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segunda-feira, 22 de junho de 2015

AS LINHAGENS DE EXU

As linhagens de Exu surgem dos sete que comentamos no texto anterior, caso queira ler ou recorda-se segue link: 



Com isso, eles alcançam outros planos da Vida, onde são encontrados como Exus Encantados e Exus Naturais, sempre à esquerda dos orixás, com os quais volta e meia se antagonizam, pois exigem primazia, fato esse que os leva a tentarem tomar a frente dos seus médiuns aqui no plano material, só se aquietando quando são devidamente oferendados, identificados e assentados à esquerda deles.
Mas quanto aos que não têm médiuns porque não foram integrados à esquerda "humana", eles procuram aproximar-se dos orixás, aos quais oferecem-se como servidores com seus mistérios vitalizadores - desvitalizadores irradiadores naturais dos mistérios de um dos sete Exus Guardiões Naturais citados no capítulo anterior. E com isso vão evoluindo, pois são aceitos e assentados à esquerda deles, de onde os servem daí em diante.
E um Exu Encantado, após ser assentado à esquerda natural de um orixá Natural, imediatamente acolhe em seu novo domínio tantos Exus Encantados ainda "disponíveis", que forma uma verdadeira legião de auxiliares fidelíssimos e que o servirão com uma lealdade a toda prova, pois sabem que se o líder cair, cairão junto, mas se subir, subirão junto como manifestadores naturais do mistério que o líder começou a irradiar assim que foi assentado.
Para eles isso é muito importante porque começam a absorver novos fatores.
Com o tempo, isso os distinguirá dos que não foram assentados e não desenvolveram novos campos de ação e atuação.
Isso explica porque todo orixá "Individual" de um médium, seja da Umbanda ou do Candomblé, possui seu Exu, ao qual deve assentar no plano material e em sua "tranqueira".
Assim procedendo, os Exus Encantados desenvolvem linhagens de Exus, todos manifestadores de um mesmo mistério, absorvido no novo campo de ação e reação.
Essas linhagens são tão antigas que ninguém pode afirmar quando se iniciaram. Mesmo nas  hierarquias divinas, à exceção dos orixás assentados nos tronos regentes dos níveis vibratórios, a evolução é permanente e os orixás individuais, ou não, alcançam o grau de "naturais" e levam consigo "seus" Exus ao novo plano da Vida.
Em função dessas linhagens é que a Umbanda tem na sua "esquerda" tantas linhas de Exus, todos atendendo com nomes simbolizadores dos mistérios que já desenvolveram em si e que os manifestam a partir de si quando atendem a uma evocação mágica ou religiosa.
— Evocação mágica é aquela em que Exu é evocado no ponto de força natural onde deve ser oferendado;
— Evocação religiosa é aquela em que Exu é firmado e evocado em sua tranqueira ou assentamento, feito do lado de fora do templo, mas com a função de guardar seu espaço exterior, assim como a de vigiar as manifestações que acontecem durante os trabalhos espirituais realizados em nome dos orixás.
Saibam que toda evocação realizada dentro dos templos são evocações religiosas. Já as realizadas nos pontos de forças e com finalidades específicas são evocações mágicas.
São mágicas porque a pessoa é que tem de ir até Exu e ativá-lo; se não, ele não responderá aos pedidos feitos a ele mentalmente.
Agora, se os Exus dos médiuns têm pressa em ser firmados em sua "casa" ou tronqueira, é porque a partir daí poderão atuar religiosamente na vida das pessoas que o evocarem ou o consultarem por meio dos seus médiuns.
Saibam também que há diferenças entre essas duas evocações: na evocação mágica, Exu fará exatamente o que lhe ordenarem; na evocação religiosa, Exu só fará o que quem o convocou for merecedor.
Sim, na magia Exu tem liberdade de atuar segundo seus princípios. Já na religião, Exu é regido por princípios religiosos rigorosíssimos que, caso forem afrontados, levará ao tormento quem os afrontar.
Em si, Exu gera a confusão, a qual usa para confundir as pessoas às quais está atormentando.
Alguns mistérios negativos geram a ilusão, outros geram a ambição, outros geram o desejo, etc.
Enfim, cada mistério gera em si uma irradiação e uma energia que alcançam as pessoas que entrarem em sintonia vibratória com ele.
Assim, se alguém começa a vibrar a ambição, logo entrará em sintonia vibratória mental com o mistério negativo que gera uma irradiação energética bem específica e que só é captada e absorvida por quem estiver alimentando com intensidade esse sentimento classificado como negativo pela Lei Maior.
Saibam que a função dos mistérios é responder com suas irradiações energéticas a quem sintonizá-los mentalmente, movidos por seus sentimentos íntimos.
O fato é que Exu, que é um dos mistérios da criação e do Criador, foi gerado por Deus quando tudo Ele gerou. Em função disso, não tem um começo no tempo, já que é em si um princípio negativo. Assim, Exu já desenvolveu tantas linhagens quanto são os mistérios da criação.
E por isso, também, que temos Exus de Ogum, de Oxóssi, de Xangô, de lansã, de Omolu, de lemanjá, de Oxum, de Obá, de Obaluaiê, de Oxumaré, de Egunitá, de Oiá, de Nana Buruquê e de Oxalá.
Os Exus desses orixás desenvolveram em si a capacidade mental, magnética, vibratória e energética de vitalizarem ou desvitalizarem os mistérios deles (dos orixás) manifestados pelos espíritos.
Sim, se um ser que é "filho de Oxalá" traz em si desde sua origem a faculdade natural de manifestar os mistérios da Fé, no entanto a ele se contrapõe um Exu que tanto pode vitalizar essa sua faculdade ou dom como pode desvitalizá-la e torná-lo neutro ou apá¬tico nesse sentido da Vida.
Essa é a principal função do Mistério Exu no conjunto da criação divina. E se Deus criou Exu, não o fez desconectado do resto da criação porque lhe deu uma função fundamental que é a de interferir com seu mistério onde houver excesso ou falta de vitalidade, seja em nível individual ou coletivo, seja em nível de faixa vibratória ou mesmo de toda uma dimensão da Vida.
É por isso que Exu tem ojeriza ao epíteto de "demônio".
Exu não é o demônio, ou o diabo, ou o capeta, mas é tão somente um mistério natural porque gera em si e irradia de si o fator vitalizador da criação divina.
Para que tenham uma noção exata da grandeza do mistério Exu, saibam que quando ele atua em nível dimensional, é capaz de vitalizar ou desvitalizar o mistério de uma divindade, seja ela qual for, à exceção do divino Trono das Sete Encruzilhadas, que é em si o mental divino que dá sustentação a tudo o que aqui existe, inclusive a Exu. Logo, é dele que Exu absorve o fator vitalizador que sustenta sua evolução planetária.
Sim, o divino Trono das Sete Encruzilhadas é uma individualização do próprio Divino Criador, que individualizou-se em um dos Seus Tronos Cristalinos Fatorais (um Oxalá Fatoral) e por meio do qual deu origem ao nosso planeta e a tudo o que aqui existe. Portanto, se Exu planetário (o mistério vitalizador em si mesmo) existe, quem lhe deu existência em nível planetário e multidimensional e deu-lhe poder para vitalizar ou desvitalizar as espécies, as criaturas, os seres e mesmo os processos
e os mistérios, foi o nosso divino Trono das Sete Encruzilhadas, que é um Trono Cristalino Fatoral.
É por isso que o Exu do orixá Oxalá é das "Sete Encruzilhadas".
O divino Trono das Sete Encruzilhadas também individualizou-se nos seus sete Tronos auxiliares, que são os sete Tronos Essenciais ou Orixás Ancestrais.
Quando ele se individualizou em Ogum, a cada nível vibratório por onde o mistério Ogum manifestou-se, foram surgindo Oguns sétuplos, tais como:

Ogum Sete Lanças, Ogum Sete Espadas, Ogum Sete Correntes, Ogum Sete Escudos, Ogum Sete Coroas, Ogum Sete Ondas, Ogum Sete Raios

E cada um desses Oguns abriu em seu mistério ordenador sétuplo um campo para que Exu aluasse com seu mistério e pudesse vitalizar ou desvitalizar os seres regidos por eles, pois são Tronos ordenadores da evolução dos seres, mas que também qualificam os seres estacionados nos seus campos de ação com as qualidades dos seus mistérios.

Então surgem, aí, as linhagens dos:

Exus Sete Lanças
Exus Sete Espadas
Exus Sete Escudos
Exus Sete Coroas
Exus Sete Ondas
Exus Sete Raios

E o mesmo acontece com todos os outros orixás porque em cada um deles, o nosso divino Trono das Sete Encruzilhadas individualizou-se, pois só assim eles adquiriram a faculdade de irradiarem-se de forma sétupla, repetindo-o e multiplicando-o nos níveis vibratórios onde seus manifestadores estão assentados, regendo a evolução dos seres, das criaturas e das espécies.
Exu é indissociável da criação divina, pois é parte dela e é em si a própria vitalidade criadora de Deus. Logo, é em si a vitalidade criadora de Deus individualizada no seu Mistério Exu.

Concluindo, dizemos que o Trono Cósmico Exu é uma divindade unigénita de Deus porque é em si a qualidade vitalizadora ou desvitalizadora d'Ele, porque Exu é dual em tudo o que realiza. E Exu atua em todas as dimensões da Vida e em todos os seus níveis vibratórios, sejam eles irradiantes ou absorventes, positivos ou negativos, luminosos ou monocromáticos, porque é em si o mistério dual que tanto vitaliza como desvitaliza tudo o que Deus criou ou gerou. Por isso Exu gera de si suas linhagens de:

Exus de Oxalá
Exus de Oiá-Tempo (Logunan)
Exus de Oxum
Exus de Oxumaré
Exus de Oxóssi
Exus de Obá
Exus de Xangô
Exus de Egunitá
Exus de Ogum
Exus de lansã
Exus de Obaluaiê
Exus de Nana Buruquê
Exus de lemanjá
Exus de Omolu

Essas são as quatorze linhagens naturais de Exu, as quais se multiplicam no sexto plano da Vida ou estágio natural da evolução dos seres das criaturas e das espécies.
Então vemos baixar e incorporar nos seus médiuns tantos Exus que até temos dificuldades para interpretarmos corretamente seus nomes simbólicos. Muitos se referem a mistérios naturais que ainda não foram "humanizados" ou já foram há tanto tempo que ninguém mais se lembra deles e cujas chaves interpretativas já se perderam no tempo ou foram recolhidas pela Lei Maior porque lhes deram um mau uso, tanto no campo magístico quanto no campo religioso.
E isso sem levarem em conta a infinidade de seres naturais e de seres humanos (espíritos) que se "exunizaram". Sim, tanto os seres naturais quanto os espíritos podem absorver o Mistério de Exu e adquirirem a faculdade vitalizadora ou desvitalizadora que nos seres Exu é uma faculdade natural.
Saibam que, se um ser natural Exu pode desenvolver em si a capacidade de vitalizar ou desvitalizar a faculdade ordenadora dos seres naturais Ogum, estes também podem desenvolver a capacidade de ordenar ou desordenar a faculdade vitalizadora ou desvitalizadora dos seres naturais Exu.
A recíproca se aplica a toda a criação divina, porque só assim o equilíbrio na criação é mantido.
Por isso, os seres humanos ou "espíritos" podem "exunizar-se" ou desenvolver a capacidade de manifestarem o mistério dual de Exu.
Nós mesmos já escrevemos a história de vários "Exus", que na verdade são espíritos que exunizaram-se, ou são de Exus que espiritualizaram-se após encarnarem e meterem-se em "confusões" humanas ou de confundirem-se durante suas humanizações.
Perguntem aos Exus de trabalho dos médiuns de Umbanda e, com certeza, eles revelarão que já viveram no plano material como pessoas, algumas bem conhecidas porque têm seus nomes nos livros de história.
Estes, se são Exus, no entanto nunca deixarão de ser espíritos... que se exunizaram e desenvolveram a capacidade mental de irradiarem o mistério dual de Exu Natural, que é vitalizador ou desvitalizador dos mistérios alheios ou da vida de outros seres.

Aguardem continuação do texto

Fonte: LIVRO DE EXU "O MISTÉRIO REVELADO" Obra mediúnica inspirada por Mestre Seiman Hamiser yê

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sábado, 13 de junho de 2015

DIA DE SANTO ANTÔNIO COM SINCRETISMO NA UMBANDA COM EXÚ




“Fala em línguas quem está repleto do Espírito Santo. As diversas línguas são o testemunho que devemos dar o favor de Cristo, a saber, humildade, pobreza, paciência e obediência. Quando os outros virem em nós estas virtudes, estaremos nós falando a eles. Nossa linguagem é penetrante quando é nosso agir que fala. Eu vos conjuro, pois, deixai vossa boca emudecer-se e vossas ações fala! Nossa vida está tão cheia de belas palavras e tão vazia de boas obras”.

(Santo Antõnio)  


Santo Antônio de Pádua, ou Santo Antônio de Lisboa, porque nasceu na cidade de Lisboa, em Portugal, e desencarnou, em Pádua, na Itália.

Santo que seguiu os passos do Mestre Jesus e exemplificou suas palavras de forma humilde e fiel. Discípulo de São Francisco de Assis, abdicou da sua herança e viveu para defender os pobres e deserdados, pregador incansável do Evangelho. Amante da natureza e da solidão. Pode-se observar seus diálogos com a natureza e os animais em seu “Sermão de Santo Antônio aos Peixes”.

Procurava meditar e orar em lugares afastados, onde não houvesse o barulho das cidades. E, em uma dessas meditações, recebeu a visita do Menino Jesus. Por tal fato, sua imagem o representa com Jesus criança em seus braços. A imagem ainda apresenta lírios brancos, que representam a nobreza e a virtude desse valoroso servidor da Palavra Divina enquanto andou por essa Terra.

Com relação à devoção a Santo Antônio, encontramos no Brasil a tradição de, no dia 13 de junho, distribuir pão, que deve ser guardado nas residências, a fim de assegurar o alimento a todos que nela residem; a devoção mensal no dia 13, a “trezena”; pedidos para encontrar objetos perdidos, da mesma forma que São Longuinho; e as promessas feitas para se conseguir casamentos, além da comemoração das festas juninas, onde se utilizam muitas cantigas que louvam seu nome.

Falando um pouco sobre sua vida, nasceu em Lisboa, no ano de 1192, sendo batizado com o nome de Fernando. Ingressou no mosteiro de São Vicente de Fora dos Agostinianos aos 15 anos de idade, e pelo exemplo dos franciscanos, decidiu trocar seu nome para Antônio, sendo aceito na Ordem Franciscana, no ano de 1208, quando renunciou à herança paterna e seus títulos nobiliários, e recolheu-se no mosteiro de São Vicente, localizado nos arredores da cidade de Lisboa.

Em 1219, ordenou-se sacerdote, permanecendo no eremitério de Montepaulo, na comarca da Romagna, quando teve início a passagem mais significativa de Santo Antônio como pregador da palavra do Evangelho.

Em 1230, com a saúde debilitada, frei Antônio retirou-se para uma localidade perto de Pádua, já com a saúde debilitada pelo exercício constante do apostolado de Jesus, com constantes jejuns e penitências, quando se recolheu El Camposampiero, no convento eremitério de Arcela, perto do castelo de um amigo seu. Em 1231, pregou em Pádua a famosa Quaresma, que é considerada por muitos como o momento de refundação da cidade, com multidões sendo convertidas e realizando prodígios.

Em 13 de junho de 1231, Frei Antônio com a idade de 39 anos, desencarnou. Teve seu corpo sepultado na igreja do convento dos frades menores de Santa Maria de Pádua.

Em maio de 1232, um ano após sua morte, o Papa Gregório IX inscreveu o nome de Antônio no catálogo dos Santos.Em 1946, Pio XIII declarou Santo Antônio Doutor da Igreja, com o Título de “Doutor Evangélico”.
Quando não era ouvido pelas pessoas, dirigia-se às aves e aos peixes.

Passava muitos dias em meditação e oração em lugares afastados, longe do barulho e da agitação das cidades.
Enquanto rezava em um desses eremitérios, recebeu a visita do Menino Jesus. Em razão dessa aparição, Santo Antônio é representado carregando o Menino Jesus nos braços.
O lírio que aparece nos braços ou nos pés, é o símbolo da pureza. A sua mensagem de fé e de amor para com   Deus e a sua caridade para com os pobres continuam atuais.
Sal da terra e luz do mundo, Santo Antônio é tão procurado pelas pessoas que se tornou um dos santos mais populares do mundo.
Em sua companhia, procuremos reencontrar o verdadeiro sentido da nossa vida, a fé em Deus, o amor para com os mais pobres e uma esperança inabalável na Divina Providência.
Conhecido, carinhosamente, como Antoninho, Santo Antônio tem fama de casamenteiro. Dizem que as simpatias evocadas em seu nome dão certo. Algumas delas:
 1 – Quem deseja descobrir o nome do futuro companheiro deve comprar um facão e, à meia-noite do dia 12 de   junho, cravá-lo numa bananeira. O líquido que escorrer da planta deve formar a letra do futuro amor.
 2 – Uma das mais antigas tradições diz que, para descobrir o futuro companheiro, é preciso escrever os nomes dos candidatos em vários papéis. Um deles deve ser deixado em branco. À meia-noite do dia 12 de junho, eles devem ser colocados em cima de um prato com água, que passará a madrugada ao relento. No dia seguinte, o que estiver mais aberto indicará o escolhido.
3 – Aqueles que têm pressa em arranjar um namorado devem comprar uma pequena imagem do santo. E para agilizar a conquista do pedido, fazer dois procedimentos: tirar o Menino Jesus do colo do religioso, dizendo que só devolverá quando conseguir um namorado, ou ainda, virar o Santo Antônio de cabeça para baixo.
 4 – O mais afoito tem ainda outro recurso. Deve ir a um casamento e dar de presente aos noivos uma imagem de Santo Antônio, sem o Menino Jesus. Depois, pedir no altar para se casar com alguém, especial ou não. Assim que a graça for alcançada, deve retornar à igreja e lá depositar a imagem do Menino Jesus.
 5 – Os que já estão acompanhados, mas ainda não subiram no altar, também possuem práticas específicas. A pessoa deve amarrar um fio de cabelo seu ao do namorado. Eles devem ser colocados aos pés do santo, que, logo, logo, resolve a questão.
 6 – À meia-noite do dia 12 de junho, quebre um ovo dentro de um copo com água e o coloque no sereno. No dia seguinte, interprete o desenho que se formou. Se aparecer algo semelhante a um vestido de noiva, véu ou grinalda, o casamento está próximo.
7 – Para a pessoa saber se o futuro companheiro será jovem ou mais velho, é preciso arranjar um ramo de pimenteira. De olhos fechados, ela deve pegar uma das pimenteiras. Se a escolhida for verde, ele será jovem. Caso contrário, o casamento acontecerá com alguém de idade avançada.
8 – A tradição popular acredita que há uma forma especial de fazer as pazes entre casais brigados. Para isso, é preciso um cravo e uma rosa. Os talos devem ser amarrados juntos com uma fita verde, na qual serão dados 13 nós. Durante o procedimento, o devoto deve pensar que Santo Antônio vai uni-los outra vez.
 9 – Para descobrir se falta muitos anos para a grande data, na véspera do dia 13 de junho, à meia-noite, amarre uma aliança – que pode ser de qualquer parente – numa linha ou num fio. Coloque um copo sobre a mesa e segure o fio de modo que a aliança esteja dentro do copo. Pergunte, então, quantos anos faltam para o casório. O número de batidas informa quantos anos ainda restam para o Dia D.
Santo Antônio sempre foi circundado por uma aura sobrenatural – mesmo em vida já era considerado santo pelos milagres realizados através de suas orações e pedidos em que Deus se manifestou: – Santo Antônio teve uma infância sem muitas emoções, mas uma passagem foi interessante.
Conta-se que seu pai, Martinho, gostava de ir a uma fazenda que possuía nos arredores de Lisboa. Um dia, levou o filho com ele. Que magnífica colheita aquele ano! Pena, porém, que insaciáveis bandos de pássaros descessem continuamente para bicar os grãos de trigo. Era necessário espantá-los para impedir grave dano à colheita. Martinho tinha de providenciar um guardião. Enquanto procurava um, encarregou o garoto de manter longe os pequenos ladrões. O pai se foi e Fernando permaneceu correndo de cá para lá no campo. Em pouco tempo começou a se aborrecer com aquela ocupação. Não muito longe, uma capelinha rústica o convidava à oração. Mas o pai o mandava enxotar os passarinhos: não podia desobedecer. Depois de um átimo de incerteza, gritou aos pássaros, convidando-os a segui-lo para dentro de uma sala da fazenda. Aqueles, obedientes, nela entraram chilreando. Quando todos estavam dentro, Fernando fechou as janelas e as portas, e foi tranqüilamente fazer sua visita ao Senhor. Já entardecia quando o pai, retornando, veio procurá-lo. Andou pelo campo, chamando-o cá e lá, mas não encontrou ninguém. Preocupado, dirigiu-se à capela e o descobriu, todo absorto na prece. Fernando se assustou um tanto, mas tomou o pai pelas mãos e o conduziu ao salão repleto dos vôos e dos cantos dos graciosos prisioneiros. Abriu a porta e, a um sinal seu, os pássaros, em bando, retornaram os livres caminhos do espaço.
Frases de Santo Antônio
"Deus é Pai de todas as coisas. Suas criaturas são irmãos e irmãs."
"É viva a Palavra quando são as obras que falam."
"Quando te sorriem prosperidade mundana e prazeres, não te deixes encantar; não te apegues a eles; brandamente entram em nós, mas quando os temos dentro de nós, nos mordem como serpentes."
"Uma água turva e agitada não espelha a face de quem sobre ela se debruça. Se queres que a face de Cristo, que te protege, se espelhe em ti, sai do tumulto das coisas exteriores, seja tranqüila a tua alma."
"A paciência é o baluarte da alma, ela a fortifica e defende de toda perturbação."
"Ó meu Senhor Jesus, eu estou pronto a seguir-te mesmo no cárcere, mesmo até a morte, a imolar a minha vida por teu amor, porque sacrificaste a tua vida por nós."

"Como os raios se desprendem das nuvens, assim também dos santos pregadores emanam obras maravilhosas. Disparam os raios, enquanto cintilam os milagres dos pregadores; retornam os raios, quando os pregadores não atribuem a si mesmos as grandes obras que fazem, mas à graça de Deus."
"Neste lugar tenebroso, os santos brilham como as estrelas do firmamento. E como os calçados nos defendem os pés, assim os exemplos dos santos defendem as nossas almas tornando-nos capazes de esmagar as sugestões do demônio e as seduções do mundo."
"Quem não pode fazer grandes coisas, faça ao menos o que estiver na medida de suas forças; certamente não ficará sem recompensa".

Na Umbanda, Santo Antônio é considerado Santo de Exu. É também conhecido como Santo Antônio de Pemba.

Esse fato remonta à época da escravidão quando os escravos deveriam orar e professar a crença nas capelas erigidas nas fazendas dos donos de engenho e, para preservarem seu culto ancestral aos orixás, adotaram os santos para com eles sincretizarem, em virtude de suas semelhanças.

Quando os escravos adotaram Santo Antônio de Lisboa por Santo Antônio de Pemba como Exu, fizeram-no por diversos motivos. O primeiro porque tinham que acompanhar o credo católico; o segundo para ludibriar a boa fé dos senhores das fazendas, pois proibiam que os mesmos professassem o seu culto africano; e o terceiro porque faziam suas festas com fogo, como fogueiras, etc., e o dono do fogo é Exu.

Santo Antônio sempre foi considerado como mensageiro do Evangelho de Jesus, e segundo a tradição que persiste no tempo, nos guia os passos no bom caminho. Por isso, atua também com Exu, agente, guardião e senhor do destino e dos caminhos dos indivíduos.

Santo Antônio é Santo de Lisboa, de Batalha, de Pemba, é Santo trabalhador, conforme se observa nos pontos cantados na Umbanda, onde se louva seu nome.

“Santo Antônio de Lisboa, olha pro mundo como está.
Quem antes me abraçava e me beijava, agora quer me apunhalar.
Oh, saravá seu cordão preto, minha Santo Antônio que eu sou filho seu
Oh, livrai-me dos inimigos, minha Santo Antônio, pelo amor de Deus...
“Santo Antônio de Pemba, segura seus filhos, segura o Congá
Eu sou filho de Pemba, eu não posso cair, eu não posso tombar.
Ah, como caminhou, pemba,
Ah, como caminhou, pemba.
Santo Antônio de Pemba, como caminhou...”

Simpatia de Amor para dia 13 de junho

  1. um lenço vermelho bem bonito
  2. duas alianças douradas  (pode ser bijouteria)
  3. 2 fitas de seda vermelha
  4. 2 pingentes de coração dourado pequenos (pode ser bijouteria)
  5. perfume de sua preferência
  6. 2 rosas vermelhas em 1 litro de água
  7. 2 velas vermelhas

Preparando o banho de rosas

Rosas vermelhas

Ferva 1 litro de água e assim que levantar fervura desligue o fogo e despeje as pétalas das 2 rosas reservando apenas uma pétala para colocar no lenço. Pingar ou borrifar um pouco do perfume na água do banho. Deixe esfriar e coe, reservando as pétalas para jogar no lixo.
Em seguida tome um banho higiênico e logo após, com o corpo ainda molhado tome o banho de pétalas de rosas do pescoço para baixo. Deixe secar naturalmente, não use toalha.
Vista roupas claras logo após o banho para fazer a simpatia.

Preparando a simpatia

Prepare as velas. Colocar as velas a uma certa distancia para que uma não queime a outra. Caso já tenha um amor em sua vida, escrever o nome dele em uma vela e o seu em outra vela, com uma caneta. Caso não tenha um amor e esteja querendo atrair é só não escrever nada nas velas e mentalizar a atração de um amor para você.
Acender as 2 velas vermelhas sobre um prato branco e deixar queimando até o fim. Próximo ao prato, coloque o pano vermelho e amarre uma fita atando as alianças com 7 nós, depois com a outra fita amarre os pingentes de coração atando 7 nós.
Coloque a pétala de rosa junto as alianças e aos corações e depois borrife o seu perfume sobre tudo e feche o pano sem dar nós, apenas embrulhando tudo e coloque em um fundo de gaveta onde ninguém veja por 7 dias.
Faça a seguinte oração:

Oração para quem quer encontrar um amor:

Atrair o amor através de trabalhos espirituais como a "Amarração Amorosa"

Que Exú abra meus caminhos no amor e ajude a encontrar a verdadeira paixão de minha vida. Estou aqui com meu peito aberto a sua benção e peço que afaste de minha vida a solidão e os relacionamentos complicados, trazendo as bênçãos de um relacionamento leal e sério. Larôie Exú!

Oração para quem já encontrou e quer manter o amor:

Que Exú abra meus caminhos no amor e ajude a manter a verdadeira paixão de minha vida (nome do amado/amada) sempre ao meu lado. Estou aqui com meu peito aberto a sua benção e peço que afaste de minha vida a solidão e os maus fluídos sobre meu relacionamento, trazendo as bênçãos de felicidade para mim e para (nome do amado/amada). Larôie Exú!
Passados os 7 dias coloque tudo em uma encruzilhada em “X” pedindo a Exú que traga um amor para sua vida ou mantenha seu amor ao seu lado para sempre. Quando for deixar na encruzilhada abra o lenço e deixe tudo a vista e siga sem olhar para trás. E boa sorte !
Muito axé a todos!

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quarta-feira, 10 de junho de 2015

COMO SURGEM AS LINHAGENS DE EXU





Exu é um mistério da criação e, como tal, gera em si e gera de si.
Gerar em si significa que ele gera um fator, um magnetismo, uma vibração, uma energia e uma onda eletromagnética só sua. Gerar de si significa que ele gera suas qualidades, seus atributos e atribuições, aos quais irradia o tempo todo e quem desejar possuí-los, hasta absorvê-los para passar a tê-los em si.
Tal como Ogum gera em si a qualidade e o fator ordenador, com o qual magnetiza os seres gerados por Deus na sua onda viva tlivina ordenadora, qualificando os e fatorando os, a Divindade Exu gera a qualidade e o fator vitalizador, com os quais qualifica e fatora os seres gerados por Deus na sua onda viva divina vitalizadora.
Portanto, os seres que denominamos de "Exus Naturais" são gerados por Deus e são distinguidos desde sua geração com a qualidade e o fator vitalizador, aos quais geram e irradiam naturalmente, distinguindo-se dos seres Ogum, Oxóssi, Xangô, etc.

Então temos que:

— Ogum qualifica e fatora os seres naturais com sua qualidade e seu fator ordenador, tornando-os seres cuja natureza íntima é ordenadora e que são muito apegados aos procedimentos retos ou leais.
— Oxóssi qualifica e fatora os seres naturais com sua qualidade e seu fator expansor das faculdades ligadas ao conhecimento, tornando-os seres cuja natureza íntima é muito apegada às coisas do conhecimento.
E o mesmo acontece com todos os seres regidos pelos outros Orixás, assim como o mesmo acontece com a Divindade Exu, que qualifica e fatora os seres com sua qualidade e seu fator vitalizador, tornando-os seres cuja natureza íntima é vitalizadora, sendo muito apegados aos procedimentos vitais e transformadores.
Com tudo isso entendido e sabendo que Exu gera em si e de si, podemos explicar como ele gera suas linhagens ou hereditariedades. Como isso acontece?
Exu é em si uma qualidade e um fator cósmico do Divino Criador Olorum, que o gerou em Si e o tornou um dos Seus mistérios divinos cósmicos.

Logo, Exu também é uma divindade cósmica unigénita ou "única gerada", e é em si a divindade de Olorum que tanto gera em si quanto de si a Sua qualidade e o eu fator vitalizador.
Com isso explicado, então está fundamentada a capacidade e a faculdade genésica de Exu: qualificar os seres gerados por Olorum na sua onda viva divina vitalizadora.
Então, se Exu dá qualidade aos seres gerados na onda viva divina vitalizadora, no entanto estes seres, todos denominados de "Exus", precisam ser qualificados.
Essa qualificação obedece a uma regra geral, e com isso uns são qualificados como vitalizadores da Ordem, outros são qualifica¬dos como vitalizadores da Fé, etc.

Pronto! Agora temos a chave para explicarmos cientificamente as linhagens ou hereditariedades de Exu.

Então, temos estas linhagens:


Exus do Tempo ou dos Cristais
Exus dos Minerais
Exus dos Vegetais
Exus do Fogo
Exus do Ar
Exus da Terra
Exus da Água


Recordando, temos isto:

Cristal > Fé > Religiosidade
Mineral > Amor > Concepção
Vegetal > Conhecimento > Expansão
Fogo > Justiça > Equilíbrio
Ar > Lei > Ordenação
Terra > Evolução > Transmutação
Água > Geração > Criatividade

Assim:

— Um Exu dos Cristais é um ser que, em sua geração, foi imantado com o fator vitalizador e tem nele sua qualidade original. E, posteriormente, foi qualificado pelo Trono Cristalino ou Trono da Fé com sua qualidade, seu magnetismo e mistério cristalizador, qualificando esse Exu como um ser vitalizador da religiosidade dos seres. Daí surgem os Exus de Oxalá e de Oiá, que são os Regentes da irradiação da Fé e da Religiosidade dos seres;
— Um Exu dos Minerais é um ser que, na sua origem, foi imantado com o fator vitalizador e tem nele sua qualidade original. E, posteriormente, foi qualificado pelo Trono Mineral ou Trono do Amor com sua dualidade, seu magnetismo e mistério agregador, qualificando esse Exu como um ser vitalizador da concepção dos seres.



Daí surgem os Exus de Oxum e de Oxumaré, que são os Regentes da irradiação do Amor e da Concepção dos seres;
— Um Exu dos Vegetais é um ser que, na sua origem, foi i imantado com o fator vitalizador e tem nele sua qualidade original. E, posteriormente, foi qualificado pelo Trono Vegetal ou Trono do Conhecimento com sua qualidade expansora dos magnetismos e mistério expansor do raciocínio, qualificando esse Exu como um vitalizador do raciocínio dos seres. Daí surgem os Exus de Oxóssi e de Obá, c|iie são os Regentes da irradiação do Conhecimento e do Raciocínio tios seres;
— Um Exu do Fogo é um ser que, na sua origem, foi imantado com o fator vitalizador e tem nele a sua qualidade original. E, posteriormente, foi qualificado pelo Trono ígneo ou Trono da Justiça com sua qualidade, seu magnetismo e mistério equilibrador, qualificando esse Exu como um ser vitalizador da razão dos seres. Daí surgem os Exus de Xangô e de Egunitá, que são os Regentes da irradiação da Razão e do Equilíbrio dos seres;
— Um Exu do Ar é um ser que, na sua origem, foi imantado com o fator vitalizador e tem nele sua qualidade original. E, posteriormente, foi qualificado pelo Trono Eólico ou Trono da Lei com sua qualidade, seu magnetismo e mistério ordenador, qualificando esse Exu como um ser vitalizador do discernimento dos seres. Daí surgem os Exus de Ogum e de lansã, que são os Regentes da irradiação da Lei, da Ordenação e do Direcionamento dos seres;
— Um Exu da Terra é um ser que, na sua origem, foi imantado com o fator vitalizador e tem nele sua qualidade original. E, posteriormente, foi qualificado pelo Trono Telúrico ou Trono da Evolução e da Transmutação com sua qualidade, seu magnetismo e mistério, qualificando esse Exu como um ser vitalizador da evolução dos seres. Daí surgem os Exus de Obaluaiê e de Nana Buruquê, que são os Regentes da irradiação da Evolução e da Transmutação dos seres;
— Um Exu da Água é um ser que, na sua origem, foi imantado pelo fator vitalizador e tem nele sua qualidade original. E, posteriormente, foi qualificado pelo Trono Aquático ou Trono da Geração com sua qualidade, seu magnetismo e mistério geracionista e criativista, qualificando esse Exu como um ser vitalizador da geração e da criatividade dos seres. Daí surgem os Exus de lemanjá e de Omolu, que são os Regentes da irradiação da Geração e da Criatividade dos seres.
Eis aí o surgimento das linhagens de Exus dos orixás, identificados pelas suas qualidades que, nos Exus, tornam-se seus atributos. Assim, se a qualidade de todo Exu é a vitalidade, seus atributos dependem do fator, do magnetismo e da qualidade dos orixás que o qualificaram.
Com isso, agora temos elementos para entender quando um Exu Natural se identificar como Exu desse ou daquele orixá.
Se um Exu disser que é o Exu de Ogum, é porque este o qualificou com sua qualidade, seu magnetismo e mistério ordenador e ele atua regido pela Lei Maior, que o ativa sempre que precisa que ele vitalize ou desvitalize alguém que está contrariando os princípios e os ditames da Lei Maior. E o mesmo acontece com todos os outros Exus dos outros orixás.
Esses Exus são classificados como "Exus Puros" ou "Exus dos Orixás", pois só existem sete linhagens deles, que são os Exus Guardiões dos Orixás Planetários, ou Tronos Regentes das irradiações divinas emanadas por Olorum, o nosso Divino Criador.
Essas sete linhagens de Exus são puras por causa dos fatores dos orixás que os qualificaram e abriram seus domínios para que neles eles atuassem como vitalizadores ou desvitalizadores dos seres sob sua regência.
Assim, um Exu dos Cristais vitaliza ou desvitaliza a religiosidade dos seres regidos pelo Trono da Fé e pelos regentes das suas duas linhagens ou hereditariedades. Assim, Oxalá rege, classifica e magnetiza os seres machos denominados "filhos de Oxalá", e Oiá rege, classifica e magnetiza os seres fêmeas denominados "filhas de Oiá".
O mesmo se repete com os outros Tronos e as duas linhagens (macho e fêmea) que classificam.

Assim sendo, temos isto:

— Todo filho de Oxalá e toda filha de Oiá têm na sua esquerda natural um Exu Guardião dos Cristais, da Fé ou da Religiosidade, cujo mistério vitalizador ou desvitalizador atua, preferencialmente, nos aspectos da fé dos seres, sejam eles filhos de Oxalá e de Oiá, ou não.
— Todo filho de Oxumaré e toda filha de Oxum têm na sua esquerda natural um Exu Guardião dos Minerais, do Amor e da Concepção, cujo mistério vitalizador ou desvitalizador atua, preferencialmente, nos aspectos do amor e da concepção dos seres, sejam eles filhos de Oxumaré e de Oxum, ou não.

Para não nos alongarmos, resumiremos assim:

— Todo filho de Oxóssi e toda filha de Obá têm na sua esquerda natural um Exu Guardião dos Vegetais, do Conhecimento e do Raciocínio.
— Todo filho de Xangô e toda filha de Egunitá têm na sua esquerda natural um Exu Guardião do Fogo, da Justiça e da Razão.
— Todo filho de Ogum e toda filha de lansã têm na sua esquerda natural um Exu Guardião do Ar, da Lei e da Ordenação.
— Todo filho de Obaluaiê e toda filha de Nana Buruquê têm na sua esquerda natural um Exu Guardião da Terra, da Evolução e da Transmutação.
— Toda filha de lemanjá e todo filho de Omolu têm na sua esquerda natural um Exu Guardião da Água, da Geração e da Criatividade.
Esses sete Exus Guardiões são Tronos Cósmicos assentados na dimensão natural onde vivem os seres Exus, e eles dão origem a sete linhagens e sete hierarquias de Exus Guardiões Naturais da es¬querda dos seres que vivem nas outras dimensões planetárias, inclusive a dimensão humana, habitada pelos espíritos.
Portanto, independentemente da religião ou da raça das pessoas, todos têm um Exu Guardião natural na sua esquerda, que tanto atua como vitalizador quanto como desvitalizador no sentido em que predomina o orixá Ancestral de cada um. Esse Exu Guardião natural não depende de nada ou de ninguém, senão do orixá Ancestral para atuar como vitalizador ou desvitalizador da pessoa cuja esquerda guarda naturalmente.
Esses Exus Guardiões Naturais da esquerda dos seres são os agentes cármicos naturais dos seres, sempre que estes se desvirtuam em algum dos sete sentidos da Vida. Eles atuam de maneira imperceptível e só os "guias de Lei" conseguem detectar sua atuação na vida dos seres ou das pessoas que frequentam os centros de Umbanda Sagrada.
Eles são imperceptíveis aos espíritos que ainda não alcançaram o graus, que até os possibilita ver as ondas vibratórias projetadas por eles. Essas ondas tanto podem estar vitalizando como desvitalizando as pessoas cuja guarda natural lhes pertence, ou aquelas que estão sofrendo suas atuações, mas nada podem fazer porque são atuações regidas pela Lei Maior e fogem de seus campos de ação religiosa ou magística. A única coisa que podem fazer é reajustar o íntimo e a religiosidade de quem sofrer esse tipo de atuação.
Já os "guias de Lei", que estão assentados junto aos Senhores Orixás, podem acessar mentalmente esses Exus Guardiões Naturais e alterar ou até anular suas atuações, pois a partir dali assumem a condução das pessoas ou dos espíritos que os procuraram.
Mas esses guias de Lei raramente incorporam em médiuns.
Então, como só revelar esse mistério não ajuda muito, nós vamos dar aqui sete tipos de oferendas rituais a esses sete Exus Guardiões Naturais dos seres e que, se feitas corretamente com fé e confiança, poderão ajudar no reequilíbrio mental, emocional e físico de quem estiver sendo atuado. Saibam que o próprio ato de oferendar é salutar, porque a pessoa, ao oferendar, já se predispõe a um reajustamento íntimo, pois se sente vulnerável e exposta ao sobrenatural ou ao desconhecido.
Vamos às oferendas rituais, que também servem como reajustadoras cármicas de quem as realizar:

Oferenda ao Senhor Exu Guardião dos Cristais

1- Acender sete velas bicolores preta e branca e dispô-las em círculos, em um campo aberto.
2- Colocar, dentro do círculo de velas, sete limões partidos em quatro partes, mas não separadas.
3- Partir um abacaxi verde em sete rodelas com a casca e colocá-las dentro do círculo de velas.

Após isso, evoca-se o Senhor Exu Guardião dos Cristais desta forma:

"Senhor Exu Guardião dos Cristais, mistério natural que lida com os aspectos religiosos do divino Trono da Fé e dos Senhores Orixás Oxalá e Oiá, eu o evoco, saúdo e reverencio por meio desta oferenda ritual. E peço que cesse sua atuação negativa e desvitalizadora do meu sentido da Fé e de minha religiosidade, assim como, que faça cessar todas as atuações negativas originadas em função de minhas falhas, meus erros e pecados. Também vos peço que passe a atuar no sentido de ajudar-me na retificação deles e no meu reajustamento íntimo e equilíbrio mental, emocional e físico, pois só assim retomarei à linha reta e cristalina da minha evolução espiritual.

Salve, Senhor Exu Guardião dos Cristais!
Peço sua licença para me retirar, confiante de que serei auxiliado pelo
Senhor e por todos os membros de sua hierarquia natural".

Após dizer tudo isso, dar sete passos para trás com os olhos voltados para o solo, sendo que o primeiro passo deve ser dado com o pé esquerdo, e quando der o sétimo passo, deve virar-se e ir embora sem olhar para trás. Não deve se passar pelo local antes de sete dias, pois nesse período estará acontecendo a atuação reajustadora e cármica do Senhor Exu Guardião dos Cristais, da fé e da religiosidade dos seres.

Oferenda Ritual ao Senhor Exu Guardião dos Minerais

1- Acender e firmar sete velas brancas, sete velas pretas e sete velas vermelhas, amarradas três a três, sendo uma de cada cor e dispostas em um círculo, próximo de uma cachoeira.
2- Colocar dentro de um alguidar de barro um coração de boi e, em volta dele, sete maçãs verdes partidas ao meio.
3- Derramar do lado de fora do círculo de velas uma garrafa de pinga e outra de champanhe rose.

Após isso, evoca-se o Senhor Exu Guardião dos Minerais desta forma:

"Senhor Exu Guardião dos Minerais, mistério natural que lida com os aspectos negativos do Trono do Amor e dos Orixás Oxum e Oxumaré, eu o evoco, saúdo e reverencio por meio dessa oferenda ritual. E peço que cesse sua atuação negativa, desvitalizadora e punitiva do meu sentido do amor, da concepção e da agregação, assim como, que faça cessar todas as atuações negativas originadas em função de minhas falhas, meus erros e pecados cometidos por mim nesse sentido da Vida. Também vos peço que passe a atuar no sentido de ajudar-me a retificá-los e a reajustar-me intimamente, assim como, ajude-me no meu reequilíbrio mental, emocional e físico, pois só assim retomarei à linha reta e mineral de minha evolução espiritual.
Salve, Senhor Exu Guardião dos Minerais!
Peço sua licença para me retirar, confiante de que serei auxiliado pelo
Senhor e por todos os membros de sua hierarquia natural".

A seguir, retirar-se dando sete passos para trás, começando com o pé esquerdo...

Oferenda ao Senhor Exu Guardião dos Vegetais

1- Acender sete velas pretas, sete velas verde-escuras e sete velas brancas, dispostas num triângulo cujo vértice, invertido, fique de frente para a pessoa que estiver firmando-as. Nesse vértice, coloca-se as sete velas pretas amarradas com uma fita vermelha; no vértice superior à esquerda, firma-se as sete velas verdes amarradas com uma fita preta; e no vértice à direita, firma-se as sete velas brancas amarradas com uma fita verde-escuro. Essa oferenda deve ser feita nas matas.

2- Colocar no centro do triângulo de velas um mamão macho verde aberto ao meio.
3- Colocar em volta do mamão sete cubos de carne bovina.
4" Derramar metade de uma garrafa de pinga em volta do triângulo e depois colocá-la na frente das velas pretas, dentro dele.

Após isso, evocar o Senhor Exu Guardião dos Vegetais desta forma:

"Senhor Exu Guardião dos Vegetais, mistério natural que lida com os aspectos negativos do Trono do Conhecimento e dos Orixás Oxóssi e Obá, eu o evoco, saúdo e reverencio por meio desta oferenda ritual e peço que cesse sua ação negativa desvitalizadora e punitiva do meu sentido do conhecimento, do raciocínio e do aprendizado, assim como, que faça essar todas as atuações negativas originadas em função de minhas falhas, meus erros e pecados cometidos por mim nesse sentido da Vida. Também vos peço que passe a atuar no sentido de ajudar-me a retificá-los e a reajustar-me intimamente, e também, ajude-me no meu reequilíbrio mental, emocional e físico, pois só assim retomarei à linha reta de minha evolução espiritual.
Salve, Senhor Exu Guardião dos Vegetais!
Peço sua licença para me retirar, confiante de que serei auxiliado pelo
Senhor e por todos os membros de sua hierarquia natural".

A seguir, retirar-se dando sete passos para trás, começando com o pé esquerdo...

Oferenda ao Senhor Exu Guardião do Fogo

1- Acender sete velas vermelhas e sete velas pretas e distribuí-las em um círculo, de tal forma que fiquem intercaladas. Essa oferenda deve ser feita em uma pedreira.
2- Colocar quarenta e nove corações de ave (frango ou galinha) em sete pratos, sendo sete corações em cada um.
3- Colocar sete pimentas em cada um dos pratos (de papelão, plástico ou alguidar de barro).
4- Derramar em volta do círculo de velas um pouco de vinho tinto seco, e o resto da garrafa deve ser colocado no centro dos sete pratos com os corações de ave e as pimentas.

Após isso, evocar o Senhor Exu Guardião do Fogo desta forma:

"Senhor Exu Guardião do Fogo, mistério natural que lida com os aspectos negativos do Trono da Justiça e dos Orixás Xangô e Egunitá, eu evoco, saúdo e reverencio por meio desta oferenda ritual e peço que cesse sua ação negativa desvitalizadora e punitiva do meu sentido da justiça, do equilíbrio e da razão, assim como, que faça cessar todas as atuações negativas originadas em função de meus erros, falhas e pecados cometidos por mim nesse sentido da Vida. Também vos peço que passe a atuar no sentido de ajudar-me a retificá-los e a reajustar-me  intimamente, e também, ajude-me no meu reequilíbrio mental, emocional e físico, pois só assim retomarei à linha reta ígnea da minha evolução espiritual.
Salve, Senhor Exu Guardião do Fogo!
Peço sua licença para me retirar, confiante de que serei auxiliado pelo
Senhor e por todos os membros de sua hierarquia natural".

A seguir, retirar-se dando sete passos para trás, começando com o pé esquerdo...

Oferenda ao Senhor Exu Guardião da Terra

1- Acender e firmar sete velas brancas e sete velas pretas em círculo, intercaladas. Essa oferenda deve ser feita em um solo arenoso.
2- Colocar no centro do círculo de velas, um alguidar de barro com um pedaço de carne de porco.
3- Abrir uma garrafa de pinga e contornar com ela o círculo de velas, depositando o resto ao lado do alguidar.
4- Acender sete charutos e dispô-los dentro do círculo.

Após isso, evocar o Senhor Exu Guardião da Terra desta forma:

"Senhor Exu Guardião da Terra, mistério que lida com os aspectos negativos do Trono da Evolução e dos Orixás Obaluaiê e Nana Buruquê, eu o evoco, saúdo e reverencio por meio desta oferenda ritual e peço que cesse sua ação negativa desvitalizadora e punitiva do meu sentido da evolução, da transmutação e do saber, assim como, que faça cessar todas as atuações negativas originadas em função dos meus erros, falhas e pecados cometidos por mim nesse sentido da Vida. Também vos peço que passe a atuar no sentido de ajudar-me a retificá-los e reajustar-me intimamente, e também, ajude-me no meu reequilíbrio mental, emocional e físico, pois só assim retomarei à linha reta telúrica da minha evolução espiritual.
Salve, Senhor Exu Guardião da Terra!
Peço sua licença para me retirar, confiante de que serei auxiliado pelo
Senhor e por todos os membros de sua hierarquia natural".

A seguir, retirar-se dando sete passos para trás, começando com o pé esquerdo...

Oferenda ao Senhor Exu Guardião da Água

1- Acender sete velas pretas, sete velas vermelhas e sete velas brancas, e firmá-las desta forma:
a) círculo interno, feito com as velas pretas, acesas.


Internos.

b) círculo por fora do primeiro círculo, feito com as velas vermelhas, acesas.
c) círculo feito com as velas brancas acesas, circundando os outros dois,

Essa oferenda deve ser feita à beira d'água (rio, lago, mar).
2- Colocar no centro dos círculos de velas um alguidar com dois testículos de boi e um pedaço de fígado, também de boi.
3- Acender sete charutos e colocá-los ao redor do alguidar.
4- Abrir uma garrafa de pinga e derramá-la ao redor dos círculos de velas.
5- Abrir uma champanhe rose e colocá-la ao lado do alguidar dentro dos



Círculos.

Após isso, evocar o Senhor Exu Guardião da Água desta forma:

"Senhor Exu Guardião da Agua, mistério que lida com os aspectos negativos do Trono da Geração e da Criatividade e dos Orixás lemanjá e Omolu, eu o evoco, saúdo e reverencio e peço que cesse sua atuação negativa desvitalizadora e punitiva do meu sentido da geração, da criatividade e da sexualidade, assim como, que faça cessar todas as atuações negativas originadas em função dos erros, falhas e pecados cometidos por mim nesse sentido da Vida. Também vos peço que passe a atuar no sentido de ajudar-me a retificá-los e reajustar-me intimamente, e também, ajude-me no meu reequilíbrio mental, emocional e físico, pois só assim retomarei à linha reta aquática da minha evolução espiritual.
Salve, Senhor Exu Guardião da Agua!
Peço a sua licença para me retirar, confiante de que serei auxiliado pelo Senhor e por todos os membros de sua hierarquia natural".

A seguir, retirar-se dando sete passos para trás, começando com o pé esquerdo...

Oferenda ao Senhor Exu Guardião do Ar

1- Firmar sete velas pretas, sete azul escuras e sete brancas, acesas, formando um triângulo com o vértice voltado para baixo, no qual devem ser firmadas as sete velas pretas. Já no vértice superior à direita, firmam-se as sete velas brancas. No vértice superior esquerdo, firmam-se as sete velas azul escuras. Essa oferenda deve ser feita em um campo aberto da natureza.
2- Colocar no centro do triângulo de velas um alguidar com um pedaço de carne bovina e cobri-lo com pimentas vermelhas ardidas.
3- Colocar três charutos acesos dentro do triângulo.
4- Abrir uma garrafa de pinga e derramar um pouco, em cruz, na ponta de cada vértice do triângulo, colocando dentro dele a garrafa com o que sobrar.

Após isso, evocar o Senhor Exu Guardião do Ar desta forma:

"Senhor Exu Guardião do Ar, mistério que lida com os aspectos negativos do Trono da Lei, da Ordem e da Retidão, e dos Orixás Ogum e lansã, eu o evoco, saúdo e reverencio e peço que cesse sua atuação negativa desvitalizadora e punitiva do meu sentido da lei e da ordem, assim como que faça cessar todas as atuações negativas originadas em função dos erros, falhas e pecados cometidos por mim nesse sentido da Vida. Também vos peço que passe a atuar no sentido de ajudar-me a retificá-los e reajustar-me intimamente, e também, ajude-me no meu reequilíbrio mental, emocional e físico, pois só assim retomarei à linha reta da lei em minha evolução espiritual.
Salve, Senhor Exu Guardião do Ar!”

Peço sua licença para me retirar, confiante de que serei auxiliado pelo Senhor e por todos os membros de sua hierarquia natural.

A seguir, retirar-se dando sete passos para trás, começando com o pé esquerdo...



Observem que as palavras a serem pronunciadas nas sete evocações são as mesmas, assim como os procedimentos, só mudando no nome dos Tronos, o nome dos Orixás, dos Exus evocados e dos elementos usados. Se isso é assim, é porque estarão sendo evocados Exus Guardiões assentados em níveis vibratórios e em irradiações específicas.
Caso venha a fazer a oferenda, recomendamos que, antes de sair de casa, firme um triângulo de velas brancas aos orixás, e no centro dele firme outra vela branca para seu anjo protetor, pedindo-lhe amparo, proteção e guia durante a feitura dessas oferendas. E caso tenha um local onde firmar sua esquerda, que o faça também.
Após uma dessas oferendas a um desses Senhores Exus Guardiões dos Senhores Orixás Ancestrais, ele realmente começará a atendê-los e, imperceptivelmente, muitos conceitos erróneos arraigados em suas mentes e consciências serão depurados e surgirão oportunidades para que conceitos novos e retos sejam assimilados por vocês.
Saibam também que esses sete Exus Guardiões não se prestam a trabalhos de quimbanda, trabalhos corriqueiros ou de magia negra.
E quem ousar evocá-los para prejudicar seu semelhante, certamente sofrerá uma atuação tão intensa, que será todo desvitalizado e negativado, já que eles não se prestam a esses trabalhos.
Portanto, observe bem sua finalidade enquanto Exus Guardiões dos Orixás Ancestrais ou Tronos Divinos: vitalizar ou desvitalizar os seres por intermédio dos sentidos, aos quais eles acessam projetando suas ondas eletromagnéticas.
Esses Exus Guardiões lidam com os aspectos negativos e punitivos dos Senhores Orixás, sempre regidos pela Lei Maior, e não se prestam a trabalhos de magia.
Por isso, se oferendados corretamente, atuarão de forma imperceptível, mas muito profunda, capaz de alterar a psique e o emocional das pessoas.
— O Exu Guardião dos Cristais atua por meio do chacra coronário, ao qual ele acessa pela parte posterior da cabeça.
— O Exu Guardião dos Minerais atua por meio do chacra cardíaco, ao qual ele acessa pelo peito.
— O Exu Guardião dos Vegetais atua por meio do chacra frontal, ao qual ele acessa pela testa.
— O Exu Guardião do Fogo atua por meio do chacra solar, ao qual ele acessa pelo umbigo.
— O Exu Guardião do Ar atua por meio do chacra laríngeo, ao qual ele acessa pela garganta.
— O Exu Guardião da Terra atua por meio do chacra esplénico, ao qual ele acessa pelo pâncreas.
— O Exu Guardião da Água atua por meio do chacra básico. Suas ondas vibratórias são elementais e ligam-se ao corpo elemental básico dos seres, vitalizando-o ou desvitalizando-o. As suas ondas têm estas formas:

EXU GUARDIÃO DOS CRISTAIS
EXU GUARDIÃO DOS MINERAL
EXU GUARDIÃO DOS FOGO
EXU GUARDIÃO DOS VEGETAL
EXU GUARDIÃO DOS AR

Estes Exus podem ser oferendados nesses locais:

Exu Guardião dos Cristais > no tempo, em campo aberto
Exu Guardião dos Minerais > à beira dos rios
Exu Guardião dos Vegetais > nas matas
Exu Guardião do Fogo > nas pedreiras
Exu Guardião do Ar > nos campos abertos
Exu Guardião da Terra > em solo arenoso
Exu Guardião da Água > à beira de lagoas ou do mar
Aí está a descrição do que nos é permitido comentar a respeito deles, que atuam sobre todos os seres, espíritos e pessoas que se desvirtuarem em algum dos sete sentidos, sempre regidos pelos Orixás Ancestrais que são ativados ou desativados pela Lei Maior.

Fonte: LIVRO DE EXU "O MISTÉRIO REVELADO" Obra mediúnica inspirada por Mestre Seiman Hamiser yê

Muito axé a todos!


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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.