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segunda-feira, 8 de junho de 2015

A DIMENSÃO NATURAL DE EXU



A dimensão natural de Exu Natural (ser que nunca encarnou) é saturada de energia que vitaliza os seres. Seus habitantes naturais (os Exus) são geradores naturais (geram em si) de um tipo de energia que quando irradiada para alguém, vitaliza-o, fazendo com que se sinta forte e vigoroso, feliz mesmo!
Por isso Exu, quando incorpora em seu médium, gargalha à solta.
Exu Natural transpira essa alegria natural e até sorri com nossas tristezas e tormentos.
Exu Natural não conhece os sentimentos de tristeza, mágoa ou remorso, pois não os gera em si, mas tão-somente de si.
Este "gerar de si", ocorre quando ele atinge outros seres com seu mistério em seu aspecto negativo, que é desvitalizador. Mas não os gera em si e não os vibra quando se manifesta em seus médiuns, aos quais ofende chamando-os de "burros", pois se não os gera em si, não entende as razões dos seus médiuns gerá-los em seus íntimos e exteriorizá-los em vários sentidos.
Logo, a dimensão natural de Exu desconhece a tristeza, a mágoa e o remorso.
E quando Exu é evocado para punir alguém, ele faz o seu trabalho muito bem feito porque não sente remorso, mágoa ou tristeza ao ver que quem ele está punindo, está sofrendo.
Exu vê isso com bons olhos, pois sabe que, se não gera em si esses sentimentos, no entanto os gera de si (a partir de sua atuação) porque só assim a vida do ser aluado passará por uma transformação. Por isso Exu é cósmico e é transformador... da vida alheia. Os Exus Naturais são seres alegres, bem-humorados, pilhéricos e não se ofendem com facilidade.
Mas, se Exu não gera em si a tristeza, a mágoa e o remorso, no entanto gera a confusão mental, a distorção visual e a paralisia racional. E com isso pode, muito facilmente, tomar o errado pelo certo, o torto pelo reto, o mais fácil pelo mais correto e o mais prazeroso pelo mais racional. E sua visão das coisas pode sofrer distorções acentuadas, levando-o a voltar seu mistério punidor justamente contra quem o evocou, num retorno violento que pode arruinar a vida de quem o ativou magisticamente.
Quanto à paralisia racional que Exu gera em si, ela se torna muito perigosa para seus médiuns, caso eles vivam metendo-os em encrencas, pois se ele se ver muito encrencado, volta-se contra quem o encrencou (no caso, o seu próprio médium).
Exu Natural é muito interesseiro e gosta de bisbilhotar a vida alheia. E por isso ele é o recurso oracular dos jogadores de búzios, pois não tem o costume de guardar para si o que vê na vida dos outros; vai logo revelando o que está vendo, não se importando se o que está revelando vai ajudar ou atrapalhar quem o está consultando.
A dimensão onde vive Exu Natural reflete tudo o que acontece nas outras, pois é uma dimensão especular, e tudo é revelado porque Exu é oracular.
Logo, tudo o que acontece nas outras dimensões torna-se conhecido de Exu. Por isso, ele sabe de tudo sobre os médiuns e seus orixás, e vai logo apontando com quais eles estão em falta ou por quais estão sendo punidos.
Exu revela tudo, inclusive desgraças, mas não se envolve com nada se não for pago. Essa sua característica o tornou o recurso preferido dos orixás, os quais têm nele um mistério oracular neutro, mas que, tão logo revela algo, também se interessa pela resolução do que revelou, desde que seja oferendado.
Com isso, Exu tanto revela quanto soluciona, pois é um mistério em si mesmo que se torna muito ativo, caso se interesse pelas suas revelações.
Quem não conhece o Mistério Exu, até pode associá-lo aos entes infernais judaico-cristãos. Mas Exu é o oposto deles, que atuam movidos pela Lei ou por vingança, enquanto Exu, mesmo quando ativado pela Lei, requer todo um cerimonial diferenciado porque não se envolve com o carma de quem irá sofrer sua atuação, seja magistica ou religiosa.
Exu, na magia, só responde quando evocado ritualisticamente, e se for oferendado. E ainda assim, caso seja descoberto, interrompe sua atuação e até pode virá-la contra quem o evocou e oferendou ritualmente.
Logo, Exu é um elemento mágico por excelência.
E quando é ativado pela Lei Maior (pelos Tronos Regentes), não é o "ser" Exu que é ativado, mas sim o "Mistério" Exu, é agente cármico e elemento mágico, mas não é um ente infernal tal como os descreve a teologia judaico-cristã, desconhecedora dos mistérios naturais (associados a elementos da Natureza).
A teologia judaico-cristã, toda ela mentalista, está fundamentada em conceitos abstratos de como é Deus, fato este que cria um hiato entre o Criador e Sua criação. Estudem a Bíblia e verão que ela está toda fundamentada em histórias e histórias humanas, em que seus profetas assumem uma importância muito grande e tudo o que disseram é seguido à risca pelos seus fiéis.
Com isso, as divindades dos povos antigos, inimigos dos judeus, assumiram a condição de entes infernais. Isso se deve ao simplismo com que associam seus inimigos encarnados aos seus demônios abstratos, que só existem nas suas mentes delirantes.
Tal como vimos líderes religiosos iranianos associarem um inimigo (os EUA) a satã, os antigos judeus também associavam os povos inimigos ou suas divindades a entes infernais. E o mesmo nós vemos acontecer aqui no Brasil, quando assistimos a tolos delirantes associarem orixás a entes trevosos criados por suas mentes distorcidas e delirantes.
Por causa de disputas políticas, comerciais e territoriais, as divindades dos povos filisteu, egípcio, assírio, caldeu, hitita, grego, romano, etc., foram todas descritas como entes infernais. Posteriormente no imaginário judaico, e mais tarde no imaginário cristão, essas divindades tornaram-se "demônios" assustadores que "devoravam" pessoas, ou as atormentavam durante o sono, já que tinham desde a mais tenra idade a psique povoada com espectros assustadores, cujos nomes ficavam gravados como "bichos-papões" que atormentavam aqueles que não se curvassem antes a casta religiosa estabelecida, ou não seguisse ao pé da letra seus dogmas doutrinários.
O inferno judaico-cristão é um caos, porque seus entes infernais são produtos de puro abstracionismo mental, já que é formado por divindades alheias, todas tachadas de demônios por seus idealizadores.
No universo religioso dos orixás, tudo é muito bem distribuído; tudo é descrito como aspectos do Divino Criador Olorum, e não existe esse inferno caótico. O que há são os polos negativos das irradiações divinas, aos quais são recolhidos todos os seres que regrediram espiritualmente, negativaram seu magnetismo mental ou bloquearam suas faculdades mentais.
Nesses polos negativos estão assentados os Tronos Cósmicos responsáveis pela aplicação dos aspectos negativos e punitivos dos orixás regentes das irradiações divinas.
Esses Tronos Cósmicos não são Exus, mas sim seres divinos assentados nos polos negativos, cujo magnetismo natural atrai todos os seres que se negativarem e desenvolverem magnetismos mentais análogos aos dos seus tronos energéticos, que são como imãs seletivos.
— Temos Tronos Cósmicos que lidam com seres cuja religiosidade foi desvirtuada.
— Temos Tronos Cósmicos que lidam com seres que atentaram contra a vida de seus semelhantes, etc., mas eles não são Exus.
Uns são Tronos Cósmicos da Água, outros do Fogo, outros do Ar, outros da Terra, outros dos Minerais, outros dos Vegetais e outros dos Cristais, mas não são Exus.
Cada um desses Tronos "elementais", cósmicos e negativos, possui suas hierarquias, que se desdobram nos planos posteriores, tais como os duais, os encantados e os naturais.
— Os Tronos Cósmicos negativos elementais são de um só elemento, o qual tanto irradiam como absorvem.
— Os Tronos Cósmicos negativos duais são de dois elementos, os quais, em um são irradiantes e no outro são absorventes.
— Os Tronos Cósmicos negativos encantados são de três elementos, os quais, os dois primeiros eles amalgamam (fundem) e geram um terceiro, ao qual tanto irradiam quanto absorvem.
— Os Tronos Cósmicos negativos naturais são de todos os elementos, aos quais absorvem, mas que fundem em seus tronos energéticos e depois, numa irradiação única e poderosíssima, irradiam.
Mas não são Exus e nunca passaram pela dimensão natural onde Exu é o nome que damos aos seres que nela vivem, evoluem e atendem a uma vontade do Divino Criador Olorum.
Na dimensão natural de Exu não existem seres do fogo, da água, da terra, do ar, dos minerais, dos vegetais ou dos cristais, mas sim seres que geram em si o fator vitalizador e que desenvolvem certas faculdades: alguns se tornam vitalizadores do elemento ígneo, c daí surgem os Exus do Fogo; outros se tornam vitalizadores do elemento telúrico, e daí surgem os Exus da Terra; outros se tornam vitalizadores do cristal, e daí surgem os Exus dos Cristais; outros se tornam vitalizadores do elemento vegetal, e daí surgem os Exus Vegetais, ou das Matas; outros se tornam vitalizadores da água, e daí surgem os Exus da Água; outros se tornam vitalizadores do elemento eólico, e daí surgem os Exus do Ar.
Tal como acontece com os orixás, cujas hierarquias vão se desdobrando (em Ogum vão surgindo os Oguns da Terra, da Água, do Ar, etc...; e em Oxóssi vão surgindo os Oxóssis da Terra, da Água, do Ar, etc.; e assim por diante com todos os orixás, porque cada um é gerador natural de um fator), com Exu o mesmo acontece, porque o fator vitalizador é gerado naturalmente por Exu ... e só Exu.
Já um Trono Cósmico negativo da Água, por exemplo, gera apenas a parte negativa do fator aquático. E o mesmo acontece com os Tronos Cósmicos negativos dos outros elementos que, por não gerarem em si ou de si o fator vitalizador, não são Exus.
Assim, um Trono Cósmico negativo do elemento fogo é o que e: um ser que gera de si elemento fogo cósmico porque gera em si o fator ígneo.
Já Exu não gera de si o elemento fogo, porque não gera em si o fator ígneo.
Mas Exu gera em si o fator vitalizador e, ao ir radiá-lo para os seres ígneos, vitaliza suas irradiações... ou as desvitaliza.
Então, fica entendido que Exu é um ser natural que gera em si o fator vitalizador, e que tanto pode vitalizar quanto desvitalizar os seres geradores naturais dos outros fatores.
"Exu não é eles, e eles não são Exus."
Mas, quem sabia disso, se antes esse conhecimento nunca havia sido aberto ao plano material humano pela Lei que rege os mistérios da criação?
Então, que todo o abstracionismo judaico-cristão, em grande parte absorvido pelo sincretismo da Umbanda, seja desculpado, pois nem os mais profundos conhecedores dos orixás sabiam disso, e também andaram associando Exu a entes infernais da Cabala judaica, num nefasto arroubo de pseudo-intelectualismo ou pseudo-saber iniciático ou esotérico.
Porque Exu Natural é um ser alegre, descontraído, astuto, desconfiado e arisco, mas não é nenhum demônio judaico-cristão nem ente infernal das "cabalas" que pululam por aí.
Exu tem origem, meio e fim dentro da criação divina do Divino Criador. E seu fim não é habitar os infernos religiosos das muitas crenças ou crendices já semeadas na face da Terra por pseudos teólogos.

Na religião de Umbanda, Exu ocupa um lugar à esquerda dos médiuns e é o melhor intérprete das vontades maiores manifestadas pelos Senhores Orixás porque sua dimensão natural é "especular" e nela todas as outras se refletem.

Fonte: LIVRO DE EXU "O MISTÉRIO REVELADO" Obra mediúnica inspirada por Mestre Seiman Hamiser yê

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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.