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sábado, 17 de setembro de 2011

Salve as Diferenças e Bendita seja a Ancestralidade!

Axé, axé, axéééé… Hoje pela manhã, enquanto assistia aula de ‘tradições místicas nas religiões’ com discussões sobre as várias funções e relações da Mística no universo humano, religioso, político-social e militante, pensava em postar algo leve que não atrapalhasse a energia e o belíssimo conteúdo do texto de quarta-feira: “Será que o TEMPO é mesmo o grande vilão?”, mesmo porque, esse texto que para mim é de suma importância, se transformou entre tantos em um dos meus prediletos.
Então, pensava em algo simples, algo que pudesse emocionar e trazer certa leveza e certeza para nossa sexta-feira - acho que foi inspiração da aula sobre Mística… Enfim, lembrei de um DVD que muitas vezes assisto enquanto trabalho na editoração do jornal – JUCA e que coloco no início de algumas aulas que considero de cunho mais delicado, pois são imagens e mensagens que sempre proporcionam boa energia e algumas boas reflexões.
Voltei para casa e logo encontrei exatamente a música, a reflexão e a energia que queria, só penso que saiu do contexto do ‘simples’ e entrou novamente na Reflexão, na Emoção, na Convicção, atributos tão necessários quando falamos em Umbanda, de evolução espiritual, de responsabilidade social, de compromisso e conduta mediúnica, não é mesmo?
Desculpem, mas é mais forte que eu, é AXÉ, é CERTEZA, é VONTADE de gritar a beleza, o encanto e a Força da Umbanda, dos Orixás e de nossa Ancestralidade.
É vontade de fazer com que todos percebam a “SUA” importância perante a vida, perante as religiões, perante a Umbanda, perante a espiritualidade e a Paz no mundo.
É esperança de ver os Terreiros lotados de pessoas compromissadas com suas missões e com a humanidade, lotados de pessoas sérias capazes de entender suas funções e obrigações com a Ancestralidade e com o passado, presente e futuro, lotados de pessoas REALMENTE a fim de fazer o Bem, seja lá a quem.
É certeza de que a Umbanda precisa “Mais”, que precisa ser feito “Mais”, que precisa ser sentida “Mais”, pois assim seremos mais humanos, mais espíritos em evolução e mais “Um” no meio de tanta “Banda”.
É isso! Bendita seja nossa Banda e nosso Eu interagindo com pretos-velhos, caboclos, exus, boiadeiros, baianos e marinheiros. Bendita seja nossa Banda e nosso Eu interagindo com a Ancestralidade e com os Orixás. Benditos sejam os tambores e palmas de nossos terreiros que ainda gritam por respeito, tolerância e gratidão.
Espero que gostem, que entendam cada grito, cada expressão, cada soluçar e cada palavra dita nesse vídeo. Espero que todos tenham olhares e ouvidos de poeta, que se emocionem e que se arrepiem, assim como acontece comigo todas as vezes que interajo meu espírito com essa obra.
O Vídeo é do DVD chamado “Alabê de Jerusalém” de Altay Veloso (inspirado no livro “Ogundana, O Alabê de Jerusalém”) e apresenta, através de uma linda construção musical, uma ópera, a importância do amor, do respeito e da tolerância entre as diferentes culturas e religiões. É uma obra que levou mais de 20 anos de pesquisa, inclusive com viagens à Jerusalém, à Nigéria, à Angola e à Bah, que conta a história do africano Ogundana que viveu há mais de 2000 anos atrás e que retorna à terra num templo de religião de matriz africana manifestando-se como uma entidade espiritual chamada “Alabê de Jerusalém” para contar sua história.
A primeira música (poema) desse vídeo chama-se: “Os Intolerantes”, é a resposta de Alabê ao questionamento de religiosos intolerantes que não admitem que ele, de tradição religiosa africana, fale de Jesus. Transcrevo o trecho do questionamento feito a Alabê  para que vocês entrem mais profundamente dentro do contexto do vídeo e percebam a dimensão da resposta: “Chega! Quem sois vós preto-velho irritante, com essa voz petulante para falar de Jesus? Não admito essa seita patética, com essas deusas frenéticas se envolvendo com a Luz! Se renda, se entregue ou então se defenda.” (fala através do ator Paulo Cesar Feital)
Depois de sua emocionante resposta Alabê decide ir embora.
“Judith” (a segunda música interpretada por Cris Delano), seu grande amor em vida passada, é convidada por Iansã, Iemanjá, Oxum e Nanã para encorajar Alabê a continuar sua caminhada através de sua boa e sensível vibração e amorosidade.
Enfim, depois de falar sobre prioridades, sobre a capacidade de fazer o “melhor” e responsabilidade, nada melhor que pensar sobre Fé, Intolerância, Respeito, Preservação das espécies com urgência, Cuspir no prato que comeu, Dança da guerra, Escuridão, Ancestralidade e sobre nossa querida Bola Azul.
Axé e excelente sexta feira a todos….
Leiam e ouçam com atenção “OS INTOLERANTES” de ALTAY VELOSO

OS INTOLERANTES

de ALTAY VELOSO
“Ah, meu Deus! Assisto com muita tristeza a pena da aspereza dilacerando a beleza de uma linda sinfonia. A aguarrás de juizes, ciumentos inflexíveis, descolorindo as matizes de uma linda pintura, só porque não gostam da assinatura?”
“E vai com uma bailarina, com a inocência de menina, dançando em volta do sol, a Grande Mãe Terra. Enquanto muitas nações, governos, religiões ensaiam a dança da guerra.”
“Na verdade a bola azul quase nunca foi amada; é sempre penalizada. Tem um trabalho enorme, dedicação e talento para preparar a mistura, juntar os seus elementos para dar forma às criaturas, e elas, depois de paridas, desconhecem a matriarca e dizem, mal agradecidas: que a carne é fraca.”
“E quando o planeta gera um Avatá, um iluminado assim como o Nazareno, tem logo quem se apresenta com conhecimento profundo e diz logo: não é desse mundo, só pode ser extraterreno.”
“Ah, é difícil entender porque é que o homem, até hoje, cospe no prato que come. Algumas religiões, não sei por qual motivo, dizem que a Terra é um território com vocação pra purgatório, não passa de sanatório… E que nós só seremos felizes longe dela, bem distante, lá onde os delirantes chamam de paraíso.”
“Olha, eu vou dizer de coração. Na minha simples, dia após dia, me perdoem a liberdade, mas religião de verdade, mais parecida com a que Jesus queria, talvez seja sentimento de ecologia. Para esse sentimento não tem fronteiras e só reza um mandamento: preservação das espécies com urgência, sem adiamento.”
“Hoje, ela pensa nas plantas, nos rios, no mar, nos bichos. Amanhã, com certeza, com a mesma dedicação e capricho, pensará com muito cuidado nos meninos abandonados.”
“Ah, se ela tivesse mais força para sustentar sua zanga, evitaria, com certeza a fome cruel de Ruanda. Não tinha maturidade, ainda era uma menina, quando a impertinência sangrou, com a bola de fogo, a pobre Hiroshima. Mas ela cresce, se instala como uma prece no coração das crianças. Tenho muitas esperanças…”
“Eu tenho toda a certeza que nosso planeta um dia, mesmo cansado, exausto, terá toda a garantia e guardado por uma geração vigia, nunca mais verá a espada fria no Holocausto.”
“A intolerância, repito, é a mais triste das doenças. Não tem dó, não tem clemência. Deixa tantas cicatrizes nas pessoas, nos países, até as religiões, guardiãs da Luz Celeste, abandonam seus archotes para empunhar cassetete. E o que, na verdade, refresca o rosto de Deus, é um leque, que tem uma haste de Calvino e outra de Alan Kardec.”
“Na outra haste, as brisas, que vêm das terras de Shivas, são uma, dos franciscanos, e outra, dos beduínos. Não precisa ir muito longe… Jesus nasce entre os rabinos.”
“Às vezes corações que crêem em Deus, são mais duros que os ateus. E jogam pedra sobre as catedrais dos meus deuses Yorubás. Não sabem que a nossa terra é uma casa na aldeia, religiões na Terra são archotes que clareiam.”

Escrito por Mãe Mônica Caraccio

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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.