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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O Lar do Médium Umbandista


Falamos do terreiro, do médium, da vida dos mesmos, da conduta moral e aperfeiçoamento espiritual que desenrola não apenas nos momentos que estamos no terreiro de Umbanda, mas nas 24 horas do dia de um verdadeiro médium umbandista.

Por estes fatores, pela vontade acirrada de melhorar ao mesmo tempo em que combate às trevas da ignorância e da maldade do Astral Inferior, o médium umbandista se vê constantemente assediado pelas entidades das trevas.

Ora com aqueles os quais acostumava se afinizar no passado (estes não aceitam que ele mude de lado, da mesma forma que credores antigos vêm cobrar com voracidade).

Mais ainda, ao procurar auxiliar os irmãos que os procuram sofrendo influências negativas, ele acaba “comprando” esta briga.

É lógico que o médium bem intencionado deve ser antes de tudo, prudente, assim como deve se utilizar todas as formas possíveis para se resguardar das correntes de magia negra que enfrenta, deve também cuidar de sua residência.

PENSEM BEM: A casa em que habita, que compartilha com seus familiares não foge a regra (ataques). Principalmente sabendo que estes familiares podem ser inimigos antigos reunidos para ajustes kármicos e eventualmente servem, como ponte de atuação para o Astral inferior.

É fundamental que se procure evitar alimentar correntes de intrigas, invejas e perseguições dentro de casa, e algumas providências podem ser úteis.

Vejamos:

Mantenha sempre sua casa limpa e em ordem.

Sempre que possível, abra as janelas para que o ar ventile e renove.

A luz solar direta é altamente benéfica, desagregando e eliminando várias cargas negativas.

Ao limpar a casa, passar pano úmido com desinfetante que contenha óleo de eucalipto na fórmula, no chão e nos móveis, ou outra essência de sua preferência misturada com água ou álcool.

Em alguns cantos da casa, como próximo a porta de entrada, na sala de estar e no quarto, coloque uma pequena cumbuca (mais ou menos do tamanho de uma mão em concha), cheia de álcool comum com uma pedra ou tablete de cânfora. A cânfora se evaporará junto com o álcool, desagregando certas cargas negativas, além de desprender um cheiro agradável. A cânfora é encontrada em farmácias.

Ao invés de brigas e discussões inflamadas pela raiva, procure resolver seus problemas através de uma conversa madura, expondo seus sentimentos, por pior que sejam, de modo que se produza uma modificação para melhor e não apenas uma descarga de sentimentos negativos sem propósito construtivo. Relembrando que não precisamos ser santos, apenas procurar aprender com nossas falhas e pontos negativos.

Caso queira e possa... defume sua casa pelo menos uma vez por semana, de preferência a noite, no sentido de dentro para fora, dos fundos para frente da casa, sempre com as janelas e portas abertas.

Fonte: LIVRO: CULTURA UMBANDÍSTICA - OICD

A Importância dos Cambonos na Umbanda


O cambono (Cambone), na verdade, é um médium em desenvolvimento ou que não incorpora.

O seu trabalho dentro do Templo é tão importante quanto o dos demais médiuns e, mesmo sem estar incorporado, ele é parte integrante de todo o trabalho espiritual, pois os Guias Espirituais se utilizam dele para retirar as energias que serão utilizadas no atendimento aos consulentes.

Muitas vezes, um Guia Espiritual tem dificuldades de adentrar no íntimo do consulente devido à densidade energética presente na pessoa e lança mão da presença do cambono e, através deste, fazendo como que “uma ponte”, consegue auscultar o íntimo da pessoa.

O cambono, antes de qualquer coisa, é pessoa de extrema confiança do Pai ou Mãe da casa, assim como da entidade que estiver atendendo; portanto, caso perceba qualquer coisa estranha, qualquer coisa que não faça parte dos procedimentos normais, deve reportar-se ao Guia-chefe ou ao Pai ou Mãe da casa na mesma hora.

É por isso que é tão importante, e necessário, que o cambono saiba todos os procedimentos de trabalho e todas as normas da conduta que entidades e médiuns devem ter dentro do Templo.

O fato de auxiliar nas consultas exige que o cambono seja discreto e mantenha sigilo sobre tudo o que ouvir, não se esquecendo de que ali estão sendo tratados assuntos particulares e que não dizem respeito a ninguém além da pessoa que estiver sendo atendida e da entidade.

O sigilo é um juramento de confiança que todos os cambonos devem ter e fazer.

O QUE É SER UM CAMBONO
Os Cambonos são médiuns de sustentação, e são tão importantes quanto os médiuns ostensivos (de incorporação mediúnica) nos trabalhos de uma Casa Umbandista; eles também devem seguir certos procedimentos e ter a mesma dedicação e responsabilidade.

O Cambono, médium de sustentação, é aquele trabalhador, com mediunidade ostensiva ou não, que está presente ao trabalho, mas que não participa diretamente do fenômeno nem dos procedimentos de incorporação mediúnica para atendimentos.
Como o próprio nome diz, embora não esteja envolvido diretamente no fenômeno ou na assistência, faz a sustentação energética do trabalho, mantendo o padrão vibratório elevado por meio de pensamentos e sentimentos elevados.

Ao contrário do que se pensa, os médiuns cambonos de sustentação são tão importantes quanto os médiuns de incorporação, pois são eles que ajudam a garantir segurança, firmeza e proteção para o grupo e para o trabalho, enquanto os médiuns de atendimento fazem a sua parte e desenvolvem o trabalho assistencial.

REQUISITOS IMPORTANTES PARA SER UM BOM CAMBONO:

Responsabilidade
- O cambono precisa conhecer a mediunidade e tudo o que diz respeito ao trabalho com a espiritualidade.

Firmeza mental e emocional
- É responsável pela manutenção do padrão vibratório durante o trabalho. O cambono deve ter grande firmeza de pensamento e sentimento a fim de evitar desequilíbrios emocionais e espirituais que poderiam pôr a perder a segurança do trabalho.

Equilíbrio vibratório
- Como trabalha principalmente com energias que movimenta com os seus pensamentos e sentimentos o cambono, deve ter um padrão vibratório médio elevado, a fim de poder se manter equilibrado em qualquer situação e poder ajudar o grupo quando necessário.

Ausência de preconceito
- O cambono não pode ter qualquer tipo de preconceito. Ele não está ali para julgar ou criticar os casos que tem a oportunidade de observar, mas para colaborar para que sejam solucionados da melhor forma, de acordo com a sabedoria e a justiça de Deus.

Discrição
- O cambono nunca deve relatar ou comentar, dentro ou fora da casa, as informações que ouve, os problemas dos quais fica sabendo e os casos que vê nos trabalhos de que participa.

CONCLUSÃO
Como vimos, não é tão fácil ser um cambono. Para ser um, é preciso aprender tudo sobre os Orixás, os Guias Espirituais, o Templo e, principalmente, sobre a conduta que deve adotar durante as giras e por toda a sua vida.


Fonte: Trecho extraído do livro: O ABC do Servidor Umbandista Pai Juruá – No Prelo

Poema de Caboclo Boiadeiro

Caboclo Boiadeiro, das plaga do Norte
Que vive sem sorte, sem terra e sem lar,
A tua desdita é tristonho que canto,Se escuto o meu pranto me ponho a chorar
Cade teu boi boiadeiro errante.

Ninguém te oferece um feliz lenitivo
És rude e cativo, não tens liberdade.
A roça é teu mundo e também tua escola.
Teu braço é a mola que move a boiada

De noite tu vives na tua palhoça
De dia na invernada a procuro de um novilho
Julgando que Deus é um pai vingativo,Não vês o motivo da tua opressão
Tu pensas, amigo, que a vida que levas
De dores e trevas debaixo da cruz
E as crides constantes, quais sinas e espadas
São penas mandadas por Pai Oxalá

Tu és nesta vida o fiel penitente
Um pobre inocente no banco do réu.
Caboclo não guarda contigo esta crença
A tua sentença não parte do céu.

O mestre divino que é sábio profundo
Não faz neste mundo teu fardo infeliz
As tuas desgraças com tua desordem
Não nascem das ordens do eterno juiz

A lua se apaga sem ter empecilho,
O sol do seu brilho jamais te negou
Porém os ingratos, com ódio e com guerra,
Tomaram-te a terra que Oxalá te entregou

De noite tu vives na tua palhoça
De dia na roça , de enxada na mão
Caboclo roceiro, sem lar , sem abrigo,
Tu és meu amigo, tu és meu irmão.
Cadê teu boi boiadeiro errante.


Já não vives entre as pradarias
Consola-te nos terreiros da fé
Mas ainda seu laço da um nó
Para tirar as mazelas dos filhos
E caminhar na luz de nosso senhor

Setembro o mês de Cosme e Damião

Hoje nossa postagem abre o mês de
Setembro, mês ligado as nossas 

crianças, assim a postagem é uma
 mensagem da Cabocla 
Jurema da Praia sobre este mês:




"Setembro, mês de alegria e muita pureza, porém, um mês de muito

 cuidado. Apesar de ser um mês para as crianças, é preciso ter cuidado
 para não confundir com a energia que está sendo trabalhada.

Muitos espíritos de baixa luz esperam esse momento para aproveitar 
da energia de um Médium, por isso é importante o terreiro sempre
 estar em sintonia não só com nossas Crianças, mas também com 
as entidades de Guarda, como: Caboclos e Pretos Velhos.

Muitas casas, no inicio desse ciclo fazem lavagem de coroa, 
apresentação de novos médiuns no corpo mediúnico e aplicam 
muito mais no desenvolvimento dos novos médiuns. 
A Lavagem de Coroa é muito importante, pois dá uma 
firmeza maior para os médiuns desenvolverem outra linha, 
o mês de Setembro é essencial para Médiuns não só os novos, 
mas também os antigos desenvolverem novas linhas para uma
 firmeza maior e para elevação espiritual. É importante
 lembrar que a Festa de Cosme e Damião é uma grande
 força de um terreiro, comece o mês louvando as nossas 
crianças, entre na energia deles, aos poucos o terreiro vai 
tomando forma para o grande dia, a festa tão esperada.

Vamos saudar nossos Cosminhos, Erês e claro também 
nossos amados Exus Mirins que muitas vezes são 
esquecidos nessa época do ano. "

 “A verdadeira paz é encontrada no olhar de uma criança"

Salve as águas de Mãe Iemanjá e as matas de nosso Pai Oxossi.


Jurema da Praia.


Psicografia feita pela Médium: 

Priscilla Farina.









Este mês começa o Mês das Crianças



São a alegria que contagia a Umbanda. Descem nos terreiros simbolizando a PUREZA, a inocência e a singeleza. Seus trabalhos se resumem em brincadeiras e divertimentos. Podemos pedir-lhes ajuda para os nossos filhos, resolução de problemas, fazer confidências, mexericos, mas nunca para o mal, pois eles não atendem pedidos dessa natureza.
São espíritos que já estiveram encarnados na terra e que optaram por continuar sua evolução espiritual através da prática de caridade, incorporando em médiuns nos terreiros de Umbanda. Em sua maioria, foram espíritos que desencarnaram com pouca idade (terrena), por isso trazem características de sua última encarnação, como o trejeito e a fala de criança, o gosto por brinquedos e doces.
Assim como todos os servidores dos Orixás, elas também tem funções bem específicas, e a principal delas é a de mensageiro dos Orixás, sendo extremamente respeitados pelos caboclos e pelos pretos-velhos.
É uma falange de espíritos que assumem em forma e modos, a mentalidade infantil. Como no plano material, também no plano espiritual, a criança não se governa, tem sempre que ser tutelada. É a única linha em que a comida de santo (Amalás), leva tempero especial (açúcar). É conhecido nos terreiros de Umbanda e Candomblé, como (ÊRES ou IBEIJI). Na representação nos pontos riscados, Ibeji é livre para utilizar o que melhor lhe aprouver. A linha de Ibeji é tão independente quanto à linha de Exu.
Ibeijada, Erês, Dois-Dois, Crianças, Ibejis, são esses vários nomes para essas entidades que se apresentam de maneira infantil.
No Candomblé, o Erê, tem uma função muito importante. Como o Orixá não fala, é ele quem vem para dar os recados do pai. É normalmente muito irrequieto, barulhento, às vezes brigão, não gosta de tomar banho, e nas festas se não for contido pode literalmente botar fogo no oceano. Ainda no Candomblé, o Erê tem muitas outras funções, o Yaô, virado no Erê, pode fazer tudo o que o Orixá não pode, até mesmo as funções fisiológicas do médium, ele pode fazer. O Erê muitas vezes em casos de necessidade extrema ou perigo para o médium, pode manifestar-se e trazê-lo para a roça, pegando até mesmo uma condução se for o caso.
Na Umbanda mais uma vez, vemos a diferença entre as entidades/divindades. A Criança na Umbanda é apenas uma manifestação de um espírito cujo desencarne normalmente se deu em idades infanto-juvenis. São tão barulhentos como os Erês,  embora alguns são bem mais tranqüilos e comportados.
No Candomblé, os Erês, tem normalmente nomes ligados ao dono da coroa do médium. Para os filhos de Obaluaiê, Pipocão, Formigão, para os de Oxoce, Pingo Verde, Folinha Verde, para os de Oxum, Rosinha, para os de Yemanjá, Conchinha Dourada e por ai vai. 
As Crianças da Umbanda tem os nomes relacionados normalmente a nomes comums, normalmente brasileiros. Rosinha, Mariazinha, Ritinha, Pedrinho, Paulinho, Cosminho, etc...

Iansã



342
Dia: Quarta-feira
Cores: Marrom, Vermelho e Rosa
Símbolos: Espada e Eruesin
Elementos: Ar em movimento, Fogo
Domínios: Tempestades, Ventanias, Raios, Morte
Saudação: Epahei!
O maior e mais importante rio da Nigéria chama-se Níger, é imponente e atravessa todo o país. Rasgado, espalha-se pelas principais cidades através de seus afluentes por esse motivo tornou-se conhecido com o nome Odò Oya, já que ya, em iorubá, significa rasgar, espalhar. Esse rio é a morada da mulher mais poderosa da África negra, a mãe dos nove orum, dos nove filhos, do rio de nove braços, a mãe do nove, Ìyá Mésàn, Iansã (Yánsàn).
Embora seja saudada como a deusa do rio Níger, está relacionada com o elemento fogo. Na realidade, indica a união de elementos contraditórios, pois nasce da água e do fogo, da tempestade, de um raio que corta o céu no meio de uma chuva, é a filha do fogo-Omo Iná.
A tempestade é o poder manifesto de Iansã, rainha dos raios, das ventanias, do tempo que se fecha sem chover.
Iansã é uma guerreira por vocação, sabe ir à luta e defender o que é seu, a batalha do dia-a-dia é a sua felicidade. Ela sabe conquistar, seja no fervor das guerras, seja na arte do amor. Mostra o seu amor e a sua alegria contagiantes na mesma proporção que exterioriza a sua raiva, o seu ódio. Dessa forma, passou a identificar-se muito mais com todas as actividades relacionadas com o homem, que são desenvolvidas fora do lar; portanto não aprecia os afazeres domésticos, rejeitando o papel feminino tradicional. Iansã é a mulher que acorda de manhã, beija os filhos e sai em busca do sustento.
O facto de estar relacionada com funções tipicamente masculinas não afasta Iansã das características próprias de uma mulher sensual, fogosa, ardente; ela é extremamente feminina e o seu número de paixões mostra a forte atracção que sente pelo sexo oposto. Iansã (Oyá) teve muitos homens e verdadeiramente amou todos. Graças aos seus amores, conquistou grandes poderes e tornou-se orixá.
Assim, Iansã tornou-se mulher de quase todos os orixás. Ela é arrebatadora, sensual e provocante, mas quando ama um homem só se interessa por ele, portanto é extremamente fiel e possessiva. Todavia, a fidelidade de Iansã não está necessariamente relacionada a um homem, mas às suas convicções e aos seus sentimentos.
Algumas passagens da história de Iansã relacionam-na com antigos cultos agrários africanos ligados à fecundidade, e é por isso que a menção aos chifres de novilho ou búfalo, símbolos de virilidade, surgem sempre nas suas histórias. Iansã é a única que pode segurar os chifres de um búfalo, pois essa mulher cheia de encantos foi capaz de transforma-se em búfalo e tornar-se mulher da guerra e da caça.
Oyá é a mulher que sai em busca do sustento; ela quer um homem para amá-la e não para sustentá-la. Desperta pronta para a guerra, para a sua lida do dia-a-dia, não tem medo do batente: luta e vence.
Características dos filhos de Iansã / Oyá
Para os filhos de Oyá, viver é uma grande aventura. Enfrentar os riscos e desafios da vida são os prazeres dessas pessoas, tudo para elas é festa. Escolhem os seus caminhos mais por paixão do que por reflexão. Em vez de ficar em casa, vão à luta e conquistam o que desejam.
São pessoas atiradas, extrovertidas e directas, que jamais escondem os seus sentimentos, seja de felicidade, seja de tristeza. Entregam-se a súbitas paixões e de repente esquecem, partem para outra, e o antigo parceiro é como se nunca tivesse existido. Isso não é prova de promiscuidade, pelo contrário, são extremamente fiéis à pessoa que amam, mas só enquanto amam.
Estas pessoas tendem a ser autoritárias e possessivas; o seu génio muda repentinamente sem que ninguém esteja preparado para essas guinadas. Os relacionamentos longos só acontecem quando controlam os seus impulsos, aí, são capazes de viver para o resto da vida ao lado da mesma pessoa, que deve permitir que se tornem os senhores da situação.
Os filhos de Oyá, na condição de amigos, revelam-se pessoas confiáveis, mas cuidado, os mais prudentes, no entanto, não ousariam confiar-lhe um segredo, pois, se mais tarde acontecer uma desavença, um filho de Oyá não pensará antes de usar tudo que lhe foi contado como arma.
O seu comportamento pode ser explosivo, como uma tempestade, ou calmo, como uma brisa de fim de tarde. Só uma coisa o tira do sério: mexer com um filho seu é o mesmo que comprar uma briga de morte: batem em qualquer um, crescem no corpo e na raiva, matam se for preciso.

Obá

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Dia: Quarta-feira
Cores: Marron raiado, Vermelho e Amarelo
Símbolos: Ofange (espada) e Escudo de Cobre, Ofá (arco e flecha)
Elementos: Fogo e Águas Revoltas
Domínios: Amor e Sucesso Profissional
Saudação: Obà Siré!
Obá é um Orixá ligado à água, guerreira e pouco feminina. As uas roupas são vermelhas e brancas, usa um escudo, uma espada e uma coroa de cobre. Usa também um pano na cabeça para esconder a orelha cortada.
0 tipo psicológico dos filhos de OBA, constitui o estereotipo da mulher de forte temperamento, terrivelmente possessiva e carente. Ao contrário de IANSÃ, é mulher de um homem só, fiel e sofrida. São combativas, impetuosas e vingativas.
Obá é um ORIXÁ que raramente se manifesta e há pouco estudo sobre ela.
Obá é a mulher consciente do seu poder, que luta e reivindica os seus direitos, que enfrenta qualquer homem – menos aquele que tomar o seu coração. Ela abraça qualquer causa, mas rende-se a uma paixão. Obá é a mulher que se anula quando ama.
Obá nasceu do ventre rasgado de Iemanjá após o incesto de Orugan. Em toda a África Obá era cultuada como a grande deusa protectora do poder feminino, por isso também é saudada como Iyá Agbá, e mantém estreitas relações com as Iya Mi. Era uma mulher forte, que comandava as demais e desafiava o poder masculino.
Obá lutou contra todos os Orixás, venceu a batalha contra Oxalá, derrotou Xangô e Orunmilá, e tornou-se temida por todos os deuses.
Embora Obá se tenha transformado num rio, é uma deusa relacionada ao fogo.
Obá é saudada como o Orixá do ciúme, mas não se pode esquecer que o ciúme é o corolário inevitável do amor, portanto, Obá é um Orixá do amor, das paixões, com todos os dissabores e sofrimentos que o sentimento pode acarretar. Obá tem ciúme porque ama.
O lado esquerdo (Osì) sempre esteve relacionado à mulher e, por uma razão muito elementar, é o lado do coração. Quando Obá é saudada como guardiã da esquerda, isso quer dizer que é a guardiã de todas as mulheres, aquela que compreende os sentimentos do coração, pois Obá pensa com o coração.
Como pode uma deusa ligada a esses sentimentos, dedicar-se à guerra? Toda a energia das suas paixões frustradas é canalizada por ela para a guerra, tornando-se a guerreira mais valente, que nenhum homem ousa enfrentar. Obá supera a angústia de viver sem ser amada.
Obá troca um palácio por uma cabana, troca todas as riquezas do mundo por uma frase: "Eu te amo".
Características dos filhos de Obá
Os filhos de Obá não tem muito jeito para se comunicar com as pessoas, chegam a ser duros e inflexíveis. Têm dificuldade em ser gentis e estabelecer um canal de comunicação afectiva com os outros; às vezes são brutos e rudes afastando as pessoas. Isso deve-se ao fato de os filhos de Obá, na maioria das vezes, sofrerem um certo complexo de inferioridade achando que as pessoas que se aproximam querem tirar partido de alguma coisa. De facto, isso tende a acontecer com os filhos de Obá.
A sua sinceridade chega a ferir; expressam as suas opiniões, fazem críticas e acabam por magoar as pessoas, pois não se preocupam em ser agradáveis. Mas essa agressividade é puramente defensiva.
São bons companheiros e amigos fiéis, são ciumentos e possessivos no amor, por isso não têm muita sorte. Quando apaixonados, nunca são senhores da relação, cedem em tudo, abdicam de todas as suas convicções.
Infelizes no amor, investem todas as suas cartas nas suas carreiras e, de entre as mulheres que se destacam profissionalmente numa sociedade machista, podem-se encontrar muitas filhas de Obá. Muitas vezes despertam a inveja dos seus inimigos e podem sofrer algumas emboscadas, por isso devem vencer a tendência que possuem para a ingenuidade.

A História de Zé Boiadeiro - Como tudo Começou




A História de Zé Boiadeiro ( Um Boiadeiro de Lei ). Como tudo começou .
Para que todos entendam quem é Zé Boiadeiro, abro um espaço antes para dizer como tudo começou e quais foram as opções que recebi do astral para equilibrar minha vida Espiritual. Ainda criança , aos 12 anos , com um dom mediúnico , intuitivo e bastante curioso em relação ao desconhecido, fui levado por uma cunhada (hoje evangélica ) a um terreiro de Umbanda. Admirado com tudo que assistia, fui levado a um Baiano dentro da Engira que para mim se identificou como sendo seu Zé do Coco . Depois de um passe , algumas palavras disse :
- Você meu filho nasceu para a Umbanda e um dia ainda terá uma Casa como essa e será o Pai espiritual de muitos filhos. Criança e sem entendimento confesso que não compreendi nada naquele momento .
A partir daí as manifestações se tornaram uma constante em minha vida . Eram arrepios, vozes, cheiros e vultos que agora acompanhavam minha caminhada. Acabei sendo levado à força por esse fenômeno, a espiritualidade e eis que depois de alguns meses, lá estava eu com a primeira entidade a incorporar, uma criança chamada Pedrinho .
A evolução foi se dando de tal forma que outras entidades começaram a se apresentar: Ogum 7 Ondas, Vô Quirino, Caboclo Ubirajara, Zé Catim, Exú Rei, Zé da Onda e Zé Boiadeiro, Cigano Ruan e Zé Pilintra também. Isto tudo ocorreu e eu ainda era apenas uma criança de 14 anos, querendo entender tudo .

A História de Zé Boiadeiro (Um Boiadeiro de Lei )
Assim como todas as outras entidades que trabalham comigo Zé Boiadeiro foi um presente muito valioso que ganhei do Astral . Ainda tinha 14 anos quando essa Entidade começou a se destacar entre tantas outras em um terreiro de Umbanda . Fosse em uma desobsessão, em um passe, em uma palestra, desenvolvimento e auxilio aos irmãos, lá estava Zé Boiadeiro, humilde e carismático, conquistando seu espaço. Era cada vez mais freqüente seu crescimento e já havia filas para falar e passar por uma consulta com ele.
Ganhou presentes por graças alcançadas, roupas, curiadores, adornos por graças que ele tinha ido buscar as pessoas  juntos aos anjos de Luz . Fez tanta coisa boa, que em uma dessas sessões acabou realizando algo a uma pessoa (ela diz ter sido um milagre), que recebeu uma promessa que iria ganhar uma Casa de Caridade para que ele pudesse ser maior do que já era .
Da inauguração da casa até os dias de hoje, Zé Boiadeiro ou seu Zé como gosta de ser chamado, mesmo como Guia Chefe Espiritual continua mostrando a todos nós que humildade, respeito e igualdade são coisas  que se conquistam somente através de muito trabalho .
Continua encantando a todos com suas atitudes e gestos. Se doa de tal forma que disse não ligar perder toda a sua LUZ para que seus filhos sejam felizes sempre , mas sabemos seu ZÉ  que Estrelas como o senhor jamais deixam de brilhar, pois seu brilho vem encantado com a energia que emana de Olorum, nosso criador .
Sua Luz aumentou muito, seus compromissos com a terra também, mas sempre consegue arrumar tempo para um aperto de mão, um abraço, uma palavra de conforto e carinho. A estrutura a sua volta aumentou, mas para ele nada mudou, pois incansável como sempre continua a iluminar o caminho de todos nós.
Muitas pessoas vem ao seu socorro, pois acreditam e sabem que ele pertence a uma elite de entidades que trabalham em nome de DEUS e da Umbanda. Passam horas a esperar por uma consulta, tamanho é o número de pessoas que o solicitam, mas sempre com paciência, arruma um jeitinho de atender a todos.
Transmite em todos os trabalhos muita paz ao espírito e segurança  em cada atitude relacionada aos filhos e a todos aqueles que o procuram . Nada do que eu diga aqui , pode representar o que este Ser Iluminado significa para cada um de nós , tamanho  é  a sua grandeza e objetividade em ajudar e somar.
Divide sempre as honras e os méritos com todas as outras entidades e ainda ensina : Nada seria sem a ajuda de todos os meus irmãos do astral - Divido as alegrias e as graças alcançadas com todas as entidades de luz que trabalham a nossa volta e não me esqueço ainda dos irmãos da esquerda que nos dão tranqüilidade e segurança para continuar  nossa  luta.
Zé Boiadeiro é um ser com qualidades infinitas, matuto, esperto e inteligente sabe acariciar e repreender cada um em qualquer ocasião. Sorri, quando vê a casa com muita luz e se entristece com sentimentos mesquinhos, canta, dança, aplaude, chora, fala, se eleva a Deus, enfim luta por dias melhores em nossa Casa e na vida pessoal de cada um. Não é famoso como muitas entidades que aí estão, mas não importa pois é grande na Luz e na simplicidade de ser como todas as outras.
Passaria horas escrevendo e falando desse magistral ser de Luz que me acompanha desde meu nascimento;  mas não há nada que eu escreva que possa demonstrar o tanto de carinho e respeito que sentimos por esse Mestre. Com a felicidade de poder contar com todas as minhas entidades (presentes enviados por Deus), me senti na obrigação, quando da construção desta página, de falar de alguém que merece todas as honras e homenagens de todos nós. Deste que foi o grande responsável por  me conduzir à Umbanda e assumir meu posto de Pai com muito orgulho e Humildade.
Por  tudo  que tem sido  seu Zé  e  pela  satisfação  de  ser o  médium  que  você escolheu entre tantos,  me  elevo  a luz  e  te agradeço do  fundo do meu coração pelas lições e aprendizados.



 Por Pai Rogério de Ogum / Adaptação de Celina de Iemanjá e Néya de Nanã
 


                                                     Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei

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OGUM


                                                                  


Ogum (em yoruba: Ògún) é, na mitologia yoruba, o orixá ferreiro,[1] senhor dos metais. O próprio Ogum forjava suas ferramentas, tanto para a caça, como para a agricultura, e para a guerra. Na África seu culto é restrito aos homens, e existiam templos em Ondo, Ekiti eOyo. Era o filho mais velho de Oduduwa, o fundador de Ifé, identificado no jogo do merindilogun pelos odu etaogunda, odi e obeogunda, representado materialmente e imaterial pelo candomblé, através do assentamento sagrado denominado igba ogun.
Ogum é considerado o primeiro dos orixás a descer do Orun (o céu), para o Aiye (a Terra), após a criação, um dos semideuses visando uma futura vida humana. Em comemoração a tal acontecimento, um de seus vários nomes é Oriki ou Osin Imole, que significa o "primeiro orixá a vir para a Terra".
Ogum foi provavelmente a primeira divindade cultuada pelos povos yorubá da África Ocidental. Acredita-se que ele tenha wo ile sun, que significa "afundar na terra e não morrer", em um lugar chamado 'Ire-Ekiti'.
É também chamado por Ògún, Ogoun, Gu, Ogou, Ogun e Oggún. Sua primeira aparição na mitologia foi como um caçador chamadoTobe Ode


Família

Ficheiro:Acentamento de Ogum, Orossi..JPG
É filho de Oduduwa e Yembo, irmão de XangôOxossiOxun e Eleggua. Ogum é o filho mais velho de Odudua, o herói civilizador que fundou a cidade de Ifé. Quando Odudua esteve temporariamente cego, Ogum tornou-se seu regente em Ifé.
Ogum é um orixá importantíssimo na África e no Brasil. Sua origem, de acordo com a história, data de eras remotas. Ogum é o último imolé.
Os Igba Imolé eram os duzentos orixás da direita que foram destruídos por Olodumaré após terem agido mal. A Ogum, o único Igba Imolé que restou, coube conduzir os Irun Imole, os outros quatrocentos orixás da esquerda.
Foi Ogum quem ensinou aos homens como forjar o ferro e o aço. Ele tem um molho de sete instrumentos de ferro: alavancamachadoenxadapicareta,espada e faca, com as quais ajuda o homem a vencer a natureza.


Era um guerreiro que brigava sem cessar contra os reinos vizinhos. Dessas expedições, ele trazia sempre um rico espólio e numerosos escravos. Guerreou contra a cidade de Ará e a destruiu. Saqueou e devastou muitos outros estados e apossou-se da cidade de Irê, matou o rei, aí instalou seu próprio filho no trono e regressou glorioso, usando ele mesmo o título de Oníìré, "Rei de Irê". Tem semelhança com o vodum



Aspecto

Ficheiro:Ogum.JPG
Na Santeria Ogum é dono dos montes junto com Oshosi e dos caminhos junto com Eleggua. Representa o solitário hostil que vaga pelos caminhos. É um dos quatro Orixás guerreiros. Suas cores são o azul e branco ou branco e vermelho.
No Candomblé Ogum é o Orixá ferreiro dono de todos os caminhos e encruzilhadas junto com seu irmão Exu, também é tido como irmão de Oxossi e uma ligação muito forte com Oxaguian de quem é inseparável, aparece como o Senhor das guerras e demandas, suas cores são Azul cobalto e o verde e naUmbanda sua cor é o vermelho.


Oferendas e danças

Sacrificam-se bodesgalosgalinhas-de-angola (macho), pombos, e patos. É importante fazer um sacrifício quando se tenha recebido algo do grande orixá, após ter prometido ou na Feitura de santo, (Iniciação). Todos os orixás masculinos (agboros) recebem sacrifícios de animais machos



Diferentes mitologias

Ficheiro:Ogun.jpg
Ogum no Haiti (é um vodun haitiano, um loa) do fogo, do ferro, da caça, da política e da guerra. É o patrono dos guerreiros, e normalmente é mostrado com seus artefatos: facão e espadarum e tabaco. Ogum é um dos maridos de Erzulie e foi marido de Oyá e Oxum na mitologia yorubá.
Tradicionalmente um guerreiro, Ogum é visto como uma poderosa divindade dos trabalhos em metal, semelhante à Ares e Hefesto na mitologia grega eVisvakarma na mitologia hindu. É representado, no Brasil, como São Jorge; como tal, é poderoso e triunfal, mas também exibe a raiva e destrutividade do guerreiro cuja força e violência pode virar contra a comunidade que ele serve.
Dá força através da profecia e magia, e é procurado para ajudar as pessoas a obter mais um governo que dê resposta às suas necessidades.


Brasil


Na tradição religiosa afro-brasileira Candomblé, Ogum (como é conhecida essa divindade yorubá no idioma português) é frequentemente identificado comSão Jorge. Isto acontece, por exemplo, no estado do Rio Grande do Sul e na cidade do Rio de Janeiro. No entanto, Ogum também é representado por Santo Antonio, como frequentemente é feito na região nordeste do Brasil, por exemplo, na Bahia.






Qualidades de Ogum
  • Ògúnjà
  • SoróKè
  • Wari
  • Lakàiye
  • Méjèje
  • Omini
  • Olode
  • Onírè
  • Alágbède
  • Méjè

Sete folhas mais utilizada para Ogum

Cuba

Dentro dessas crenças, Ogum é dono dos montes junto com Oshosi e dos caminhos junto com Eleggua. Representa o solitário hostil que vaga pelos caminhos. É um dos quatro orixás guerreiros. Suas cores são o verde e o preto. Ogum é considerado o Orisha dos ferreiros, das guerras, da tecnologia é violento e interessante.
Na mitologia Fon, Gu é o deus da guerra e patrono da deidade dos ferreiros e dos artesãos. Ele foi enviado à Terra para torná-la um local agradável para as pessoas viverem, e ele ainda não terminou sua tarefa.


Haiti

No HaitiOgoun é um lwa cultuado no vodun haitiano.

Ficheiro:VeveOgoun.png


A maioria dos africanos que foram levados como escravos para o Haiti eram da Costa da Guiné da África ocidental, e seus descendentes são os primeiros praticantes de vodou (aqueles africanos trazidos ao sul dos Estados Unidos, eram primeiramente do reino de Congo). A sobrevivência do sistema da crenças no novo mundo é notável, embora as tradições mudem com o tempo. Uma das maiores diferenças, entretanto, entre o vodun africano e o Haitiano é que os africanos transplantados do Haiti foram obrigados a disfarçar o seu lwa, ou espíritos, como santos católicos romanos, neste país, com Santiago el Mayor, num processo chamado sincretismo.

Bibliografia

  • Este artigo foi inicialmente traduzido do artigo da Wikipédia em inglês, cujo título é Ogoun, especificamente desta versão.
  • Africa's Ogun: old world and newISBN 0-253-30282-X.
  • VERGER, Pierre Fatumbi e Carybé (ilustrador). Lendas africanas dos orixás. São Paulo: Corrupio Edições e Promoções Culturais Ltda, 1992, 3ª edição.
  • PRANDI, Reginaldo. Mitologia dos orixá. São Paulo: Companhia das Letras, 2000, 6ª edição.
  • GLEASON, J.. Orisha: the gods of Yorubaland. New York: Atheneum, 1971.
  • COURLANDER, H.. Tales of yoruba gods and heroes. New York: Crown, 1973.
  • BRINTON, D. G.. Myths of the new world. Philadelphia, 1896.




                                                    POSTADO PELO GRUPO BOIADEIRO REI


Outras características

Em todas as suas encarnações, segundo as diferentes crenças, Ogum é impetuoso e de espírito marcial. Ele também está relacionado com o sangue e, por esse motivo, muitas vezes é chamado para curar doenças sanguíneas., em especial a anemia ferropriva, pois acredita-se que a deficiência de ferro no organismo humano, seja a falta da energia de Ogum.
No culto dos orixás, ele aparece com outras identidades, tais como Ogum AkirumOgum AlagbedeOgum AlaraOgum ElemonaOgum IkoleOgun MejiOgum OloolaOgum OnigbajamoOgum OnireOgun-un e Onile, sendo este último uma encarnação feminina.
Seus "filhos" aqui na Terra são pessoas fortes, que lutam na vida, são pessoas guerreiras que não descansam por nada, sempre ativas, combatem tudo. São verdadeiros peões. São pessoas corajosas, sem medo de se arriscar. São sérias e perseverantes. Tendência aos extremos: ou defende a polícia, ou foge dela.









Arquétipo

De acordo com Pierre Verger, o arquétipo de Ogum é o das pessoas fortes, aguerridas e impulsivas, incapazes de perdoar as ofensas de que foram vítimas.[3] Das pessoas que perseguem energicamente seus objetivos e não se desencorajam facilmente.[3] Daquelas que, nos momentos difíceis, triunfam onde qualquer outro teria abandonado o combate e perdido toda a esperança.[3] Das que possuem humor mutável, passando de furiosos acessos de raiva ao mais tranqüilo dos comportamentos.[3] Finalmente, é o arquétipo das pessoas impetuosas e arrogantes, daquelas que se arriscam a melindrar os outros por uma certa falta de discrição quando lhe prestam serviços, mas que, devido à sinceridade e franqueza de suas intenções, tornam-se difíceis de serem odiadas



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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.