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sábado, 29 de junho de 2013

Desafios de um Dirigente




Na assistência, cinquenta ou cem pessoas aguardando atendimento, não faz tanta diferença para quem está ali prestando a caridade. Fora o tempo que inevitavelmente vai alongar-se nesse propósito, a energia gasta sempre é reposta pela bondade divina. Quanto ao cansaço físico, nada que um bom banho, um alimento saudável e uma noite de sono não possam refazer. Os consulentes que vem com suas cargas, seus acompanhamentos espirituais e seus problemas e que buscam ali no terreiro o conforto ou até a suposta solução, não são o real desafio para o dirigente umbandista.

O verdadeiro desafio para o exercício dessa tarefa é a administração da Casa e da corrente mediúnica, por menor que ambas possam ser. As dificuldades materiais de manutenção e conservação de um ambiente saudável e acolhedor se misturam a de manter os médiuns unidos, sob o mesmo propósito com todas as diferenças de personalidades que inevitavelmente existem entre eles. Sem contar que ali estão "filhos" espirituais sob sua responsabilidade.

Que dizer então quando nos vem médiuns com deficiências físicas que dificultam ainda mais o trato e desenvolvimento de sua mediunidade? Isentar-se de recebe-los e assim não permitir que cumpram sua tarefa mediúnica? Aceitar o desafio sob o risco de não termos a sabedoria suficiente para  realmente ajuda-los?

A nossa vida , no geral é um eterno desafio e tornar-se um dirigente umbandista é um dos maiores que conhecemos, visto que além da responsabilidade com os dois mundos temos ainda nossa  consciência em débito com o passado delituoso.

Médiuns saudáveis e perfeitos nos dão a liberdade de ensinar e cobrar atitudes dentro da corrente. Mas o que dizer quando  o dirigente espiritual de nossa Casa, nos incumbe de colocar para desenvolvimento na corrente, médiuns que possuem deficiências físicas mas que precisam dessa ajuda?

Seus históricos: - Um deles, depois de formado em odontologia e já exercendo a função, após uma cirurgia cerebral pra retirada de um tumor, restou sequelas que dificultam seu andar e equilíbrio, além de ter perdido o movimento da mão esquerda. O outro descobriu problema renal ainda muito jovem e após dois transplantes de rim com rejeição, sobreviveu ao terceiro, mas perdeu a audição tornando a comunicação muito difícil.

Ambos esforçados em ajudar, se doam incondicionalmente e por vezes, de maneira mais atuante que os outros médiuns, auxiliando na energia das giras. São irradiados pelos seus guias e tem uma percepção do mundo espiritual muito confiável. Mas é inevitável a dificuldade que nos assalta, desde fazer-se entender por um deles até a falta de agilidade do outro. Fora isso, tem a história da inclusão. É importante que estejamos sempre atentos para que não se sejam diferenciados dos demais e também que possam sentir-se úteis.

Em dado momento, ambos já tentaram se afastar, pela dificuldade que a tarefa lhes impunha. Novamente entregamos nas mãos de Deus e eles acabaram voltando e ficando. Deduzimos então: - São nossos  filhos mesmo! E agora, pródigos!

Sabemos que, como nós, existe  um sem número de terreiros cujos dirigentes passam por dificuldades semelhantes, quando não maiores ainda, em relação à corrente mediúnica. Problemas que lhes tiram o sono e exigem horas de reflexão.  Diante disso nos resta acreditar naquilo que os bondosos guias sempre repetem: - a cruz nunca terá o peso  maior do que as costas possam suportar. Além de que, são lições cujo aprendizado nos conduz à evolução.


Leni -2008   TUVA

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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.