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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Qual o fundamento do Congá ou Altar?
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
A Umbanda merece…
Existem algumas atitudes que além de demonstrarem nosso respeito, falam mais que mil palavras não é mesmo?
Pois bem, acredito que quando os médiuns umbandistas entenderem essa colocação e começarem a agir prestando atenção no respeito e no exemplo que estão demonstrando e promovendo, a Umbanda será vista pela sociedade de forma muito mais elevada do que acontece hoje em dia.
É, acredito realmente que Posturas, Atitudes e Conhecimento são fundamentais para alcançarmos uma Umbanda mais aceita, mais respeitada e mais séria.
O fato é que essas posturas e atitudes estão vinculadas ao modo que os médiuns se comportam fora e dentro do terreiro, já o conhecimento está atrelado à capacidade de responder pela e sobre a Umbanda.
No entanto, percebo que muitos médiuns não têm postura, atitude e muito menos conhecimento condizente com a Umbanda e com todos seus fundamentos e tradição, posso citar como exemplo, a falta de conhecimento que muitos médiuns têm sobre o “simples” ato de ENTRAR NO TERREIRO.
Sei que parece bobo dar esse exemplo, afinal existem “coisas” tão mais importantes na Umbanda, mas realmente acredito que todos os médiuns umbandistas devem ser respeitosos, devem ter o conhecimento e estarem conscientes do que é um Terreiro, dos fundamentos que envolvem “entrar em um Terreiro”, das Forças assentadas e do trabalho realizado dentro daquele espaço mágico, portanto, é seu dever, sempre que atravessarem a fronteira do profano para o Sagrado, ou seja, sempre que entrarem em um Terreiro, fazerem as devidas saudações sabendo o que cada ato significa, mesmo porque, eles nunca saberão quando e por quem serão questionados sobre determinados movimentos e atitudes que normalmente se faz ao entrar em um terreiro.
Mesmo sabendo que cada terreiro tem sua forma específica de realizar suas saudações, quero pontuar algumas atitudes, que espero, faça a diferença neste ato que particularmente entendo ser de suma importância, uma atitude de respeito às Forças Divinas que sustentam aquele Terreiro e o próprio médium, além de exprimir uma postura condizente à Umbanda e seus Poderes Divinos.
Em primeiro lugar, o médium ao adentrar no terreiro deve Saudar as Forças dos Srs. Exus/Guardiões e das Sras. Pombagiras/Guardiãs assentadas na Tronqueira e para tanto, deve parar por alguns minutos de frente à tronqueira e com a cabeça baixa, agradecer a permissão de sua entrada naquela Casa Santa. Caso seja necessário, nesse momento também se pede para os espíritos negativos, que por ventura estão perturbando o equilíbrio do médium, sejam recolhidos e encaminhados pela Força da Esquerda com a permissão de Ogum, consequentemente o agradecimento e os momentos de permanência de frente à tronqueira serão maiores. Portanto deve-se sempre agradecer a guarda, a força e a proteção que ELES proporcionam em nossas vidas e ao terreiro.
Normalmente e dependendo do terreiro, durante esses momentos de agradecimento bate-se palmas três vezes e/ou toca-se no chão saudando o “embaixo” também três vezes pronunciando sua saudação que é “Laroye Exu. Exu é Mojubá!”. Segundo a ‘Enciclopédia brasileira da Diáspora Africana’ de Nei Lopes, Laroye significa: interjeição de saudação a Exu, um dos nomes de Exu e Mojubá significa: fórmula de saudação e reverência, dirigidas pelos fiéis aos orixás. Do ioruba ‘mo juba’, “eu (te) reconheço como superior”.
Em um segundo momento deve-se Saudar o Congá e o Altar, locais e pontos Sagrados que devem ser respeitados, afinal, é entre tantas coisas, onde se realizam as grandes trocas de energias, é onde todas as Irradiações Divinas estão concentradas e consequentemente são projetadas a todos, principalmente sobre aqueles que reconhecem e aceitam esse Poder Divino.
Para saudar o Congá deve-se fazer três vezes o sinal da cruz no chão antes mesmo de entrar nesse espaço. Fazendo esse sinal, abre-se um portal divino de amorosidade e fé seguindo o ensinamento de Jesus no momento de sua crucificação. Fazendo três vezes se afirma, reafirma e determina esse ato. Fazendo no chão “acordar” a força da terra e toda sua potência energética transmutadora, transformadora, curadora, sábia e ancestral.
Já o ato de “Bater Cabeça” não deve ser ou se tornar um ‘costume’ ou uma ‘repetição’, mas uma atitude de reverência, entrega, devoção e adoração diante dos e pelos Sagrados Orixás. É nessa hora que comungamos com Oxalá, Oxum, Oxóssi, Xangô, Ogum, Obaluayê, Iemanjá e com todos os Guias Espirituais, é nessa hora que pedimos que nos ajudem a mantermos nossos olhos fechados para o ciúme, para o egoísmo e para a inveja, assim como nossos ouvidos fechados para a intriga e para a curiosidade que fortifica a fofoca.
É nessa hora que pedimos que nos ajudem a manter nossos corações abertos para o amor, para a fé, para a compaixão e para a esperança, e que nossa mente esteja sempre aberta para o discernimento, para a sabedoria e para a paciência. Que nos ajudem a manter nosso espírito purificado e iluminado para que assim possamos servir de “simples” instrumentos de Deus, da Lei e da Justiça Divina. É o momento de agradecer, agradecer e agradecer por essa oportunidade única e excelsa que temos por estar diante do Poder Divino, diante dos Orixás.
Além disso, é o momento de absorver as potências energéticas da Terra pedindo para ela transmutar todos nossos pensamentos e sentimentos negativos, além de nos envolver com a Sabedoria Sagrada de nossa ancestralidade que em tempos remotos foi levada a terra.
E por fim, e não menos importante, o médium deve Saudar, ou melhor, Tomar a Benção de seu Pai ou Mãe Espiritual.
Quando isso ocorre, o “filho” está reconhecendo seu Pai Espiritual como o detentor dos conhecimentos da Lei de Umbanda e como seu orientador, portanto é ele que o conduzirá, o sustentará e o protegerá dentro da doutrina religiosa umbandista e diante da própria vida.
“Tomar a Benção” é sim um procedimento de reconhecimento e de respeito à Hierarquia, mais do que isso, é um ato de entrega, respeito e confiança, portanto aquele que “dá a benção” tem que estar consciente de suas responsabilidades, assim como deve rever e reavaliar seus atos constantemente para que eles sejam e estejam idôneos à sua posição. “Tomar a Benção” ou “Dar a Benção” é coisa séria e tem fundamento, portanto é preciso ter Atitude, Respeito e Conhecimento.
Aproveitem um pouco daquele “olhar de poeta” e percebam: quando o médium toma entre suas mãos a mão de seu Pai Espiritual e a beija respeitosamente levando-a até a sua testa e beijando-a novamente, ele está saudando, determinando e reafirmando sua fé acima de tudo a Trindade Divina.
Percebam que são três atos, beijar a mão, colocar na testa e beijar novamente, o que significa o respeito à Trindade, além disso, ao beijar pela primeira vez o médium está afirmando que aquela mão tem “poder”, tem “conhecimento” e tem “autoridade”; ao colocar essa mão na testa o médium está afirmando que somente aquela mão tem a permissão de tocar em sua coroa – afirmativa que magneticamente e vibratoriamente dá proteção àquele médium pois dificulta a ação de espíritos negativos que continuamente tentam “dominar” o mental do mesmo – automaticamente o Pai silenciosamente “pede” para que todo seu Saber seja absorvido por aquele ‘filho’, afinal sem conhecimento não há evolução, e intimamente, ao tocar com as mãos na testa de seu filho, o Pai diz: “eu te dou o meu Saber meu filho, receba e evolua em espírito”; por fim, ao beijar novamente a mão do Pai espiritual, o médium está confirmando o desejo de que aquelas mãos preparadas o conduza no trabalho espiritual e no encontro aos Orixás, por isso que ao pedir a benção o Pai Espiritual responde “Seja Oxalá quem lhe abençoe meu filho”. Importante perceber que com essa afirmativa o Pai já está proporcionando o encontro do médium com os Orixás. Basta ter Fé, Atitude, Respeito e Conhecimento.
É, a Umbanda tem fundamento sim, e é nosso dever e nossa obrigação saber “preparar”.
É nosso dever e nossa obrigação saber se comportar, ensinar e respeitar. É nosso dever e nossa obrigação dar bons exemplos e responder por nossos atos e pela Umbanda, mesmo porque, na Umbanda NADA É SIMPLES, mas tudo é de uma simplicidade impar. Fiquemos atentos!!!
Escrito por Mãe Mônica Caraccio
Fonte: Minha Umbanda
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Congá - Uma usina de força

Ao chegarmos a um Templo de Umbanda, lugar sagrado onde a Espiritualidade para bem e fielmente cumprir o que lhe é designado pelo Pai Maior (Deus, Tupã, Zambi, Olorum), via de regra observamos na posição frontal posterior do salão de trabalhos mediúnico-espirituais um ou mais objetos litúrgicos (cruz de madeira, imagens, símbolos, velas etc.), dispostos de modo bem visível, e que despertam a atenção dos que ali se fazem presentes.
A este espaço especificamente destinado a recepcionar um conjunto de peças litúrgico-magísticas, afixadas sobre certas bases, na Umbanda denominamos de Congá (Jacutá, Altar).
Um número considerável de pessoas pertencentes a outros segmentos religiosos ou seitas, não conhecendo os fundamentos através dos quais a Umbanda se movimenta, o definem como sendo um local de idolatrias e fetiches desnecessários. Já uma parte da coletividade umbandista (médiuns, assistentes e simpatizantes), mais preocupada com a forma do que com a essência, também não têm noção do quão importante é o Congá para as atividades do Terreiro, notadamente em seus princípios ESOTÉRICOS e EXOTÉRICOS.
Não queremos dizer com tais termos citados que exista Umbanda Esotérica ou Umbanda Exotérica. Umbanda é Umbanda e só, sem os designativos que infelizmente estamos acostumados a ouvir. O que existe sim são Esoterismo e Exoterismo na Umbanda, e isto é notório para aqueles que observam com atenção os trabalhos de terreiro.
Feitas estas primeiras considerações, comecemos por esclarecer que, embora as duas palavras retrocitadas sejam pronunciadas da mesma forma (homofonia - mesma sonorização), ambas possuem significados opostos, diferentes.
Diz-se Esotérico (eso = intermo, velado, oculto) a todo o objeto, fato, ato, informação ou procedimento, cuja significação somente é acessível a uma plêiade de pessoas, que por outorga espiritual e/ou sacerdotal alcançaram tal conhecimento. Sua publicidade é vedada, pelo menos a priori.
Conceitua-se Exotérico (exo = externo, aberto) a todo o objeto, fato, ato, informação ou procedimento, cuja significação é de conhecimento geral, alcançando a todos, de forma ostensiva, pública, vale dizer, sem nenhuma restrição quanto a sua razão de ser.
No nível Esotérico o Congá funciona como ponto de referência ou lugar de intermediação ou fixação psíquica, para o qual são direcionadas ondas mentais na forma de preces, rogativas, agradecimentos, meditações etc.
É sabido que as Instituições Umbandistas recebem pessoas dos mais diferentes degraus evolucionais, umas dispensando instrumentos materiais para elevarem seus pensamentos ao plano invisível, e outras tantas, a maioria, necessitando de elos tangíveis de ligação para concentração, afloramento e direcionamento do teor mental das mesmas.
No que concerne a sugestibilidade, o Congá, por sua arrumação, beleza, luminosidade, vibração etc., estimula médiuns e assistentes a elevarem seu padrão vibratório e a serem envolvidas por feixes cristalinos de paz, amor, caridade e fraternidade, emanados pela Espiritualidade atuante.
Também é através do Congá que muitas pessoas que adentram pela primeira vez em Templo Umbandista conseguem identificar de pronto quais as forças que coordenam os trabalhos realizados. Para os não umbandistas, como é saudável e balsâmico visualizar uma imagem representativa de Jesus, posicionada em destaque, como que os convidando a participar desta grande obra de caridade que é a Umbanda.
Sim amigos leitores, a Umbanda é uma religião inteligentemente estruturada pela Espiritualidade Superior. Enquanto alguns segmentos religiosos vaidosamente insistem em ficar em seus pedestais, fazendo apologias e proselitismos em causa própria e se intitulando como sendo o consolador prometido ou a única igreja de Deus, sem se aperceberem dos diferentes níveis de consciências encarnadas, a Umbanda, assim como Jesus, acolhe a todos, sem distinção alguma, sem catequizar ou bitolar doutrinariamente ninguém. Religião é isto: é atender a todas as classes sociais, econômicas, religiosas e de consciência, atingindo-as, amparando-as e respeitando as diversas faixas espírito-evolutivas.
Passemos a falar do aspecto Exotérico do Congá. E o faremos de forma parcial, uma vez que não é nossa finalidade "pescar" para ninguém, mas tão somente estimular o estudo e uma maior habitualidade de raciocínio no que diz respeito a temas de fundamento dentro da Umbanda, a fim de termos médiuns mais bem preparados e aptos a dignificarem a nossa sagrada religião.
Imagine uma Usina de Força. Assim é o Templo Umbandista. Agora imagine esta usina com três ou mais núcleos de força, cada qual com uma função específica dentro daquele espaço de caridade.
Pois bem, o Congá é um destes núcleos de força, em atividade constante, agindo como centro atrator, condensador, escoador, expansor, transformador e alimentador dos mais diferentes tipos de níveis de energia magnética.
É atrator porque atrai para si todas as variedades de pensamentos que pairam sobre o terreiro, numa contínua atividade magnético-atratora de recepção de ondas ou feixes mentais, querem positivos ou negativos.
É condensador, na medida em que tais ondas ou feixes mentais vão se aglutinando ao seu redor, um complexo influxo de cargas negativas e positivas, produto da psicoesfera dos presentes.
É escoador, na proporção em que, funcionando como verdadeiro fio-terra (pára-raios) de miasmas e cargas magnético-negativas, as comprime e descarrega para a mãe terra, num potente efluxo eletromagnético.
É expansor porque, condensando as ondas ou feixes de pensamentos positivos emanados pelo corpo mediúnico e pela assistência, os potencializa e devolve para as pessoas presentes, num complexo e eficaz fluxo e refluxo de eletromagnetismo positivo.
É transformador porque, em alguns casos e sob certos limites, funciona como reciclador de lixo astral, condensando-os, depurando-os e os vertendo já filtrados ao ambiente de caridade.
É alimentador pelo fato de ser um dos pontos do terreiro a receberem continuamente uma variedade de fluidos astrais, que além de auxiliarem na sustentação da egrégora da Casa, serão o combustível principal para a atividade do Congá (Núcleo de força).
Não Irmãos Umbandistas!
O Congá não é um mero enfeite, tão pouco se constitui num aglomerado de símbolos e objetos afixados de forma aleatória, atendo a vaidade de uns e o devaneio de outros.
Congá dentro de Templos Umbandistas sérios tem fundamento, tem uma razão de ser, pois que pautados em bases sólidas, lógicas, racionais, litúrgico-magísticas, e sustentados pelo Plano Astral.
Salve o Congá!!!
Salve a Umbanda!!!
Um saravá amigo.
Octavio
www.maeyemanjaebaianozeferino.com.br
http://fraternidade_socorrista_mae_yemanja_e_baiano_zeferino@yahoogrupos.com.br
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
CONHEÇA-TE A TI MESMO
Na expectativa de milagres fáceis ou mesmo por achar que exu seja uma espécie de “Office-boy do além”, muitos recorrem aos terreiros solicitando soluções emergenciais às suas tormentas.
O dirigente abre a gira e após todo ritual pertinente os exus e pomba giras incorporam nos médiuns e aguardam o atendimento que acontece adiante...
- Salve tu moça!
- O ... oi... Bo...boa noite...
- Boa noite moça, é sua primeira vez por estas bandas?
- Sim.
- Seja bem vinda.
- Obrigada!
- O que lhe traz aqui?
- Então Exu, é que meu irmão precisa separar da noiva...
- ...
- Pois é, ela só faz inferno na minha vida e sei que ele não é feliz, ele abandonou a família, eu moro com ele e ela está tirando-o do seio familiar...
- ...
- Bem, pensando nisso é que trouxe o RG dele, uma foto dela, uma roupa dela e endereço dele...
- “Mais uma serpente revestida de santa” – meditou o exu.
- Então Exu? O que fará para livra-lo desta piranha?
Esta afirmação bastou para que o Exu se manifestasse.
- Certo moça vamos ler o que vejo aqui, primeiro saiba que esta mulher que está com seu irmão o ama verdadeiramente sendo igualmente correspondida, ele jamais imaginou viver tamanho sentimento e nela encontrou o sentido de liberdade e crescimento. Liberdade porque finalmente se livrará de você, uma mulher encalhada e ressequida no coração, que não acredita no amor, não se movimenta para mudar sua realidade, vive do dinheiro que ele lhe dá e acomodada com esta vidinha e medo de perder tudo isto, sente-se no direito de ter o seu irmão como posse para que nada mude na sua vida a ponto de se propor a encomendar um “feitiço” para desgraçar a vida dele e por fim amarra-lo em você.
- Moça, esta é sinceramente uma das situações mais inusitadas que vivencio, uma irmã querendo amarrar o irmão, enquanto que o normal seria uma apaixonada querendo prender o apaixonado. Pior é este sentimento que te move, covarde e inescrupuloso...
A mulher já em prantos, reconhecendo o erro que cometera não consegue pronunciar uma palavra ao que o exu finaliza.
- Sendo assim, pegue esta roupa, fotos e demais elementos, volte pra sua casa, olhe no espelho e se envergonhe de ser o que está sendo, se proponha a mudar e trate bem esta mulher que será a companheira do seu irmão, tenha nela sua amiga que jamais irá te desamparar, antes de dormir ore ao Criador pedindo perdão por envergonha-lo.
- Desculpe Exu....
- Leve esta vela, acenda quando sentir vontade e lembre-se que neste dia se deparou com um Exu...tenha uma boa noite...
- Desculpe Exu...
Pois é leitor, estas situações são mais comuns do que parecem. Acredite, esta é uma história verídica e bem resumida que narra o egoísmo humano, a covardia e o julgo inversor de valores. Por vezes nos deparamos com situações que não nos pertencem, avaliamos atitudes, alegrias, tristezas e decisões das pessoas no nosso convívio sem que sejamos interpelados para isso, tomamos em nossas mãos o papel de juiz da vida alheia, promotor e executor de tudo aquilo que não nos compete.
Não vou me ater em delongas e proponho a você leitor, por algum momento se sentiu na história? Sobre quem e o que falaste nos últimos dias? Você fala ou escuta mais?
Responda sinceramente estas questões e ao se olhar no espelho lembre-se da frase tão preconizada pelo pensador Sócrates: - Conheça-te a ti mesmo. Perceba como deve agir e seja feliz.
Meu fraterno abraço...Saravá!
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Congá Vivo

E a terra era sem forma e vazia;
E disse Deus: Haja luz! e houve luz.
E viu Deus que era boa a luz..."

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Mensagem do Caboclo Boiadeiro Zé do Laço Caboclo Boiadeiro Zé do Laço Mensagem recebida em 11/04/2008 por Mãe Vanessa Cabral Dirigente do T...
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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”

