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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Hoje é dia de São Pedro - Dia 29 de Junho

                                                                                           São Pedro – o primeiro Papa da igreja católica
O dia de São Pedro é comemorado em 29 de junho.

Segundo a bíblia sagrada, antes de ser batizado, Pedro se chamava Simão e trabalhava como pescador.

Um dia Jesus pediu sua barca para falar a uma multidão de pessoas, na Galileia. Após voltar, disse a Pedro que pescasse em mar mais profundo. Como Pedro acreditava nas palavras de Jesus, tentou uma nova pesca, sendo abençoado com uma grande quantidade de peixes.

Após o batismo seu nome foi trocado, escolhido por Jesus, como Kepha, de origem aramaica, que significa pedra, rocha. Traduzindo-o para o grego ou para o latim, temos petrus, o mesmo que Pedro.


Simão tinha o sonho de seguir os ensinamentos de Jesus, tornando-se um de seus apóstolos mais importantes. Ao fazer a escolha, Jesus disse: "És Pedro! E sobre esta rocha construirei minha Igreja".

Escolhido como o líder dos apóstolos, criou mais tarde a comunidade cristã de Roma, vindo a se tornar o primeiro papa da Igreja Católica.

Daí vem as crendices populares de que São Pedro ganhou as chaves do céu por ter sido escolhido como líder e, quando chove muito, dizemos que está lavando o céu. Ou ainda que para entrar no céu precisamos ganhar autorização de São Pedro.

Na igreja católica, no dia de São Pedro é feita uma comemoração com uma grande festa junina. Nesta acontecem várias queimas de fogos com danças e muitas comidas típicas.

São Pedro é considerado o mais sério dos três santos juninos. Dizem que santo Antônio é o santo casamenteiro, mas é no dia de São Pedro que se escolhe o melhor pretendente.

Salve São Pedro!

Por Jussara de Barros

Sincretismo com São Pedro é o Orixá Xango Alufam

Qualidades do Orixá Oxum


Divindade calma veste-se sempre de cores claras, de preferência amarelas que é a sua cor consagrada; porém, dependendo da qualidade, òsun guerreira pode vestir-se de cor de rosa, òsun velha de branco e azul claro; òsun Ijimu, por exemplo, usa uma saia azul claro, òja e adé cor de rosa. Òsun leva na mão direita seu leque ritual, o abèbé de latão ou qualquer outro metal dourado, com uma sereia, um peixe ou até mesmo uma pequena pomba no centro.
O número de òsun sendo dezesseis, o colar terá dezesseis fios, dezesseis firmas (ou duas, ou quatro) que podem ser de divindades com as quais ela tem afinidade, ou com as quais sua filha estiver relacionada: Òsòsi, Sàngó, Yémánjá, por exemplo. Òsun dança os ritmos ijesa, com passos miúdos, segurando graciosamente a saia.
O toque Ijèsà é ritmado como o balanço das águas tranqüilas, e muito apreciado pelos fiéis. Quando estão Presentes Òsòsi e Logun Edé acompanham òsun. ògún também dança com òsun os ritmos Ijèsà, assim como òsányín. No terreiro jeje do Bogun, òsun (ÍYÁLODE) dança o bravum como Naná. Ela se banha no rio, penteia seus cabelos, põe suas jóias, anéis e pulseiras. No dia do deká de uma filha de Yasan (Oya Bale) daquela casa, òsun manifestou-se para disputar Sàngó, empurrando-a e dançando, provocante, diante do deus do trovão.
Dizem que há dezesseis òsun; obtive dados sobre as seguintes:
- ÒSUN ABALÔ é uma velha Òsun, de culto antigo, considerada Iyá Ominibú, tem ligação com Oyá, Ogun e Oxóssi, veste-se de cores claras, usa abebé e alfange.
- ÒSUN IJÍMU ou Ijimú, é outro tipo de Òsun velha. Veste-se de azul claro ou cor de rosa. Leva abèbé e alfange, tem ligação com as Iyamís, é responsável por todos os Otás dos rios.
- ÒSUN ABOTÔ também uma velha oxun de culto antigo, ligada as Iyamís, feiticeira, carrega abebe e alfange, tem ligação com Nanã, Oyá de culto Igbalé.
- ÒSUN OPARÁ ou Apará seria a mais jovem das Òsun, e um tipo guerreiro que acompanha Ògún, vivendo com ele pelas estradas; dança com ele quando se manifestam, juntos numa festa; leva uma espada na m ão e pode vestir-se de cor de marronavermelhado,a Senhora da Espada.
- ÒSUN AJAGURA ou Ajajira, outra òsun guerreira que leva espada, jovem, tem ligação com Yemanjá e Xangô
- YEYE OKE Oxun jovem guerreira, muito ligada a Oxóssi, carrega ofa e erukere
- YEYE ÌPONDÁ é também uma òsun Guerreira ligada a Ibuálàmò. Yeye Pondá é rainda da cidade que leva seu nome Ìponda, leva uma espada e veste-se de amarelo ouro e branco quando acompanha Oxaguiã.
- YEYE OGA é uma òsun velha e muito guereira, carrega abebe e alfange
- YEYE KARÉ é um osun jovem e guereira, ligada a Odé Karè, Logun edé.
- YEYE IPETU é uma Oxun de culto muito antigo, no interior da floresta, na nascente dos rios, ligada a Ossaiyn.
- YEYE AYAALÁ- é talvez a mais ancestral dentre todas, veste-se de branco, ligada a Orunmilá e as iyamis, considerada a avó.
-YEYE OTIN- Osun com estreita ligação com Ínlè, ligada a caça e usa ofá e abebé.
-YEYE IBERÍ ou merimerin- Oxun nova, concentra a vaidade e toda beleza e elegância de uma oxun, dizem que er a Oxun de mãe menininha do Gantois.
-YEYE MOUWÒ- oxun ligada a Olokun e Yemanjá, grande poder das iyamís, veste-se de cores claras e usa abebé e ofange.
-YEYE POPOLOKUN- oxun de culto raro, ligado aos lagos e lagoas,
-YEYE OLÓKÒ- Oxun guerreira , vive na floresta nos grandes poços de água, padroeira do pôço.

autor: Candomblé mundo dos orixás

OXAGUIAN

OXAGUIAN

Oxaguiã, também é conhecido como Ajagunã, é o conflito que antecede a paz; a revolução que antecede as transformações profundas; a instabilidade necessária ao dinamismo da vida e da sociedade e a busca do conhecimento. Por isso é compreendido como Oxalá moço, enquanto a paz, a tranqüilidade, a estabilidade, a sabedoria são compreendidos como Oxalá velho, Oxalufã. Ele é também guerreiro, e sente prazer em destruir para que o novo se estabeleça.
Um dos mitos diz que Oxaguiã nasceu apenas de Obatalá. Não teve mãe. Nasceu dentro de uma concha de caramujo. E quando nasceu, não tinha cabeça, por isso perambulava pelo mundo, sem sentido. Um dia encontrou Ori numa estrada e este lhe deu uma cabeça feita de inhame pilado, branca. Apesar de feliz com sua cabeça, ela esquentava muito, e quando esquentava Oxaguiã criava mais conflitos. E sofria muito. Foi quando um dia encontrou Iku (a morte), que lhe ofereceu uma cabeça fria. Apesar do medo que sentia, o calor era insuportável, e ele acabou aceitando a cabeça preta que a morte lhe deu. Mas essa cabeça era dolorida e fria demais. Oxaguiã ficou triste, porque a morte, com sua frieza, estava o tempo todo acompanhando o orixá. Foi então que Ogum apareceu e deu sua espada para Oxaguiã, que espantou Iku. Ogum também tentou arrancar a cabeça preta de cima da cabeça de inhame, mas tanto apertou que as duas se fundiram e Oxaguiã ficou com a cabeça azul, agora equilibrada e sem problemas.




A partir deste dia ele e Ogum andam juntos transformando o mundo. Oxaguiã depositando o conflito de idéias e valores que mudam o mundo e Ogum fornecendo os meios para a transformação, seja a tecnologia ou a guerra.







Dia da semana: sexta-feira

Cores: branco e azul

Número: 4



Comida: inhame pilado

Saudação: Exeuê, babá! Epa Babá!

F0lhas: capeba, saião, eucalípto.

Odu regente: Ejionile
OXALÁ é o detentor do poder genitor masculino. Todas suas representações incluem o branco. E um elemento fundamental dos primórdios, massa de ar e massa de água, a protoforma e a formação de todo tipo de criaturas no AIYE e no ORUN. Ao incorporar-se, assume duas formas: OXAGUIÃ jovem guerreiro, e OXALUFÃ, velho apoiado num bastão de prata (APAXORÓ). OXALÁ é alheio a toda violência, disputas, brigas, gosta de ordem, da limpeza, da pureza. Sua cor é o branco e o seu dia é a sexta-feira. Seus filhos devem vestir branco neste dia. Pertencem a OXALÁ os metais e outras substâncias brancas.
Na África, todos os Orixás relacionados a criação são designados pelo nome genérico de Orixá Fun Fun. O mais importante entre todos eles chama-se Orixalá(Òrìsanlà), ou seja, o grande Orixá, que nas terras de Igbó e Ifé é cultuado cmo Obatalá, rei do pano branco. Eram cerca de 154 Orixás Fun Fun, mas no Brasil a quantidade se reduz significativamete, sendo que dois, Orixá Olùfón, rei de Ifón (Oxalufã), Orixá Ógìyán, o comedor de inhame e rei de Egigbó(Oxaguiã), tornaram-se suas expressões mais conhecidas.

A designação de Orixá Fun Fun se deve ao fato de a cor branca configurar-se como a cor da criação, guardando a essência de todas as demais. O brando representa todas as possibilidades, a base de qualquer criação. O nome Orisanlá foi contraído e deu orígem a palavra Oxalá, e com esse nome o grande Deus-pai passoua ser conhecido no Brasil. Todos os Orixás Fun Fun foram reunidos em Oxalá e divididos em várias qualidades de suas duas configurações principais: Òsálufón, Osagiyan, sendo este último, jovem e grerreiro, filho do primeiro mais velho e paciencioso.

Todas as histórias que relatam a criação do mundo passam necessariamente por Oxalá, que foi o primeiro Orixá concebido por Olodumaré e encarregado de criar não só o universo, como todos os seres, todas as coisas que existiríam no mundo.

A maior interdição de Oxalá é de fato o azeite-de-dendê, que jamais deve macular suas roupas, seus objetos sagrados, e muito menos o seu Alá. A única coisa vermelha que Oxalá permite, é a pena de Ikodidè, prova de sua submissão ao poder genitor feminino.

Epó kété ó, Alà telè ó

Epó kété ó, Alà telè ó...

Evite o dendê, evite pisar no Alá

Evite o dendê, evite pisar no Alá.

O Alá representa a própria criação, está intimamente relacionado a concepção de cada ser; é a síntese do poder criador masculino. Sua função primeira já remete ao seu significado profundo. A ação de cobrir não evoca somente proteção, zelo, denota a atividade masculina no ato sexual.

No Xirê Oxalá é homenageado por último porque é o grande símbolo da síntese de todas as orígens. Ele representa a totalidade, o único Orixá que, como Exú, reside em todos os seres humanos. Todos são seus filhos, todos são irmãos, já que a humanidade vive sob o mesMo teto, o grande Alá que nos cobre e protege, o céu.

Arquétipo


A liderança é uma de suas especialidades. Duas características dividem os filhos de Oxaguian: Uns são amigos das intrigas, são orgulhosos, se acham os melhores , são faladores. Outros são voltados para a família, calmos e guardam segredos para si, mas todos são teimosos ou como eles próprios dizem determinados.

Na verdade são duas faces de Oxaguian, numa delas estão os filhos que carregam a espada e os outros, os mais calmos carregam a mão de pilão.

Os filhos de Oxaguian são valentes, guerreiros, combativos, geniosos, intuitivos , são instáveis, têm caráter romântico e são sensuais. Os filhos de Oxaguian não desprezam o sexo e cultivam o amor livre.

Além destas características, são alegres, gostam profundamente da vida, são faladores e brincalhões. Ao mesmo tempo são idealistas, defensores dos injustiçados, dos fracos e dos oprimidos.

Frequentemente são Orgulhosos, sedentos de feitos gloriosos.

Oxaguian é um jovem guerreiro combativo, seus filhos são habitualmente altos, esguios, eventualmente robustos, mas não são agressivos ou brutais.

Os filhos de Oxaguian são ciumentos e detestam concorrência. São criativos, generosos, inteligentes, sábios e justos. Em seu aspecto negativo porém, são também lentos, mandões, teimosos e podem ser violentos.


Cozinha ritualística
Arroz doce


Ingredientes

â—¦1 tigela branca grande;
â—¦velas brancas;


â—¦mel;

â—¦1 litro de leite de cabra.

Preparo
Cozinhe o arroz com 2 litros de água. Deixe cozinhando, até que toda água evapore. Junte, na própria panela, o leite e o mel a gosto. Coloque esse arroz na tigela, préviamente lavada com água e mel. Decore com um ramo de boldo.


Barquinhos de Inhame com canjica

Ingredientes
â—¦1 prato de barro (branco) médio;


â—¦1 pilão pequeno virgem;

â—¦1 quartinha de louça branca;

â—¦velas brancas;

â—¦500 g de canjica;

â—¦2 inhames grandes;

â—¦mel.

Preparo

Cozinhe o inhame, sem casca, até amolecer. Coloque-os no pilão, socando até obter uma massa firme. Separadamente, cozinhe a canjuica com com uma pitada de sal e uma colher de mel, não deixando secar a água. Escorra a canjica, guardando a água na quartinha.

Modele, com a massa do inhame, oito barquinhas, deixando um buraco no meio. Dentro da barquinha, coloque grãos da canjica cozida. Arrume os barcos no prato (préviamente lavado com água e mel).

Bolinhas de Inhame

Ingredientes
â—¦1 prato de barro (branco) médio;


â—¦1 pilão pequeno virgem;

â—¦velas brancas;

â—¦4 inhames grandes;

â—¦mel.

Preparo

Cozinhe o inhame, sem casca, até amolecer. Coloque no pilão para amassar. Junte o mel a gosto, misturando bem. Faça vários bolinhos, num mínimo de oito, arrumando tudo no prato. A oferenda segue o mesmo procedimento das anteriores.



Itan

Batalha dos Atoris


Na cidade Africana de Eleegibò até hoje por ocasião de sua festa os habitantes são divididos entre dois bairros e trocam golpes de atori (varas), relembrando o mito que diz sobre um Babalaô seu amigo que foi preso pelos guardas de Eleegibò ,por que se referiu o Rei como, Oxaguian (Orixá Comedor de Inhame) tendo sido encontrado no calabouço Oxagüian pediu-lhe perdão só aceito se os moradores da cidade trocasse golpes de varas durante suas festas (sob pena de não haver boa colheita caso isto não acontecesse).

O Castelo de Ogum
Oxaguian, jovem filho guerreiro de Oxalá, acompanhava Ogum pela terra em suas guerras. Aproveitava de toda ocasião em que a guerra criava destruição para reconstruir no lugar algo maior e mais próspero. Assim espalhou pelo mundo prosperidade, sem descanso, obrigando todos a trabalhar e progredir. Onde via preguiça, inspirava movimento e crescimento. Um dia, entre uma batalha e outra, Oxaguian foi à cidade de Ogun para buscar provisões e encontrou um castelo que acabava de ser construído pelo povo do lugar em oferecimento a Ogum. Oxaguian perguntou ao povo: "Que vão fazer agora que terminaram de construir o castelo do seu rei?" "Descansar", eles responderam. Oxaguian retrucou: "O seu rei ainda demora a voltar; vocês devem aproveitar deste tempo de maneira melhor. Construam um castelo ainda melhor e encham de alegria o seu rei." Sacou da espado e com um toque empurrou a parede do castelo, que ruiu todo." Oxaguian voltou para a guerra, e o povo pôs-se a construir um castelo ainda melhor.

O tempo passou e Oxaguian voltou à cidade de Ogun em busca de mais provisões. Encontrou lá um castelo ainda maior e melhor do que o que tinha derrubado. Semelhante diálogo se travou. Oxaguian perguntou ao povo: "Que vão fazer agora que terminaram o castelo do seu rei?" "Vamos descansar", eles responderam. Oxaguian interrogou: "Mais uma vez, o seu rei demora a voltar; vocês que aproveitem ainda deste tempo de maneira melhor. Construam um castelo melhor para o seu rei." Como tinha feito antes, sacou da espado e com um toque derrubou o castelo." E partiu para guerra, voltando sempre em busca de novas provisões. Tantas vezes isto aconteceu que o povo do lugar se transformou em um povo de grandes construtores, desenvolvendo engenharia e arquitetura soberba, reconhecida mundialmente. Oxaguian promove o progresso. Não gosta de ver ninguém parado.

Lendas
Ogum faz instrumentos agrícolas para Oxaguian
Oxaguian, rei de Ejigbô, o Elejigbô, chamado "Orixá-Comedor-de-inhame-pilado", inventou o pilão para saborear mais facilmente seus prediletos inhames. Todo o povo do seu reino adotou a sua preferência. Todo o povo de Ejigbô comia inhame pilado. E tanto seu comia inhame em Ejigbô que já não se dava conta de plantá-lo. E assim, grande fome se abateu sobre o, povo de Oxalá.

Oxaguian foi consultar Exu, que o mandou fazer sacrifícios e procurar o ferreiro Ogum, que naquele tempo viva nas terras de Ijexá. O que podia fazer Ogum para que o povo de Ejigbô tivesse mais inhame?, consultou Oxaguian. Ogum pediu sacrifícios e logo deu a solução. Em sua forja, Ogum fez ferramentas de ferro.

Fez a enxada e o enxadão, a foice e a pá, fez o ancinho, o rastelo, o arado. "Leve isso para o seu povo, Elejigbô, e o trabalho na plantação vai ser mais fácil. Vão colher muitos inhames, mais do que agora quando plantam com as mãos", disse Ogum. E assim foi feito e nunca se plantou tanto inhame e nunca se colheu tanto inhame. E a fome acabou.

O povo de Ejigbô, agradecido cultuou Ogum e ofereceu a ele banquetes de inhames e cachorros, caracóis, feijão-preto regado com azeite-de-dendê e cebolas. Ogum disse a Oxaguian: "Na casa de seu Pai todos se vestem de branco, por isso também assim me visto para receber as oferendas". E o povo o louvava e Ogum ficou feliz. E o povo cantava: "A kaja lónì fun Ògúnja mojuba". "Hoje fazemos sacrifício de cachorros a Ogum, Ogunjá, Ogum que come cachorro, nós te saudamos". Oxaguian disse a Ogum: "Meu povo nunca há de se esquecer de sua dádiva. Dê-me um laço de seu abadá azul, Ogum, para eu usar com meu axó funfun, minha roupa branca. Vamos sempre nos lembrar de Ogunjá". E, do reino de Ejigbô até as terras de Ijexá, todos cantaram e dançaram.
Referência Bibliográfica: VERGER, Pierre; Orixás, Deuses Yorubas na Africa e no Novo Mundo; 5.ª ed; Currupio, Salvador, 1997.
autor:TENDA DE UMBANDA CABOCLO DA LUA E ZÉ PILINTRA

EU QUERO SER UM MÉDIUM - SACERDOTE UMBANDISTA!

As pessoas que desejam descobrir suas qualidades, dons e atribuições mediúnicas deve antes de qualquer coisa, entender que para ser  no futuro uma Médium responsável e cumpridor das suas obrigações o mesmo deve antes estudar a cartilha primária, a fim de aprender o alfabeto da espiritualidade que o credenciará no futuro a estudos mais avançados, mais complexos da  construção do seu Sacerdocio.
O médium precisa começar o seu desenvolvimento mediúnico orientado pelas lições básicas e antes de estar interessado em saber quem é seu Pai ou Mãe, quem são suas entidades e quando vai começar a dar passagem para os mesmo, tem que primeiro se conhecer e conhecer bem toda a doutrina e ritos que constroem a Umbanda.
O homem pode tornar-se engenheiro, advogado, médico ou magistrado, mas para isto, leva anos de estudo e preparação. Cada um tem que se adaptar a regras, normas e procedimentos correspondentes a suas funções e áreas de atuação. E antes deles pensarem em “Ser” eles tem que se transformar no que desejam. E tudo começa pela alfabetização.
E não é diferente na caminhada espiritual e na corrente de caridade Umbandista. Muitas pessoas se apressam ou são indevidamente orientadas. Levando muitas pessoas a se acharem que são isto ou aquilo só por que participaram deste ou daquele curso de orientação.
Os cursos são importantes, pois nos permite adquirir conhecimentos e compartilhar experiências que outra já viveu. Mas cada um deverá construir sua própria historia, na pratica e na convivência. Sem o exercício da transformação interior que deverá ser promovida pela conscientização religiosa e aceitação de quem se é de fato, ninguém vai saber identificar e se sentirá bem na pratica da religiosidade.
E talvez neste ponto que faça com que muitos fiquem mudando de templos ou grupos e abrem suas casas com a mesma rapidez que elas se fecham. Os vícios, a falta de alto conhecimento e pratica da religiosidade durante o desenvolvimento mediúnico levam inúmeras pessoas serem vencidas pelas dificuldades e barreiras que a própria religiosidade e o Sacerdocio nos impõem.
Somente o aprimoramento mediúnico, que só será adquirido na pratica. Somente praticando a Umbanda nos seu dia a dia que uma pessoa realmente estará desenvolvendo suas qualidades e dons mediúnicos. Quem conta tempo e usa ele como triunfo, sempre será derrotado. O tempo é senhor da verdade, somente vivendo ele na pratica que ele tratará para sua vida a luz que irá brilhar na sua caminhada. Quem vive o tempo e deixa ele passara, sempre ficar assistindo as pessoas passando e caminhando, invejando a luz que os outros tem. E voce sempre estará se perguntando: E a minha Luz?
O afloramento dos seus dons e qualidades somente acontecerá após Praticar a Umbanda. E para isto cada um dos interessados em se desenvolver tem que se preparar para servir, atender e amparar que quer que seja, quando necessário, sem se importar com cargo, função e principalmente sem esperar reconhecimento.
Se uma pessoa que pretende ser um médium, não sabe o que é um Sacerdocio. Este nunca será um médium e sempre estará perdido. O sacerdócio Umbandista nos livra de varias obrigações que outras vertentes religiosas impõem a seus seguidores. Mas nos colocam outros, que ao serem cumpridos nos lapida e nos prepara para cumprimos com nossa missão.
Sem abrir mão de vaidades, reconhecimentos, valorização e principalmente sem estar consciente das obrigações e compromissos que irá assumir quando iniciado, consagrado e coroado fica impossível uma luz brilhar em sua vida. Uma vez se transformando, aceitando as regras e a nova realidade de vida que vai ter que viver, tudo fica mais fácil e fará sentido. Só através da transformação interior e praticando que iremos nos conhecer e aprender realmente o que é ser um médium/ sacerdote Umbandista.
O filho de fé, que aproveitou o tempo e praticou a religiosidade e a caridade espiritual com devoção e desprendimento estará cumprindo com sua missão. E nunca deixar de ter a eterna preocupação em sempre estar pronto para aprender e se renovar nas lições da vida.
Muitas coisas irão fazer sentido e outras perderam sentido de tempo em tempo em sua vida. No dia que festa, viaje e diversões não afetarem mais sua vida e não o afastar do cumprimento da sua caminhada religiosa voce poderá dizer que esta no rumo certo.
Devemos ainda, ver como parte principal e importante na caminhada religiosa a eterna preocupação com a limpeza da sua casa religiosa, em todos os sentidos, se preocupar com a manutenção física, financeira, estrutural e religiosa e tudo isto sem cobrar ou ser injusto, querendo que todos façam o que voce faz.  Cada um deve fazer o que pode da forma que se dispor sem olhar a quem vai beneficiar. Pois na verdade, voce sempre será o primeiro a colher os frutos das suas ações. Boas ações, bons frutos. Principio básico da religiosidade, só recebemos o que ofertamos.
É claro que temos vários outros pontos que devem ser pautados e considerados na construção de um correto e acertado desenvolvimento mediúnico. Mas o texto acima nos permite, chamar sua atenção para que reflita e pense bem na qual postura, comportamento, atitude e ações que vão adotar em sua vida para que esteja sintonizado e fortalecido na sua fé, religiosidade e missão.
Hoje com 47 anos de vida, 30 deles vivendo a Umbanda e outros 12 anos como Dirigente espiritual.  Acredito que tenho prerrogativas e condições de dizer com toda franqueza…
Não é fácil! É muito difícil seguir em frente e praticar a Umbanda. A maioria desistiu, fraqueja ou se revolta, pois não estavam preparados corretamente para resistir as tentações, provações, ingratidões e principalmente a servidão e compromissos que passamos a ter que  viver em nossas vidas como religiosos.
Muitas pessoas passarem pelas corrente de trabalho do Templo de Umbanda Estrela Guia, fato este, infelizmente, não ser particularidade da nossa família, mas sim, um fato real e verdadeiro em todos os templos. Pior, quantas casas abriram não resistiram. Muitas fecharam, outras se transformaram em locais onde prevalece a cultura do vale tudo.
É fácil ver a disputa por cargos, visibilidade, reconhecimento e valorização pessoal, como é fácil verificar a falta de respeito a doutrina, seus preceitos sua hierarquia e disciplina religiosa.  Todos querem muito, mas não pratiam quase nada e quando fazem algo querem ser logo recompensadas.
É nestas casas ou através destas pessoas, que encontramos o caminho escuro e os desvios da verdadeira formação e pratica da religiosidade. Nestes locais e com estas pessoas, muitos passam a acreditar que a soluções das suas aflições, dificuldades e desencontros pode ser resolvidas com pagamento, oferendas e até ofertas em dinheiro.
Muitos aham que só pelo fato de serem aparelhos de manifestação de entidades estejam acima do certo e do errado. E que podem tudo e de qualquer forma. E quando percebem o caminho, as ações e as coisas erradas em sua vida, culpam a religião, a espiritualidade e culpam todos  e se afastam, desviam sua caminhada.
É nesta hora que mais uma vez erram e falham contra si mesmo e por serem  incoerentes e contraditórios com suas  próprias convicções persistem no erro. Em vez de refletir e identificar onde, como e de que forma se estragaram e se perderam e sua caminhada. Em vez de assumir que tiveram pressa e não se construíram na pratica da religiosidade preferem se esconder culpando tudo e todos.
É tudo isto é a  prova final que cada um deveria enxergar em sua vida, que apesar de terem conhecimento e sabedoria sobre a espiritualidade. Não aprenderam a praticá-las. E deveriam entender que: Não tem saber e conhecimento que possa substituir a pratica.
Os melhores e maiores exemplo vem dos nossos mais velhos. Que nem saber ler sabia, mas foram Mestre e Doutores ao longo da sua vida, pois praticou com excelência a religiosidade, o amor e o respeito ao próximo e nunca se deixaram abater pela ingratidão e nunca se corromperam ao longo da sua caminhada. Estes sim foram desenvolvidos, lapidados e preparados na pratica da Umbanda.
Espero que entendam a nossa mensagem e que não se percam nas precipitações. Não direciono a ninguém especial, mas sim ao coletivo de filhos de fé que podem fazer a diferença na qualidade e na imagem que a sociedade terá da nossa Umbanda no futuro.
Muita paz, longa caminhada e muita força de vontade aos que desejam ser um filhos de fé, médium e  Sacerdote Umbandista.
PAI GUIMARAES D´OGUM
Sacerdote Umbandista – Dirigente do Templo de Umbanda Estrela Guia

Há duas Certezas e duas Verdades Absolutas na vida

 

Dias atrás, durante uma gira, envolvida pelo canto doce de Iemanjá, orixá Mãe da Vida, e por toda corrente espiritual da Umbanda, “vivifiquei” as duas maiores certezas, as duas verdades absolutas da vida.
Claro que já sabia dessas verdades, mas até então não havia vivenciado de forma tão grandiosa, intensa, verdadeira, direta, simples e Viva como nessa noite.
Viva, pois estava envolvida por centenas de encarnados e desencarnados.
Viva, pois a gira acontecia envolvida por pessoas afins e por pessoas não afins, por pensamentos bons e pensamentos ruins, envolvida por intensa dualidade, no auge do materialismo, do imediatismo, do sofrimento e da esperança.
Sentimentos e sentidos totalmente Vivos e pulsantes na vida de qualquer ser, principalmente na condição de vivo, não é mesmo?
Pois é, o clima estava “ótimo”, sentia e vibrava orixá, sentia a vibração da esperança, das dores, dos desejos, dos agradecimentos, das reclamações e das lamentações dos assistidos e dos desencarnados, sentia a intensidade da benevolência e bondade dos Guias e a imensidão de bênçãos emanadas pelos Orixás, mas principalmente sentia a Vida sendo privilegiada e a Morte sendo esquecida.
Puxa… vivenciando tudo isso, gritava dentro de mim uma voz rígida e vigorosa pedindo para parar. “ESTAVA TUDO ERRADO!”
Como as pessoas estão aqui, diante do invisível, do Sagrado, envolvidos por aqueles que já viveram e também já morreram só pensando na vida? Eu me perguntava. Como, ao canto de Iemanjá a grande Mãe da Vida, as pessoas só estão pensando nas necessidades da matéria, da vida, do agora? Indagava e me arrepiava.
Como as pessoas vêm para um Terreiro de Umbanda, que é construído e fundado por ação de espíritos que não necessitam mais de nada material, que acolhe e trata centenas de espíritos desencarnados, e esquecem, negam e fogem da vida em espírito? Como só pensam na matéria ou na condição de vivos? Como? Como? Por quê? Perguntava aos Guias e Orixás.
Estava tudo errado SIM!
E foi quando pedi a atenção de todos para explanar sobre as duas maiores certezas e verdades da vida:
Primeiro: TODOS IRÃO MORRER NA MATÉRIA.
Segundo: NINGUÉM SABE QUANDO.
Portanto, nossa maior preocupação não deve ser com a vida aqui e agora, mas com a morte, ou melhor, com a Vida pós-vida. Nossa preocupação deve ser com nosso espírito e com nossos sentimentos, portanto com aquilo que está invisível, afinal é só isso que importará quando chegarmos “lá”.
Todos hão de concordar comigo nessas afirmações. Todos hão de concordar que nada levaremos de material. Todos hão de concordar que ‘somos mortais’ e que a qualquer momento podemos entrar em outra realidade de Vida e romper de vez nossas relações atuais. Todos hão de concordar que posição, cargo e dinheiro não interferirão em nada quando entrarmos nesse outro mundo de Vivos. Mas o amor, o ódio, a raiva ou a compaixão irão certamente nos colocar no lugar mais apropriado e afim a nós mesmos.
Entendam, se você estiver sentindo raiva agora e morrer, coisa que é possível a qualquer mortal, essa será sua realidade de Vida, ou seja, você será levado a lugares onde a energia e vibração da raiva impera. Simples!
Somos o que sentimos, desejamos e pensamos e não o que fazemos ou temos, mesmo porque muitas vezes fazemos coisas que não queremos e temos coisas que não nos pertence.
Enfim, gostaria muito que todos despertassem para a Vida pós-vida.
Que todos pensassem com mais carinho e responsabilidade sobre o ‘invisível’, sobre aquilo que não vemos e não pegamos, portanto, nossos sentimentos e nosso espírito.
Que todos pensassem cuidadosamente na possibilidade da morte do corpo a qualquer momento, nas palavras que estão sem ser ditas ou que são ditas sem serem verdadeiras e nos sentimentos guardados, desperdiçados, íntegros ou destruidores.
Que todos pensassem com mais amor na condição de cada Guia e de cada Terreiro de Umbanda.
E que todos tivessem a certeza de que somos mortais na matéria, mas não no sentimento e no espírito, esses resistirão, portanto são eles que merecem nossas preocupações, rezas e intenções.
Axé  todos e que possamos Viver acreditando no Poder do Invisível.
Imagem: Escultura de Mateus Lopes “O Nascimento”
na Série A Morte de Nanã
Escrito por Mãe Mônica Caraccio

REZA REZANDO, REZADOR! Tua Fé é teu Vibrar!

Axé pessoal! Pensando em nossa corrente de oração, quero falar de um Orixá muito, muito importante para todos nós e para toda cultura e rituais das religiões afro-brasileiras afinal, qual entre tantas religiões afro-brasileiras não conhece ou nunca manifestou a energia e vibração de Oxóssi e seus Caboclos?
É, Oxóssi é um Orixá muito importante quando falamos em religião, em doutrina, em socialização, em verdade, em saúde, em segurança e em sustentabilidade, portanto um Orixá que deve ser admirado, respeitado e reverenciado por todos.
Entre os yorubas, grupo étnico africano da Nigéria, sua importância deve-se a diversos motivos:
  1. O primeiro é de ordem material, pois é Oxóssi que torna as caçadas frutuosas e, em consequência, garante a comida em abundância. É ele que garante a fartura, sustento, alimentação e prosperidade. Além disso, junto com Ogum, protege os caçadores que são os responsáveis pelo sustento e manutenção das aldeias e as suas expedições tornando-as eficazes e abundantes.
  2. O segundo é de ordem médica e mágica, pois os caçadores, estando frequentemente na floresta, estabelecem contato com Ossain, divindade das folhas medicinais e litúrgicas, aprendendo parte do seu saber, aprendendo as ervas que curam e matam.
  3. O terceiro é de ordem social, pois é quase sempre um caçador quem descobre, sob a proteção de Oxóssi, por ocasião de suas incursões à procura da caça, um lugar favorável para o estabelecimento de uma nova roça ou de uma futura aldeia aonde ele vem instalar-se com sua família. Ele se torna o primeiro ocupante do lugar e o dono da terra, à frente daqueles que virão instalar-se depois dele.
  4. O quarto é de ordem administrativa e policial, pois antigamente os caçadores (Odé) eram os únicos a possuir armas nos vilarejos, servindo também de guardas noturnos (òsó).
Importante também saber que na tradição de Ifá (culto de Nação) personifica-se Oxóssi como o espírito desbravador de caminhos guiando Ogum no trabalho, na remoção de obstáculos e na indicação dos atalhos para que os objetivos sejam atingidos.
Na Umbanda Oxóssi é patrono da Linha dos Caboclos, uma das mais ativas da religião, e recebe o título de Rei das Matas. Dessa Linha provêem uma força de grande poder que emana diretamente de Oxóssi.
Oxóssi é um Orixá caçador mutável que sempre está à procura de algo. Não espera uma situação acontecer, ele vai atrás de seus objetivos doa a quem doer
Oxóssi é caçador por excelência, mas sua busca visa o conhecimento, logo, é o cientista e o doutrinador, que traz o alimento da fé e o saber aos espíritos fragilizados tanto nos aspectos da fé quanto do saber religioso.
Oxóssi é a busca, é a procura, é a curiosidade, é o movimento contínuo na evolução dos seres, na apresentação de novos conhecimentos e de novos horizontes.
Oxóssi expande, irradia e impele os seres.
Oxóssi irradia e vibra conhecimento.
Oxóssi estimula.
Oxóssi é energia e elemento vegetal.
Oxóssi é de magnetismo irradiante.
Oxóssi é o raciocínio arguto.
É a divindade da caça que vive nas florestas e está relacionado com as árvores e os antepassados. Relaciona-se também com os animais, cujos gritos imita com perfeição, caçador valente, ágil e generoso, propicia a caça e protege contra o ataque das feras.
Oxóssi é o que basta a si mesmo!!!
Boa sexta-feira a todos e Boa Reza!
Que Oxóssi possa nos acolher em seu coração e nos inundar com seu Magnetismo e Vibração, hoje e sempre. Axééé…
-

Oração a Oxossi

Meu pai Oxóssi, vós que recebestes de Oxalá o domínio das matas, de onde tiramos o oxigênio necessário à manutenção de nossas vidas durante a passagem terrena, inundai os nossos organismos com a vossa energia, para nos curar de nossos males!
Vós que sois o protetor dos Caboclos, dai-lhes a vossa força, para que possam nos transmitir todo o vigor e a coragem necessária para suportarmos as dificuldades a serem superadas!
Dai-nos a paz de espírito e a sabedoria para que possamos compreender e perdoar aqueles que procuram nossa Umbanda apenas por simples curiosidade, sem trazerem dentro de si um mínimo da fé.
Dai-nos paciência para suportarmos aqueles que se julgam os únicos com problemas e esquecem-se de outros irmãos mais necessitados!
Dai-nos tranquilidade para superarmos todas as ingratidões, todas as calúnias!
Dai-nos coragem para transmitir uma palavra de acalento e conforto àqueles que sofrem de enfermidades para as quais, na matéria, não há cura!
Dai-nos força para repelir aqueles que desejam vinganças e querem a todo custo magoar seus semelhantes!
Dai-nos, enfim, a vossa proteção e a certeza de que quando um caboclo, num gesto de humildade, baixar até nós, ali estará a vossa vibração!
foto: de Ayrson Heraclito
Escrito por Mãe Mônica Caraccio
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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.