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segunda-feira, 8 de junho de 2015

O MISTÉRIO EXU SEGUNDO A CIÊNCIA DIVINA



O Mistério Exu foi humanizado na África e a divindade cósmica e dual Exu tem sido evocada há vários milénios, sempre segundo rituais seguidos à risca pelos seus sacerdotes (babalaôs, babalorixás e Ialorixas).
Exu é um mistério da criação e é regido pelo divino Mehór yê, que é um Trono Cósmico dual, polarizador natural da divina Mahór yê, que é o Trono Cósmico dual regente do Mistério "Pombagira".
Mehór yê rege sobre a vitalidade em seu aspecto geral e sobre o vigor sexual em seu aspecto particular.
Mahór yê rege sobre o desejo em seu aspecto geral e sobre o desejo sexual em seu aspecto particular.
Todo "Trono" carrega seu "cetro de poder", ou seu "cetro simbólico".
Ogum porta a sua espada; Xangô porta seu machado; lansã porta seu..., Oxalá porta seu..., Yemanjá porta seu..., Oxum porta seu..., Nana Buruquê porta seu... Já Exu "Natural" porta seu cetro simbólico, que é de formato fálico.
Exu Natural, no particular, rege sobre o vigor sexual e tanto pode vitalizá-lo como desvitalizá-lo. Por isso, seu cetro simbólico é um falo.
Mas, no geral, Exu tanto vitaliza quando desvitaliza todos os sete sentidos capitais de um ser .
Por que o cetro simbólico de Exu Natural (que nunca encarnou) é fálico?
Seu cetro simbólico está mostrando um dos seus campos na¬turais de atuação, que é a sexualidade, assim como está deixando patente que lida naturalmente com a energia vital gerada no apare¬lho genésico que, se quintessenciada, resulta no fluxo da energia kundalini, que é a responsável pela abertura de faculdades mentais superiores, capacitando as pessoas e dando-lhes condições de sustentarem operações mentais muito mais sutis e abrangentes.
Logo, como o falo é o símbolo mais marcante do vigor sexual, Exu tem nele seu "totem" ou cetro de poder. O Linghan Hindu é um símbolo de Exu e toda a sua simbologia nos revela que ele está na base da energia kundalini.
Os deuses fálicos de antigas civilizações nada mais eram que a humanização do mistério da criação que rege sobre a vitalidade dos seres. E na África, em algumas de suas "nações", Exu foi a divindade que chamou para si a "humanização" desse mistério da criação, mistério esse que tem numa das dimensões paralelas seus meios natural e gerador de magnetismo e energias, dimensão esta que vitaliza todas as outras dimensões planetárias, que retiram dela a quantidade exata de energias que precisam para vitalizar os seres que vivem nelas.
A dimensão natural de Exu fica à esquerda da dimensão humana e nela vivem trilhões de seres naturais que são geradores naturais dessa energia que vitaliza quem se aproxima deles.
Os médiuns incorporantes conhecem bem essa qualidade de Exu, pois ao incorporá-los, sentem-se vitalizados, fortes mesmo!
Essa vitalidade acontece em todos os sentidos, não só no sétimo sentido, sendo que, raramente, um médium tem sua sexualidade alterada em função da incorporação de Exu, pois a maior vitalização se dá no seu mental e no reequilíbrio do seu emocional, assim como no fortalecimento dos seus corpos físico e energético.
O fato é que a dimensão onde vive Exu Natural é um meio gerador de energias e magnetismo vitalizadores dos seres.
Mas, paradoxo dos paradoxos, se Exu Natural transpira vigor por todos os seus sentidos e não só por meio do sétimo, no entanto não vibra o "desejo". E por isso, Exu é limitado, pois enquanto irradiador natural da energia e do magnetismo vitalizador, não toma iniciativas próprias porque não gera o fator "desejo", fator esse cuja principal qualidade é a de estimular os seres a tomarem iniciativas por conta própria.
Por isso, Exu polariza com Pombagira e formam um par magnético e energético, indispensáveis um ao outro em vários aspectos.
Exu Natural projeta, com seu cetro simbólico, uma onda vibratória que alcança a dimensão natural onde vivem seres femininos que são geradores naturais de energia e magnetismo que despertam o desejo. E assim Exu é estimulado a tomar iniciativas. Já Pombagira Natural projeta, com seu cetro simbólico, uma onda que alcança a dimensão onde vive Exu e por meio dela absorve o fator vitalizador, com o qual fortalece seu mistério e sua capacidade de irradiar seu magnetismo e sua energia, estimuladores do desejo. 
Exu e Pombagira são mistérios complementares e formam um par natural, assim como outros orixás se polarizam porque são complementares em vários campos, sentidos e aspectos. Olorum, ao criar, criou tudo em partes que se completam, e também não deu a Exu ou a Pombagira a auto-suficiência plena. 
O que Olorum fez com tudo o que criou foi tornar todos dependentes, senão poderiam "endeusar-se", caso se vissem auto-suficientes. 
Com isso ressaltado, fica fácil entender que Exu só atua sobre alguém caso um "desejo", exterior a ele, o ative. 
Exu não tem livre iniciativa, pois só reflete os desejos alheios, seja de seus médiuns, seja dos que o evocam ou oferendam.

Fonte: LIVRO DE EXU "O MISTÉRIO REVELADO" Obra mediúnica inspirada por Mestre Seiman Hamiser yê

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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.