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sábado, 19 de maio de 2012



Olá irmãos de jornada e fé.

Com muia alegria, fazemos o convite aos Umbandistas, simpatizantes e público em geral, para mais uma edição de n° 41 - da homenagem "Vamos Saravá Ogum" - em Osasco.
Dia 20/05/2012 às 14 horas.
Local Ginásio Municipal de Esportes Prof. Liberatti.
Evento criado por força de lei estadual e inclusa no calendário Oficial de Osasco.
Aguardamos a todos.
Um saravá amigo.
Octavio

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Antes de Acender uma Vela! Leia Isso!



Instruções Gerais de Conduta Moral, Espiritual e Física dos Médiuns de Umbanda:

 • Manter dentro e fora do Centro, isto é, na sua vida religiosa ou particular, conduta irrepreensível, de modo a não ser alvo de críticas, pois qualquer deslize neste sentido irá refletir no Templo e mesmo na Umbanda de forma geral.
• Procurar instruir-se nos assuntos espirituais elevados, lendo os livros indicados pela Direção do Templo, bem como assistindo palestras e participando dos estudos.
• Conserve sua saúde psíquica, vigiando constantemente o aspecto moral.
• Não alimente vibrações negativas de ódio, rancor, inveja, ciúme, etc.
• Não fale mal de ninguém, pois não é juiz, e via de regra, não se pode chegar às causas pelo aspecto grosseiro dos efeitos.
• Não julgue que o seu guia ou protetor é o mais forte, o mais sabido, muito mais "tudo" do que o de seu irmão, aparelho também.
• Não viva querendo impor seus dons mediúnicos, comentando, insistentemente, os feitos do seu guia ou protetor. Tudo isso pode ser bem problemático e não se esqueça de que você pode ser testado por outrem e toda a sua conversa vaidosa ruir fragorosamente.
• Dê paz ao seu protetor, no astral, deixando de falar tanto no seu nome. Assim você está se fanatizando e aborrecendo a Entidade, pois, fique sabendo, ele, o Protetor, se tiver mesmo "ordens e direito de trabalho" sobre você, tem ordens amplas e pode discipliná-lo, cassando-lhe as ligações mediúnicas; e mesmo infringindo-lhe castigos materiais, orgânicos, financeiros e etc.
• Quando for para ao rito, não vá aborrecido e quando lá chegar, não procure conversas fúteis. Recolha-se a seus pensamentos de fé, de paz e, sobretudo, de caridade pura, para com o próximo.
• Lembre-se sempre de que sendo você um médium considerado pronto ou desenvolvido, é de sua conveniência tomar banhos propícios determinado por sua entidade. Se for médium em desenvolvimento, procure saber quais os banhos e defumadores mais indicados, o que será dado pela Direção do Templo.
• Não use "guias"(colares) de qualquer natureza sem ordem comprovada de sua entidade protetora responsável direta e testada no Templo, ou então, somente por indicação do médium chefe, se for pessoa reconhecidamente capacitada.
• Não se preocupe em saber o nome do seu protetor (tentar adivinhar) antes que ele julgue necessário. É muito importante para você, não tentar reproduzir, de maneira alguma quaisquer gestos ou pontos riscados.
• Não mantenha convivência com pessoas más, invejosas, maldizentes, etc. Isso é importante para o equilíbrio de sua aura, dos seus próprios pensamentos. Tolerar a ignorância não é partilhar dela.
• Acostume-se a fazer todo o bem que puder, sem visar recompensa ou agradecimentos.
• Tenha ânimo forte, através de qualquer prova ou sofrimento, confie e espere.
• Faça “recolhimentos” diários, a fim de meditar sobre suas ações, pelo menos por 30 minutos.
•  Lembre-se de que todos nós erramos, pois o erro é da condição humana e, portanto ligado à dor, a sofrimentos vários e conseqüentemente, às lições com suas experiências... Sem dor, sofrimentos, lições, experiência, não há carma, não há humanização nem polimento íntimo. O importante é que não erre mais, ou melhor, que não caia nos mesmos erros. Passe uma esponja no passado, erga a cabeça e procure a senda da reabilitação: para isso, "mate" a sua vaidade e não se importe, de maneira alguma, com o que os outros disserem ou pensarem a seu respeito. Faça tudo para ser tolerante, compreensivo, humilde, pois assim só poderão dizer boas coisas de você.
• Zele por sua saúde física com uma alimentação racional e equilibrada.
• Não abuse de carnes vermelhas, fumo ou quaisquer excitantes.   
• No dia de rito, regule a sua alimentação e faça tudo para se encaminhar aos trabalhos espirituais, LIMPO DE CORPO E ESPÍRITO.
• De véspera e após a sessão, não tenha contato sexual.
• Tenha sempre em mente que, para qualquer pessoa, especialmente o médium, os bons espíritos somente assistem com precisão, se verificarem uma boa dose de HUMILDADE ou simplicidade NO CORAÇÃO (e não só nas palavras) 
• A VAIDADE, O ORGULHO E O EGOÍSMO CAVAM O TÚMULO DO MÉDIUM.
• Aprenda lentamente a orar confiando em JESUS, o regente do planeta Terra. Cumpra as ordens ou conselhos de seu protetor. Ele é seu grande e talvez único amigo de fato e quer a sua felicidade.
• Seja pontual e não faltar aos ritos que tiver em seu terreiro. 
• Mantenha um bom relacionamento com seus irmãos de fé evitando fofocas, dissabores e conversas improdutivas e invejosas.

Material retirado do livro Lições Básicas de Umbanda (Rivas Neto)

Os Ciganos na Umbanda



“O Céu é meu Teto; a Terra é minha Pátria e a Liberdade é minha Religião”


Os Espíritos Ciganos são também, uma linha de trabalhos espirituais que busca seu espaço próprio, pela força que demonstram em termos de caridade e serviços a humanidade. Seus préstimos são valiosas contribuições no campo do bem-estar pessoal e social, saúde, equilíbrio físico, mental e espiritual, e tem seu alicerce em entidades conhecidas. Encontraram na Umbanda um lugar quase ideal para suas práticas por uma necessidade lógica de trabalho e caridade.
Na Umbanda passaram a se identificar com os toques dos atabaques, com os pontos cantados em sua homenagem e com algumas das oferendas que são entregues às outras entidades cultuadas pela Umbanda. Encontraram lá, na Umbanda, uma maneira mais rápida de se adaptarem a cultos e é por isso que hoje é onde mais se identificam e se apresentam.
São entidades oriundas de um povo muito rico de estórias e lendas, foram na maioria andarilhos que viveram nos séculos XIII, XIV, XV e XVI. Tem na sua origem o trabalho com a natureza, a subsistência através do que plantavam e o desapego as coisas materiais.

Dentro da Umbanda... seus fundamentos são simples, não possuindo assentamentos ou ferramentas para centralização da força espiritual. São cultuados em geral com imagens bem simples, com taças com vinho ou com água, doces finos e frutas solares. Trabalham também com as energias do Oriente, com cristais , incensos, pedras energéticas, com as cores, com os quatro sagrados elementos da natureza e se utilizam exclusivamente de magia branca natural, como banhos e chás elaborados exclusivamente com ervas. Diferentemente do que pensamos e aprendemos, raramente são incorporadas, preferindo trabalhar “encostadas” e são entidades que trabalham exclusivamente para o bem.

Santa Sara Kalli é sua orientadora para o bom andamento das missões espirituais. Não devemos confundir tal fato com Sincretismos, pois Santa Sarah é tida como orientadora espiritual e não como patrona ou imagem de algum sincretismo.
Ciganos na Umbanda, são espíritos desencarnados homens e mulheres que pertenceram ao povo cigano Os ciganos em geral, tem seus rituais específicos e cultuam muito a natureza, os astros e ancestrais. A santa protetora do povo cigano é “Santa Sara Cali”. Dentro da Umbanda trabalham para o progresso financeiro e para as causas amorosas. Cheios de simpatias espirituais, os espíritos ciganos trabalham para a cura de doenças espirituais. 

O Povo Cigano é guardião da LIBERDADE. Seu grande lema é: “O Céu é meu teto; a Terra é minha pátria e a Liberdade é minha religião”, traduzindo um espírito essencialmente nômade e livre dos condicionamentos das pessoas normais geralmente cerceadas pelos sistemas aos quais estão subjugadas. A vida é uma grande estrada, a alma é uma pequena carroça e a Divindade é o Carroceiro.
Em sua maioria, os ciganos são artistas (de muitas artes, inclusive a circense); e exímios ferreiros, fabricando seus próprios utensílios domésticos, suas jóias e suas selas. Rotulados injustamente como ladrões, feiticeiros e vagabundos, os ciganos tornaram-se um espelho onde os homens das grandes cidades e de pequenos corações expiaram suas raivas, frustrações e sonhos de liberdade destruídos. Pacientemente, este povo diferenciado, continuou sua marcha e até hoje seus estigmas não sararam.

Na verdade cigano que se preza, antes de ler a mão, lê os olhos das pessoas (os espelhos da alma) e tocam seus pulsos (para sentirem o nível de vibração energética) e só então é que interpretam as linhas das mãos. A prática da Quiromancia para o Povo Cigano não é um mero sistema de adivinhação, mas, acima de tudo um inteligente esquema de orientação sobre o corpo, a mente e o espírito; sobre a saúde e o destino.
A família é a base da organização social dos ciganos, não havendo hierarquia rígida no interior dos grupos. O comando normalmente é exercido pelo homem mais capaz, uma vez que os ciganos respeitam acima de tudo a inteligência. Este homem é o Kaku e representa a tribo na Krisromani, uma espécie de tribunal cigano formado pelos membros mais respeitados de cada comunidade, com a função de punir quem transgride, a rígida ética cigana. A figura feminina tem sua importância e é comum haver lideranças femininas como as phury-day (matriarca) e as bibi (tias-conselheiras), lembrando que nenhum cigano deixa de consultar as avós, mães e tias para resolver problemas importantes por meio da leitura da sorte.
Esse povo canta e dança tanto na alegria como na tristeza pois para o cigano a vida é uma festa e a natureza que o rodeia a mais bela e generosa anfitriã. Onde quer que estejam, os ciganos são logo reconhecidos por suas roupas e ornamentos, e, principalmente por seus hábitos ruidosos. São um povo cheio de energia e grande dose de passionalidade. São tão peculiares dentro do seu próprio código de ética; honra e justiça; senso, sentido e sentimento de liberdade que contagiam e incomodam qualquer sistema.

O líder de cada grupo cigano, chama-se Barô/Gagú e é quem preside a Kris Romanis (Conselho de Sentença ou grande tribunal do povo rom) com suas próprias leis e códigos de ética e justiça, onde são resolvidas todas as contendas e esclarecidas todas as dúvidas entre os ciganos liderados pelos mais velhos. O mestre de cura (ou xamã cigano) é um Kakú (homem ou mulher) que possui dons de grande para-normalidade. Eles usam ervas, chás e toques curativos. Os ciganos geralmente se reúnem em tribos para festejar os ritos de passagem: o Nascimento, a Morte, o Casamento e os Aniversários; e acreditam na Reencarnação (mas não incorporam nenhum espírito ou entidade). Estão sempre reunidos nos campos, nas praias, nas feiras e nas praças.

O misticismo e a religiosidade, fazem parte de todos os hábitos da vida cigana. A maior parte deles acredita em um único deus (Dou-la ou Bel) em eterna luta contra o demônio (Deng). Normalmente, assimilam as religiões do lugar onde se encontram, mas jamais deixam de lado o culto aos antepassados, o temor dos maus-olhados, a crença na reencarnação e na força do destino (baji), contra a qual não adianta lutar. O mais importante para o Povo Cigano é interagir com a Mãe Natureza respeitando seus ciclos naturais e sua força geradora e provedora.

A sexualidade é outro ponto importante entre os ciganos. E, ao contrário do que se imagina, eles têm uma moral bastante conservadora. Alguns mitos antigos falam da existência das mães-de-tribo, que tinham um marido e um “acariciador”. Outros falam das gavalies de la noille, as misteriosas noivas do fim de noite, com quem os kakus se encontravam uma única vez, passando desde então, a ter poderes especiais. Mas o certo mesmo é que os ciganos se casam cedo, quase sempre seguindo acordos firmados entre as duas famílias. Não recebem nenhum tipo de iniciação sexual e ter filhos é a principal função do sexo. Descobrir os seios em público é comum e natural, mas nenhuma mulher pode mostrar as pernas, pois da cintura para baixo todas são merimé (impuras). Vem daí a imposição das saias compridas e rodadas para as mulheres, que também são proibidas de cortar os cabelos, e nunca sentam à mesma mesa que os homens. Ironicamente, como praticantes da magia e das artes divinatórias, são elas que cada vez mais assumem o controle econômico da família, pois a leitura da sorte é a principal fonte de renda para a maioria das tribos. O resultado é uma situação contraditória, em que o homem manda, mas é a mulher quem sustenta o grupo.

Os Ciganos são “povos das estrelas” e para lá voltarão quando morrerem ou quando houver necessidade de uma grande evacuação. Há milênios eles vem cumprindo sua missão neste Planeta, respeitando e reverenciando a Mãe Natureza, trocando e repassando conhecimento. Eles pregam a necessidade urgente de pisar na superfície desse lindo “planeta água” (símbolo da emoção e da sensibilidade que preenche nossos corações) observando não só a violência praticada contra as minorias, como também os incríveis gestos de solidariedade humana mostrados via satélite ou pela Internet, na mesma velocidade da luz ou do pensamento humano, nessa era de virtualidade nem um pouco caracterizada pelas mais elementares virtudes.


OBS.: este texto foi retirada de uma Palestra apresentada pela Cigana Sttrada ( do clã Kalon) na 7ª edição do “Encontro para a Nova Consciência”, em Fevereiro de 1998, em Campina Grande-PB

Se despir para se vestir e revestir de AXÉ


Axé turma! O clima está mudando… está mais frio, as noites estão mais geladas, o sereno nos visita e, mais uma vez, vivenciamos a São Paulo da garoa.
Consequentemente, os ambientes ficam mais fechados, os agasalhos saem dos armários, os sapatos fechados e emborrachados são mais usados, gorros, luvas, xales, cachecóis começam a fazer parte da paisagem e assim por diante, nada de mais e ainda necessário nesses dias tão frios. No entanto, para os trabalhos caritativos espirituais, para a Umbanda, ou melhor, para uma gira de Umbanda, essas vestimentas atrapalham consideravelmente todo um trabalho.
É fato, a Umbanda movimenta intensa energia, seja nas defumações transformando e harmonizando a energia do ambiente, seja no nosso campo energético, emocional e espiritual com os passes espirituais, projeções energéticas naturais, danças e movimentos, seja durante os cantos, incorporações ou  rezas. Tudo, até mesmo um ingênuo estalar de dedo ou uma simples forma de pisar no chão, tem e projeta uma energia específica capaz de efeitos surpreendentes.
Portanto, quando um consulente entra em consulta vestido com aquele ‘super’ casaco de nylon, couro, preto, cinza, entre outros, a energia projetada pelo Guia Espiritual, aquela que é irradiada pelas palmas das mãos, pelo estalar dos dedos, pela pemba, pedras, erva ou fumaça, é bloqueada pelo casaco, pelo elemento plástico do nylon e ainda absorvido pela cor preta por exemplo, não alcançando o campo áurico e o duplo etérico da pessoa.
O Guia até tenta projetar a energia estalando mais e mais forte os dedos, trabalhando nos lugares descobertos como as palmas das mãos do consulente, enfim, o Guia se esforça, mas fica muito mais difícil a troca e irradiação energética.
A mesma coisa e ainda pior acontece com os sapatos que, além dos consulentes usarem mais fechados ou se recusarem a tirá-los ao entrar no congá devido ao frio, os próprios médiuns muitas vezes usam sapatilhas, meias ou tênis com solados de borracha o que propicia um isolante entre o médium/consulente e a terra/chão perdendo toda a energia de descarga, proteção e equilíbrio que a terra propicia para nós, médiuns e consulentes.
Reflitam, a terra, ou seja, o chão do terreiro representa uma espécie de ‘fio terra’ nos descarregando diante de uma sobrecarga negativa, também é através dela que recebemos fluxos magnéticos ancestrais, como as irradiações de Obaluaye, orixá da terra e água; vibração de Exu, força terra e fogo; qualidade de Obá, orixá guerreira que vibra através da terra e ar; Oxóssi, terra e vegetal; Nanã, água e terra… Enfim, a Terra é intensa e importante energia que, por falta de orientação, instrução e percepção, é isolada com uso da borracha que muitas vezes está nos solados dos calçados dos médiuns e consulentes, portanto, um descuido exacerbado.
Muitas vezes ainda, os xales, cachecóis, gorros e luvas também dificultam o trabalho espiritual e energético dos Guias. Já presenciei, por exemplo, a dificuldade de um Guia para cruzar o chacra laríngeo de um consulente que usava um belíssimo cachecol durante a consulta, e a mesma coisa se dá com os gorros que fecham a visão e sensibilidade do chacra coronário, ou ainda com os xales que, além das mesmas dificuldades é um perigo quando os relacionamos com as velas, ou seja, o fogo. Forte e imprescindível elemento natural usado pela Umbanda em suas giras.
Solução…
A melhor solução é que os consulentes tirem seus casacos, acessórios de inverno, calçados e venham de coração quente e pulsando ao encontro dos Guias.
Que os médiuns, na necessidade do calçado procurem solados naturais e na não necessidade, que sintam a força e o verdadeiro prazer em pisar na terra sagrada de seu terreiro.
Por fim, que os dirigentes, sacerdotes, mães e pais espirituais se preocupem com as giras promovendo melhor assimilação, absorção e manifestação de todos e, deste modo, que orientem a assistência, instruam seus médiuns e vivifiquem o Sagrado, a Força, o Mistério e o Encanto da Umbanda em seu terreiro.
Escrito por Monica Caraccio

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Caracteristicas dos Boiadeiros


Caracteristicas dos Boiadeiros
Bebidas
jurema, aluá, meladinha (cachaça, limão e mel), garapa, água de coco e aguardente de boa qualidade.
Comidas secas
rapadura, jabá (carne seca), camarões fritos, paçoca, rolete de cana, carne seca desfiada, melaço, torresmo, carne seca frita etc.
Composição
não tem estrutura organizada.
Cor
a gosto da entidade.
Cor da guia
colar de couro, sementes, dentes de animais.
Data comemorativa
não possuem. Estão sempre nas giras de festivas de Caboclos ou quando solicitados.
Dia da semana
domingos e feriados.
Ervas utilizadas
conhecem um pouco sobre ervas curativas.
Expressão
másculo, jovial, valente, ingênuo, sincero, companheiro, alegre, festeiro, namorador, respeitador, trabalhador.
Flores
ao gosto da entidade.
Força da natureza
apreciam a natureza campestre, cavalos, bois e aves. Despreocupados, confiam no Boiadeiro Maior – Zambi.
Frutos
ao gosto da entidade.
Hierarquia
obedecem ao Guia-chefe do Templo onde estão arranchados e ao Boiadeiro-chefe.
Indumentária
gibão de couro, chibata, rebenque ou relho, corda, bota, avental de couro, calça e colete também de couro.
Local preferido
proximidade das propriedades rurais de criação de gado ou lavoura, nos rodeios onde peões se exibem.
Mineral
nada específico.
Planeta
admiram o Sol, a Luas e as Estrelas.
Pontos cantados
catalogados, existem mais de 190 pontos. Dezenas de outros estão perdidos, muitos improvisos não foram decorados ou gravados.
Pontos riscados
não tem.
Saudação
“Xetro Marrumbaxetro ! Xetro Marrumbaxetro ! Xetro Marrumbaxetro !”“Getruá ! Getruá ! Getruá !”
As bebidas oferecidas variam conforme a manifestação:Boiadeiro nordestino – cerveja, cachaça , os dois em coité
Gaúcho – chimarrão em cuia própria
Pantaneiro – tererê , mate frio em chifre.
Cores velas: Laranja
Oração dos Boiadeiro
Chetúa.
Meu amigo Boiadeiro! Tu que guia teu gado pelas porteiras dos caminhos de Ogum, que passa por rios, sob Sol e chuva com seu berrante anunciar tu chegada, com teu chicote em punho, hábil com o laço e não deixa demanda criar ajuda-me nesta hora, abra as porteiras de meus caminhos, traga no teu laço aqueles que me querem mal, que na sua chibata haja justiça de minha causa. Que eu encontre em meus caminhos a solução pros meus pedidos.
Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei



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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.