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sábado, 20 de novembro de 2010

OS TRABALHOS DE SEU JOSÉ PELINTRA

Que a paz de Deus nos ilumine, nos abençoe e nos mostre o caminho do progresso, da paz e do amor.

Esta é a proposta repetida incansavelmente em todas as ocasiões em que há oportunidade, trazida pelo Plano Espiritual através do Mestre Zé Pelintra: a busca da felicidade, do amor e do equilíbrio. Tem havido pedidos e pedidos, explanações e explanações acerca dessa busca.

Seu Zé Pelintra sempre deixou muito claro que vocês são a proposta da casa, que a casa é de vocês, é para vocês. Se vocês estão plantando, estão colhendo, mas também têm que aprender a comer dos frutos que estão produzindo. A minha intenção é fazer uma homenagem ao Zé por esse dia, mas a minha homenagem não se limita à pessoa dele; ela se estende ao progresso do trabalho de vocês, em especial, já que estou aqui entre vocês. Como ele cuidou, tratou e conquistou cada um de vocês, com segurança, afeto, carinho; como ele os organizou e foi, paulatinamente, espremendo o trabalho para que chegasse ao processo em que está... “Ontem”, há um ano, vocês estavam fazendo a camarinha do pai-pequeno, pois Seu Zé Pelintra lhes disse que, por terem um terreiro, precisavam de um pai-pequeno. Hoje, será entregue a Seu Zé Pelintra o estatuto da casa. A Casa vem passando por etapas e etapas, etapas e etapas.

Eu me lembro muito bem de quando ele virou para os filhos e disse: “Está na hora de alugar o local apropriado, e Seu Zé Pelintra garante a segurança financeira da casa”. Essa segurança nunca faltou. Eu me lembro bem de quando, em uma noite de reunião pública, em uma sexta-feira, ele perguntou aos filhos: “Quanto dinheiro vocês têm?”, e os filhos responderam: “$810”. Na hora de abrir os trabalhos, ele disse assim aos filhos: “Hoje, eu garanto $1.000”. Quando o trabalho acabou, Exu Mirim perguntou: “Quanto dinheiro vocês têm agora?” E a resposta de vocês: “$ 1.005.” Então, não é só o carinho no aspecto moral, ou a assistência moral aos filhos, mas o Seu Zé lhes dá assistência e carinho em todos os sentidos. Isso não é um privilégio para vocês; é responsabilidade.

Se, na vida, nada é ao acaso; se, na vida, tudo tende a acrescentar ao nosso progresso e conhecimento, qual será o significado do relacionamento que cada um de vocês tem com os espíritos? Por que a vida os colocou exatamente neste ponto, em que vocês têm o conhecimento de uma doutrina e têm um intercâmbio espiritual aberto em todos os aspectos, a todos os assuntos? Analisem bem o que estou dizendo—o que cada um de vocês está passando nesse momento, nessa etapa da sua vida, é muito sério.

Para falar sobre o Zé Pelintra, teremos que voltar ao Brasil colonial. Seu Zé Pelintra é uma Entidade que trabalha desde antes mesmo de o Brasil ter-se emancipado dos europeus, quando tudo já estava programado para a formação da cultura brasileira. Nesse período, esse amigo já estava trabalhando na área Espiritual, preparando, administrando. Quando explodiu, através da miscigenação de culturas, de raças, de crenças e de fenômenos, a enorme diversidade de cultos espiritualistas que o Brasil acomoda de sul a nordeste, lá surgiu a figura “Zé Pelintra”. De sul a nordeste: do catimbó à mesinha, do culto a Mariana ao da Jurema, no Candomblé, no Keto, na Umbanda, na Quimbanda, na magia, no Toré, no Jejê... seja qual for o nome, lá está a figura desse homem, advogado da Umbanda. Um espírito que se “materializou” para o crescimento de um culto, para o crescimento de um povo.

O nome “Pelintra” vem da esperteza, do exemplo da “materialização” desse espírito que nunca vai concordar que você tem um problema, porque ele sempre sabe ajudá-lo, de alguma forma, a entender que esse “problema” tem solução. Na qualidade de Exu, Seu Zé Pelintra abre a gaveta, fecha a gaveta, e entra na sua vida física. Muitos são os cultos sem estrutura dentro dos quais ele desperta a confiança pela amizade sincera que presta. Uma coisa é você dar um explicação, outra coisa é você nunca dar uma explicação e ganhar a confiança de todos no dia-a-dia.

Como muitas Entidades, Seu Zé Pelintra trabalha com uma falange imensa de trabalhadores que assumiram o mesmo propósito de lá para cá; não só o mesmo propósito, mas eles também assumiram a mesma figura, a mesma personalidade, a mesma vestimenta. É muito difícil, até para mim, falar “esse é o Zé”, dentro de uma falange enorme de Espíritos que assumem a mesma roupagem e trabalham sob uma mesma falange, com o mesmo nome. Não é de se estranhar que ele possa reconhecer consulentes de anos atrás, através da mediunidade desse menino, o meu aparelho; o espírito pode não ser o mesmo, mas a ligação entre os espíritos trabalhando na mesma falange é completa.

Gostaria de falar sobre Seu Zé Pelintra nos Estados Unidos, na área espiritual da formação e estrutura da Colônia de Assis, que acomoda essa Seara de Caridade: há 32 anos, o Seu Zé Pelintra tinha um terreiro na cidade de Long Beach, nesse estado. O meu aparelho teve a oportunidade de saber dessa história há um ano, através de um senhor americano de 80 e poucos anos que trabalha com o Caboclo Águia Branca e descobriu que alguém estava atendendo com o Zé. Esse senhor contou que um homem tinha um terreiro em Long Beach, do qual o Seu Zé Pelintra era o chefe, desenvolvendo americanos no trabalho; não só esse senhor, mas vários outros americanos trabalhavam com caboclos, na época. O homem desencarnou e o trabalho acabou. O senhor a quem me referi não consegue vir aos trabalhos de vocês por questão de saúde, mas ele ainda mora na mesma cidade, até hoje. Depois de um tempo ele ainda continuava a trabalhar com o caboclo, mas, como vocês podem entender, por falta de apoio e suporte, ele
parou.

Um belo dia no apartamento do cavalo chega uma senhora com o seu filho, de 30 anos. Ele chega no pé do Seu Zé, que lhe diz: “Eu o atendi quando você tinha 8 anos”, na cidade de Marina del Rey, nesse mesmo estado. Ou seja, há vinte e poucos anos o Seu Zé já trabalhava em um terreiro, nessa cidade, através de uma médium que também já faleceu.

Esses exemplos que estou dando servem para que vocês vejam o que já estava sendo formado espiritualmente, o que estava sendo construído espiritualmente, desde épocas remotas. Passa um tempo e chega um rapazinho que recebe o Seu Zé. Atende uma pessoa, atende outra e hoje vocês estão aqui, na casa de vocês. Como eu já disse, antes eu punha fogo em uma frigideira de passar bifes, em um apartamento, e hoje eu ponho fogo no meu caldeirão, no templo de vocês. Seu Zé Pelintra é muito perseverante e trata todos com um carinho imensurável.

É difícil falar muito da imagem que ele representa, mas eu quero que vocês analisem que todos nós estamos em uma etapa determinada de nossas vidas, e que se você tem um convívio com um Espírito como o Zé, medite sobre o significado daquilo que os espíritos lhe dizem e sobre como essas mensagens interferem no meio do seu caminho. Você seguia seu caminho, chegou em um ponto e teve essa experiência, esse contato, e o seu caminho continua—o que esse contato pode fazer mudar na sua caminhada? Em que esse contato pode ajudar seu trajeto em busca da evolução?

Como Deus é bom! Não é privilégio de ninguém e muito menos queremos dizer que essa Casa é uma Seara de espíritos de luz; mas a essência pode fazer uma grande diferença.

Que a paz de Deus e todas as falanges desse negro possam abençoar esse trabalho e possam sempre iluminar o caminho de vocês, protegendo e amparando as suas necessidades.

É meia noite, meu galo cantou, meu Orixá me chama. Exu riê. Que Oxalá do alto os ilumine e abençoe, sempre. Graças a Deus.
Fonte: Arquivo do Grupo Boiadeiro Rei

Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei

Tipos de Aura

 chakraseaura
AURA: - Etimologia: lat. aura,ae 'vento brando, brisa, o ar, sopro, hálito, brilho.

- Suposta manifestação de substância etérea que irradia de todos os seres vivos, somente perceptível por pessoas de sensibilidade especial.
- A AURA não é um corpo, é a manifestação energética de um determinado corpo.
CAMPO: - É o espaço de ação, o plano, a dimensão onde se manifestam os veículos e energias adjacentes dos mesmos. No caso especifico deste estudo trataremos com 3 campo:campo etérico, campo astral, campo mental.

TIPOS DE AURA:
AURA ETÉRICA: O Duplo Etérico é uma cópia perfeita do corpo físico, molécula por molécula, é um elo de ligação, intermediário entre dois corpos de planos distintos no caso O CORPO FÍSICO e o corpo astral. Pois esse duplo etérico também tem uma aura de manifestação.

Leia mais sobre Aura em Mais Informações
É a força vital que mantém o corpo físico ativo e energizado, manifesta-se no campo etérico, junto com o duplo etérico, que é mostrado na figura ao lado e que possui 4 camadas de densidades diferentes.
 A aura etérica interpenetra essa estrutura do Duplo Etérico, ela é a energia cósmica, energia vital, um quantum energético que ao nascer uma pessoa trás (ela completa, tem aproximadamente 60 cm além da derme de diâmetro) na medida que o tempo passa ela vai se consumindo.  Quando acaba totalmente ou parcialmente o corpo físico perde a vitalidade e a vida se esvai libertando o corpo astral e mental. O duplo etérico se desprende do corpo físico e se desintegra aos poucos.
 Portanto essa energia vital  extrapola o duplo etérico alguns esotéricos chamam de AURA ETÉRICA, ela representa a vitalidade do corpo físico o potenciômetro das reservas energéticas do nosso organismo, portanto as informações que ela oferece a um clarividente, é meramente de natureza funcional e mecânica.
Sua luminosidade é próxima do Cinza Azulado por vezes prateado, lembra uma leve bruma, uma fumaça de incenso, não fosse pela sua opacidade e pela sua maneira de se mover. Porém é preciso dizer que a AURA ETÉRICA (Perietérico) é a matéria fluidificada.
Quando a aura etérica  abre um buraco no corpo, deixando um órgão físico sem essa energia, acontece a parada de funcionamento desse órgão por falta de energia, e o corpo pode entrar em falência, como é o caso de um ataque cardíaco.
A medicina atual, possui drogas que corrigem a distribuição dessas energias, e mantém o coração com energia para cadenciar os movimentos de sístole e diástole.

A aura etérica não possui variantes de cores misturando-se, porque ela não reflete as emoções e sentimentos. Portanto possui uma cor única, mas os chakras etéricos emitem cores variadas no duplo etérico e essas cores são manifestações do funcionamento do corpo físico, é natural pela sutileza dos campos que a aura etérica (perietérico) recebe esse reflexo das cores oriundas das manifestações do duplo etérico.
Por isso é comum alguns clarividentes confundirem a aura etérica com o Corpo Etérico (Duplo Etérico) e outros não distinguirem um de outro, alegando a existência de um só.
Esta aura etérica reflete em luminosidade e tamanho o estado de saúde física da pessoa. Já o Duplo Etérico é o campo de atuação dos CHAKRAS ETÉRICOS, vórtices responsáveis pela usinagem molecular das células dos órgãos físicos.
A AURA ETÉRICA, é conhecido por outros nomes:PERIETÉRICO, VITALIDADE, PRANA. (Veja link direto sobre o assunto com mais detalhes)


AURA ASTRAL:
Aura das emoções e dos Sentimentos.
É conhecida também por aura emocional e é a manifestação do corpo Astral.
Forma um ovo áurico em volta do corpo. Sua grande mobilidade, suas colorações de variações infinitas são sinais que a distinguem.
Devemos considerá-la como o espelho das paixões de um indivíduo, pois fornece o reflexo exato de seu ego inferior ou personalidade.
Por isso a dificuldade de ler uma aura, pelas tempestades, maremotos, variações de todos os tipos, está sempre em constante mutação, de acordo com as emoções do seu dono.
 A aura se estende, segundo a potência magnética, mental e espiritual, desde o diâmetro de centímetros, metros e em casos especiais quilômetros. Segundo a potência energética e vibratória do ser, são suas múltiplas e variantes cores. De acordo com seu valor material, é sua disposição radial, desde a forma similar à imagem representada até o oval perfeito.
É compreensível que a aura pessoal de cada coisa ou ser tenda a formar agrupamentos; esta não é uma lei astral, e sim uma lei universal; então cada família, cada agrupamento, cada cidade, cada nação e cada continente, tem sua aura característica. Isso chama-se SINTONIA VIBRACIONAL e neste contexto se encaixa a LEI DA ATRAÇÃO.
A aura astral é a cédula de identidade dos seres e das coisas. Como uma impressão digital, não existem duas auras exatamente iguais, embora elas se agrupem, por possuírem as mesmas vibrações, as mesmas cores básicas, uma aura contém suas próprias particularidades.

AURA MENTAL:É a aura da mente, mais estável, esta aura é mais sutil energeticamente e reflete a personalidade fixa do homem, esta aura em termos de cor, brilho, tamanho e luminosidade depende da evolução mental do seu possuidor. Pode variar de 1 metro e 80 centímetros até mesmo a centenas de metros.
Essa aura é o espelho da atividade mental e intelectual, evidencia a raciocínio e os processos de mentalizações do indivíduo.

AURA CAUSAL:É a aura de todas as potencialidades do indivíduo, a aura das causas, do processo que vai se desenvolvendo na pessoa através de suas reencarnações. Reflete as forças inconscientes, a subjetividade. A aura causal resume todo o conhecimento profundo de um ser.
 Esta aura é de difícil detecção, pois é muito móvel e fica afastada do corpo físico, variando entre 2 até 3 metros além do corpo físico. Tem a forma de um trapézio com a base pequena voltada para baixo sendo a parte de cima em forma de uma esfera luminosa. Sua percepção no entanto lembra um portal grande arredondado dos templos sagrados da arquitetura oriental.
Aura integral do indivíduo, AURA KÁRMICA.

AURA DE VITALIDADES DIVINAS:Não é possível falar muito sobre estas radiâncias devida a grande raridade existencial de seres com estas auras. Porém espíritos superiores afirmam serem verdadeiras pontes radiantes entre o mundo inferior e os mundos superiores.Seres no nível de Budas, Cristo.
Conhecida como sétima aura expandida por um ser humano encarnado. Uma luz radiante de tal intensidade que fica difícil descrevê-la, com cintilações douradas.
CORPOS SUTIS:

CONVIVÊNCIA ENERGÉTICA DAS AURAS:As auras são na verdade manifestações, reflexos, emanações dos corpos sutis.
É errado afirmar que uma AURA pertence a um corpo. Podemos afirmar que a aura é um sopro colorido emanado de um corpo sutil.
Por isso podem ser lidas e interpretadas. São padrões vibratórios cada com sua sutileza que se interpenetram.

Uma aura não afeta a outra, embora saiba-se que uma reflete na emanação da outro.
Uma dor de dente, vai afetar o chakra que irá afetar o perietérico que irá refletir a dor emotiva na aura astral que irá também se refletir na aura mental em menor escala.
Por isso é importante não confundir corpo etérico com aura etérica, corpo astral com aura astral, corpo mental com aura mental e corpo causal com aura causal. Cada corpo tem sua emanação energética oriundo dos corpos. Por isso os religiosos sempre dizem; Busquem a verdade dentro de si mesmo. Cada corpo está consciente na dimensão que sua evolução atingir.
Nota-se que os corpos estão um dentro do outro interpenetrados, como os planos dimensionais.
06.02.2  NÍVEIS DE CONSCIÊNCIA:
Cada aura é um reflexo de uma consciência especificada. Isto significa dizer que cada aura é o espelho de uma consciência, da alma ou espírito humano. Cada corpo é uma parcela do homem, e ele vive de acordo com sua evolução.
Os seres humanos em sua grande maioria vivem no nível de sua consciência astral, isto quer dizer que a maioria dos seres humanos vive pelas emoções, impulsos, não usando a reflexão em seus atos. Comparando esses níveis a um ser poderíamos dizer que o ser humano evolutivamente vive entre a infância e a adolescência.
As manifestações mentais e causais no homem normal, está no estado embrionário.
Quanto a maturidade física em termos físicos, emocionais, mentais e intelectuais, é atingida só aos vinte e um (21) anos, porque a cada sete ano um corpo sutil se forma. O corpo etérico e astral se completa dos sete (7) anos até os catorze (14) anos, os outros corpos estão sob forma de germes e vão se desenvolver conforme a vida que levará o ser humano (21 anos o mental).

OUTROS CORPOS:Do fragmento de uma rocha, vegetal, insetos e animais e todos os elementos básicos da natureza, tudo possui sua aura. Um sopro de energia é exalado por tudo que existe no universo.
Portanto é de se observar que a aura de uma Pedra é apenas etérica, de um vegetal etérica mais sutilizada , já os animais irracionais começam a criar uma aura astral conforme a espécie, as colônias de insetos por exemple a aura é coletiva, porque o espírito é coletivo, são emanações vinculadas ao um centro. Um animal já é dotado da consciência de sua existência, da noção de pertencer a um grupo, mas é um saber instintivo, que não lhe permite fazer abstração.
Nos animais mais próximos dos homens, os domésticos, o papel do ser humano, é fundamental para ajudar na evolução, na criação de uma consciência, através do carinho, do amor. Aliás o amor é a chave mestra da evolução.

POR QUE LER A AURA?

CONSCIENTIZAÇÃO:A leitura da aura envolve um problema ético, não deve ser considerado um PODER. Não deve ser instrumento para dominar e sim para servir ao próximo.
Por isso a pergunta: Por que e para que ler a Aura? – Para ajudar ao próximo, nas suas deficiências e fraquezas. Não para descobrir intimidades que se estão ocultas, cabe a quem as oculta torná-las públicas usando o seu pelo livre-arbítrio.
Neutralidade é uma regra de ouro para quem LÊ a aura.

CAMPOS DE ATUAÇÃO:
Na psicologia, pode servir para alertar aos coléricos, ansiosos, nervosos, sobre uma conduta errada, até inconsciente.
Para diagnosticar doenças, ver bloqueios energéticos, parasitismo, perceber as Larvas astrais, mecanismos de doenças penetrando pelo astral e chegando até o etérico e penetrando no corpo físico.

É preciso salientar que o corpo etérico é uma cópia fiel do corpo físico, para um coração físico, possui um coração etérico, nos outros corpos esta cópia não é colocada em termos de cópias como entendemos, existe na realidade um aglomerado energético, ligados aos órgãos etéricos. Esses aglomerados são embriões dos órgãos etéricos e físicos. Quando o corpo físico deixa de existir, o corpo astral recria automaticamente um corpo análogo idêntico, por uma questão de necessidade, essa reação é em cadeia e feita imediatamente após a morte.
Não são os olhos físicos que percebem a aura, mas o nervo ótico. As glândulas responsáveis são pineal (efífese) e pituitária (hipófise).

AS CORES:
Esse é um dos pontos mais polêmicos da Leitura da Aura. A leitura da aura, é precisa, mas a divulgação de interpretações variadas faz com que as pessoas tenham várias informações de uma determinada cor. As cores não são estáticas, possuem nuances, transformações, formas, brilho e tonalidades além de combinações com outras cores. Devida a infinidade de nuances, cabe pedir as pessoas que parem de dizer:” Essa cor significa tal coisa ...” – Isso é querer simplificar e acaba gerando contra-sensos. Outro detalhe que deve ser observado é classificar uma cor como NEGATIVA. Uma cor não é negativa por si só. Existem nuances, limpidez, tonalidades que devem ser levadas em considerações na hora de uma leitura.
Exemplo: O vermelho poderá sigficar espírito de liderança como cólera. Portanto cuidado com as tabelas sobre as cores das auras.
Obs: Conforme o grau que o clarividente usa, pode-se perceber as auras gradativamente. Conforme o treino pode-se perceber só a aura etérica, ou só a astral e assim sucessivamente as outras.

VERMELHO:O vermelho é uma cor que mais se presta a interpretações errôneas, devido as suas variantes. O vermelho vivo é sinal de dinamismo, quando o encontramos em faixas vaporosas em torno da cabeça, esse dinamismo é de temperamento e não físico, o físico usa a mesma cor, porém localizado ao longo dos membros e na cintura.
O vermelho vivo, claro, é a cor dos grandes líderes, generais, comandantes, líderes sindicais, dirigentes. Porém combinadas com outras cores, como o dourado, o azul (direcionado ao lilás), o amarelo salpicado com vermelho, indica líderes religiosos.

Porém como forma de nuvens em todo o corpo, mostra uma personalidade forte, porém com crises de humor, principalmente se mostrar feixes desiguais na região craniana. Centelhas de um vermelho muito intenso é ansiedade, mais fraco tendendo para um rosado indicio de nervosismo.
O vermelho Carmin mostra força de comando, liderança, principalmente se este vermelho estiver em forma de brumas na forma superior do corpo, e será ativa se a cor tomar forma de raios luminosos. Uma superabundância desse vermelho na aura denota autoridade abusiva e se tiver leves traços do cinza antrácito teremos o quadro de uma pessoa déspota.
De qualquer forma o vermelho muito escuro, situado na fronte e em cada lado da nuca põe em evidência a cólera. Quando o cinza a ele se acrescenta temos um quadro de impulsos de violência. A emanação de uma energia deste porte, pode criar uma brecha no etérico e vir a causar doenças psíquicas.
A presença do Vermelho Tijolo ou ferrugem na radiância astral, denota a avareza, egoísmo. Um vermelho amarronzado, quando presente num órgão do corpo(como uma mancha) revela a formação de um câncer. Portanto é preciso ter cuidado na leitura, sempre lembrando que a doença se manifesta nos corpos mais sutis e vai descendo gradativamente até o físico.
A prática tem demonstrado que os cânceres nascem no plano mental, portanto a Aura do corpo Mental vai apresentar essa mancha, mas como é sabido não existe um fígado específico no corpo mental, o que dificulta a leitura precisa a não ser que o clarividente tenha muita prática.
Porém essa mancha vai se formar na Aura Astral no devido órgão atingido e isso pode levar meses e até anos. O processo pode ser interrompido se a pessoa mudar atitudes.
Outros vermelhos vivos, denotam orgulho, com o amarelo denota vontade de agradar, pode-se notar que o orgulho quando levado a um excesso se torna prejudicial, da mesma forma a vontade de agradar excessiva pode virar hipocrisia, e tudo é demonstrada pelas tonalidades e misturas. Notem a complexidade de ler e interpretar uma aura. É preciso ler centenas para começar a entender e aprender sem cometer gafes.

PRATEADA:- O canal da Cura:
O indivíduo de aura prateada é um curandeiro natural. Utiliza energia para transformar luz em raios que curam. É o meio ou o canal por onde a cura passa. Consegue aumentar seu poder pessoal, físico, a ponto de poder limpar as mentes e as almas, para que a cura seja possível.Seu maior desafio é aprender a lidar com esse dom de curar. A fim de não chamar a atenção sobre si, o indivíduo de aura prateada se torna o camaleão do espectro, assimilando outras cores em sua aura para se ocultar ou para se proteger.

No entanto, ele prejudica seu próprio campo energético com isso, sofrendo as consequências. Esse ato também confunde os outros. Seu maior desafio é aprender a se conhecer e descobrir seus dons especiais, para não precisar disfarçar-se com uma camuflagem emocional.
O indivíduo de aura prateada sente o meio ambiente físico como algo duro, hostil e frio. É fisicamente doloroso para ele olhar para qualquer coisa realista. É fisicamente sensível a barulhos e qualquer outra forma de poluição. Gostaria que o mundo fosse como os palácios antigos de seus sonhos e fantasias. Como não é, fica horrorizado.
Na tentativa de criar no mundo real a perfeição que visualiza em sua mente, fica obcecado com limpeza e organização, muitas vezes. Precisa de muito espaço aberto, sobretudo dentro de casa.
O indivíduo de aura prateada tem muitas vezes a sensação física de estar sendo usado, desse modo é ciumento de seu espaço privado, onde só admite a família e os amigos mais íntimos e chegados. Não se abre a grandes reuniões porque não se sente à vontade com a idéia de invasão de seu espaço íntimo.
Trabalhar a terra para este ser é estabilizador e satisfatório, e por isso o aura prateada pode se fazer valer desse exercício para se sentir melhor.

AZUL
De uma maneira geral o azul sugere paz, mas a complexidade está na tonalidade e nas misturas.
A azul celeste: - Quando vivo, testemunha uma grande honestidade e um temperamento agradável. Principalmente quando ele constitui a cor básica da aura astral ou pelo menos ocupa a parte superior do corpo.
Porém quando a azul se torna pálido o seu dono se interioriza em demasia, tendo como defeito uma timidez exagerada. Quando o claro e metalizado, a pessoa tem tendência a ser influenciada, simples focos desta cor simboliza indecisão.

 O azul Lavanda, inclina a meditação, a prece, a interiorização, se salpicado com amarelo fosco quer dizer recato e virtude afetada. Acompanhado do rosa vivo quer dizer piedade excessiva.
O azul escuro, são das pessoas voluntariosas, porém raramente aparece em toda a aura, mais encontrada na parte superior, próxima ao chakra coronário e são das pessoas trabalhadores incansáveis. Quando esta cor se mistura com o vermelho carmim denota TEIMOSIA. Obstinação, quanto maior a incidência desse vermelho, menos escrúpulos terá essa pessoa.
A presença do cinza perto da cabeça, denota falta de coragem, pessimismo. Quando esse cinza for para o amarelo ocre a tendência a desconfiança.

AMARELA:
O amarelo alaranjado denota grande espiritualidade, muito elevada. É a cor da sabedoria, do ideal e da ação luminosa.
O amarelo Limão já denota a razão e o discernimento, sempre levando em consideração que o amarelo por si mesmo revela atividade cerebral. Podendo por isso gerar machas de vermelho fosco o que revela idéia fixa.

O amarelo pálido, revela vacilação, quanto mais próximo de um amarelo esbranquiçado acizentado revelando a inatividade e a indecisão. Quando chamas de ferrugem aparecem revelam a covardia. Quando povoadas por manchas marrons revelam o materialismo e com o verde-cáqui revelam o egocentrismo.
Quando o cinza-antrácito e a ferrugem aparecem essa alma produz pensamentos com essas cores, significa o desequilíbrio, pouco digna de confiança, extrema versatilidade para criar mentiras, diplomata em suas relações.

NUCA LUMINOSA:Para concluir deve-se observar em todos os seres humanos na região da nuca que toda a aura exala um amarelo de média intensidade formando uma meia-lua em forma de nuvem, isso simplesmente é o ato de pensar, se concentrar, se preparar para uma prova. Porém em determinadas pessoas essas cores são explosivas com raios, centelhas de cores brancas e amarelos vivos, quando existe uma atividade intelectual. É na sua superfície que as formas-pensamento se manifestam.

VERDE:O verde é a mistura do amarelo com o azul, PORTANTO a atividade + vida espiritual interioriorizada, desviada para ajuda ao próximo.
O verde vivo, denota a escolha para um caminho interior que acaba abrindo-se ao próximo.
O verde-Maçã: De um ponto de vista global, denota-se a capacidade de doação aos outros. É a cor do dom para a medicina, para a cura, na educação, quando um azul celeste se junta a ele, a sinceridade, a autenticidade se junta a ele.

O verde elétrico: Quando se estende pelos braços até o chakra da palma das mãos, traz consigo a certeza do magnetismo, da cura pela imposição das mãos.
As mãos etéricas e/ou astrais verdes são mais purificadoras e reenergizantes.
Jardineiros ou pessoas que tem a mão boa para o plantio, possuem essa aura nas mãos. O azul elétrico junto indica coragem indo até o sacrifício, comum em enfermeiros tenazes com seus pacientes.
O verde esmeralda, a cor dos curandeiros (grandes médicos), terapeutas, agem indiferentemente do seu ganho material. Age tanto na medicina da alma como a física.
Porém quando o verde perde a força e fica pálido tende a hipocrisia, junto com o amarelo fraco e fagulhas de ferrugem.
Quando atravessado por faixas luminosas de vermelho de média intensidade denota equilíbrio, responsabilidade, ação determinada.
O verde tília denota morosidade.

VIOLETA:Uma das cores mais raras de ser encontrada no estágio atual da humanidade, pois é a cor da espiritualidade elevada ativa nos seres de luz. O azul e o vermelho na sua pureza produzem o violeta.
Próximo ao amarelo alaranjado porém denota maior profundidade a meditação.Porém é encontrado nas pessoas feixes, fagulhas, salpicados dessa cor. As pessoas que carregam esses aspectos possuem o misticismo, quando salpicado de amarelo e violeta, denota alta intelectualidade e espiritualidade ao mesmo tempo.

O violeta pálido e ou lilás, revela um interesse menor a religiosidade.
Porém quando acompanhado de nuvens ou nuances cinzas, indicam um dom prejudicado pela falsa devoção, muito comum nas pessoas que exploram a fé dos outros, sempre pensando no seu bem comum, dinheiro e exploração.
Conforme a tonalidade do cinza ou até existir mais cinza do que o lilás pálido poderá chegar a ingenuidade, crença fácil em milagres e outras ondas místicas.

LARANJA:O alaranjado é uma cor secundária, uma ramificação do vermelho. Quanto voltado mais para o amarelo denota autocontrole. Quando voltada para o vermelho denota uma pessoa ativa, prática. Porém o laranha castanho, significa preguiça, a mesma cor na parte etérica quer dizer problemas nos rins.
Significa ATIVIDADE, pois une duas potências o amarelo + vermelho, atesta o lado prático, vamos deixar de firulas e partir para a realização. Ação física, dinamismo.

É a cor da BOA VONTADE ATIVA, da lealdade. É o signo de uma espiritualidade concreta na vida cotidiana. Porém quando esse laranja se suja com ferrugem a preguiça se torna evidente. Com amarelo pálido junto o desinteresse, como verde garrafa escuro revela o rancor.

ROSA:O ROSA é sempre a falta de maturidade, a cor da infância, da vontade de brincar, rir. Sempre encontrada em crianças, adolescentes.  Sempre encontrada em crianças, adolescentes.
Nas auras coletivas o ovo áurico do grupo de ri e conta piada, brinca e dança o ROSA se faz presente, quando a brincadeira se torna agressiva tons de vermelho se fazem presente. Quando o amarelo acidulado se faz presente o egocentrismo também.
 O cinza com fagulhas de azul frio e escurecido, o medo se faz presente.
Isso não quer dizer que devemos fugir do rosa, porque a alegria o contentamento produzem tons rosas nas auras e esse sentimento deve sempre ser cultivado.



CINZA:No conjunto essa cor vem adicionada a outras, sua presença é uma forma de um véu, até mesmo fraca vibração, fraca, cansaço de um cor faz nascer o cinza, doença do organismo no caso da aura etérica e cansaço de um sentimento produzido pela aura astral.Mas como todas as cores possuem variantes não seria diferente com o cinza.O cinza escuro tende a depressão, porque a tristeza vem com o cinza. O cansaço produzido por excesso de trabalho traz o cinza porém sempre passageiro após o descanso e a recarga do corpo astral das células pela energia prânica.
PRETO:A não luz, o caos negativo do pensamento. Essas massas negras são raras no cotidiano, são pessoas com energia destrutiva, principalmente da autodestruição, do suicídio, doentes psíquicos.


BRANCO:O branco é a cor da pureza, porém é a gama de várias cores em circulação constante produz o branco. Dentro das leituras das aura o branco cristalino é o símbolo da pureza . Porém tem o branco pesado, leitoso, que significa falta de idéias, pessoa mal resolvida, que procura a si mesmo, insatisfação, o branco por falta de luz. O branco cristalino com dourado, é Crístico, búdico.
SINAIS:

Para os que vêem e lêem a aura humana, se não tiver a tecnicalidade de avaliar e interpretar, de nada valerá o seu dom. Além das cores cuja complexidade é imensa, ainda tem os SINAIS e as FORMAS de pensamento. Portanto cores justapostas, sobrepostas não é o suficiente para uma leitura, é preciso o reconhecimento.

PROTUBERÂNCIAS:
Há zonas do corpo onde existem excrescências acizentadas, trata-se de estagnações energéticas, ou seja resíduos da energia vital no qual o corpo não conseguiu expelir, se desfazer naturalmente. Obesos que não praticam exercícios possuem na área do chakra umbilical verdadeiras massas protuberantes de um cinza. A presença dessa anomalia, não permite a livre circulação do prana. Sensações de contrações, dores de cabeça, nas articulações do corpo é notado essas excrescências, cotovelo, punhos, ombros, na parte detrás dos joelhos, na verilha, na cintura. Uma excrescência positiva, é vista numa cor azul prateado, entre os olhos, coração, na garganta ou orelha indício de vidência tais como clartividência, clariaudiência, mediunidade.

CAVIDADES:
A vizualização de cavidades ou “buracos” na radiância etérica é objeto de preocupação, é sinal de que não existe energia no lugar, de espécie alguma, em casos graves pode levar a falência de órgãos conforme a cor que circunda, como exemplo ataque cardíaco. Mas a existência de uma fratura, pode acusar uma falha em forma de buraco.

 Porém na maioria dos casos, é má circulação no local e massagem, acumpuntura (reenergização dos nádis), reiki no local afetado.

FUGAS:
Paralelamente aos “buracos” na aura etérica, você aprenderá fugas de energias vitais, como se fosse uma fumaça saindo de uma chaminé, semelhante a um gêiser, trata-se de uma perda energética, perda de FORÇA quando essa fuga é da cor acizentada ou branco sujo. Se for nos chakras e colorido de uma cor viva, principalmente nos chakras magnos esplênico e laríngeo é nos grandes pés e palma das mãos, é um ato expelidor normal.
Mas não sendo nestes locais, pode-se dizer que é uma perda e deve ser cuidado para não produzir agravamentos, pois enquanto forem fissuras, brechas, podem ser cuidadas e tratadas (mais perceptíveis com o corpo visto de perfil).

MANCHAS:
As manchas são sempre sinais de desequilíbrios, uma mancha é em geral escurecida, fora de foco, em forma de nuvem. Nos casos etéricos essas nuvens difusasacizentadas podem indicar mã-digestão quando na região do estômago, quando de um cinza escurecido é um problema já crônico de proporções enraizadas como úlceras gástricas, vesícula biliar entupida, cálculos renais.
As manchas são conhecidas mais popularmente como BLOQUEIOS energéticos.

NERVURAS :
São sinais de desordem e variam do cinza até o vermolho marrom escuro. Começo de um problema maior fase ideal para combater um mal maior como uma fuga ou cavidade.

CLARÕES E CENTELHAS:
Os clarões são manifestações astrais e mentais, raramente se vê no plano etérico. Por isso está ligado aos sentimentos, como raiva momentânea, alegria rápida, gargalhada, descoberta de uma resposta desejada.
Já as centelhas ou faíscas etéricas rosadas podem denotar infecção (inflamação) conforme a cor, já na aura emocional um vermelho podem denotar problemas financeiros.

FORMAS-PENSAMENTO:
As formas pensamentos geram diversas formas no ar, sempre de natureza astral e mental podemos ver acima das cabeças humanas, triiângulos, quadrados, caixas, lanças, relâmpagos, esferas, seres, formas ectoplásmicas, podem durar segundos e as idéias fixas alimentam formas que geram um círculo vicioso. Alimentada pela preocupação e a raiva podemos bater na mesma tecla dando origem a uma forma fixa, que pode durar horas, dias, meses e até anos em alguns casos mais graves.

Fonte: Corpos de Luz – Leitura da aura e Curas pelo Espírito – Anne e Daniel Mourois-GivaudanOs Chakras e os Campos de Energia Humanos - Shafica Karangulla M.D. Dora Van Gelder Künz.
 


As Cores e seus significados pela Angeologia:
Branco = Pureza, Imaculado, Infecundidade, transmutação
Amarelo = Trabalho com o Cristo, proveito, forças do Cristo cooperando na ascensão, há de haver esforço.
Azul = Amor, Satisfações, Saúde, Arrependimento, Lucidez.
Rosa= Bons Sentimentos, harmonia, Carinho.
Cinza= Temor, Angustia, Medo, indecisão, covardia.
Violeta ou lilás = Renúncia e espiritualidade máxima, Amadurecimento espiritual.
Verde = penetração a dentro de si, auto observação, Esperança, muitos segredos serão revelados.
Vermelho = Paixão, Ardor, Luxúria, intensidade, infradimensões, involução.
Escarlate = Tragédias, Violência, Ira. Traição.
Preto = Negativo, fracassos, Loja negra, forças sinistras.

ANDRÉ LUIZ: SOBRE A AURA HUMANA

"Todos os seres vivos, dos mais rudimentares aos mais complexos, se revestem de um "halo energético" que lhes corresponde à natureza."
Considerando-se toda célula em ação por unidade viva, qual motor microscópico, em conexão com a usina mental, é claramente compreensível que todas as agregações celulares emitem radiações e que essas radiações se articulem, através de sinergias funcionais, a se constituírem de recursos que podemos nomear por "tecidos de força", em torno dos corpos que as exteriorizam.
 Todos os seres vivos, por isso, dos mais rudimentares aos mais complexos se revestem de um "halo energético" que lhes corresponde à natureza.
 No homem, contudo, semelhante projeção surge profundamente enriquecida e modificada pelos fatores do pensamento contínuo que, em se ajustando às emanações do campo celular, lhe modelam, em derredor da personalidade, o conhecido corpo vital ou duplo etéreo de algumas escolas espiritualistas, duplicata mais ou menos radiante da criatura.

 Nas reentrâncias e ligações sutis dessa túnica eletromagnética de que o homem se entraja, circula o pensamento, colorindo-a com com as vibrações e imagens de que se constitui, aí exibindo, em primeira mão, as solicitações e os quadros que improvisa, antes de irradiá-los no rumo dos objetos e das metas que demanda.
Aí temos, nessa conjugação de forças físico-químicas e mentais, a aura humana, peculiar a cada indivíduo, interpenetrando-o, ao mesmo tempo que parece emergir dele, à maneira de campo ovóide, não obstante a feição irregular em que configura, valendo por espelho sensível em que todos os estados da alma se estampam com sinais característicos e em que todas as idéias se evidenciam, plasmando telas vivas, quando perduram em vigor e semelhança, como no cinematógrafo comum.
Fotosfera psíquica, entretecida em elementos dinâmicos, atende à cromática variada, segundo a onda mental que emitimos, retratando-nos todos os pensamentos em cores e imagens que nos respondem aos objetivos e escolhas, enobrecedoras ou deprimentes.

Fonte:Evolução em Dois Mundos -  XVII - André Luiz (Chico Xavier e Waldo Vieira) - FEB
  
CAMPO DA AURA - Articulando, ao redor de si mesma, as radiações das sinergias funcionais das agregações celulares do campo físico ou do psicossomático, a alma encarnada ou desencarnada está envolvida na própria aura ou túnica de forças eletromagnéticas, em cuja tessitura circulam as irradiações que lhe são peculiares.

Evidenciam-se essas irradiações, de maneira condensada, até um ponto determinado de saturação, contendo as essências e imagens que lhe configuram os desejos no mundo íntimo, em processo espontâneo de auto-exteriorização, ponto esse do qual a sua onda mental se alonga adiante, atuando sobre todos os que com ela se afinem e recolhendo naturalmente a atuação de todos os que se lhe revelam simpáticos.
E, desse modo, estende a própria influência que, à feição do campo proposto por Einstein, diminui com a distância do fulcro consciencial emissor, tornando-se cada vez menor, mas a espraiar-se no Universo infinito.

Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei

Malleus Maleficarum a maior intolerância religiosa da história






O conhecimento está acima de qualquer outra forma de entendimento, todo espiritualista deveria saber sobre o passado, sobre o que ocorreu com as pessoas em outra épocas, principalmente quando havia a "caça as bruxas", segundo livros escritos da época o Malleus Maleficarum é o mais curioso, em nome da Santa Inquisição, foi escrito como um cartilha dedicadas a forma de detectar um "Bruxo", e como deveria ser feito sua tortura e morte, este artigo não tem intenção de revirar o passado de qualquer religião, mas sim demonstrar a maior Intolerância Religiosa da História Mundial.

Emidio Campos
(Umbandista).



Leia sobre o livro
Malleus Maleficarum (traduzido para português como Martelo das Feiticeiras ou Martelo das Bruxas) é um livro escrito em 1484 e publicado em 1486 (ou 1487), por dois monges alemães dominicanos, Heinrich Kramer e James Sprenger, que se tornou uma espécie de "manual contra a bruxaria". O livro foi amplamente utilizado pelos inquisidores por aproximadamente duzentos e cinqüenta anos, até o fim da Santa Inquisição, e servia para identificar bruxas e os malefícios causados por elas, além dos procedimentos legais para acusá-las e condená-las.
O Malleus Maleficarum traz inúmeras e exageradas descrições e, até certo ponto, apelativas e incoerentes. O livro divide-se em três partes distintas, sendo que cada parte subdivide-se em capítulos chamados de Questões. A primeira parte, que contém dezoito questões, ensina a reconhecer bruxas em seus múltiplos disfarces e atitudes. A segunda parte traz apenas duas ques- tões, mas a primeira está subdividida em dezesseis capítulos e a segunda em oito capítulos. Esta segunda parte expõe os tipos de malefícios, classificando-os e explicando-os detalhadamente, e os métodos para desfazê-los. A terceira e última parte, que contém uma introdução geral e trinta e cinco questões subdivididas, condiciona as formalidades para agir "legalmente" contra as bruxas, demonstrando como inquiri-las e condená-las, tanto nos tribunais civis como eclesiásticos.
As teses centrais do Malleus Maleficarum fundamentaram-se na idéia de que o demônio, sob a permissão de Deus, procura fazer o máximo de mal aos homens para apropriar-se de suas almas. Este mal é feito prioritariamente através do corpo, único canal em que o demônio pode predominar. A influência demo- níaca é feita através do controle da sexualidade, e por ela, o demônio se apropria primeiramente do corpo e depois da alma do homem. Segundo o livro, as mulheres são o maior canal de ação demoníaca.
Ainda, a primeira e mais importante característica descrita no livro, responsável por todo o poder das feiticeiras, é copular com o demônio. Portanto, Satã é o "senhor do prazer". Dessa forma, uma vez obtida a relação com o demônio, as feiticeiras são capazes de desencadear todos os males, especialmente impotência masculina, impossibilidade de livrar-se de paixões desorde- nadas, oferendas de crianças à Satã, abortos, destruição das colheitas, doenças nos animais, entre outros. Porém, no próprio livro é citado que o coito com o demônio não seria exatamente carnal, já que estas criaturas eram espíritos, mas ocorria através de rituais orgíacos.


O surgimento do Malleus Maleficarum

No início do século IX, havia a crença popular sobre existência de bruxos que, através de artifícios sobrenaturais, eram capazes de provocar discórdia, doenças e morte. Por sua vez, a Igreja não aceitava a existência de bruxos e ainda, baseado no Conselho eclesiástico de São Patrício (St. Patrick), afirmava que "um cristão que acreditasse em vampiros, era o mesmo que declarar-se bruxo, confesso ao demônio" e "pessoas com crenças não poderiam ser aceitas pela Igreja a menos que revogue com suas palavras o crime que cometeu".
Na segunda metade do século X já havia penalidades severas para quem fizesse uso de artes mágicas. No século XIV (1326) a Igreja autoriza a Inquisição a investigar os casos de bruxaria. Pouco mais de cem anos depois, em 1430, teólogos cristãos começam a escrever livros que "provam" a existência de bruxos. O livro Formicarius, escrito por Thomas de Brabant, em 1480, aborda a relação entre o homem e a bruxaria.
Em uma sociedade na qual a religiosidade, política, sexualidade e artes estavam interligadas e sob o domínio da Igreja, transgredir as normas de conduta em apenas um desses campos, acarretaria, por conseqüência, numa transgressão generalizada e direta sobre o poder do clero. Dessa forma, sob o papado de Inocêncio VIII, o Malleus Maleficarum nasceu da necessidade que a Igreja Católica tinha de organizar e legitimar suas práticas, principalmente quando relacionadas à Santa Inquisição, que já atuava desde o final do século XII. Até aquele momento, não havia uma referência oficial que abordasse a questão da bruxaria. Fazia-se necessário um documento escrito, aprovado pelo corpo eclesiástico, que tivesse valor legal e determinasse com maior precisão possível, as práticas de feitiçaria e suas respectivas punições.
Heinrich Kramer e James Sprenger, através de uma bula de Inocêncio VIII, foram nomeados inquisidores para que investigassem as práticas de bruxaria nas províncias do norte da Alemanha e incumbidos de produzir a obra que institucionaliza-se e legitima-se a ação da Igreja. Por aproximadamente dois anos, encarregaram-se da produção do espesso trabalho de mais de quatrocentas páginas. Por fim, o Formicarius foi acoplado e passou a fazer parte do tratado eclesiástico intitulado Malleus Maleficarum. A imprensa, recém surgida, facilitou a divulgação da campanha movida pela Igreja contra as feiticeiras.


Mulheres & Feiticeiras

Tradicionalmente, nas culturas pré-cristãs, a mulher era objeto de adoração e respeito. Era a fonte doadora da vida e símbolo da fertilidade. Porém, mesmo sob a alegação formal de combater a heresia em todas as suas variações, as descrições contidas no Malleus Maleficarum, fundamentadas em conceitos de uma civilização patriarcal, contribuíram para construir uma idéia fantasiosa e infamante sobre as mulheres.
Esta idéia podia ser legitimada através do preceito que Eva surgiu de uma costela torta de Adão. Logo, ocorreu a associação que, conseqüentemente, todas as mulheres não podiam ser retas em sua conduta. Ainda, o pecado original ocorreu através do ato sexual (na metáfora de Adão e Eva comendo maçã) e, assim, a sexualidade era o ponto mais vulnerável do ser humano. Portanto, segundo o livro, "mas a razão natural está em que a mulher é mais carnal do que o homem, o que se evidencia pelas suas muitas abominações carnais".
Desse modo, qualquer mulher que se dispusesse a tratar pequenas enfermidades ou ferimentos com preparados do- mésticos à base de ervas, morasse sozinha e tivesse um animal de estimação (um gato, por exemplo), tivesse com- portamento pernicioso, entre outras alegações superficiais, podia ser acusada de bruxaria.
tortura, como é sugerida no próprio Malleus Malefi- carum, era o método utilizado para extrair as confissões das supostas bruxas. Aparelhos como A dama de ferro e aCadeira das Bruxas eram amplamente utilizados. Além de torturas menos sofisticadas, como aquecimento dos pés ou introdução de ferros sob as unhas. Deste modo, a ré passava por tantos suplícios que acabava por admitir as sentenças elaboradas pelo inquisidor.
Ainda, as lendas em torno das supostas bruxas propa- gavam-se entre o povo. Através da ação demoníaca, uma mulher podia ser capaz de se transformar em animais, voar e manipular a vontade, confundir o pensamento e a atitude de outras pessoas. Provocar ereção masculina ou a impotência sexual; além de inibir ou aumentar a libido de suas vítimas. As bruxas, em seus rituais, dançavam nuas nos campos e se alimentavam de fetos e cadáveres.
Atualmente, aos olhos da ciência moderna, principalmente da psicanálise, diversos "sintomas e indícios" de possessão demoníaca descritos no Malleus Maleficarum são apenas disfunções mentais, como histeria e alucinações. O ocorrido em Salem, Nova Inglaterra, no fim do século XVII, é um bom exemplo de histeria coletiva. Ainda sob o olhar dos historiadores modernos, os motivos que levaram à produção do Malleus Maleficarum não são mais que artimanhas políticas com pouca ou nenhuma argumentação religiosa.
De qualquer forma, o Malleus Maleficarum é um produto religioso e político dos mais significativos da Idade Média. Não é possível dissociá-lo do contexto histórico da Santa Inquisição, da Igreja Católica medieval, tampouco dos principais acontecimentos daquela época, como a peste negra, a queda do sistema feudal, a invenção da imprensa e o início da Renascença. Isto porque, de forma direta ou até mesmo contraditória, um acontecimento impacta sobre outro. Assim, o Malleus Maleficarum é mais que um "código penal eclesiástico" utilizado na Idade Média; é um registro fiel do que foi parte do pensamento da Igreja Católica medieval, com uma imensa oposição à figura da mulher e um desejo ensandecido de manter a autoridade política, econômica e religiosa e, desse modo, de todo um contexto deste capítulo da história da humanidade.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Defumação feita com amor


Defumação a arte de trazer boas energias em casa, no terreiro na sua empresa ou em qualquer lugar que seu coração pedir.

Nos terreiros de Umbanda, Candomble e mais diversos templos religiosos,  iremos nos deparar com um momento chamado defumação. E como diz na UMBANDA, em um de nossos pontos cantados 'Filho quer se defuma, Umbanda tem fundamento, é preciso preparar...'
A defumação é a queima de algumas ervas e resinas e sua transformação em fumaça pela ação do fogo. Exalando e soltando suas essências. Assim a defumação vem trazer a força e a magia das ervas e assim dos Orixás. É bom lembrar que algumas ervas possuem propriedades terapêuticas e propriedades espirituais. A defumação utiliza e extrai o poder das ervas do seu ponto de vista espiritual ou astral.
Por exemplo, a guiné, a arruda e o alecrim, que também servem para banhos de descarrego, são utilizados nas defumações para afastar, dissolver e transmutar energias deletérias. Atrair energias positivas e eliminar miasmas e larvas astrais.


A defumação ao mesmo tempo em que serve como uma grande vassoura astral, serve como um imã de boas energias, cabendo aos seres daquela localidade manter um padrão vibratório alto que a localidade permanecerá com muita energia positiva.
Além de suas propriedades astrais a defumação ajuda a mente do médium e da assistência, ou dos residentes daquele local, a entrarem em contato com os guias e protetores. Ou seja, o perfume da defumação estimula nossos centros nervosos (plexos) a captarem com mais qualidade as energias superiores, mantendo a mente da pessoa mais concentrada e propícia a esta percepção.

Defuma com as ervas da Jurema
Defuma com arruda e guiné
Defuma com as ervas da Jurema
Defuma com arruda e guiné
Benjoim, alecrim e alfazema
vamos defumar filhos de fé
Defumei, defumei
Em nome de Oxalá
Que todo mal que aqui estiver
Parta para as ondas do mar. 
Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Almas de Angola - Parte II

O ritual Almas e Angola se constitui no mais completo ritual umbandista da atualidade com fortes raízes africanas da região de Angola e severos preceitos influenciados pela doutrina iorubana (Kêto e Nagô), também originária da África.
Na verdade, o objetivo final de toda e qualquer religião é o desenvolvimento das faculdades mediúnicas inerentes a todo ser humano e o Almas e Angola segue este rumo. O homem, desde seu surgimento na terra, necessita de uma auto afirmação para se entender e entender a vida como um todo. Encontrar explicações para a sua existência e seu dia a dia até o seu desencarne. Os mistérios são muitos e as religiões tentam explicar um a um, cada uma a seu modo com seus dogmas e preceitos.
O ritual Almas e Angola busca estas afirmações nas lendas dos orixás africanos mesclada com a historia dos santos católicos.
Através desta mitologia o médium, agora chamado de filho de santo, procura se conhecer e chegar as suas conclusões a respeito de tudo o que o envolve e o influencia e também como ele pode influenciar no seu destino.
A metodologia ritualística do Almas e Angola se resume em fazer renascer, firmar, desenvolver e aperfeiçoar o orixá que está dentro de nós (o nosso Anjo da Guarda). Isso se faz no decorrer do desenvolvimento das faculdades mediúnicas onde o filho de santo galga os sete passos em direção ao assentamento de seu orixá em seu ori (palavra nagô que significa cabeça, chacra coronário ou coroa).

:: Os sete graus de iniciação ritualísticas ::
Batismo ou confirmação de Batismo;
Bori (dar de comida à cabeça);
Pai ou Mãe Pequena;
Babalaorixá ou Ialorixá;
Reforço de 7 anos;
Reforço de 14 anos;
Reforço de 21 anos;

O RITUAL

O ritual Almas e Angola se constitui numa seita onde se cultua os Orixás (forças da natureza que influenciam o homem e seu ambiente). A forma do culto aos Orixás está ligada à mitologia africana, mais precisamente da região de Angola, embora a nomenclatura usada nesse ritual tem muita influência da região de Iorubá (Kêto e Nagô). A própria palavra Orixá é um exemplo disso.
Segundo a mitologia, Orixá é uma força energética da natureza que influencia e comanda os caminhos do homem e do seu meio ambiente. Cada indivíduo tem o seu Orixá que o protege, orienta e, às vezes castiga, porém, este na verdade, só se manifesta na prática de incorporação (toma o filho) em situações muito especiais como durante a camarinha (feitura do santo).
O Almas e Angola nesse aspecto se assemelha ao Candomblé, quando o filho de santo é recolhido no terreiro e fica determinado tempo para as práticas de feitura de seu Orixá que é culminada com a apresentação desse Orixá ao meio umbandista na Saída de Camarinha, uma festa tradicional e muito conceituada entre os praticantes dessa religião.
Almas são espíritos desencarnados, geralmente nossos ancestrais familiares ou não, que incorporam no filho de santo para as práticas características da Umbanda, isto é, os passes, consultas, rezas, mirongas, trabalhos, descarregos, etc. Sua apresentação são de pretos-velhos (antigos escravos) que simbolizam a humildade perante o sofrimento, os caboclos (índios nativos do Brasil) que representam a luta contra os obsessores e a cura pelas plantas e os exus (espíritos de qualquer natureza) que se caracterizam pela irrascividade, alegria, descontração mas que detém o poder da magia.
Assim uma definição do ritual Almas e Angola seria pelo menos desastrosa, pois muitos são os ramos que contribuíram para a sua formação e vários são os mistérios que envolvem essa prática. Só mesmo os praticantes tem condições de avaliar a profundeza de conceituação e o fundamento do ritual Almas e Angola.

OS TERREIROS DE ALMA DE ANGOLA

Qualquer terreiro de Umbanda que cultua o ritual Almas e Angola deverá ter certas particularidades físicas e ritualísticas. Logicamente a estrutura ritualística desses terreiros não pode ser revelada ao grande público por se tratar de um dogma religioso de grande fundamento e é proibido revela-los a leigos.

Entretanto para se identificar um terreiro de Almas e Angola basta observar sua estrutura física, seu ambiente, que basicamente assim se constitui:

À entrada existe um local de proteção espiritual chamado tranqueira onde se encontra firmado o povo de esquerda para dar segurança espiritual aos trabalhos. Também à entrada existem dois recintos, separados do corpo da construção, chamados o primeiro de Cangira ou Casa de Exú onde estão os fundamentos dessas entidades, a segunda chamada de Casa das Almas, local destinado aos Pretos Velhos e os fundamentos das almas.

O terreiro, propriamente dito é um salão de tamanho variável com separações bem definidas e entendidas por todos os conhecedores do ritual. Nele há o Congá ou Gungá com os santos católicos sincretizando os orixás africanos, de cada lado existem duas peças de tamanho suficiente para uma pessoa deitar, chamadas Camarinha, onde os filhos são recolhidos para o ritual de feitura de santo, o salão de gira onde ocorre a manifestação dos orixás, o local para os Ogãs e o local para os assistentes. Anexo há a Cozinha de Santo e a Sala dos Cambones e Sambas. Também há vestiários e sanitários. Em alguns terreiros há o Quarto de Santo onde são guardados os preceitos e fundamentos do ritual.

No congá ou altar a posição dos orixás varia muito pouco de um terreiro para o outro, porém três orixás têm seu lugar definido em todos eles. Oxalá ocupa o lugar de destaque, no alto e no centro do congá. Embaixo e à direita é o local de Bejada e à esquerda fica Obaluaê. Um quarto orixá, Nanã, quando esta não é orixá dona da casa, deve ser posicionado aos pés de Oxalá. Os orixás donos da casa de santo ficam à direita e à esquerda, um pouco abaixo de Oxalá. À direita deve ficar o orixá dono do ori do zelador da casa (Pai ou Mãe de Santo). Os outros orixás são posicionados entre os orixás acima conforme a hierarquia do dono do terreiro.

No salão de gira existem sinais cabalísticos do Almas e Angola representado por uma estrela de cinco pontas circulada por dois círculos de forças, um voltilhando as pontas trazendo as forças astrais de Oxalá para o mundo que é simbolizado por um circulo menor centralizado na estrela. Ao meio uma cruz simbolizando a fé de todos os filhos em Oxalá. A estrela de cinco pontas também simboliza o homem de braços e pernas abertos, prostrado com a cabeça no chão, aos pés de Oxalá, implorando misericórdia. As cores variam conforme o orixá mandante na casa.

Nos quatro cantos existem cruzes brancas simbolizando os quatro cantos do mundo ou do universo representando os orixás guardiões da casa de santo.

Salve os irmãos de Alma de Angola
Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei

Magia contra as trevas para passar no vestibular

 


Um número cada vez maior de pessoas busca ajuda dos magos para dar fim aos problemas e angústias dos tempos atuais


Alex Solletto
Ritual: os magos Rubens Saraceni (em pé), Alzira Saraceni, Jorge Scritori e Alexandre Cumino se concentram o redor do círculo cabalístico, evocando as energias positivas
Queridos irmãos um texto muito interessante encontrei e resolvi postar, fala sobre a magia e os elementos hoje muito utilizados por pessoas, mesmo que não adeptas a nenhuma religião espírita.

Boa leitura!

Na véspera do vestibular, o adolescente A.L. fez tudo como manda a cartilha da boa prova: deixou os livros de lado, pegou um cinema com os amigos, optou pela água-de-coco no lugar do chope e foi para casa dormir cedo para estar descansado no dia seguinte. Antes de deitar, porém, A. foi convencido pela mãe a entrar num círculo de giz traçado no chão do quintal onde, à luz de algumas velas coloridas, passou por um ritual de limpeza de todas as energias negativas que pudessem perturbar-lhe a concentração necessária à prova tão temida. “Eu sabia que estava bem preparado, havia estudado o ano inteiro, mas tanta gente estuda tanto quanto eu e na hora vem o branco, que não custava nada dar uma forcinha extra para a sorte”, conta A., que prefere não dar o nome “para não pagar mico na faculdade”. 

Leia mais
A mãe de A., a dona-de-casa C., de classe média alta e católica de formação, “mas afastada da Igreja há anos”, diz que usou a magia como aliada ao esforço do filho. E que lança mão de suas velas e mandalas sempre que algo começa a fugir do controle na rotina familiar. “Os problemas ainda surgem, mas os enfrentamos com mais serenidade e as soluções parecem mais fáceis”, garante. C. fez o curso do Colégio de Tradição de Magia Divina, fundado em 1999 pelo escritor e Mago da Luz Rubens Saraceni, que vem atraindo um número cada vez maior de interessados em um assunto que, até pouco tempo atrás, era visto como superstição de gente ignorante: a prática da magia.
Ricardo Giraldez
Batista: magia ajuda a afastar as cargas negativas do ambiente de trabalho
Restrita ao longo dos séculos às sociedades secretas e escolas iniciáticas, privilégio de poucos e quase sempre associada pelo imaginário popular à prática de bruxarias, a magia começa agora a abrir suas portas e mistérios ao comum dos mortais. Uma abertura, dizem os iniciados, que ocorre como consequência dos tempos sombrios em que vivemos, nos quais a violência, a corrupção e o egoísmo parecem estar levando vantagem no embate tão velho quanto a própria magia, o do Bem contra o Mal. Centenas de pessoas têm acorrido nos últimos três anos a uns poucos núcleos de magia, como são chamados, para mergulhar no aprendizado que até pouco tempo era reservado a raros, ricos e poderosos.

Luiza Pastor e Mário Chimanovitch
Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei

Energias Positivas e Negativas como lidar com elas

Pensamento, Sintonia e Energias

O ser humano é um complexo, que pode ser avaliado sobre diferentes visões: científica, religiosa, filosófica, holística, etc. Cada visão tem suas particularidades e abordagens, que enfatizam as “cores” da sua proposta ou linha de pensamento.
No entanto, um ponto de convergência começa a se consolidar como aceito pela maioria das visões: o componente energético do ser humano, e as sua interfaces com a natureza e com os outros seres da criação.
Com o desenvolvimento científico e os avanços tecnológicos, cada vez mais se estuda, diagnostica e teoriza sobre energias no complexo humano, como o pensamento emite energias, como se sintoniza e absorve energias do ambiente, etc.
O espiritismo kardecista enfatiza a questão energética do ser humano, colocando o componente energético e suas relações como tão ou mais importante que o componente material (físico, orgânico).
A base dos sistemas de auto-ajuda está na mentalização positiva, ou seja, na geração de energias positivas ao redor da pessoa.
A natureza é um imenso oceano de vibrações e energias, onde os seres transitam, influenciando e sendo influenciado por essa torrente energética e vibratória.
A física quântica, com suas teorias complexas e revolucionárias, traz à luz da discussão científica, o componente não material nos fenômenos da natureza, o elemento “organizador” da estrutura material e de seus fenômenos.
As colocações que fizemos até agora, visam chamar nossa atenção para a questão energética e sua influência e relações em nossa vida. Vamos abordar a questão específica dos nossos pensamentos e de nossa sintonia energética e vibratória.
O ser humano absorve energias das mais diversas, de forma automática, e as metaboliza em sua estrutura energética, que o espiritismo denomina de perispírito. Essa absorção e metabolização, faz parte normal do funcionamento do complexo humano, ocorrendo de maneira automática, ou seja, é um processo inconsciente ou transparente, numa linguagem mais moderna, que ocorre independente da percepção ou decisão voluntária da pessoa.
Caixa de texto:
Essas energias absorvidas são constituídas das energias e vibrações do ambiente em que estamos inseridos, e se constituem de elementos presentes na natureza (como o Fluído Cósmico Universal, radiações eletromagnéticas, etc.), de fluídos (emissões energéticas de processos orgânicos ou perispirituais de outros seres da criação) e de vibrações e pensamentos advindos de outros seres humanos ou espíritos.
A metabolização no nosso complexo, transforma essas energias absorvidas em componentes específicos da nossa “circulação” energética, distribuindo estes em todo o nosso organismo físico e perispiritual, servindo como verdadeiro “alimento” para o complexo humano.
Por ser um processo automático, a absorção de energias pelo nosso organismo está ajustado, naturalmente e automaticamente, ao padrão energético e vibratório específico do indivíduo, ou seja, ao nível vibratório correspondente ao seu estado mental e espiritual do momento.
Isso significa dizer que as energias absorvidas pelo indivíduo são do mesmo padrão vibratório em que ele se encontra no momento, ou seja, nosso complexo energético tem uma espécie de “filtro”, que deixa passar apenas as energias com as quais afinamos e sintonizamos.
Evidentemente, um estado de desequilíbrio no nosso campo mental e espiritual, promove imediatamente um reajuste no nosso sistema energético, o que nos leva também a sintonia com determinado tipo de energia, que passará a ser “filtrada” para o nosso sistema energético, incorporando-se, pela metabolização ao sistema perispiritual e físico.
O equilíbrio ou o desequilíbrio no campo mental e espiritual do indivíduo, determina, portanto, que “qualidade” ou “tipo” de energia será absorvido por ele.
Caixa de texto:
Caixa de texto:
Se estamos equilibrados, harmonizados, vibrando no bem, nosso “filtro” promove a absorção de boas energias, correspondentes ao nosso “patamar vibratório”, bloqueando a absorção de padrões energéticos “ruins”.
Se estamos desequilibrados, desarmonizados, invigilantes com nossos pensamentos, nosso patamar vibratório se ajusta com energias “ruins”, e nosso filtro bloqueia a absorção das energias boas e promove a assimilação de energias desequilibradas.
É fácil deduzir que se absorvemos um determinado padrão energético, com uma certa “qualidade”, seja ela positiva (boa) ou negativa (ruim), a metabolização dessas energias produz componentes energéticos de qualidade similar, que se distribuem pelo nosso organismo físico e perispiritual, afetando-o com a qualidade inerente ao tipo e qualidade da energia absorvida.
Também podemos inferir que o padrão vibratório/energético absorvido, uma vez metabolizado em nosso complexo perispirítico, reforça o estado vibratório (patamar) que permitiu sua absorção, ou seja, reforçamos o estado de equilíbrio ou desequilíbrio em que nos encontramos. Por isso é necessário a vigilância constante sobre nossa sintonia mental/espiritual, para que não nos deixemos levar pelos pensamentos inadequados, pelas vibrações negativas, pelos sentimentos menos dignos, pelas emoções descontroladas, pois isso permitirá que iniciemos um processo de absorção de energias negativas, que por sua vez reforçam nosso estado de desequilíbrio, o que pode, em persistindo esta situação, colocar-nos em contato com seres desequilibrados, causar-nos doenças e desequilíbrios físicos, psíquicos e espirituais.
Em contrapartida, a vigilância para que nosso pensamento, nossa sintonia permaneça sempre elevada, voltada a prática do bem, do amor e da caridade, permite que, constantemente, fiquemos sintonizados e absorvendo as energias equilibradas, o que reforça nosso equilíbrio e bem estar físico, psíquico e espiritual, trazendo a sensação agradável de estar em sintonia com energias elevadas. Esse é o retorno, a recompensa imediata de quem pratica o amor e a caridade. Traz o prazer em se praticar o bem.
Caixa de texto:
Ao entender este mecanismo, podemos afirmar que é muito importante que busquemos, com um esforço constante, com muita consciência, uma mentalização positiva para o nosso foco mental, para os nossos pensamentos, em todas as etapas e momentos de nossa vida, em casa, no trabalho, no lazer, no trânsito...., de modo a garantir a sintonia com um patamar energético mais elevado, com a conseqüente absorção e metabolização de energias benéficas e reforçadoras de nosso comportamento no caminho do bem.
De outra forma, deve ser evitado que nosso foco mental vague em paragens menos dignas. Temos que zelar para que nosso pensamento não seja direcionado para as coisas negativas e destruidoras. Não devemos focar a negatividade, os problemas, as inconformidades, nem sintonizar com a desgraça, pois nesse caso nos comportaremos como urubus, que voam alto apenas para focalizar a carniça, para dela se alimentar.
Pensamento no bem, pensamento calmo, pensamento positivo, pensamento criador, foco no amor e na caridade. Esse é o caminho da mentalização, da sintonia e da absorção das boas energias. Lembremo-nos que as palavras expressam pensamentos. Que saiam de nossas bocas as boas palavras e de nosso coração as boas atitudes.
Devemos sempre ter em mente que a energização que nos envolverá, depende, em cada instante, apenas de nossa atitude mental, e que na aplicação prática de nossa vida, a ligação com o alto se faz na aplicação das boas virtudes, com o exercício constante do bem, seja em que atividade estivermos.
Nosso bem estar depende apenas de nós mesmos.
Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei
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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.