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terça-feira, 30 de julho de 2013

Por que nos dizemos bruxos e bruxas?

O termo bruxaria é um termo que sempre desperta reações. Ele está tão associado a coisas “escuras e
maléficas” que algumas pessoas questionam se devíamos mesmo usar este  termo para identificar estas práticas neopagãs que fazemos uso, como instrumental de nossa ligação com a DEUSA.
Mas voltemos ao passado, vamos voltar ao tempo em que mulheres e homens diferentes, que incomodavam os poderes estabelecidos, eram cruelmente torturados.
Poucos percebem que a tortura, para confessar bruxaria, era uma tortura similar a que os serviços secretos ainda usam hoje, para extrair informações sobre as reais práticas dos que eram depois
sacrificados a fogueira, num ritual necromante, para imprimir na anima mundi, na alma do mundo, um medo à magia, ao conhecimento dos povos naturais.
 
 
O saber dos povos naturais foi progressivamente sendo destruído por um conluio de forças que tem uma de suas principais forças começando a atuar no pacto nefasto de Júlio César e seus asseclas com Cleópatra e seu clero, quando os conhecimentos passaram a ser sistematicamente perseguidos e um simulacro de religião foi criada, com nítida função de criar servos, de dominar.
Os exércitos de guerreiros iam se tornando mercenários brutais e os sacerdotes iam se tornando mercadores de almas.
Júlio César destrói a biblioteca de Alexandria e então mais tarde, o Império Romano assume a religião cristã, isto é, cria uma versão da religião cristã para si, e com as armas, a vocação das
legiões ainda em sua egrégora, sai a destruir Cátaros, Albigenses e depois cruzadas rumo ao Oriente, guerras de conquista, a invasão destas terras “brasilis” e de todo o continente, a escravização ou massacre de populações nativas tanto aqui como na África.
Fomos doutrinados para crer que o saber dos povos nativos é inferior, selvagem, supersticioso, que só a gloriosa tradição do positivismo vinda dos conquistadores é válida.
Essa prisão já foi imposta no próprio continente de onde vem os conquistadores, ali já perseguiram e julgam ter destruído todos os elos do saber dos povos nativos que ali também viveram.
Julgam que o racionalismo venceu e o saber místico e mágico foi erradicado.
Rindo disso, em lugares sagrados, dentro de capelas e igrejas que os conquistadores construíram em cima de lugar de poder, herdeiros e herdeiras desse Saber Ancestral continuam ritualizando e
ao ritualizarem reatualizam o mito.
Então a Era Industrial, os paradigmas da Era Industrial tomam os povos, as cidades crescem, as pessoas vão perdendo o elo com os campos, com a natureza. Poucos se lembram que é o ouro arrancado do Brasil, sob a vergasta do conquistador, com o sangue dos escravos índios e africanos, que migra de Portugal para a Inglaterra e faz acontecer a Revolução Industrial.
O mundo muda, os paradigmas mudam, o povo natural é ainda mais desprezado e seu saber relegado a condição de superstição grosseira.
O orgulhoso materialismo positivista arrogantemente pretende dizer o que é real e o que não é. Onde devia dizer ”não entendo”, ou “sequer percebo” dizem “não existe”.
Campos, pagus, pagãos, povos dos campos, em sintonia com a vida, com a natureza. Tais valores passam a ser tido como menores, sinal de atraso.
Urbes, cidades, povos urbanos, isolados da natureza, mas ainda dela dependem. O povo da cidade é tido por culto, intelectualizado.
O mundo passa a ser dividido em nações “desenvolvidas”, “industrializadas” e nações ”subdesenvolvidas”, “não industrializadas” .
O preço dessa “revolução industrial” é visível hoje na destruição da camada de ozônio, na extinção de espécies animais e vegetais, num caos social que gera violência e tensão em várias escalas.
Pergunto-lhes: Teria acontecido uma revolução industrial como essa, em povos com a ligação plena da Terra como os nativos?
A Revolução Industrial aconteceu na forma que ocorreu porque a Vida e a Terra foram coisificados. Pessoas se tornaram “mão de obra” e a Natureza “fonte de matéria prima”.
E cá estamos neste caos ecológico e social tremendo, que combinados com as potentes armas que existem podem exterminar toda a vida sobre a Terra.
É total ilusão acreditar que o modelo da revolução industrial é o único modelo possível de desenvolvimento tecnológico.
Os bruxos e bruxas foram mortos, seus saberes perseguidos e quase extintos porque falavam de uma realidade viva, de uma natureza viva e consciente e assim, os caminhos que propunham eram caminhos aonde a tecnologia viria na forma de uma tecnologia branda, não agressiva ao
meio ambiente, onde os seres humanos continuassem a desenvolver um estilo de vida que não fosse o dos escravos e senhores, perpetuados em diferentes formas na presente organização social.
A guerra entre conquistadores e povos nativos sempre foi uma guerra pelo controle da realidade.
Os povos nativos em sua quase totalidade optam por abordagens harmônicas e empáticas com a natureza, enquanto os povos conquistadores estão sempre preocupados com seu poder e subjugação de outros, pouco percebendo o que acontece a sua volta além de seus interesses, tendo sempre atitudes desarmônicas.
A partir dos valores dos povos nativos, hoje usando mesmo alguns dos conhecimentos oriundos desta civilização tecnológica que aí está, podemos criar uma outra realidade, onde o mundo pode
continuar seu fluxo, sem necessitar deste modelo de destruição progressiva que hoje domina.
Utopia?
Não, magia!
Outros povos desenvolveram outros estilos tecnológicos, Maias, Anassazi e outros povos que migraram para outras condições da Realidade quando do inicio das crises neste mundo, desenvolveram estilos de tecnologia que hoje fazem parte do chamado “fenômeno ufológico”
tema que um dia abordaremos aqui, “Bruxaria e ufologia”.
Nós ficamos presos nesta senzala, que é a pretensa realidade, mas outros povos migraram para outras condições da realidade, outros mundos e dimensões e ali continuaram seu ciclo evolutivo.
Nos visitam quando os conquistadores de plantão cochilam. 
Estamos entrando na Era Pós
Industrial.
Touraine, Toffler, Domenico de Masi, são muitos os que abordam este fato, que a Era Industrial fica para trás como um parêntese num caminho que liga os paradigmas da nova fase histórica com os da
chamada “primeira onda” de Toffler, valores como busca de uma produção orgânica, valorização do sentir e da intuição tanto quanto do pensamento sistematizado, enfim valores ecológicos , voltam a ser respeitados e considerados vitais para a sobrevivência saudável do ser humano, pois basta um
olhar crítico sobre o mundo para perceber que a sociedade que vivemos não é saudável.
E o suporte filosófico e místico não vem de religiões dogmáticas que foram usadas através do tempo para dominar as pessoas, onde culpa, medo e insegurança são estimulados nos (as) ”seguidores”.
O neopaganismo, a religião da Terra, o religar-se à Terra enquanto ser vivo e consciente é um caminho que leva à MAGIA e a VIDA.
Em homenagem sincera a tantas mulheres valorosas, homens corajosos, que entregaram suas vidas às chamas, que resistiram a tortura, mas nada revelaram dos SEGREDOS, em homenagem a estes
heróis e heroínas que com seu sacrifício salvaram outros para que a tradição continuasse nos chamamos bruxos e bruxas.
Porque hoje podemos, nós suas herdeiras espirituais, dançar em praça pública dizermo-nos publicamente pagãs e sentir que uma nova fase da História se aproxima nos dizemos bruxos e bruxas.
E podemos ver além da confusão que os que sabem que vão perder o poder estão criando para que não percebamos o SOL da primavera retornando, porque temem a verdade, a constatação esta civilização construída no gelo da ganância e egoísmo, ruirá por si.
Os que fizeram seus impérios e suas armas de poder no gelo da realidade vazia e estéril que criaram temem que redescubramos a magia, pois o calor da magia os ameaça pela sua simples existência.
Por isso nos chamamos Bruxos e Bruxas, por isso temos caldeirões e colheres de pau, pilões, vassouras e outros instrumentos que usamos para tecer nossas magias, porque nestes simples ato deixamos nossa condição isolada e nos irmanamos em vasta corrente que além do tempo e espaço conectada está com a Deusa.
Pois em cada ato mágico, em cada rito que ritualizamos uma onda de energia vence tempo e espaço e toca nossos antepassados espirituais enquanto ardem na fogueira dos conquistadores, com nossa magia viva hoje lhes dizemos:
 
“Coragem,
venceremos!”
 
Fonte: http://cassiafiletti.wordpress.com/2007/10/07/por-que-nos-dizemos-bruxos-e-bruxas/

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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.