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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Mensagem de Natal


Amor…
O mais puro dos sentimentos, a mais bela das palavras, a mais forte das emoções…
…E parece que nesta época do ano,
o mundo fica mais colorido, mais cheio de vida,
talvez seja a presença dos anjos, que com
o ruído doce do bater de suas asas espalhem luz
e cor, onde quer que estejam,
e com certeza, foram esses mesmos anjos,
que trouxeram você para nós
Para encher a nossa vida de alegria e emoção,
e como é Natal, nosso amor por você
não poderia estar maior.
Nossa felicidade com a sua presença,
cresce a cada momento, e é por isso,
que desejamos a você;
PAZ, SAÚDE, AMOR, SORTE, PROSPERIDADE,
SUCESSO, e que os Anjos estejam sempre
abençoando nossas vidas, neste, e em todos os
natais que possamos vir a passar juntos
FELIZ NATAL !!!

Grupo Boiadeiro Rei

EH! BOI!


Fui tropeiro sinhá moça,
Tropeiro no meu sertão
Com o berrante toquei a vida
Com o aboio embalei meu coração

Nessa lida de meu Deus
De sol a sol eu cresci
No sertão da Parnaíba
Lugar longínquo onde nasci!

Quanto boi, quanta boiada,
Vi passar no meu rincão
Numa terra abençoada
Que herdei de meus irmãos!

Mas, um dia chegou hora!
De voltar pro lado de cá
O berrante deixei chorando
Com o coração a soluçar!

“Num se avexe não Venâncio!
Deixe de arreclamar!
Assim eu escutava a voz
Que vinha comigo falar!

E depois de uma temporada
Um convite a mim chegou;
Venâncio, Venâncio olha que felicidade!
Vais tocar de novo o teu berrante e fazer a caridade!

De lá pra cá minha gente,
Não parei um só segundo
Vou fazendo meu aboio,
Alegrando todo mundo

E na Umbanda bendita
Esse tropeiro se encontrou
Hoje! Toco boi, toco boiada...
Mas, é na Seara abençoada de Nosso Sinhô!

Eh! Boi!
Getruá Boiadeiro!


Boiadeiro Venâncio, boiadeiro do sertão.

Mensagem recebida em 01/08/2007
Por Mãe Luzia Nascimento

Hino da Umbanda


CATIMBÓ – JUREMA


Quem já ouviu falar em catimbó? Todos já ouvimos, mas como somos leigos achamos que catimbó-jurema é sinônimo de baixo espiritismo, ou que catimbó-jurema esteja se referindo à querida Cabocla Jurema. Através deste texto vamos esclarecer um pouco sobre este lindo culto. Como nas religiões existem nações diferentes, no catimbó temos ramificações diferentes também.
Para começar, vamos explicar que a jurema é uma árvore que floresce no agreste e na caatinga nordestina. Da casca de seu tronco e de suas raízes faz-se uma bebida mágico-sagrada que alimenta e dá força aos “encantados do outro mundo”.

A jurema já era cultuada na antigüidade por pelo menos dois grandes grupos indígenas, o dos Tupis e o dos Cariris. Com a chegada dos brancos e a catequização dos índios, surge o catimbó-jurema que recebeu não só elementos católicos como os da bruxaria européia, mas foi com a chegada do negro que o catimbó ganhou força. O catimbó nasceu no nordeste brasileiro.

Antigamente os juremeiros consagrados, chamados de mestres vivos, cultuavam as entidades no pé da jurema preta (árvore espinhosa onde habitam os senhores mestres). Mas o acesso ao pé da jurema ficou difícil, então os juremeiros fizeram os assentamentos em troncos de jurema, pois ela é o grande fundamento do catimbó. É com a casca da jurema preta que se faz banhos, as folhas são usadas no fumo e são feitos remédios como garrafadas para diversos males.

Desse modo, o símbolo da árvore que liga o mundo terreno ao além, embora amarga, dá sapiência aos que dela se alimentam, ganha novos significados surgindo um mito com traços cristãos. Neste sentido a jurema surge como a árvore que escondeu a “sagrada família” de Herodes durante a fuga para o Egito ganhando desde então suas propriedades mágico-religiosas.

“Onde Jesus descansou, que dá força e ciência, a jurema é um pau sagrado ao bom mestre curador.”

Apesar de encontrarmos nos pontos de umbanda a referência à jurema, é o catimbó que tem a jurema como o centro e o principal elemento de seu culto. Dada a importância dessa planta para o rito, criou-se todo um sistema de crenças em torno dela. A árvore da jurema tornou-se análoga à “árvore da vida” de tantas mitologias, o eixo do mundo que liga terra e céu e em cujo corpo se organiza o mundo mortal e divino. No catimbó, a jurema é a morada dos encantados (espíritos dos mortos). Esse mundo, chamado jurema, é dividido em reinos, estados, cidades e aldeias, cada qual habitado e governado por determinados mestres.

Catimbó é uma prática baseada no cristianismo de onde se apóia toda a sua doutrina religiosa. Ele não é candomblé e não é umbanda como se conhece comumente, mas pode ser considerado uma manifestação de umbanda. Não é uma religião ou seita, podemos considerá-lo um culto, uma vez que não encontramos os elementos estruturados que são característicos, como os fundamentos religiosos próprios com liturgias e dogmas. Tem uma raiz indígena, mas muitos praticantes minimizam esta origem e a influência africana devido ao preconceito que essas culturas sofrem. A influência afro-ameríndia é notada em qualquer reunião de catimbó no país.

Não há dúvida de que o catimbó é xamanista, com muitas práticas de pajelança, mas não é baseado em caboclos e sim em mestres, apesar dos caboclos também terem participação. Ele pode se parecer um pouco com a umbanda, mas nem um pouco com candomblé. A semelhança com a umbanda é devido ao trabalho com entidades incorporadas, entretanto os mestres do catimbó possuem uma incorporação muito típica e discreta.

O instrumento essencial do catimbó é o cachimbo (sempre fumado ao contrário) com o qual o mestre fuma sua mistura de ervas preferidas ou a que considera adequada para resolver o problema de uma pessoa. O método de magia e cura mais usado pelos mestres do catimbó é defumar a pessoa com a fumaça do cachimbo enquanto recitam orações adequadas ao caso e executam os gestos rituais adequados.

O catimbó é uma atividade mágica essencialmente prática. Seu objetivo é sempre tentar encontrar soluções para os problemas imediatos das pessoas. Geralmente são a necessidade de curar uma doença, o desejo de atrair a pessoa amada, a busca de sucesso e prosperidade, a vontade de afastar inimigos ou de eliminar mau-olhado ou feitiços.

Esse espaço chama-se Mesa de Jurema. A abertura da mesa é uma liturgia simples, mas significativa e bonita. Deve ser um ritual importante e solene. Cada um pode ter sua forma de trabalhar com o mundo espiritual, mas a solenidade de abertura é sempre tocante.

Na mesa os materiais necessários para o consumo da jurema são: tigelas, copos e jarros. Para uso do fumo são: cachimbos, cigarros e charutos. Também são necessários os apetrechos dos mestres e outros materiais como água, flores, cachaça e pedras.

Antes de iniciar o ritual deve-se louvar o Nosso Senhor Jesus Cristo, pedindo licença para abrir a mesa exaltando a força da jurema. Podem ser recitadas preces como a de Cáritas e entoados cânticos de abertura. Para chegar à mesa o ritual se desdobra em três momentos: o primeiro é o da colheita que será feita com a permissão do mestre de catimbó; o segundo é o preparo da casca da raiz macerada em água. Pronta e consagrada a “poção mágica”, será usada no terceiro momento que é a mesa de jurema onde todos os participantes vestindo roupas brancas ou coloridas bebem a jurema e depois dançam e cantam até atingir o transe que permitirá a manifestação dos mestres.

Após a abertura da mesa é chamado o mestre que abre os caminhos para os outros (o que é bem semelhante à função do Exú na umbanda). Depois são chamados os outros mestres, pois eles possuem características e funções diferentes. Os presentes fazem as consultas e os mestres executam o que julgam necessário. Terminado o trabalho o mestre que abriu a mesa é chamado para fechar a sessão e o trabalho é encerrado.

A iniciação no catimbó se faz com rituais simples, porém significativos. O primeiro ritual pelo qual passa o iniciando é a jura no qual ele deve se confirmar como um discípulo da jurema. O iniciando fica em reclusão durante sete dias. Nesse período o jogo de búzios indica as sete ervas que deverão ser oferecidas ao mestre do mesmo. Dessas uma será consagrada para o banho de ritual do iniciado. Com o passar do tempo e sua evolução ele irá receber o seu cachimbo que será consagrado por um mestre. Será através deste cachimbo que ele fará seus trabalhos. Finalmente após alguns anos ele deverá realizar o tombo onde se confirmará como um mestre em vida do catimbó.

O tombo da jurema constituiu-se no processo pelo qual os iniciados no pé da jurema, ao acordar, estejam prontos para trabalhar (é dada ao iniciado uma jurema muito forte, que é ingerida, provocando um sono profundo). Contudo o rito foi tornado bem mais complexo que sua referência mística. O tombamento consiste então no oferecimento de alimentos e sacrifícios às correntes espirituais do iniciante. Nele comem caboclos, o mestre, a mestra, o Exú e a Pomba-gira do iniciante. Acontece também a juremação. Ainda durante o sacrifício o iniciante é levado, durante o transe, para correr as cidades espirituais. O caboclo é alimentado com uma pequena porção de tudo o que foi oferecido. Findo o banquete o caboclo é mandado de volta à sua cidade e o iniciante deverá contar ao seu iniciador o que viu. Se a viagem for considerada válida ele está pronto para trabalhar no catimbó.


Muitos juremeiros dizem que “um bom mestre já nasce feito”, mas alguns ritos são utilizados para fortificar as correntes. O ritual mais simples, porém de muita ciência, é o conhecido como juremação que é a implantação da semente ou ciência da jurema, por baixo da pele do discípulo, onde mais tarde (esta semente) deverá aparecer em outro lugar do corpo.
O termo mestre é de origem portuguesa onde tinha o sentido tradicional de médico, ou segundo Câmara Cascudo, de feiticeiro. Este é o primeiro elemento de ligação do catimbó com tradições européias e mostra também a expressão semântica do trabalho do mestre: a cura e a magia.
De forma geral, os mestres são descritos como espíritos curadores. Dizem os juremeiros que os mestres foram pessoas que quando em vida possuíam conhecimentos de ervas e plantas curativas. Não existem mestres do bem ou do mal. Eles podem fazer o bem ou o mal de acordo com sua conveniência, a ordem da casa ou da ocasião.

Nesta generalização, podemos entender bem o porquê do culto do catimbó. Em uma região dominada pela pobreza e falta de assistência, a população carece de assistência médica, pois a doença é um temor presente. Os mestres são enviados para socorrer e aliviar o sofrimento dos necessitados, oferecendo a medicina fitoterápica (as ervas que são usadas nas garrafadas), herdada dos índios. Por outro lado em regiões de pessoas simples, que são ameaçadas por poderosos e violentos jagunços, os mestres se colocam como anjos vingadores para proteger e defender essa gente desamparada. Dessa maneira podemos entender que os caminhos de Deus são inúmeros e que a espiritualidade se manifesta da forma como é necessária para garantir uma vida justa e decente aos habitantes desta terra fria.

Dentre os mestres do catimbó, o mais famoso é Zé Pelintra, presente em todos os catimbós e respeitado na umbanda como membro do “povo de rua”. Mestre de grande força é muito hábil para livrar de inimigos e doenças, dar sorte no jogo e no amor. O catimbó de seu Zé Pelintra se baseia no antigo e verdadeiro catimbó da jurema. Dentro da umbanda, sem ser muito percebido, Zé Pelintra pratica, e muito, seu catimbó. Nas situações mais difíceis, perante os seres humanos que se julgam, às vezes, mestres, que se acham muito entendidos nos assuntos espirituais de umbanda e candomblé, Zé Pelintra sempre se mantém humilde.

A vaidade humana é sem dúvida o atraso das obras espirituais. Devemos sempre aprender a sermos humildes e nos considerar sempre um eterno aprendiz, pois o mestre sempre está aprendendo com outro mestre.

No catimbó de seu Zé Pelintra a bebida por ele utilizada (vinho da jurema) é feita a partir da árvore sagrada, com folhas da jurema branca, rapadura e outros mistérios e serve para curar males físicos do corpo e é usada em rituais sagrados do catimbó. A jurema preta é usada para lavar as feridas infectadas e assim cicatrizá-las. O fumo utilizado é de charutos nobres e a macaia para curas externas. As rezas são variadas e a mesa, sempre com muita fartura, sob a égide do Patrono Santo Antônio. Temos também os caboclos, as caboclas, as sereias e caboclas d’água, os preto-velhos, os ciganos e magos. Todos são feiticeiros e curandeiros fortíssimos e fazem magias, retiram feitiços e curam doenças.

Catimbó não é umbanda, não é candomblé, catimbó é catimbó. Todos são irmãos, e irmãos devem se respeitar.

Saravá, que a jurema sagrada cubra de sabedoria a todos nós!


Mestres catimbó

Juremação


Tombo


Iniciação

O espaço sagrado do catimbó

Mas afinal, o que é catimbó?

Oxumaré caminha no arco - íris



Oxumaré (Òsùmàrè) é o orixá de todos os movimentos, de todos os ciclos. Se um dia Oxumaré perder suas forças o mundo acabará, porque o universo é dinâmico e a Terra também se encontra em constante movimento. Imaginem só o planeta Terra sem os movimentos de translação e rotação; imaginem uma estação do ano permanente, uma noite permanente, um dia permanente. É preciso que a Terra não deixe de se movimentar, que após o dia venha a noite, que as estações do não se alterem, que o vapor das águas suba aos céus e caia novamente sobre a Terra em forma de chuva. Oxumaré não pode ser esquecido, pois o fim dos ciclos é o fim do mundo.


Oxumaré mora no céu e vem à Terra visitar-nos através do arco-íris. Ele é uma grande cobra que envolve a Terra e o céu e assegura a unidade e a renovação do universo.
Filho de Nanã Buruku, Oxumaré é originário de Mahi, no antigo Daomé, onde é conhecido como Dan. Na região de Ifé é chamado de Ajé Sàlugá, aquele que proporciona a riqueza aos homens. Teria sido um dos companheiros de Odudua por ocasião de sua chegada a Ifé.
Dizem que Oxumaré seria homem e mulher, mas, na verdade, este é mais um ciclo que ele representa: o ciclo da vida, pois da junção entre masculino e feminino é que a vida se perpetua. Oxumaré é um Orixá masculino.
Oxumaré é um deus ambíguo, duplo, que pertence à água e à terra, que é macho e fêmea. Ele exprime a união de opostos, que se atraem e proporcionam a manutenção do universo e da vida. Sintetiza a duplicidade de todo o ser: mortal (no corpo) e imortal (no espírito). Oxumaré mostra a necessidade do movimento da transformação.
Omulú é o irmão mais velho de Oxumaré, mas foi abandonado por sua mãe por ter nascido com o corpo coberto de chagas. Em tempo, não se pode condenar Nanã por esse acto, já que era um costume, quase uma obrigação ritual da época, que se abandonassem as crianças nascidas com alguma deformidade. O deus do destino disse a Nanã que ela teria outro filho, belíssimo, tão bonito quanto o arco-íris, mas que jamais ficaria junto dela. Ele viveria no alto, percorreria o mundo sem parar. Nasceu Oxumaré.
Oxumaré que fica no céu
Controla a chuva que cai sobre a terra.
Chega à floresta e respira como o vento.
Pai venha até nós para que cresçamos e tenhamos longa vida.
Características dos filhos de Oxumaré:
São pessoas que tendem à renovação e à mudança. Periodicamente mudam tudo na sua vida (de maneira radical): mudam de casa, de amigos, de religião, de emprego; vivem rompendo com o passado e buscando novas alternativas para o futuro, para cumprir seu ciclo de vida: mutável, incerto, de substituições constantes.
São magras. Como as cobras possuem olhos atentos, salientes, difíceis de encarar, mas ‘não enxergam’. São pessoas que se prendem a valores materiais e adoram ostentar suas riquezas; São orgulhosas, exibicionistas, mas também generosas e desprendidas quando se trata de ajudar alguém.
Extremamente activas e ágeis, estão sempre em movimento e acção, não podem parar.
São pessoas pacientes e obstinadas na luta pelos seus objectivos e não medem sacrifícios para alcançá-los. A dualidade do orixá também se manifesta nos seus filhos, principalmente no que se refere às guinadas que dão nas suas vidas, que chegam a ser de 180 graus, indo de um extremo a outro sem a menor dificuldade. Mudam de repente da água para o vinho, assim como Oxumaré, o Grande Deus do Movimento.
DIA: Terça-feira
CORES: Amarelo e verde (ou preto) e todas as cores do arco-íris
SÍMBOLOS: Ebiri, serpente, círculo, bradjá.
ELEMENTOS: Céu e terra
DOMÍNIOS: Riqueza, vida longa, ciclos, movimentos constantes.
SAUDAÇÃO: A Run Boboi!!!



Logun Edé

É um Orìsà filho de Ósùn Ipondá com Erinlé (confundido no Brasil com Osoosi). Assim, é metade Osoosi e metade Ósùn, usa azul e amarelo e vive parte do tempo na água e parte no mato.
No Ketu é chamado de Ocurin, Ojongolô e Socotô; no jeje é Bosso Jara e no angola Gongombila. Aquele que gosta de "comer" faisão.
SÍMBOLOS: leque, espelho, abebê, ofá, lança
SAUDAÇÃO: Lôsi lôsi Logun!!! Eru awo!!! Logun Akofá!!!
DIA DA SEMANA: quinta-feira
CORES: azul turquesa e dourado
OFERENDAS: cabra, galinha, pomba, conquém faisão e peixes de água doce, milho branco, feijão fradinho, mel e ovos. Animais sempre em casais.
ARQUÉTIPO DOS FILHOS: Volúvel, sonhador, aprecia jóias e coisas caras, amoroso, inteligente. observador, guerreiro (mas logo se cansa), sensual, geralmente bonito fisicamente, magro, alto e esbelto, irrequieto, intuitivo, generoso, mentiroso.

Orixá de 2011 Mamãe Oxum - Previsões




O ano de 2011 será regido pelo Orixá Oxum, no sincretismo Nossa Senhora, promete ser um ano dotado de intuição e doçura, isso à Orixá Oxum que será a regente durante todo o ano. 

A cor predominante para ser usado é a amarela ou dourada, pode ser uma peça da roupa ou mesmo uma fita.

As flores de decoração devem ser amarelas, e melhor ainda se forem lírios brancos ou amarelos.

As aguas doce são para esta Orixá sua fonte de energia renovadora, no banho deixe cair sobre seu corpo e peça a ela muita proteção.

Para atrair o poder dessa Orixá para a sua vida, melhorando também seus aspectos financeiros, aconselhamos que quando for fazer algo que necessite sua proteção utilize durante o ano roupas com uma tonalidade de amarelo.
Para as mulheres além das peças em amarelo, vocês podem usar as bijuterias na cor cobre com muito brilho. 

A noite da virada é a noite das oferendas, além das oferendas (coloque uma fruta doce cortada, uma flor e um copo de agua em um canto da casa), e tenha em sua mesa abacaxi e muitas flores amarelas.

Acima de tudo 2011 será um ano de libertação, o emocional envolto de liberdade dessa Orixá clama por um espírito mais leve. Acima de tudo será um ano em que as mudanças estarão ao seu favor, caso deseje mudar nos diversos setores, só tenha cautela para que o emocional não influencie em escolhas erradas. 

Quando o ano é de Mamãe Oxum, é ano de maternidade, é ano de familia unida, a força das Mamãe neste ano é predominante, a intuição oferecida a todas mães faz o ano ser harmonioso, então não deixe de se aconselhar com uma mamãe para tomar qualquer decisão importante.

Para este ano, deverá ocorrer mudanças que produzam dinheiro, ou seja é ano de começar estudos, mudar de trabalho, criar fontes de renda, mas lembre-se muita cautela e reflexão, pois as aguas de Mamãe Oxum trazem o positivo e levam o negativo, mas sem a fé e a força interior a mudança do curso é inevitável.

O Brasil deverá passar por uma grande mudança social, o crescimento será somente percebido após o segundo semestre, deverá ser associado a compra de imóveis, pois Mamãe Oxum deverá amparar com um teto a todos filhos devotos.

No amor, Mamãe Oxum estará ajudando a encontrar sua cara metade, mas você deverá procura-lo em locais que se sinta bem, que seu coração esteja feliz, use a cor amarela quando sair pra procurar seu amor.

As aguas da cachoeira é o reino de Mamãe Oxum, um ótimo lugar para fazer seus pedidos, e colocar flores e moedas como oferenda.

Algumas previsões para este ano:

Previsões Ruins

1- Acidente fatal de avião com um cantor popular (sertanejo).
2- Presa pessoa importante e Popular ligadas ao tráfico de drogas. 
3- Afastamento da Presidente Dilma por problemas de saúde.
4- Bomba Nuclear será lançada no Oriente.
5- Acidente fatal de piloto de fórmula 1 (não será nas pistas).
6- Morre uma das maiores artistas brasileiras. (luto igual de Airton Senna).
7- PT e PMDB quebram aliança no governo.

Previsões Ótimas.

1- Brasileiro Felipe Massa Campeão da Formula 1.
2- Brasil recebe cadeira efetiva na ONU.( méritos de Lula).
3- Descoberto maior jazida de ouro do mundo no Brasil.
4- Descoberto remédio contra Aids. 
5- Ronaldo Lazário será reconhecido o maior atleta do mundo.
6- Brasil reconhecido como uma das maiores potências mundiais.
7- Uma Mulher assume Grupo Silvio Santos e acaba a crise.




Estas previsões são emitidas por uma entidade mas quem faz o futuro são as pessoas que efetivamente contribuem com o presente em seus atos, a caridade e o amor ao próximo pode mudar qualquer rumo de uma previsão, pois estas previsões foram feitas no momento específico astral de cada pessoa ou assunto aqui exposto que levaria a tal previsão ser efetivada favorecida pela situação astral em dezembro de 2010.


Que a Divina Luz esteja entre nós
Texto de Emidio de Ogum

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

São Nicolau ou Papai Noel como queiram

SÃO NICOLAU

Queridos irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos


Como sabemos, este blog que é de estudos filosóficos e esotéricos, hoje a postagem pode parecer inútil, porém entendam que a figura de Papai Noel, é a personificação da verdadeira caridade.
São Nicolau de Mira (também conhecido como são Nicolau de Bari) é o santo padroeiro da Rússia, da Grécia e da Noruega. É o patrono dos guardas noturnos na Armênia e dos coroinhas na cidade de Bari, na Itália, onde estariam sepultados seus restos.

É aceite que São Nicolau, bispo de Mira, seja proveniente de Petara, na Ásia Menor (Turquia), onde teria nascido na segunda metade do século III, e falecido no dia 6 de dezembro de 342.

Sob o império de Diocleciano, Nicolau foi encarcerado por recusar-se a negar sua fé em Jesus Cristo. Após a subida ao poder deConstantino, Nicolau volta a enfrentar oposição, desta vez da própria Igreja. Diante de um debate com outros líderes eclesiásticos, Nicolau levanta-se e esbofeteia um de seus antagonistas. Isso o impede de permanecer como um líder da Igreja. Nicolau, porém, não se dá por vencido e permanece atuante, prestando auxílio a crianças e outros necessitados.

A ele foram atribuídos vários milagres, sendo daí proveniente sua popularidade em toda a Europa e sua designação como protetor dos marinheiros e comerciantes, santo casamenteiro e, principalmente, amigo das crianças. De São Nicolau, bispo de Mira (Lícia) no século IV, temos um grande número de relatos e histórias, mas é difícil distinguir as autênticas das abundantes lendas que germinaram sobre este santo muito popular, cuja imagem foi tardiamente relacionada e transformada no ícone do Natal, Pai Natal (Papai Noel no Brasil) um velhinho corado de barba branca, trazendo nas costas um saco cheio de presentes.

É tido como acolhedor com os pobres e principalmente com as crianças carentes, o primeiro santo da igreja a se preocupar com a educação e a moral tanto das crianças como de suas mães.

A Igreja Ortodoxa lhe honra com a celebração litúrgica do último domingo do ano no calendário juliano. Os ritos copta e bizantino lhe dedicam grande relevo e a celebração de sua vida pastoral tem grande destaque. O calendário romano celebra o seu dia como sendo a 6 de dezembro.

Sua devoção difundiu-se na Europa quando as suas relíquias, roubadas de Mira por 62 soldados de Bari, e trazidas a salvo subtraindo-as aos invasores turcos, foram colocadas com grandes honras na catedral de Bari a 9 de maio de 1807. As relíquias eram precedidas pela fama do suposto taumaturgo e pelas coloridas lendas que cercavam sua figura.

São as lendas que o cercam que proporcionaram e aumentam a sua fama.

É contado que teria conseguido converter hereges que querendo saquear a sua igreja, lá encontrando hóstias consagradas, e, ao tocá-las, elas viraram pão. A mais famosa destas lendas conta que uma família muito pobre não tinha como custear o "dote" para casar as suas filhas. O bispo Nicolau, a noite, jogou um saco de moedas de ouro e prata para ajudar a pagar o referido "dote".

A São Nicolau é atribuído o dom de ressuscitar crianças em sua região (Mira), hoje a localidade de Demre na Turquia. Muitas são as histórias sobre supostas aparições suas; a mais famosa foi no Natal de 1583, na Espanha, quando atendendo as orações de algumas senhoras, teria auxiliado para que nenhum pobre deixasse de receber o seu pão bento. Os pobres, ao serem perguntados sobre a quem lhes teria dado alimento em meio a um "tão pesado inverno", estes teriam dito que foram socorridos por "um senhor de feições muito serenas e mãos firmes".

São estas lendas religiosas e a sua iconização como Papai Noel que fazem Nicolau de Mira ser muito conhecido, mas são também a razão de não termos uma visão clara sobre a vida do mesmo.


São Nicolau é igualmente padroeiro dos estudantes. E nessa condição é cultuado em Guimarães, 
Portugal. Pelo menos desde 1664 (ano da construção da Capela de São Nicolau) que existem indícios da realização das festas em sua honra, pelos estudantes daquela cidade, também chamados de nicolinos. 
Estudantes que pouco mais tarde, em 1691, constituíram a Irmandade de São Nicolau, nessa data tendo aprovado os seus estatutos.

Conversa entre Exú e Oxalá





Queridos irmãos

Que a paz de Oxalá esteja com todos


Irmãos o texto de hoje é muito interessante, acompanhem:

"O céu e a terra fundiam-se no horizonte distante, parecendo uma coisa só, como se não houvesse separação entre o mundo espiritual e o material, a consciência individual e a cósmica.
Sentado sobre uma pedra em uma enorme montanha, de cabeça baixa e olhos apenas entreabertos, Exu observava o fenômeno da natureza e refletia sobre o seu interminável trabalho.

Como é difícil a humanidade – pensou em certo momento – parece nunca estar satisfeita, está sempre querendo mais e, em sua essência egoísta desarmoniza tudo, tudo... Tudo que era para ser tão simples acaba tão complicado.

Com os olhos habituados a enxergar na escuridão e na distância, Exu observou cada canto daqueles arredores. Viu pessoas destruindo a si mesmas através de vícios variados, viu maldades premeditadas e outras praticadas como se fossem atos da mais perfeita normalidade. Viu injustiças, principalmente contra os mais fracos e indefesos. Com seus ouvidos, também atentos a tudo, ouviu mentiras, palavras de maledicência, gritos de ódio e sussurros de traição.

Exu suspirou.

Serei eu o diabo da humanidade? – pensou ironicamente, ao lembrar o quanto era associado à figura do demônio. Passou horas observando coisas que estava habituado a ver todos os dias: mentiras, fraudes, corrupção, traições, inveja, e uma gama enorme de sentimentos negativos.

Foi quando estava imerso nesses pensamentos que Exu ouviu uma voz ao seu lado, dizendo naquele tom austero, porém complacente:

Laroyê, Senhor Falante.

Exu ergueu os olhos e vislumbrou a figura altiva de Oxalá.

Èpa Bàbá – respondeu Exu, fazendo um pequeno movimento com a cabeça, em sinal de respeito.

Noto que está pensativo, amigo Exu – falou Oxalá.

Exu respirou fundo, contemplou novamente o horizonte e respondeu:

Trabalhamos tanto... e incansavelmente, mas os homens parecem não valorizar nosso esforço.

Oxalá moveu os lábios para dizer algo, mas antes que isso acontecesse, Exu, como que prevendo o que seria dito, continuou:

Não falo em tom de reclamação, sou um trabalhador incansável e o amigo sabe disso. É com prazer que levo o que tem ser levado e retiro o que deve ser retirado. É com satisfação que abro ou fecho os caminhos, de acordo com a necessidade de cada um, é com resignação que acolho sobre minhas costas largas a culpa do mal que muitos espíritos encarnados e desencarnados fazem, não reclamo do meu trabalho. Sou Exu, para mim não existe frio ou calor, cansaço ou preguiça, existe apenas a necessidade de cumprir a tarefa para qual fui designado.

Se mostra tão resignado e, no entanto, parece que deixa-se abater pelo desânimo – comentou Oxalá, apoiando-se em seu paxorô.

Exu soltou uma gargalhada, ao que Oxalá deu um leve sorriso, com um movimento quase imperceptível no canto direito dos lábios.

Não sou resignado nem tampouco estou desanimado – falou Exu – estou pensativo sobre pouca inteligência dos homens. Veja só: como responsável pela aplicação da Lei Cármica observo muita coisa. Observo não apenas o sofrimento que alguns homens impõem a si mesmos, mas vejo também as incessantes oportunidades que o Universo dá a cada um dos seres que habitam a Terra. O aprendizado que tanto precisam lhes é dado por bem, mas quase nunca enxergam pelo amor, então lhes é dada a oportunidade de aprender pela dor, mas geralmente só lembram a lição enquanto a dor está a alfinetar sua carne. Com o alívio vem o esquecimento e todos os erros e vícios voltam a aflorar.

Oxalá fez menção de dizer algo, mas com o dedo em riste entre os lábios, novamente Exu o impediu de falar.

Ouça – disse Exu, colocando a mão em concha na orelha, como se ele e Oxalá precisassem disso para ouvir melhor. E ambos ouviram o som que vinha da Terra. O som da inveja, dos maus sentimentos, da maledicência, da promiscuidade, da ganância. Exu deu outra gargalhada e disse:

Percebe? Temos trabalho por muitos séculos ainda.

E isso não é bom? – perguntou Oxalá, que dessa vez não deixou Exu responder e continuou:

Pobres homens, ignorantes da própria grandeza espiritual e da simplicidade do Universo. Se não desconhecessem tanto o funcionamento das coisas, seriam mais felizes.

Não estão preocupados em discernir o bem do mal – resmungou Exu.

E você está, Senhor Falante? – tornou Oxalá.

Mais uma vez Exu gargalhou.

Para mim não existe o bem ou o mal. Existe o justo, bem sabe disso.

Então por que tenta exigir esse discernimento dos pobres homens?

Eu conheço os caminhos – respondeu Exu um tanto irritado – para mim não existem obstáculos, todos os caminhos se abrem em encruzilhadas. Para mim as portas nunca se fecham e as correntes nunca prendem. Conheço o sutil mistério que separa aquilo que chamam de bem daquilo que chamam de mal. Não sou maniqueísta, não sou benevolente, pois não dou a quem não merece, mas também não sou cruel, pois sempre ajo dentro da Lei. Os homens, coitados, acreditam na visão simplista do bem e do mal, como se todo o Universo, em sua “complexa simplicidade” se resumisse apenas entre o bem e o mal.

Pobres homens – repetiu Oxalá.

Pobres homens – concordou Exu – mesmo olhando o Universo de uma forma tão simplista, dividido apenas entre bem e mal, acabam sempre demonizando tudo, achando que o mal é o melhor caminho para conseguir o que desejam ou então acreditam que são eternas vítimas do mal. E o que é pior, quase sempre eu é que sou o culpado.

Mas é você o responsável pelo mal? – perguntou Oxalá, admirando o horizonte.

Sou justo, apenas isso – respondeu Exu.

Não seria a justiça uma prerrogativa de Xangô? – tornou o maior dos orixás.
Exu olhou fundo nos olhos de Oxalá e respondeu:

Estou a serviço do Universo, de cada uma das forças que o compõe, inclusive do Senhor da Justiça.

Isso significa que trabalha em harmonia com o Universo, caro Exu?


Imaginei que soubesse disso – respondeu Exu, irônico como sempre.

Acho que sempre soube. Quando observo o horizonte e vejo o céu fundindo-se à Terra, percebo o quanto o material pode estar ligado ao espiritual. Mas também lembro que o sol vai raiar e acredito que apesar de todas as dificuldades que os próprios homens criam, é possível acender a chama da fé em seus corações. Percebo o quanto eles são falhos, mas percebo também o quanto são frágeis e precisam de nós – e nesse momento pousou a mão sobre o ombro de Exu – sejam dos que trabalham na luz ou na escuridão, pois tudo faz parte do Uno e se inter-relacionam. O mesmo homem que hoje está nas profundezas mais abissais, amanhã pode ser o mensageiro da luz.

Exu olhou para os olhos de Oxalá, como se não estivesse concordando, mas dessa vez foi Oxalá quem não deixou que o outro falasse, prosseguindo com sua narrativa:

Se não fossem os valorosos guardiões que trabalham nas regiões trevosas, dificilmente os que ali sofrem um dia alcançariam o benefício da luz. Se houvesse apenas a luz, não haveria o aprendizado, que tem como ponto de partida o desconhecimento, as trevas. O Universo tão simples é ao mesmo tempo tão inteligente, que mesmo nós, que observamos os homens a uma distância grande, às vezes nos surpreendemos com sua magnitude. Os homens são frutos que precisam amadurecer e você, amigo Exu, é a estufa que os aquece até o ponto certo da maturação e eu sou a mão que os colhe como frutos amadurecidos.

Quem diria que trabalhamos em harmonia? – disse Exu em meio a um sorriso – acreditam que vivemos a digladiar quando na verdade trabalhamos em busca de um mesmo objetivo: o aprimoramento da raça humana.

Oxalá só não soltou uma gargalhada porque não era esse seu hábito (e sim o de Exu), mas disse sem conseguir esconder o contentamento:


Então, companheiro Exu, não temos porque lamentar. A ignorância em que vivem os homens é sinal de que ainda temos trabalho a realizar. A pouca sabedoria que possuem significa que ainda estão muito próximos ao ponto de partida e cabe a nós, não importa se chamados de “direita” ou “esquerda”, auxiliá-los em sua caminhada, que é muito longa ainda. Apenas contemplar as mazelas dos corações humanos não irá auxiliá-los em nada. Sou a luz que guia os olhos da humanidade e você é o movimento que não a deixa estática. Se pararmos por um segundo sequer, atrasaremos em séculos e séculos o progresso da raça humana, que tanto depende de nós.

Nesse momento o sol começou a raiar timidamente no horizonte, separando o céu e a Terra. Exu levantou-se da sua pedra e se pôs a caminhar montanha abaixo.

Aonde vai, Senhor Falante? – perguntou Oxalá, como se não soubesse.

Vou trabalhar, Senhor dos Orixás – respondeu Exu gargalhando novamente – Esqueceu que sou um trabalhador incansável e que trabalho em harmonia com o Universo, mesmo que ele me imponha a luz do sol?

Oxalá não respondeu, mas esboçou um sorriso tímido. Assim trabalhava o Universo: sempre em harmonia. Os homens, mesmo ainda presos a tantos conceitos primários, trilhavam os primeiros passos em direção ao progresso, pois não estavam órfãos de seus orixás e protetores."

-->Pelo Templo Tião D'angola e Boiadeiro Sete Porteiras.


Que Oxalá nos abençoe sempre

Ajudantes do Papai Noel

Hoje queridos irmãos, vou falar de amor ao próximo e não vou citar nomes, o motivo é simples, quem faz caridade, não precisa aparecer, não precisa de propaganda ou qualquer coisa que o vale, precisa sim de incentivo, precisa de energias positivas, mas as vezes estas pessoas deixar escapar lágrimas, pois seus objetivos são tão puros que se encontram que a verdadeira realidade.


Estou falando de um grupo de Pessoas que se dizem AJUDANTES DO PAPAI NOEL, são pessoas que a nove anos, arrecadam mantimentos, roupas e brinquedos, depois vestidos com uma toquinha vermelha e um Papai Noel, levam tudo isso a Orfanatos e Asilos.



Este ano, eu fui convidado a participar, procurei com minha família arrecadar alguns mantimentos e fomos distribuir, colocaram-me vestido de Papai Noel e arrumei com um amigo uma Van para cumprir a missão de ir a alguns lugares, fomos em orfanatos, alguns com crianças doentes e outros com crianças abandonadas, foi uma sensação diferente fazer aquilo, não imaginava o quanto as crianças esperavam por todos nós, no final a última casa a ser visitada foi um Asilo com muitos velhinhos, pensei que seria igual as outras casas, mas aquelas pessoas, começaram a chamar o Papai Noel, como fossem crianças, acreditavam sim meus irmãos no bom velhinho, e como a emoção tomou conta de todos os presentes, nossas lágrimas juntarem-se a deles.

Queridos irmãos, desculpe mas não podemos divulgar as fotos das crianças, mas aqui estão algumas fotos dos Ajudantes do Papai Noel.















O Papai Noel : origem e tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.
Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.
Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.
Papai Noel - Natal - festas natalinas Papai Noel no trenó e suas renas
Atualmente, a figura do Papai Noel está presente na vida das crianças de todo mundo, principalmente durantes as festas natalinas. É o bom velhinho de barbas brancas e roupa vermelha que, na véspera do Natal, traz presentes para as crianças que foram obedientes e se comportaram bem durante o ano. Ele habita o Pólo Norte e, com seu trenó, puxado por renas, traz a alegria para as famílias durante as festas natalinas. Como dizem: Natal sem Papai Noel não é mesma coisa.


Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei

Planeta e Orixá regente 2011

Planeta Mercúrio

 Não poderia ser diferente: na Umbanda e nas religiões afro-brasileiras não encontramos um consenso de qual é o Orixá regente para 2011. São muitas formas de se fazer esta leitura: búzios, astrologia, odus, numerologia...
Assim estamos liberando um pequeno texto sobre o assunto, que não tem a intenção de ser definitivo.
É certo que Mercúrio será o planeta regente de 2011. As particularidades e atributos desse planeta fazem referência à comunicação, à eloquência e à energia do movimento, move-se mais depressa do que qualquer outro planeta. Tanto é que seu nome foi atribuído pelos romanos baseado no deus Mercúrio, o deus que tem asas nos pés e que é o mensageiro dos deuses, inclusive do deus Júpiter.
Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol, está entre o Sol e Vênus, e pode ser visto a olho nu ao amanhecer e ao entardecer. O Sol está ligado ao Orixá Xangô, uma das grandes paixões de Iansã, segundo os mitos africanos, e Vênus está ligado a Oxum, que também segunda a mitologia yoruba, é irmã próxima de Iansã e  vivem “disputando” entre si.
Mercúrio está associado aos trabalhos do intelecto como escrever, ensinar e aprender, sendo a inteligência o melhor veículo para compreender o mundo e a si mesmo. Mercúrio representa nossa maneira de aprender e comunicar o que aprendemos, mas também representa nossa maneira de ouvir. Em seus aspectos negativos de comportamento humano surge o mentiroso, o ladrão, o superficial, e no positivo encontraremos aquela pessoa alegre, brincalhona, estudiosa, inteligente.
Com este astro como regente, não faltarão oportunidades para boas conversas, intercâmbio de experiências entre pessoas das mais diferentes idades e uma vontade incontrolável de mudar completamente tudo aquilo que nos cerca. Por ser agitado e muito versátil Mercúrio provocará uma movimentação intensa em todas as áreas da nossa vida, com mil idéias ao mesmo tempo, o desejo de partir em busca de novidades falará mais alto dentro de cada um de nós.
Diante disto, entendemos que o Orixá regente de 2011 será Iansã,  o Orixá que ajudará nossa vida girar e se transformar, afinal é nela que encontramos a eloquência, a potência do movimento e os extremos de temperatura como é característica do planeta mercúrio. É Ela que vemos e sentimos no amanhecer e no entardecer, assim como vemos o planeta mercúrio.
Iansã em seus aspectos psicológicos humanos é alegre, inteligente, impulsiva, afetuosa e atraente, cheia de instinto e justa.
Este próximo ano também estará relacionado com a orixá Oxum, pelo fato de Vênus estar perto de Mercúrio e por levarmos em conta que o primeiro dia do ano cai em um sábado, dia dos Orixás d’água, ou seja, dia em que cultuamos Oxum e Iemanjá, prometendo um ano dotado de intuição, de doçura e, acima de tudo, um ano de libertação. Alias, vale a pena ressaltar o quanto Oxum e Iansã são próximas em suas características e o quanto se cruzam e entrecruzam  no sentido do amor, da alegria, do movimento, da leveza, da intuição e do poder de realização, afinal, quando há amor há alegria; quando há leveza há movimento; quando há intuição há poder realizador … quando há ação de Uma, pode ter certeza, há a ação da Outra complementando e potencializando, fazendo e acontecendo, girando e conduzindo tudo. Tudo no auge da paixão e do amor.
Já está vibrando em Iansã e Xangô para 2011. Claro está que devemos ter sempre todas estas energias - Orixás - canalizadas em nossos trabalhos e as diferenças de interpretação na comunidade umbandista não devem servir de motivação para conflitos e sim para a compreensão da nossa plena liberdade de escolha.


Fonte: Choupana Pery
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Postagens populares

“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.