Seguidores

Translate - Tradutor

Volte sempre!


Fale Conosco 
 

Atenção. Importante!

Alguns Textos, Mensagens e Imagens foram retirados de variados sites, caso alguém reconheça algo como sua criação e não tenha sido dado os devidos créditos entre em contato.

A real intenção do blog Grupo Boiadeiro Rei não é de plágio, mas sim de espalhar Conhecimento e Espiritualizar...

 
TODO ACERVO DE MATERIAL DE ESTUDOS DO GRUPO DE ESTUDOS BOIADEIRO REI ESTA NO SERVIDOR ISSUU DEVIDO AO GRANDE NUMERO DE INFORMAÇÕES DA RELIGIÃO ACESSE - O LINK EBOOKS A BAIXO 
 
LlNK:
 

Pesquisar

Leia Também em nosso Site

sábado, 8 de outubro de 2011

E assim nasceu o Candomblé

OXUM A RAINHA DO CANDOMBLÉ


Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos


Oxum é conhecida como a mãe do candomblé, pois segundo uma lenda ela que inventou o culto:






ASSIM NASCEU O CANDOMBLÉ


No começo não havia separação entre o Orum, o Céu dos orixás, e o Aiê, a Terra dos humanos.
Homens e divindades iam e vinham, coabitando e dividindo vidas e aventuras.
Conta-se que, quando o Orum fazia limite com o Aiê, um ser humano tocou o Orum com as mãos sujas.
O céu imaculado do Orixá fora conspurcado.
O branco imaculado de Obatalá se perdera.
Oxalá foi reclamar a Olorum.
Olorum, Senhor do Céu, Deus Supremo, irado com a sujeira, o desperdício e a displicência dos mortais, soprou enfurecido seu sopro divino e separou para sempre o Céu da Terra.
Assim, o Orum separou-se do mundo dos homens e nenhum homem poderia ir ao Orum e retornar de lá com vida. E os orixás também não podiam vir à Terra com seus corpos. Agora havia o mundo dos homens e o dos orixás, separados. Isoladas dos humanos habitantes do Aiê, as divindades entristeceram.
Os orixás tinham saudades de suas peripécias entre os humanos e andavam tristes e amuados.
Foram queixar-se com Olodumare, que acabou consentindo que os orixás pudessem vez por outra retornar à Terra.
Para isso, entretanto, teriam que tomar o corpo material de seus devotos.
Foi a condição imposta por Olodumare.
Oxum, que antes gostava de vir à Terra brincar com as mulheres, dividindo com elas sua formosura e vaidade, ensinando-lhes feitiços de adorável sedução e irresistível encanto, recebeu de Olorum um novo encargo: preparar os mortais para receberem em seus corpos os orixás.

Oxum fez oferendas a Exu para propiciar sua delicada missão.
De seu sucesso dependia a alegria dos seus irmãos e amigos orixás.
Veio ao Aiê e juntou as mulheres à sua volta, banhou seus corpos com ervas preciosas, cortou seus cabelos, raspou suas cabeças, pintou seus corpos.
Pintou suas cabeças com pintinhas brancas, como as pintas das penas da conquém, como as penas da galinha-d’angola. Vestiu-as com belíssimos panos e fartos laços, enfeitou-as com jóias e coroas.

O ori, a cabeça, ela adornou ainda com a pena ecodidé, pluma vermelha, rara e misteriosa do papagaio-da-costa. Nas mãos as fez levar abebés, espadas, cetros, e nos pulsos, dúzias de dourados indés.
O colo cobriu com voltas e voltas de coloridas contas e múltiplas fieiras de búzios, cerâmicas e corais.
Na cabeça pôs um cone feito de manteiga de ori, finas ervas e obi mascado, com todo condimento de que gostam os orixás.

Esse oxo atrairia o orixá ao ori da iniciada e o orixá não tinha como se enganar em seu retorno ao Aiê.
Finalmente as pequenas esposas estavam feitas, estavam prontas, e estavam odara.
As iaôs eram as noivas mais bonitas que a vaidade de Oxum conseguia imaginar. Estavam prontas para os deuses.
Os orixás agora tinham seus cavalos, podiam retornar com segurança ao Aiê, podiam cavalgar o corpo das devotas.
Os humanos faziam oferendas aos orixás, convidando-os à Terra, aos corpos das iaôs.
Então os orixás vinham e tomavam seus cavalos.

E, enquanto os homens tocavam seus tambores, vibrando os batás e agogôs, soando os xequerês e adjás, enquanto os homens cantavam e davam vivas e aplaudiam, convidando todos os humanos iniciados para a roda do xirê, os orixás dançavam e dançavam e dançavam.
Os orixás podiam de novo conviver com os mortais.
Os orixás estavam felizes.
Na roda das feitas, no corpo das iaôs,


eles dançavam e dançavam e dançavam.

Estava inventado o candomblé.

Que Oxalá nos abençoe sempre

Velas pra que vou acender uma vela?



A vela é só um pavio com cera em volta, mas será que é somente isto?

A vela do barco é aquela que abana o vento, dirige os seres quando e como quiser.
A vela de cera guia os pedidos do bem, imantados pela coração, mas também podem
imantar a raiva.

Que vela vou acender?
Acenderei primeiro a vela do amor, aquela que queima somente o orgulho e a falta de humanidade

Como vou acender?
Com minha fé, com meus atos de bondade e principalmente com o amor ao próximo.

Vamos agora viajar com minha imaginação, ou talvez com a imaginação daquele Preto Velho

Vela linda com luz formoso fazei da sua chama meu acanto e traga paz ao mundo
Vela que se acende e busca no ar sua maior fonte de prazer, atinge o céu nos pedidos que vou fazer
Traz o amor ao coração daquele que peca demais, traz o filho marinheiro daquela mãe que chora no cais
Traz de volta o pai ao final de cada dia de trabalho.
Não apague nunca pois as trevas nos da medo, e a escuridão não nos deixará enxergar o próximo

Vela azul da mamãe do mares bravios e calmos quando se respeitam
Vela marrom da justiça do senhor das pedreiras, que tanto espera por nós
Vela vermelha do justiceiro e caminheiro de Jesus
Vela verde das verdes matas do guerreiro solitário
Vela roxa da cura das enfermidades e da pipoca nas vestes do Santo
Vela amarela do ouro da mamãe que de ouro também veste seu coração
Vela branca do Pai do Filho e do Espirito Santo
Vela preta daqueles que procuram a luz, e ofertando também a luz fazem seu caminhar

E a mais importante:

Vela do amor, aquela que esta acesa em cima de sua cabeça, ofertando a sua bondade, sua base são seus pés no chão sagrado do sacerdócio, vela que muitas vezes quase se apaga pelo sopro dos inimigos, mas a cada oração retornam as luzes acesas novamente pelo Pai Oxalá.

Autor Emidio de Ogum

Concentração e Incorporação



(Acredito que a concentração é o ponto chave para uma boa incorporação)

Uma das dificuldades dos integrantes das reuniões mediúnicas diz respeito à concentração.

        A capacidade de controlar, direcionar e manter o pensamento dentro das finalidades da reunião é, para a maioria, um esforço muito grande e que nem sempre dá bons resultados. Não raro os pensamentos se dispersam, fixam-se em fatos do dia-a-dia e acabam por tornar alguns sonolentos, enquanto outros estão distraídos e longe dos objetivos propostos para um trabalho sério. Alguns poucos, então, conseguem uma boa concentração e estes sustentarão os trabalhos programados, porém, como é óbvio, sem alcançar melhor produtividade devido aos bloqueios vibratórios existentes no ambiente.

      A nossa cultura ocidental não dá ênfase à necessidade do controle mental, pois é fundamentada em uma mentalidade racional, extremamente prática, extrovertida e imediatista valorizando a horizontalidade da vida terrestre, exatamente oposta ao Oriente, cuja mentalidade se estrutura de forma intuitiva, mística e introvertida e que realça a essência espiritual do ser humano, incentivando a busca da verticalidade.

Nos últimos tempos tem-se notado um sensível aumento no interesse por algumas práticas orientais, ressaltando-se a meditação, cujos benefícios estão sendo procurados pelos ocidentais, que despertaram para a necessidade de uma busca interior, ou seja, o autoconhecimento.

A concentração que é praticada nas reuniões mediúnicas, evidentemente, tem conotações próprias e não deve ser tomada aqui como as realizadas nas práticas orientais, embora os aspectos semelhantes nas suas bases, quais sejam a disciplina mental, o controle e equilíbrio dos pensamentos. Exatamente por terem estes mesmos fundamentos é que citaremos algumas definições de autores do Oriente, visto que a sabedoria oriental é multimilenar e pode beneficiar-nos sobremaneira através desses pontos comuns.

Concentração - Conceito: Concentrar, segundo o dicionário Aurélio, significa "fazer convergir para um centro ou para um mesmo ponto. Aplicar a atenção a algum assunto".

Um autor oriental, Mouni Sadhu, esclarece que o poder de concentração consiste na "habilidade para manter inabalavelmente sua percepção sobre um tema escolhido, pelo tempo que você decidir continuar com ele" (Do livro "Meditação").

É exatamente essa capacidade de concentrar nos objetivos da reunião mediúnica que irá favorecer a realização dos trabalhos.

Leon Denis, em sua magistral obra "No Invisível", alerta:

"Conforme o seu estado psíquico,os assistentes favorecem ou embaraçam a ação dos Espíritos"

Dificuldades de Concentração

Deixamos a palavra com Leon Denis, que assinala o motivo principal da dificuldade de concentrar:

"Na maior parte dos homens os
pensamentos flutuam sem cessar.
Sua mobilidade constante e sua
variedade infinita pequeno acesso
oferecem às influências superiores.
É preciso saber concentrar-se, pôr
o pensamento acorde com o
pensamento divino.(...)"
("O Problema do Ser, do Destino e da Dor", cap. XX)

A reunião mediúnica apresenta ainda outras conotações que são peculiares ao tipo de atividade que ali se desenvolve.

Assim, a dificuldade de concentrar-se nos objetivos elevados que o exercício da mediunidade requer é resultado da pouca prática que a maioria das pessoas têm de fixarem seus pensamentos em assuntos edificantes, em ideais e idéias nobres durante o seu dia-a-dia. Estão com a mente sempre ocupada pelos problemas e questões do cotidiano, por coisas supérfluas e interesses imediatistas, pelo noticiário e programa da TV, por literatura e músicas teor inferior, por conversações extremamente banais e irresponsáveis, e não conseguem esvaziá-la desses assuntos para dar campo às influências benéficas dos Espíritos Superiores, dos Mentores que assessoram os trabalhos.

Ensina Leon Denis:

"As preocupações de ordem material criam correntes
vibratórias horizontais, que põem obstáculo às radiações
etéreas e restringem nossas percepções. Ao contrário,
a meditação, a contemplação e o esforço constante
para o bem e o belo formam correntes ascensionais,
que estabelecem as relações com os planos superiores
e facilitam a penetração em nós deo eflúvios divinos ".

A importância da concentração mediúnica

"Nesse sentido, consideremos a concentração mental de modo diverso dos que a comparam a interruptor, de fácil manejo que, acionado, oferece passagem à energia comunicante, sem mais cuidados... A concentração, por isso mesmo, deve ser um estado habitual da mente em Cristo e não uma situação passageira junto ao Cristo".

Nossos pensamentos têm determinado teor vibratório, de acordo com os sentimentos que os tipificam.

É imprescindível compreendermos que o pensamento é energia viva "construindo paisagens ou formas e criando centros magnéticos ou ondas, com os quais emitimos a nossa atuação ou recebemos a atuação dos outros(Emmanuel - "Roteiro", cap.28).

Este é o processo natural de sintonia e que predomina no curso de nossa existência.

Nas tarefas mediúnicas esta sintonia apresenta peculiaridades próprias. É essencial que exista uma afinizaçào, uma sintonia entre os participantes para que se estabeleça uma sincronia de forças, a conhecida "corrente vibratória".

Pode-se inferir, desde agora, o quanto é importante a concentração individual, visto que a qualidade dos trabalhos de intercâmbio depende fundamentalmente da participação consciente e responsável de cada um.

Recordemos Leon Denis, quando leciona a respeito:

"São favoráveis as condições de experimentação quando o médium e os assistentes constituem um grupo harmônico, isto é, quando pensam e vibram em uníssono. No caso contrário, os pensamentos emitidos e as forças exteriorizadas se embaraçam e anulam reciprocamente..."(No Invisível)

Ele acrescenta ainda que o médium em meio a essas correntes contrárias fica bloqueado, sem condições de atuar mediunicamente ou bastante prejudicado na filtragem das mensagens.

Em "O livro dos Médiuns", o Codificador ressalta a necessidade da concentração ao referir-se à reunião como um ser coletivo, resultante das qualidades e propriedades de seus membros e esta tanto mais força terá quanto maior homogeneidade vibratória houver. Ele afirma que o poder de associação dos pensamentos de todos é que contribuirá para a comunicação dos Espíritos, "mas a fim de que todos esses pensamentos concorram para o mesmo fim, preciso é que vibrem em uníssono; que se confundam, por assim dizer em um só, o que não pode dar-se sem a concentração"(Item 331).

Portanto, cada participante precisa estar consciente de sua contribuição para que haja êxito nas atividades programadas pela Espiritualidade Maior.

João Cleófas (Espírito), m seu excelente livro "Intercâmbio Mediúnico", desenvolve o pensamento de Kardec e Denis, em linguagem moderna:

"A média que resulta das fixações mentais dos membros que constituem o esforço da sessão mediúnica oferece os recursos para as realizações programadas.

A concentração individual, portanto é de alta relevância, porque a mente que sintoniza com as idéias superiores vibra em freqüências elevadas"

Como Obter uma boa Concentração

A concentração não requer um esforço físico. Pessoas que tentam concentrar franzindo a testa, fechando os olhos com força ou denotando qualquer outro tipo de tensão muscular não alcançarão a finalidade a que se propõem.

Ao contrário do que imaginam, a concentração exige um relaxamento e passa por alguns estágios, quais sejam:

1. Relaxamento - O relaxamento do corpo físico serve para preparar e favorecer a calma, a tranqüilidade interior.

2. Abstração - Abstrair-se do mundo exterior, de tudo ao seu redor.

3. Interiorização - Fazer silêncio interior, abstraindo-se também dos conteúdos psicológicos(emoções, pensamentos, imagens, lembranças, etc).

4. Fixar a mente - A mente se fixa e a atenção volta-se exclusivamente para o objetivo da reunião.

5. Aquietar a mente - Neste ponto a mente se aquieta e, no caso dos médiuns, oferece espaço para a sintonia mental com o Espírito que irá transmitir a comunicação.
Afirma João de Cleófas:

"A concentração, é, pois, a fixação da mente numa idéia positiva, idealista, ou na repetição meditada da oração que edifica, e que, elevando o pensamento às fontes geradoras da vida, dá e recebe, em reciprocidade, descargas positivas de alto teor de energias santificadoras."(Intercâmbio Mediúnico)

Pensamentos Intrusos

Todos os que se iniciam nos exercícios de concentração ou de meditação percebem que é difícil controlar os pensamentos e que, com freqüência, vêem-se assaltados por pensamentos intrusos, inconvenientes e inoportunos.

Deixemos a lição a respeito com um dos mestres orientais:

"No início toda a sorte de maus pensamentos podem ocorrer, se levantarão na sua mente. Você se sobressaltará.

Ficará atormentado. Isto é um bom sinal. É sinal de progresso espiritual. Voe está evoluindo espiritualmente. Esses pensamentos, com a continuidade (dos exercícios), morrerão com o tempo". (Trechos do livro "Concentração e Meditação", de Swami Sivananda).

Ele também aconselha que a pessoa não lute contra a sua mente durante a concentração.

O mais acertado é aceitar com tranqüilidade e estabelecer o hábito de retorno, isto é, retornar aos objetivos propostos.

No livro de Mira y Lopes, "Curso Prático de Concentração Mental" o autor refere-se ao"hábito de retorno", para disciplinar a mente.

André Luiz, sintetizando o esforço que os integrantes dos grupos mediúnicos devem realizar, anota em seu livro "Os Mensageiros" a palavra de Aniceto, relativa ao nosso tema:

"Boa concentração exige vida reta. Para que os nossos  pensamentos se congreguem uns aos outros, fornecendo o potencial, de nobre união para o bem, é indispensável o trabalho preparatório de atividades mentais na meditação de ordem superior. A atitude íntima de relaxamento(este termo tem neste contexto o significado de descaso), ante as lições evangélicas recebidas, não pode conferir ao crente, ou ao cooperador, a concentração de forças espirituais no serviço de elevação tão-só porque estes se entreguem apenas por alguns minutos na semana, a pensamentos compulsórios de amor cristão.(...)."(Cap. 47)

A Doutrina Espírita é um convite permanente à transformação moral, levando a um processo natural de auto-descobrimento e propiciando condições para a realização desse encontro pessoal. Toda essa mudança, quando ocorre naquele que já interiorizou os princípios espíritas, denota um amadurecimento que favorece a uma nova compreensão da vida e a uma necessidade premente da busca da verticalidade. Quando existe essa conscientização o indivíduo torna-se cônscio de usas responsabilidades procurando, então, adquirir hábitos equilibrados, o que irá favorecer a sua concentração enquanto integrante de um grupo mediúnico.

Deixemos com Emmanuel a palavra final:

"Receberás, portanto, variados apelos, nascidos do campo mental de todas as inteligências encarnadas e desencarnadas que se afinam contigo, tentando influenciar-te através de ondas inúmeras em que se revela a gama infinita dos pensamentos da Humanidade, mas se buscas o Cristo, não ignoras em que altura lhe brilha a faixa." ("Seara dos Médiuns", Faixas pág. 125).

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Você já mudou? Já viu? Já percebeu???


Axé pessoal, estamos chegando perto do dia 12 de outubro, dia que devido ao sincretismo católico com Nossa Senhora Aparecida muitos umbandistas festejam a orixá Oxum.

Acredito que muitos já sabem que Oxum representa o Amor Puro cheio de candura e sensibilidade, que é o orixá responsável pela União, ou seja, o elo que une, propiciando e gerando assim mais “UM”, tanto que Oxum é quem atua no momento da fecundação.

Outros ainda a vêem como “menina-moça” faceira e sedutora, dona de uma personalidade forte que não se limita frente a obstáculos. Ela, assim como a água, se transforma em vapor, chuva, rio, cachoeira, corredeira, mina, mar ou conforme a necessidade, mas não deixa de chegar ao seu destino.

Também sabemos é uma Doce Mãe que considera seus filhos sua maior riqueza, é a mãe das crianças que até aos sete anos mantêm sua inocência e a alegria e por eles luta e chora até lavar todas as dores.

Com essa crença e com esses saberes que compartilho o vídeo abaixo que, se olharmos com carinho e poesia, enxergaremos vários momentos em que os atributos de Oxum se fazem presentes.

Percebam, é uma árvore caída separando pessoas, gerando discussões, paralisações e incômodos. É a chuva repentina e a expressão de uma criança com um movimento firme e corajoso, certo e esperançoso que contagia e atrai várias outras crianças que decididas, felizes e brincando vão transformando, atraindo e unindo pessoas e mais pessoas, consequentemente, vão gerando mudanças, amizades e principalmente, sorrisos.

É, quando nos unimos, transformamos; quando sorrimos, cativamos; quando esperançosos, atraímos… E “isso” É Oxum!

Quem já mudou uma “árvore” caída do lugar sabe o que estou querendo dizer, sabe que não se consegue sozinho, sabe que esse momento é inesquecível, que as transformações são grandes e intensas.

Quem já viu a Força que tem a União, quem já se Emocionou por ter a capacidade e a oportunidade de Dar e quem já afirmou a transformação que tem um Sorriso, sabe o que representa e o que é Oxum.

Quem já percebeu que as Águas dão de beber às folhas de Ossain, aos animais e plantas de Oxóssi, esfria o aço forjado por Ogum, lava as feridas de Obaluayê, compõe a luz do arco-íris de Oxumáre e purifica nossa alma, sabe do que Oxum é capaz…

Axééé… Bom final de semana e um “mimo” especial aos meus filhos, pois tenho certeza que vocês sabem do que Oxum é capaz, assim como sabem o que é mudar uma árvore caída do lugar.

Que a Luz de Oxalá nos Ilumine e

Que as Forças de Oxum nos unam na Fé em Olorum!



Escrito por Mãe Mônica Caraccio
Fonte: Minha Umbanda

A Umbanda merece…

Existem algumas atitudes que além de demonstrarem nosso respeito, falam mais que mil palavras não é mesmo?

Pois bem, acredito que quando os médiuns umbandistas entenderem essa colocação e começarem a agir prestando atenção no respeito e no exemplo que estão demonstrando e promovendo, a Umbanda será vista pela sociedade de forma muito mais elevada do que acontece hoje em dia.

É, acredito realmente que Posturas, Atitudes e Conhecimento são fundamentais para alcançarmos uma Umbanda mais aceita, mais respeitada e mais séria.

O fato é que essas posturas e atitudes estão vinculadas ao modo que os médiuns se comportam fora e dentro do terreiro, já o conhecimento está atrelado à capacidade de responder pela e sobre a Umbanda.

No entanto, percebo que muitos médiuns não têm postura, atitude e muito menos conhecimento condizente com a Umbanda e com todos seus fundamentos e tradição, posso citar como exemplo, a falta de conhecimento que muitos médiuns têm sobre o “simples” ato de ENTRAR NO TERREIRO.

Sei que parece bobo dar esse exemplo, afinal existem “coisas” tão mais importantes na Umbanda, mas realmente acredito que todos os médiuns umbandistas devem ser respeitosos, devem ter o conhecimento e estarem conscientes do que é um Terreiro, dos fundamentos que envolvem “entrar em um Terreiro”, das Forças assentadas e do trabalho realizado dentro daquele espaço mágico, portanto, é seu dever, sempre que atravessarem a fronteira do profano para o Sagrado, ou seja, sempre que entrarem em um Terreiro, fazerem as devidas saudações sabendo o que cada ato significa, mesmo porque, eles nunca saberão quando e por quem serão questionados sobre determinados movimentos e atitudes que normalmente se faz ao entrar em um terreiro.

Mesmo sabendo que cada terreiro tem sua forma específica de realizar suas saudações, quero pontuar algumas atitudes, que espero, faça a diferença neste ato que particularmente entendo ser de suma importância, uma atitude de respeito às Forças Divinas que sustentam aquele Terreiro e o próprio médium, além de exprimir uma postura condizente à Umbanda e seus Poderes Divinos.

Em primeiro lugar, o médium ao adentrar no terreiro deve Saudar as Forças dos Srs. Exus/Guardiões e das Sras. Pombagiras/Guardiãs assentadas na Tronqueira e para tanto, deve parar por alguns minutos de frente à tronqueira e com a cabeça baixa, agradecer a permissão de sua entrada naquela Casa Santa. Caso seja necessário, nesse momento também se pede para os espíritos negativos, que por ventura estão perturbando o equilíbrio do médium, sejam recolhidos e encaminhados pela Força da Esquerda com a permissão de Ogum, consequentemente o agradecimento e os momentos de permanência de frente à tronqueira serão maiores. Portanto deve-se sempre agradecer a guarda, a força e a proteção que ELES proporcionam em nossas vidas e ao terreiro.

Normalmente e dependendo do terreiro, durante esses momentos de agradecimento bate-se palmas três vezes e/ou toca-se no chão saudando o “embaixo” também três vezes pronunciando sua saudação que é “Laroye Exu. Exu é Mojubá!”. Segundo a ‘Enciclopédia brasileira da Diáspora Africana’ de Nei Lopes, Laroye significa: interjeição de saudação a Exu, um dos nomes de Exu e Mojubá significa: fórmula de saudação e reverência, dirigidas pelos fiéis aos orixás. Do ioruba ‘mo juba’, “eu (te) reconheço como superior”.

Em um segundo momento deve-se Saudar o Congá e o Altar, locais e pontos Sagrados que devem ser respeitados, afinal, é entre tantas coisas, onde se realizam as grandes trocas de energias, é onde todas as Irradiações Divinas estão concentradas e consequentemente são projetadas a todos, principalmente sobre aqueles que reconhecem e aceitam esse Poder Divino.

Para saudar o Congá deve-se fazer três vezes o sinal da cruz no chão antes mesmo de entrar nesse espaço. Fazendo esse sinal, abre-se um portal divino de amorosidade e fé seguindo o ensinamento de Jesus no momento de sua crucificação. Fazendo três vezes se afirma, reafirma e determina esse ato. Fazendo no chão “acordar” a força da terra e toda sua potência energética transmutadora, transformadora, curadora, sábia e ancestral.

Já o ato de “Bater Cabeça” não deve ser ou se tornar um ‘costume’ ou uma ‘repetição’, mas uma atitude de reverência, entrega, devoção e adoração diante dos e pelos Sagrados Orixás. É nessa hora que comungamos com Oxalá, Oxum, Oxóssi, Xangô, Ogum, Obaluayê, Iemanjá e com todos os Guias Espirituais, é nessa hora que pedimos que nos ajudem a mantermos nossos olhos fechados para o ciúme, para o egoísmo e para a inveja, assim como nossos ouvidos fechados para a intriga e para a curiosidade que fortifica a fofoca.

É nessa hora que pedimos que nos ajudem a manter nossos corações abertos para o amor, para a fé, para a compaixão e para a esperança, e que nossa mente esteja sempre aberta para o discernimento, para a sabedoria e para a paciência. Que nos ajudem a manter nosso espírito purificado e iluminado para que assim possamos servir de “simples” instrumentos de Deus, da Lei e da Justiça Divina. É o momento de agradecer, agradecer e agradecer por essa oportunidade única e excelsa que temos por estar diante do Poder Divino, diante dos Orixás.

Além disso, é o momento de absorver as potências energéticas da Terra pedindo para ela transmutar todos nossos pensamentos e sentimentos negativos, além de nos envolver com a Sabedoria Sagrada de nossa ancestralidade que em tempos remotos foi levada a terra.

E por fim, e não menos importante, o médium deve Saudar, ou melhor, Tomar a Benção de seu Pai ou Mãe Espiritual.

Quando isso ocorre, o “filho” está reconhecendo seu Pai Espiritual como o detentor dos conhecimentos da Lei de Umbanda e como seu orientador, portanto é ele que o conduzirá, o sustentará e o protegerá dentro da doutrina religiosa umbandista e diante da própria vida.

“Tomar a Benção” é sim um procedimento de reconhecimento e de respeito à Hierarquia, mais do que isso, é um ato de entrega, respeito e confiança, portanto aquele que “dá a benção” tem que estar consciente de suas responsabilidades, assim como deve rever e reavaliar seus atos constantemente para que eles sejam e estejam idôneos à sua posição. “Tomar a Benção” ou “Dar a Benção” é coisa séria e tem fundamento, portanto é preciso ter Atitude, Respeito e Conhecimento.

Aproveitem um pouco daquele “olhar de poeta” e percebam: quando o médium toma entre suas mãos a mão de seu Pai Espiritual e a beija respeitosamente levando-a até a sua testa e beijando-a novamente, ele está saudando, determinando e reafirmando sua fé acima de tudo a Trindade Divina.

Percebam que são três atos, beijar a mão, colocar na testa e beijar novamente, o que significa o respeito à Trindade, além disso, ao beijar pela primeira vez o médium está afirmando que aquela mão tem “poder”, tem “conhecimento” e tem “autoridade”; ao colocar essa mão na testa o médium está afirmando que somente aquela mão tem a permissão de tocar em sua coroa – afirmativa que magneticamente e vibratoriamente dá proteção àquele médium pois dificulta a ação de espíritos negativos que continuamente tentam “dominar” o mental do mesmo – automaticamente o Pai silenciosamente “pede” para que todo seu Saber seja absorvido por aquele ‘filho’, afinal sem conhecimento não há evolução, e intimamente, ao tocar com as mãos na testa de seu filho, o Pai diz: “eu te dou o meu Saber meu filho, receba e evolua em espírito”; por fim, ao beijar novamente a mão do Pai espiritual, o médium está confirmando o desejo de que aquelas mãos preparadas o conduza no trabalho espiritual e no encontro aos Orixás, por isso que ao pedir a benção o Pai Espiritual responde “Seja Oxalá quem lhe abençoe meu filho”. Importante perceber que com essa afirmativa o Pai já está proporcionando o encontro do médium com os Orixás. Basta ter Fé, Atitude, Respeito e Conhecimento.

É, a Umbanda tem fundamento sim, e é nosso dever e nossa obrigação saber “preparar”.

É nosso dever e nossa obrigação saber se comportar, ensinar e respeitar. É nosso dever e nossa obrigação dar bons exemplos e responder por nossos atos e pela Umbanda, mesmo porque, na Umbanda NADA É SIMPLES, mas tudo é de uma simplicidade impar. Fiquemos atentos!!!

Escrito por Mãe Mônica Caraccio

Fonte: Minha Umbanda

À procura de Paz

Axé turma! Quase que em todas as giras ouço algumas Entidades pedirem para alguns consulentes anotarem uma oração para que possam fazê-la durante a semana, ou melhor, durante a vida.

Imagino que algumas pessoas já a conhecem, no entanto, acredito que vale a pena compartilhar com todos vocês para que possamos juntos, compreender melhor alguns significados e sentidos.

Falo da Oração da Serenidade, aquela tão difundida entre os grupos de Alcoólicos Anônimos e que começa assim: Concedei-me, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar; Coragem para modificar as que posso e sabedoria para distinguir uma das outras”.

É, só esse começo já é grandioso, não é mesmo?

Só de pensar na relação de “serenidade” com “aquilo que não podemos modificar” já dá até calafrios, afinal, muitas vezes somos tão resistentes, queremos que tudo seja feito da nossa forma e que nossa vontade prevaleça acima de tudo, consequentemente vem o pedido de “coragem” e “sabedoria”… Grandioso demais para aqueles que estão sempre à procura de Paz!!!

Interessante é que ninguém sabe ao certo quem escreveu essa oração. Alguns dizem que ela veio dos antigos gregos; outros contam que ela foi escrita por um poeta anônimo inglês; outros ainda afirmam que foi escrita por um oficial da marinha americana, mas a versão mais aceita é que ela foi escrita pelo Reverendo Reinhold Niebuhr do Seminário Teológico União em 1943.

Essa oração foi impressa e distribuída entre as tropas no começo da Segunda Guerra Mundial e reimpressa pelo Conselho Nacional de Igrejas, assim como está nas paredes das milhares de salas de reuniões dos Alcoólicos Anônimos.

De qualquer maneira, o fato é que essa oração é repetida milhares de vezes diariamente, em milhares de locais diferentes, independente da religião pessoal de cada um.

Mas, para mim, o mais fabuloso é vê-la dentro dos Terreiros, local onde qualquer um, independente de crença, posse ou posição, pode frequentar. É vê-la sendo verbalizada por Exus, Pretos-Velhos, Caboclos e por toda a espiritualidade superior, Entidades Espirituais que, com certeza, sabem o que fazem e sabem o que é bom.

Mais do que isso, fico a observar que, assim como essa oração serviu de inspiração na guerra, as Entidades também estão pedindo que a façamos nos momentos de nossas guerras internas ou, quem sabe, externas.

Noto também que, da mesma forma que essa oração inspira centenas de pessoas a dominarem seus vícios com passividade, aceitação e serenidade, as Entidades estão pedindo que determinemos as súplicas dessa oração diariamente na esperança de que reconheçamos e de que lidemos com passividade, aceitação e serenidade nossos próprios vícios.

Enfim, espero que gostem, que decorem, que repitam, que entendam e que se inspirem com essa grandiosa oração, principalmente quando solicitada por uma Entidade Espiritual.

Axéééé a todos e aproveitem a Oração da Serenidade em sua versão integral.

-

Oração da Serenidade

Concede-me, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar;
Coragem para modificar as que posso e sabedoria para distinguir a diferença.
Vivendo um dia de cada vez;
Desfrutando um momento de cada vez;
Aceitando as dificuldades como um caminho para alcançar a paz;
Aceitando, como Ele fez, o mundo pecador tal como é, e não como gostaria que fosse;
Confiando que Deus fará bem todas as coisas se eu me render à Sua vontade;
Para que eu possa ser moderadamente feliz nesta vida e supremamente feliz com Ele para sempre na próxima.
-
-

Escrito por Mãe Mônica Caraccio

Fonte: Minha Umbanda

Um encontro gostoso e ousado

Axéééé pessoal!!! Puxa vida, estamos em pleno festejo em nossos terreiros, é tanta bala, doce, chocolate que dá até uma pequena tristeza e uma enorme saudades quando os erês vão se despedindo de nós.

Aproveitando esse momento de doçura e alegria, vejam que legal essa matéria que publiquei no JUCA – Jornal de Umbanda Carismática em dezembro 2006 que foi transcrita da revista “Almanaque do Pensamento – 95ª edição” e que fala sobre chocolate e nossa personalidade.

É uma matéria para estimular nosso ‘olhar de poeta’ e nossa reflexão sobre nós mesmos. Aliás, lendo essa matéria só me faz reafirmar que nada é por acaso, só me faz confirmar que nosso inconsciente é mais poderoso que nossa consciência, portanto é a ele, o inconsciente, que devemos direcionar nosso olhar, nosso olhar de poeta.

Axééé a todos e excelente “encontro” com seu chocolate preferido, ou melhor, com seu Eu escondido…

A MAGIA DO CHOCOLATE

Macio, suave, sensual, doce, saboroso, intenso, cremoso, sedutor – e delirantemente delicioso. Não admira que o chocolate seja uma paixão ardente no mundo todo. No entanto, dada a imagem pecaminosa que ele tem, a culpa geralmente acompanha a satisfação desse doce prazer. Existe, porém, boas novas com relação ao lado sombrio do chocolate.

Estudos recentes comprovam o que os maníacos por chocolate sempre souberam: o chocolate não causa todos os problemas de que ele é acusado, como acne, obesidade e vício. Na verdade, apreciado com moderação, ele pode proteger o coração, elevar o humor e até aumentar a longevidade. Sim, o chocolate pode ser bom para a saúde!

A ousadia de saber quem é você

O recheio de que você mais gosta pode dizer muito sobre quem você é. Qual deles mais atrai você? Esses recheios – seu aroma, seu sabor, sua textura – estão relacionados ao seu humor, aos seus pensamentos e à sua auto-estima. Depois de entender o que cada um deles indica, você vai conseguir entender melhor os seus sentimentos. Portanto, por que não reserva alguns minutos para o seu chocolatinho e descobrir qual é o seu recheio interior?

  • Abacaxi: Você tem espírito de aventura e adora se divertir. Gosta de aprender e adora conversar – às vezes até um pouco demais.
  • Amêndoas: Pessoa de raciocínio rápido e amante da liberdade, você adora mudanças e a variedade. Pode parecer leviano de vez em quando e ter tendência de passar rapidamente de uma coisa para outra ou de um relacionamento para outro.
  • Amendoim: Você é o tipo de pessoa que adora ficar no ar livre. O tempo é precioso para você e você se envolve muito – às vezes demais – nas atividades do dia-a-dia.
  • Avelã: Você ama a natureza e confia cegamente, crente na sua intuição, que geralmente lhe garante o sucesso. Talvez você tenha de lutar contra a timidez.
  • Café: Um pensador profundo que adora a arte da conversação e do debate, você tem uma mente aberta. Pode ter uma tendência a ser impaciente ou a se concentrar a tal ponto no trabalho que chega a se esquecer de quem ama.
  • Calda de chocolate: Você encara a vida de um jeito leve e gracioso, mas é importante que deixe a sua marca neste mundo. Quando não consegue o que quer, você se sente tolhido e frustrado.
  • Caramelo com nozes: Você é amigo de todo mundo. Tem carisma, mas também pode ser um pouco sedutor ou provocante.
  • Caramelo duro: Você é uma pessoa confiável e não gosta de deixar nada por fazer. A rotina é importante para você. O lado negativo disso é que você pode achar difícil ouvir e respeitar o ponto de vista de outras pessoas.
  • Caramelo macio: Você é uma pessoa afável, com quem todo mundo se sente à vontade. Mas essa afabilidade faz com que você às vezes não receba o crédito ou a recompensa que merece.
  • Cereja: Você tem ânsia pela vida e pelo amor. A sua energia é inacreditável. Só de olhar para você os outros já se sentem cansados.
  • Chocolate: Você consegue rir de si mesmo e não se leva muito a sério. Gosta do jogo da vida e olha o futuro com um otimismo saudável.
  • Coco: Criativo e com dotes artísticos, você gosta de música, da dança e dos ritmos da vida, mas pode parecer um tanto inconstante aos olhos dos outros.
  • Crocante: Você é uma pessoa cheia de idéias e com muita energia criativa. Para você, a viagem é mais importante do que o destino, o que significa que você pode começar projetos e nunca concluí-los.
  • Damasco: Gentil e seguro de si, você gosta de ajudar os outros e de criar um clima de segurança e aconchego à sua volta. Você também pode perder a paciência de vez em quando.
  • Gengibre: Sucesso e poder são importantes para você, e você está preparado para fazer o que for preciso para conquistá-los – mesmo que isso signifique enfrentar a solidão e fazer sacrifícios.
  • Limão: Você gosta de agir â sua maneira, sem dar a mínima para o que os outros estão pensando. Às vezes você pode ser um pouco introspectivo demais e precisa de alguém que o ajude a encarar a vida com mais leveza.
  • Manjar turco: A espiritualidade é um tema importantíssimo na sua vida, e você está sempre buscando mais da vida do que do mundo material. O problema é que, nessa busca por significado, você perde o contato com a realidade.
  • Marshmallow: Você é muito sociável; gosta de festas e de pessoas à sua volta. O perigo é que você pode se cansar facilmente delas.
  • Menta: Elegante e sofisticado, você esbanja carisma. Não é que você não queira assumir compromissos, é que a vida é simplesmente excitante demais e você ama a liberdade.
  • Morango: Amável e carinhoso,você é um eterno otimista e vive cheio de amor pra dar. A sua generosidade faz com que às vezes as pessoas tirem vantagem de você.
  • Nozes: Você encara a vida de maneira aberta e descomplicada. Embora se comunique bem com as pessoas, às vezes prefere ficar sozinho.
  • Passas: Preocupado com a saúde e muito disciplinado, você respeita a si mesmo e aqueles que estão à sua volta. Às vezes, porém, você é um pouco severo demais consigo mesmo.

Evidentemente, isso é só uma brincadeira. Os amantes dos recheios de nozes nem sempre são tão artísticos e os amantes dos recheios de morango nem sempre são carinhosos e prestativos. Mas essa brincadeira pode ajudar você a ter uma idéia a seu respeito. Que tipo de pessoa você é? O que gosta em si mesmo? Quais são seus pontos fortes? E os seus pontos fracos? Quais são os seus sentimentos mais profundos?


Dê uma boa olhada em si mesmo


Dê uma boa olhada na maneira como você vive. Que tipo de coisa chama a sua atenção? Quais são as coisas, além do chocolate, que levantam o seu astral?

Observe a sua vida, isso pode ser muito útil. Dê um passo para trás e simplesmente observe o que você pensa, sente, diz e faz. A auto-observação é uma técnica muito conhecida para aumentar a consciência que você tem de si mesmo. Ela pode ajudá-lo a separar o que você pensa e sente do que você é. Você verá que, ao longo do dia, vários pensamentos e sentimentos fluem constantemente por você. Você perceberá que esses pensamentos e sentimentos, por mais fortes que sejam, estão fora de você. Você é aquele que se permite experimentá-los. Você é quem está no comando.

Quando começar a se conhecer melhor, você também começará a reconhecer acontecimentos, padrões de comportamento, reações ou atitudes que lhe trazem infelicidade. Talvez o seu trabalho o tenha deixado estressado, o seu relacionamento não vá tão bem quanto poderia, você esteja fazendo coisas em consequência da pressão dos amigos e da família ou talvez esteja apenas se sentindo deprimido e não sabe por quê. Seja qual for a razão, depois que conseguir constatar e reconhecer que não está tão feliz quanto gostaria, talvez você possa começar a pensar num modo de fazer mudanças positivas. Você só pode mudar aquilo de que tem consciência.

Extraído de Melhor do que Sexo: O prazer do chocolate na sua Vida
de Theresa Cheung, Ed. Culturix
Almanaque do Pensamento

Escrito por Mãe Mônica Caraccio

Fonte: Minha Umbanda

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Postagens populares

“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.