas.
Após registrar e analisar meticulosamente os relatos de milhares de indivíduos, o psiquiatra convenceu-se de que nem o LSD nem a respiração holotrópica produziam alucinações. Eles atuavam, isto sim, como amplificadores da atividade psíquica, permitindo que conteúdos inconscientes se tornassem explícitos. E, entre esses conteúdos, estavam os cenários e roteiros descritos nas experiências próximas da morte. Em outras palavras, nos trabalhos coordenados por Grof e seus seguidores, muitas pessoas, plenamente vivas, tiveram as mesmas visões e sensações que caracterizam as NDE. E, o que é mais interessante: essas visões e sensações coincidiam, muitas vezes nos mínimos detalhes, com narrativas sobre o “além” sustentadas por diferentes tradições espirituais, mas que eram antes totalmente ignoradas pelas pessoas envolvidas no experimento.
Apesquisa de Grof reforçou a idéia de que as experiências visionárias próximas da morte não eram fantasias alucinatórias, mas expressavam algum tipo de contato com outros níveis da realidade. Esses mesmos domínios podiam ser visitados por pessoas vivas e saudáveis, em estados ampliados de consciência.
Portal do Espírito: www.espirito.org.br
Notas: (Revista Espiritismo e Ciência 12, páginas 10-17)

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As Três Peneiras



Esse texto diz respeito sobre uma prática muito comum nos terreiros em todo o país: a fofoca.
Maria é uma nova Filha de Santo da Casa. Logo em seu primeiro dia, para fazer média com a Mãe de Santo, saiu-se com essa:
- Mãezinha …. a senhora nem imagina o que me contaram a respeito do Jõao! Disseram que ele …..
Não chegou a terminar. A Mãe de Santo apartou: – Espere um pouco Maria! O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? … Que peneiras, mãezinha?
- Bem: a primeira é a da VERDADE.Você tem certeza de que este fato é absolutamente verdadeiro ?
- Não… não tenho! Como posso saber?O que sei foi o que me contaram! Mas eu acho que….
Novamente a interrompe a Mãe e diz:
- Então já vazou a primeira peneira. Vamos à segunda que é a da BONDADE! O que você vai me contar , gostaria que os outros falassem a seu respeito?
- Claro que não!!! Deis me livre!!! diz assustada.
Então, continua a Mãe: Sua estória vazou a segunda peneira. Vamos à terceira, que é a da NECESSIDADE. Você crê que é necessário me contar esta estória ou passá-la adiante?
Diz Maria: Não Mãe! Passando pelo crivo destas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar.
E a Mãezinha: Pois é Maria. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? E, sorrindo, continua: Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o às peneiras da VERDADE, da BONDADE e da NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:
Pessoas inteligentes falam sobre IDÉIAS.
Pessoas comuns falam sobre COISAS.
Pessoas medíocres falam de outras PESSOAS .

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Pomba Gira Dama da Noite a História


Pomba Gira Dama da noite, seu nome, Carmem, uma mulher sofrida, que teve em sua vida somente amarguras, seu triste fim, deu-se de forma rude e cruel, seu coração não estava nos lugares que a colocaram somente era conduzida, pois seu destino era traçado assim com muita dor, talvez seu maior erro foi nascer bela e adorável ao olhos dos homens.


Carmem vagava pelas ruas sem saber para onde ir. Perdera os pais, quando tinha cinco anos, e fora morar com seus tios. Tratada como escrava por anos, nunca soube o sentido da palavra felicidade. Analfabeta, somente conhecia os segredos da cozinha e da limpeza que era obrigada a fazer diariamente. O assédio de seu primo tornara-se insuportável conforme crescia em formas e beleza. Tanto o rapaz insistiu que acabou levando-a para a cama, onde foram flagrados pela velha tia, que em nenhum momento duvidou da palavra do filho que acusava a moça de seduzi-lo dia após dia. De nada valeram os apelos e juras de inocência. Imediatamente foi posta na rua sem um tostão e apenas com a roupa do corpo. Agora estava ali perambulando por ruas que não conhecia em uma noite escura e com lágrimas correndo pelo belo rosto. Um homem aproximou-se dela: - O que faz uma moça tão bonita perdida por aqui? E porque chora? Desalentada, começou a falar tudo que havia se passado. Não tinha nada a perder. Quem sabe aquele rapaz não a ajudaria? Fora o único que mostrara interesse no seu drama. Após ouvir tudo ele disse: - Venha comigo, tenho um lugar para você ficar! Sem outra opção a jovem o seguiu. Entraram em um casarão escuro em que somente uma pequena luz bruxuleava. Uma senhora vestida e maquiada com extravagância para àquela hora da noite, atendeu-os prontamente: - Mais uma menina, Jorginho? 




De maneira brusca, o rapaz agarrou a mulher pelo braço e sussurrou-lhe: - Esta é minha, vou querer somente para mim! - Calma lá garotão! Se você pagar não vejo motivo para que não seja sua. A partir desse momento Carmem transformou-se em mais uma menina da famosa Madame Eglantine. A principio deitava-se com Jorge pela gratidão, aos poucos, porém foi tomando-se de amores pelo rapaz, que em pouco tempo enjoou do que tinha com facilidade. Depois de dois meses de amor incondicional, o rapaz procurou pela Madame e falou: - Já está na hora da garota fazer a vida, não tenho mais como pagar pela sua estadia aqui. Eglantine sorriu com desdém, pois já sabia que o final seria esse, não era a primeira que passava por isso em sua casa. Ao ser informada de suas novas atribuições, a moça desesperou-se, chorou uma tarde inteira. Sem ter como fugir da situação, preparou-se para cumprir o combinado. Sentada no grande salão mal iluminado Carmem aguardava. 


Cada vez que uma das meninas subia acompanhada de alguém, ela suspirava de alivio por não ter sido escolhida. No entanto, quando já achava que estaria livre por aquela noite, Madame aparece com um senhor: - Querida, trate muito bem o Comendador Belizário, ele é prata da casa! Ao olhar o homem, sentiu o estômago revirar, ele podia ser seu avô! Eglantine percebeu e fixou um olhar gélido sobre ela: - Leve-o para seu quarto e faça tudo para agradá-lo. Com os pés pesados ela subiu as escadas que a levariam para o sacrifício, puxando o comendador pela mão. O velho fungava em sua nuca e ela tentava desviar do contato, ao sentir o hálito mal cheiroso, não resistiu, pediu que ele a soltasse e o empurrou com violência. Isso somente excitou mais o homem que agora literalmente babava em seu pescoço. Instintivamente agarrou a haste de bronze do abajur e desferiu com ódio na cabeça de Belizário. O sangue correu imediatamente manchando seu seio. Mas o velho não caiu, tomado de ira, apertou o pescoço da jovem até que, com os olhos vidrados, ela deu o último suspiro. Assustado pelo que fizera e com o sangue escorrendo pelo rosto, o comendador correu para as escadas onde tropeçou e rolou caindo morto no meio do salão de Madame Eglantine. Durante muitos anos o espírito de Carmem vagou por regiões escuras onde reviu e reviveu carmas e pecados de vidas anteriores. Amparada por linhas auxiliares começou seu trabalho de evolução espiritual utilizando a roupagem da Pomba-Gira Dama da Noite. Quem já se consultou com essa grande mulher sabe dos ótimos conselhos que ela sempre distribui entre sorrisos gentis e calorosos. 


Laroiê a Dama da Noite!
Laroiê as Pomba-Giras!

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Exú Capa Preta o Conde da Bruxaria e dos elementos

Musifin ou Exu da Capa Preta

Musifin ou Exu da Capa Preta, se trata de uma entidade que quando vida teveexu093 viveu com o titulo de Conde em uma época remota, mais antiga do que a própria antiguidade, algumas pesquisas relatam que pode ser encontrado parte da biografia desta entidade em uma antiga colônia, hoje denominada Pensilvânia.
Foi um Bruxo com profundos conhecimentos sobre os mistérios da Magia negra, da Alquimia, da quimbanda e dos poderes dos feitiços praticados com os elementos através da magologia.
Conseguiu transpassar a barreira do tempo de sua própria existência através da prática da Magia e hoje incorpora em um médio para dar consultas e resolver problemas espirituais utilizando o seu conhecimento milenar, sua magia e seu poder de Exu.
Quem recorre a esta poderosa entidade, para solucionar os seus problemas, seja ele de ordem física ou espiritual, jamais vivera em vão.
Exú Capa Preta esta na hierarquia cabalística como Décimo sétimo comandado de exu calunga. Seu poder esta nas encruzilhadas e também no cemitérios, alem de realizar trabalhos dentro de seu circulo cabalístico nos terreiros de kimbanda nos quais ele predomina, tem como curiador o marafó e todas as bebidas destiladas.
Recebe também oferendas de pade(Farofas), carne de porco, ejé, Pimenta e etc…
Ao realizar seus trabalhos se transforma num bruxo poderoso em volta da sua capa, fazendo evocações não à problemas que ele não possa solucionar.

SEJA BEM VINDO! AO REINO DE EXÚ CAPA PRETA (MUSIFIN)

Seu Poder
Musifim é um Exu muito famoso por resolver problemas aparentemente sem solução, através da Magia e manipulação de elementos.
Faz o errado virar certo e o certo virar errado como bem lhe convêm.
Tem o poder, e possui o conhecimento para fazer trabalhos espirituais utilizando os feitiços da magia para manipular os elementos que envolve os reinos vegetal, mineral e animal. Manipula estes elementos através da magia negra, para resolver problemas que envolvam negócios relacionados a área profissional, afetiva, saúde e espiritual, não importando o quão difícil seja a situação.
Seus trabalhos são eficaz, de resultado imediato, soluciona quais quer problemas dentro de 7 dias após a realização do trabalho solicitado.

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Tata Caveira o senhor do portal do cemitério




Senhor da calunga pequena (cemitério), nos portais está sua foice, recolhendo as negatividades espirituais e impondo o Karma em sua constituição, cobra os pecadores e resigna os salvos, trabalha como se fosse o organizador da fila da entrada ao portal do umbral.

Não tenha medo de Tata Caveira, mas tenha respeito, se começar termine, se correr não pare, se precisar seja sincero, se ficar devendo pague, se tiver medo, não entre em sua morada e não peça nada a ele.

Estas palavras escritas foram transmitidas por ele a minha pessoa, pois meu trabalho espiritual na linha dos Exús não tem lugar a outra entidade.


História de Tata Caveira

          Antes de ser uma entidade, Tatá Caveira viveu na terra física, assim como todos nós. Acreditamos que nasceu em 670 D.C., e viveu até dezembro de 698, no Egito, ou de acordo com a própria entidade, "Na minha terra sagrada, na beira do Grande Rio".

          Seu nome era Próculo, de origem Romana, dado em homenagem ao chefe da Guarda Romana naquela época.

          Próculo vivia em uma aldeia, fazendo parte de uma família bastante humilde. Durante toda sua vida, batalhou para crescer e acumular riquezas, principalmente na forma de cabras, camelos e terras. Naquela época, para ter uma mulher era necessário comprá-la do pai ou responsável, e esta era a motivação que levou Próculo a batalhar tanto pelo crescimento financeiro.

         Próculo viveu de fato uma grande paixão por uma moça que fora criada junto com ele desde pequeno, como uma amiga. Porém, sua cautela o fez acumular muita riqueza, pois não queria correr o risco de ver seu desejo de união recusado pelo pai da moça.

          O destino pregou uma peça amarga em Próculo, pois seu irmão de sangue, sabendo da intenção que Próculo tinha com relação à moça, foi peça chave de uma traição muito grave. Justamente quando Próculo conseguiu adquirir mais da metade da aldeia onde viviam, estando assim seguro que ninguém poderia oferecer maior quantia pela moça, foi apunhalado pelas costas pelo seu próprio irmão, que comprou-a horas antes. De fato, a moça foi comprada na noite anterior à manhã que Próculo intencionava concretizar seu pedido.

            Ao saber do ocorrido, Próculo ficou extremamente magoado com seu irmão, porém o respeitou pelo fato ser sangue do seu sangue. Seu irmão, apesar de mais velho, era muito invejoso e não possuía nem metade da riqueza que Próculo havia acumulado.

             A aldeia de Próculo era rica e próspera, e isto trazia muita inveja a aldeias vizinhas. Certo dia, uma aldeia próxima, muito maior em habitantes, porém com menos riquezas, por ser afastada do Rio Nilo, começou a ter sua atenção voltada para a aldeia de Próculo.

            Uma guerra teve início. A aldeia de Próculo foi invadida repentinamente, e pegou todos os habitantes de surpresa. Estando em inferioridade numérica, foram todos mortos, restando somente 49 pessoas.

           Estes 49 sobreviventes, revoltados, se uniram e partiram para a vingança, invadindo a aldeia inimiga, onde estavam mulheres e crianças. Muitas pessoas inocentes foram mortas neste ato de raiva e ódio. No entanto, devido à inferioridade numérica, logo todos foram cercados e capturados.

           Próculo, assim como seus companheiros, foi queimado vivo. No entanto, a dor maior que Próculo sentiu "não foi a do fogo, mas a do coração", pela traição que sofreu do próprio irmão, que agora queimava ao seu lado.

          Esta foi a origem dos 49 exus da linha de Caveira, constituída por todos os homens e mulheres que naquele dia desencarnaram.

          Entre os exus da linha de Caveira, existem: Caveira, João Caveira, Caveirinha, Rosa Caveira, Dr. Caveira (7 Caveiras), Quebra-Osso, entre muitos outros. Por motivo de respeito, não será indicado aqui qual exu da linha de Caveira foi o irmão de Caveira enquanto vivo.
            Como entidade, o Chefe-de-falange Caveira é muito incompreendido, e tem poucos cavalos. São raros os médiuns que o incorporam, pois tem fama de bravo e rabugento. No entanto, diversos médiuns incorporam exus de sua falange.

         Caveira é brincalhão, ao mesmo tempo sério e austero. Quando fala algo, o faz com firmeza e nunca na dúvida. Tem temperamento inconstante, se apresentando ora alegre, ora nervoso, ora calmo, ora apressado, por isso é dado por muitos como louco.

         No entanto, Caveira é extremamente leal e amigo, sendo até um pouco ciumento. Fidelidade é uma de suas características mais marcantes, por isso mesmo Caveira não perdoa traição e valoriza muito a amizade verdadeira. Considera a pior das traições a traição de um amigo.

        Em muitas literaturas é criticado, e são as poucas as pessoas que têm a oportunidade de conhecer a fundo Caveira Chefe-de-falange. O cavalo demora a adquirir confiança e intimidade com este exu, pois é posto a prova o tempo todo.

       No entanto, uma vez amigo de Caveira, tem-se um amigo para o resto da vida. Nesta e em outras evoluções.


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Caboclo Pena Verde

Certo dia, a sua tribo foi invadida e começou uma guerra sangrenta, Pena Verde, sentiu uma profunda dor nas costas, havia sido alvejado por uma flecha...

É de uma Tribo Asteca, oriunda dos Estados Unidos que veio migrando até chegar na Amazônia, onde se instalou.
Sua aparência: usava calça de couro, tinha cabelos longos e grisalhos e seu penacho, longo, tinha as cores (verde, vermelha e branca) cada cor representada um irmão.
Relatou que para um índio se tornar pajé, tinha que participar de um ritual: caçar e trazer um javali para a tribo;
Quando Pene Verde foi participar deste ritual, tinha mais um adversário, o vencedor seria quem trouxesse a presa primeiro;
Os dois saíram para a missão no mesmo dia. O seu adversário voltou no dia seguinte com um javali abatido.
Pena Verde só retornou após 30 dias, o impressionante é que ele não precisou abater o javali, durante este período ficou observando o comportamento e foi se aproximando até domá-lo. Só então retornou para a tribo. Entrou triunfante, montado no animal!
Tinha dois guerreiros que considerava seus braços, o filho e o sobrinho.
Certo dia, a sua tribo foi invadida e começou uma guerra sangrenta, Pena Verde, sentiu uma profunda dor nas costas, havia sido alvejado por uma flecha, antes de morrer, pediu a Tupã para ver quem era o autor de tamanha atrocidade. Poucos minutos se passaram e ele pode ver seus guerreiros sendo massacrados, mulheres e crianças sofrendo as maiores barbaridades, então virou-se para trás e pode ver que o seu querido sobrinho a quem tinha tanta estima e confiança era o mentor do ataque.
Para que morresse em paz, Pena Verde perdoou seu sobrinho, tirou a flecha das costas e partiu!
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Caboclo Rompe Mato

É um caboclo chefe de legião, muito cultuado também no catimbó, vale lembrar que é um caboclo que atua com Oxóssi, Ogum e Xangô, ele traz o poder de Xangô juntamente com a capacidade de discernimento da Justiça, o poder de vencer as demandas provenientes dos atuantes da Centelha de Ogum e o dom da cura e capacidade de aconselhar de Oxossi .

É um guerreiro que atua na paz, a falange dos Rompe-Matos nunca se apresentarão como caciques, pois todos são áusteros e destemidos guerreiros, isso é uma regra da falange, vale lembrar que não podemos confundir com Ogum Rompe-Mato um falangeiro do orixá, mas o mesmo caboclo atua também nessa linha.
É um caboclo que também trabalha na linha da esquerda quando preciso, como a grande maioria dos caboclos de Xango.
Algumas vezes pede charuto em sua passagem na Terra!
OGUM ROMPE MATO
Ogum Rompe-Mato, é o meu falangeiro de Ogum, atua na linha de Oxóssi e Xangô, vibra nas três energias, assim como o caboclo. O meu nunca pediu oferendas e já vi outro Ogum Rompe-Mato fumar, mas em minha casa, os falangeiros do orixá não fumam ou bebem.
É um Ogum que atua nas matas e pelo qual tenho muito carinho, é um grande companheiro e amigo, tenho muito orgulho de tê-lo por ser também uma qualidade de Ogum cada dia menos presente na linha dos filhos, ainda não consigo te dizer o porque, mas estou batalhando para saber.
Vem na forma de um caboclo mesmo, dando brados altos, secos e curtos, com as duas mãos fechadas entre-cruzadas, alguns vem com uma mão aberta outra fechada, depende com quem está cruzado.
Como é uma entidade rara hoje em dia, raramente incorpora e poucos filhos a tem, fica mais difícil colher algumas informações.

OXÓSSI – Entrecruzando Linhas
Oi não se mexe na espada de Ogum
Oi não se mexe na machada de Xangô
Oi não se mexe, nas flechas de Oxossi
Que lá na mata é Rei é caçador
Oi não se mexe, nas flechas de Oxossi
Que lá na mata é Rei é caçador
OXÓSSI – Caboclo Rompe Mato
No centro da mata eu vi, dois nomes gravados num toco de pau
No centro da mata eu vi, dois nomes gravados num toco de pau
De um lado Seu Rompe Mato, de outro Seu Cobra Coral
De um lado Seu Rompe Mato, de outro Seu Cobra Coral
No centro da mata virgem eu vi, Seu Rompe Mato falava na língua do Guarany
No centro da mata virgem eu vi, Seu Rompe Mato falava na língua do Guarany
OXÓSSI – Caboclo Rompe Mato
Vermelho é a cor do sangue de meu Pai, e verde é a cor da mata
Vermelho é a cor do sangue de meu Pai, e verde é a cor da mata
Oi sarava Seu Rompe Mato na Jurema, oi sarava, a banda que ele mora
Oi sarava Seu Rompe Mato na Jurema, oi sarava, a banda que ele mora
OGUM ROMPE MATO
Ogum Rompe Mato
Que cavaleiro é aquele, que vem cavalgando…
Sob um céu azul?
É seu Ogum Rompe Mato, quem vem saravá
O Cruzeiro do Sul.
E e e , e e á, e e e Rompe Mato pisa na Umbanda.
________________________________________
A sua mata é longe, uma estrela brilhou.
Mas seus filhos de Umbanda já lhe procurou,
Oi já lhe procurou…,
Quem vê seu Rompe Mato de Umbanda,
Que até agora ainda não chegou, ainda não chegou.

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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.