Seguidores

Translate - Tradutor

Seguir por Email

Volte sempre!


Fale Conosco 
 

Atenção. Importante!

Alguns Textos, Mensagens e Imagens foram retirados de variados sites, caso alguém reconheça algo como sua criação e não tenha sido dado os devidos créditos entre em contato.

A real intenção do blog Grupo Boiadeiro Rei não é de plágio, mas sim de espalhar Conhecimento e Espiritualizar...

 
TODO ACERVO DE MATERIAL DE ESTUDOS DO GRUPO DE ESTUDOS BOIADEIRO REI ESTA NO SERVIDOR ISSUU DEVIDO AO GRANDE NUMERO DE INFORMAÇÕES DA RELIGIÃO ACESSE - O LINK EBOOKS A BAIXO 
 
LlNK:
 

Pesquisar

Leia Também em nosso Site

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Condensadores Energéticos, Magias e Feitiços


Desde os tempos remotos, na luta pela sobrevivência, os mais fracos foram afastados da competição comum pelos mais fortes. Isso, então, os fez pensar num modo de evitarem uma luta física e desigual, adotando outra espécie de arma compensadora e capaz de ajudá-los à distância do adversário invencível. Através do metabolismo do éter-físico e sob a sugestão dos espíritos maquiavélicos, o processo de enfeitiçamento foi-se delineando palmo a palmo, e evoluindo nos sucessivos experimentos ritualísticos. Os feiticeiros, imbuídos do seu poder excepcional sobre o mundo oculto, então exercitaram-se até conseguirem os primeiros êxitos sobre os adversários mais fortes e sem necessidade de enfrentá-los pessoalmente.

Ante a dificuldade de mentalizar a figura dos guerreiros adversários e transformá-los em alvo direto das forças ocultas demolidoras, os primeiros bruxos aventaram a idéia de confeccionarem bonecos de pau e de barro, a fim de eles acumularem e depois retratarem a descarga eletromagnética destrutiva mobilizada durante o processo de bruxaria. A tribo reunia-se sob a pujança da Lua Cheia, cuja ação hipnótica e magnética alvoroça e eriça o lençol de fluidos astralinos na adjacência da Terra, e os pajés alinhavam os bonecos representativos dos inimigos impossíveis de serem derrotados numa luta física. Elevava-se o cântico guerreiro vibrando sob poderoso "mantran" coletivo, na sonoridade lúgubre, obstinada e implacável de mau agouro; em breve, forjava-se a egrégora guerreira alimentada pela substância mental virulenta, qual gigantesca ameba estendendo os seus pseudópodos fluídicos em direção às vítimas eleitas para o holocausto traiçoeiro.

Cada membro da tribo, minuto a minuto, noites após noites, descarregava a sua raiva e o seu ódio sobre o boneco esculpido na madeira ou modelado no barro, catalisando as suas forças destrutivas sob a excitação eletrizante da cerimônia bárbara e belicosa. Os guerreiros novos substituíam os guerreiros velhos e cansados; as pragas e maldições vibravam desde o romper do Crescente até o máximo apogeu da Lua Cheia, cujos fluidos maléficos se despejavam em cargas demolidoras sobre os bonecos representativos da tribo adversa. A fúria selvagem bramia acicatando o éter-físico do ambiente virulento, transformando-o na ponte oculta a transferir a carga mortífera gerada pela peçonha da mente vingativa.

Ao longe, repousando no silêncio da noite, a tribo adversa e desprevenida, confiante na sua força física e desprezando o recurso mórbido do enfeitiçamento dos fracos, ignorava a carga tenebrosa que se gerava num crescendo obstinado e a fluir pela cortina do éter, qual serpe em ondulações assustadoras. Então a tragédia começava, lenta mas inexoravelmente; os guerreiros fortes e sadios entonteciam e tropeçavam em aflitivos movimentos claudicantes, para depois caírem prostrados e exauridos por um vampirismo fluídico com que jamais logravam atinar. Anêmicos e vampirizados por vigoroso "quebranto", tombavam ao solo como os arbustos decepados pela foice maligna de um gênio perverso. Em verdade, eram aniquilados por um punhado de bonecos de pau e de barro, grotescos e ridículos, mas que semeavam a morte inglória pela força do ódio e da vingança nutridos pelo fabuloso poder da mente humana!

Mas como tudo evolui no orbe terráqueo, os antiquados bonecos de madeira ou de barro também sofreram o desprestígio que é próprio das coisas superadas E os feiticeiros modernos os substituíram pelo.eficiente boneco de cera-virgem, de maior eficiência magnética e supercarregado do néctar das flores acumulado no mel, que se transforma numa fonte energética capaz de abater à distância um grande guerreiro civilizado!

Ramatís - Livro Magia de Redenção

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Aceitamos comentários edificantes. Siga seu caminho em paz, se essa não é sua crença.

Obrigado!

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Postagens populares

“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.