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sábado, 7 de maio de 2011

Defumação e Sincretismo

Defumação e Sincretismo (Matérias extraidas do Jornal de Umbanda Carismática - JUCA - edição XVII - Ano II - Janeiro de 2008)
Ninguém sabe quando a humanidade começou a usar as plantas aromáticas. Há evidência do período Neolítico de que ervas aromáticas eram usadas em culinária e medicina, e que ervas e flores eram enterradas com os mortos. A fumaça ou fumigação foram provavelmente um dos usos mais an¬tigos das plantas, como parte de ofe¬ren¬das rituais aos deuses. Gradual¬men¬te, um conjunto de conhecimentos sobre as plantas foi acumulado e passado a centenas de gerações de xamãs.

Egípcios: Inicialmente, sacerdo¬tes e sacerdotisas eram as únicas pes¬soas que tinham acesso a estas pre¬ciosas substâncias. Quando o Egito se fez um país forte, seus governantes importaram de terras distantes in¬censo, sândalo, mirra e canela. Os faraós se orgulhavam em ofe¬recer às deusas e aos deuses enormes quantidades de madeiras aromáticas, gomas, resi¬nas e perfumes de plantas, queimando mi¬lha¬res de caixas desses materiais pre¬ciosos. Todas as manhãs as estátuas eram untadas pelos sacerdotes com óleos aromáticos. Queimava-se muito incenso nas cerimônias do templo, durante a coroação dos faraós e ri¬tuais religiosos. Queimavam-se também em enterros, para neutralizar odores e afugentar maus espíritos.

Sumérios e Babilônios: Os Sumérios ofereciam bagas de junípero como incenso à deusa Inanna. Mais tarde os babilônios continuaram um ritual queimando esse suave aroma nos altares de Ishtar. Acreditava-se que a direção que a fumaça levantava deter¬minaria o futuro, se a fumaça movia-se para a direita o êxito era a resposta, se movesse para a esquerda a res¬posta era o fracasso.

Hindus e Budistas: A Aromate¬rapia tem sido uma parte essencial do ritual religioso Hindu desde o tempo dos Vedas, cuja idade pode ser estimada em 5.000 a.C. O incenso favorece um estado meditativo, por isso ele também foi incorporado pelos budistas, que são naturalmente avessos a rituais ex¬ternos. É usado na iniciação de Lamas e Monges, e é oferecido aos bons espíritos nos cultos diários.

Gregos e Romanos
Estes povos acreditavam que as plantas aromáticas procediam dos deuses e deusas. Queimavam o incenso como obrigação e para proteção das casas. Em Roma usava-se nas ruas e em especial na adoração do Imperador. O povo chegou a consumir tantos materiais aromáticos que no ano de 565 foi decretada uma lei que proibia utilizar essências aromáticas pelas pessoas, com temor de não se ter suficiente incenso para queimar nos altares das divindades.

Nativos Americanos: Os nati¬vos americanos vivem em harmonia com a terra, reverenciam-na como geradora de vida. Desde muito eles conhecem as propriedades de cura das plantas de poder, usadas em ten¬das de suor, dança do tambor, etc. Quei¬mam-se sálvia branca, cedro, pinho e resinas para limpeza de objetos de poder e rituais de adoração. São usadas para a saúde e o bem-estar da tribo. Na América do sul resina aromática de copal é oferecida ainda hoje pelos descendentes Maias e Astecas para suas divindades ancestrais.

Judeus: De acordo com o Zohar (livro sagrado para os judeus caba¬listas), oferecer incenso é a parte mais preciosa do serviço do Templo para os olhos de Deus. A honra de conduzir este serviço é permitida somente uma única vez na vida. Diz-se que quem teve o privilégio de oferecer o incenso está recompensado pela sorte com riqueza e prosperidade para sempre, neste mundo e no seguinte.

Católicos: Como esquecer a história maravilhosa dos três Reis Ma¬gos, que presentearam com o Líbano e a Mirra o Mestre Jesus, quando ele nasceu? Essas resinas aromáticas são presentes mágicos, incensos de al¬ta importância e fragrância. Em várias igrejas católicas, misturas de incensos contendo resinas de Líbano e Mirra são queimadas durante os rituais.

A fumaça aromática
Hoje se percebe um aumento do in¬teresse pelos incensos naturais de antigamente, e isso se deve ao fato que queremos que nossa casa seja um lugar mais aconchegante, convidativo e mais agradável.
A fumaça que sai do incenso é usada para santificar, purificar ou abençoar, e acredita-se que a fumaça é o mensageiro para o reino dos céus. Nossos ancestrais faziam uso de incensos em suas casas porque pensavam que podiam protegê-los das pragas e doenças. Essa teoria possui alguma verdade: incensos feitos de ervas, incluindo tomilho e capim limão, há muito são usados por suas proprie¬dades anti-sépticas e curativas. Estas e outras ervas eram queimadas em quartos de doentes, em hospitais, antes da descoberta dos antibióticos. Quando queimamos incensos naturais, molé¬culas de óleos essenciais são soltas no ar. Então elas acham seu próprio caminho, pelo sistema olfativo ou pelos poros da pele, e atuam no cérebro, onde se processa efeitos químicos que podem mudar seu ânimo, evocar boas memórias e lembranças. Essa fumaça aromática pode relaxar, estimular e aumentar nossa energia, nos levando para um momento de paz e tranqüi¬lidade.

Umbanda
A defumação é essencial para qualquer trabalho num terreiro de Umbanda, bem como nos ambientes domésticos. Este ritual é praticado com o objetivo de purificar o ambiente (terreiro/residência), bem como o corpo do médium e a assistência (pessoas que irão participar da gira), retirando as energias negativas e preparando o local para que a gira possa ocorrer em harmonia.
Para fazer uma defumação correta só precisa de carvão em brasa, dentro de um turíbulo (incensório pequeno, geralmente feito de barro). Jogue as ervas secas dentro (ou na parte de cima, dependendo do modelo de incensório) e vá defumando toda a casa. Se for para limpeza espiritual, defume sempre de dentro para fora, se for para atrair bons fluidos e dinheiro, defume de fora para dentro.

Um saravá amigo.
Octavio
www.maeyemanjaebaianozeferino.com.br

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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.