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segunda-feira, 3 de março de 2014

COMO SE PROTEGER DAS ENERGIAS NEGATIVAS




Dicas para se proteger das energias pesadas, ditas "negativas".

Todos nós sabemos as energias negativas são uma das maiores preocupações do ser humano. Procurar fugir delas é besteira. Ela nos alcança em qualquer lugar do planeta. Mas, podemos nos defender, começando a tomar uma série de atitudes e providências. Abaixo segue seis dicas pessoais para começar a combatê-las.

1. NÃO TEMER NINGUÉM

Uma das armas mais eficazes na subjugação de um ser é impingir-lhe o medo.

Sentimento capaz de uma profunda perturbação interior, vindo até a provocar verdadeiros rombos na aura, deixando o indivíduo vulnerável a todos os ataques. Temer alguém significa colocar-se em posição inferior, temer significa não acreditar em si mesmo e em seus potenciais; temer significa falta de fé.
O medo faz com que baixemos o nosso campo vibracional, tornando-nos assim vulneráveis às forças externas. Sentir medo de alguém é dar um atestado de que ele é mais forte e poderoso. Quanto mais você der força ao opressor, mais ele se fortalecerá.



2. NÃO SINTA CULPA

Assim como o medo, a culpa é um dos piores estados de espírito que existem.

Ela altera nosso campo vibracional, deixando nossa aura (campo de força) vulnerável ao agressor. A culpa enfraquece nosso sistema imunológico e fecha os caminhos para a prosperidade. Um dos maiores recursos utilizados pelos invejosos é fazer com que nos sintamos culpados pelas nossas conquistas. Não faça o jogo deles e saiba que o seu sucesso é merecido. Sustente as suas vitórias sempre!

3. ADOTE UMA POSTURA ATIVA


Nem sempre adotar uma postura defensiva é o melhor negócio. Enfrente a situação. 
Lembre-se sempre do exemplo do cachorro: quem tem medo do animal e sai correndo, fatalmente será perseguido e mordido. Já quem mantém a calma e contorna a situação pode sair ileso. Em vez de pensar que alguém pode influenciá-lo negativamente, por que não se adiantar e influenciá-lo beneficamente? Ou será que o mal dele é mais forte que o seu bem? Por que será que nós sempre nos colocamos numa atitude passiva de vítimas?
Antes que o outro o alcance com sua maldade, atinja-o antecipadamente com muita luz e pensamentos de paz, compaixão e amor.

4. FIQUE SEMPRE DO SEU LADO

A maior causa dos problemas de relacionamentos humanos é a "Auto-Obsessão".

A influência negativa de uma pessoa sobre outra sempre existirá enquanto houver uma idéia de dominação, de desigualdade humana, enquanto um se achar mais e outro menos, enquanto nossas relações não forem pautadas pelo respeito mútuo. Mas grande parte dos problemas existe porque não nos relacionamos bem com nós mesmos.
"Auto-Obsessão" significa não se gostar, não se apoiar, se autoboicotar, se desvalorizar, não satisfazer suas necessidades pessoais e dar força ao outro, permitindo que ele influencie sua vida, achar que os outros merecem mais do que nós. Auto-obsediar-se é não ouvir a voz da nossa alma, é dar mais valor à opinião dos outros.
Os que enveredam por esse caminho acabam perdendo sua força pessoal e abrem as portas para toda sorte de pessoas dominadoras e energias de baixo nível.
A força interior é nossa maior defesa.

5. SUBA PARA POSIÇÕES ELEVADAS

As flechas não alcançam o céu. Coloque-se sempre em posições elevadas com bons pensamentos, palavras, ações e sentimentos nobres e maduros.

Uma atmosfera de pensamentos e sentimentos de alto nível faz com que as energias do mal, que têm pequeno alcance, não o atinjam. Essa é a melhor forma de criar "incompatibilidade" com as forças do mal. Lembrem-se: energias incompatíveis não se misturam.

6. FECHE-SE ÀS INFLUÊNCIAS NEGATIVAS

As vias de acesso pelas quais as influências negativas podem entrar em nosso campo são as portas que levam à nossa alma, ou seja, a mente e o coração.

Mantenha ambos sempre resguardados das energias dos maus pensamentos e sentimentos, e fuja das conversas negativas, maldosas e depressivas.

Evite lugares densos e de baixo nível.


Quando não puder ajudar, afaste-se de pessoas que não lhe acrescentam nada e só o puxam para o lado negativo da vida. O mesmo vale para as leituras, programas de televisão, filmes, músicas e passatempos de baixo nível.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Os milagres não param…



Axééé a todos!!! Acredito que o final de semana tenha sido muito especial para muitos umbandistas, afinal aconteceram muitos festejos a Iemanjá na beira do mar, sob forte energia espiritual.
“GRANDEZA”. Talvez este seja um bom adjetivo para tanto, para tudo, para cada olhar direcionado ao mar, ao céu, à terra nesse final de semana.
Muito trabalho, organização, energia, reza, profano, tambor, berimbau, palmas, lágrima, entrega, esperança, pedido, exagero, falta, conexão, AXÉ e, como é natural, cansaço.
Um cansaço de corpo, gostoso e tranquilo.
Tudo GRANDIOSO e SURPREENDENTE (se posso ainda complementar com mais um adjetivo…).
Mas não para por aí…
Na madrugada de domingo para segunda, ao abrir meus e-mails me emocionei mais ainda ao ler um e-mail com o titulo “A consciência de milagres” de Yehuda Berg, autor de alguns best-sellers internacionais, principal líder do Kabbalah Centre nos últimos anos e importante divulgador da cabala judaica. O texto que ele enviou, “Criando milagres”, prova mais uma vez que nada é por acaso, que não existem coincidências, que tudo é possível quando permitimos e, principalmente, que estamos em uma semana especial, em um momento de bênçãos, alegrias e milagres. Aliás, a cabala afirma que milagres existem para aqueles que se empenham, para mim, quer dizer que existem para aqueles que sabem doar, dar, trabalhar, fazer o bem, enxergar, entender, aceitar, perceber e querer.
Leiam o texto e concluam…
A CONSCIÊNCIA DE MILAGRES  – 9 a 15 de dezembro de 2012
CRIANDO MILAGRES
Estamos na semana de Chanuká, uma das ocasiões mais alegres durante a qual temos pleno acesso à energia de milagres, independentemente da nossa religião, raça ou credo.
Nesse momento, podemos manifestar bênçãos como em nenhum outro durante o ano – com a única condição de que realmente nos empenhemos em fazer nosso trabalho espiritual.
Então, se tudo o que precisamos fazer é esforço, isso nos leva à seguinte pergunta: Quanto basta?
Um dos segredos para atrair a energia de milagres é o de que não se trata muito do quanto estamos fazendo, mas onde está nossa consciência quando estamos fazendo aquela ação.
Com frequência, nosso trabalho espiritual não é tão incondicional assim. Quando se trata de compartilhar, podemos ter algum interesse pessoal envolvido. Geralmente, queremos algo em troca, mesmo que seja apenas um “obrigado” ou que alguém nos ame como retribuição.
Certamente, deveríamos nos empenhar para fazer mais, porém com a consciência correta. Se passarmos esse momento de milagres fazendo coisas para as pessoas com o pensamento focado no que vamos receber em troca, o que poderemos receber será limitado.
O que realmente devemos buscar em troca é apenas nos aproximarmos cada vez mais da Luz. A Luz nunca pensa no que está obtendo de volta. Ela simplesmente dá infinitamente. Se pudermos ter esse tipo de consciência em apenas uma ação de compartilhar, não haverá nada que impeça a Luz de se manifestar em nossas vidas.
É um grande paradoxo o fato de que quanto menos pensarmos em nós ao compartilhar, tanto mais receberemos no final das contas.
Se pudermos começar a retribuir apenas para revelar Luz, nossa conexão com a energia de milagres não durará somente uma semana, mas o ano inteiro.
Tudo de bom,Yehuda.
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… GRANDIOSO! SURPREENDENTE!
ABENÇOADA e MILAGROSA Nossa Umbanda, nossos festejos a Iemanjá, nossa ancestralidade e todas as oportunidades de bênçãos e milagres que recebemos diante da devoção, doação e adoração ao Sagrado, ao Outro, à Ancestralidade e à Natureza.
Me emocionei mesmo (e continuo me emocionando) por receber mais essa benção revestida de e-mail em plena madrugada junto ao latejo do corpo e alegria do espírito.
Com certeza meu milagre já é criado, já está conscientizado, já é dado, percebido e recebido. A natureza, os Orixás, a Ancestralidade me trouxe com o canto da noite, com a roda das surpresas, com a dança dos peixes, com as lágrimas das sereias, com a consciência de quem executa, com a guia no pescoço e com o suspiro da calunga grande na presença do passado, da esperança e do amor.
Que Iemanjá nos permita muitos e muitos milagres… Ontem, hoje, amanhã e sempre…. Que possamos doar, dar, trabalhar, fazer o bem, enxergar, entender, aceitar, perceber e querer.
Por fim, fica aí mais uma “dica” para o próximo ano. Mais uma convocação para uma caminhada espiritual melhor e mais evolutiva. Mais um alerta sobre a importância do desenvolvimento, aprendizado e crescimento espiritual. Mais uma certeza que só “conquista o milagre” aquele que faz, trabalha e dá. E mais uma afirmativa: “fazer o Bem só faz bem”.
Escrito por Monica Caraccio
Fonte: Minha Umbanda

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Tudo tão forte, realizador e evidente!



Axé a todos! Nossa Umbanda é tão rica, tem tantos simbolismos e fundamentos, tudo tão forte, realizador e evidente, que não devemos deixar passar despercebido como acontece continuamente. Não devemos acomodar nosso raciocínio e nosso sentido lógico. Mesmo porque, penso que a fé vai até onde a mente permite, vai até onde obtemos respostas.
Acredito que todos já perceberam que quando não sabemos ou não entendemos algo, o acreditar se torna um tanto abstrato e o vivenciar ou compartilhar o sentido correto e sincero fica muito difícil. Essas situações aprisionam, nos colocam em senzalas próprias e limitam nossas ações e sensações.
Assim, entendo que é importante viver e vivenciar a Umbanda na sua plenitude, conscientes de cada ato, de cada movimento e de cada fundamento. E para ajudar nesse sentido de fé e de compartilhar que descrevo algumas explicações para alguns “porquês” de nossa Umbanda, afinal, como sempre afirmo, só amamos aquilo que conhecemos, caso contrário, é ilusão.
  • Porque batemos palmas - nossas mãos possuem uma quantidade enorme de terminais nervosos, que se comunicam com cada um dos chacras de nosso corpo: Dedo Polegar: Chacra Esplênico (região do baço); Indicador: Cardíaco (coração); Anular: Genésico ou Básico (base da espinha); Médio: Coronal (alto da cabeça); Mínimo: Laringeo (garganta); na região quase central da mão: Chacra Solar (estômago); próximo ao monte de Vênus: Chacra Frontal (testa), portanto quando batemos palmas ativamos todos esses chacras e ativamos nossa energia interna, nossa capacidade de doar e receber energia, também criamos ondas de energias vibrantes e estimulantes que envolvem todos que estão à nossa volta. Depois de uma sequência de palmas estamos com maior facilidade de percepção espiritual, incorporamos, percebemos e sentimos mais facilmente o plano espiritual.
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  • Porque alguns Guias Espirituais mancam – assim como as palmas das mãos e as orelhas, nossos pés se comunicam com todas as partes do nosso corpo, neles estão terminais nervosos que se comunicam com nossos chacras e com nosso sistema nervoso, portanto quando o Guia manca ou bate o pé no chão ele está ativando pontos energéticos específicos, está ativando chacras, mandando mensagem para nosso sistema nervoso, além é claro, de ativar a energia da terra para descarregar o próprio médium. O mancar do Guia nada tem a ver com uma deficiência física, mesmo porque Ele não tem corpo físico. 
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  • Porque acender vela na igreja – as Entidades que fazem parte da estrutura religiosa umbandista conseguem atingir, atuar e trabalhar em todas as outras religiões, doutrinas e cultos, portanto quando um Preto Velho, por exemplo, pede para um consulente ir à igreja acender velas para almas, ele está “enxergando” um espírito que, possivelmente, está incomodando o consulente e que necessita de um direcionamento dentro de sua realidade religiosa, que não é a Umbanda. Assim sendo, esse espírito é “levado” para sua realidade espiritual que nesse caso é a católica. Não adianta querer doutriná-lo, direcioná-lo ou forçá-lo dentro da Umbanda, ele não entende, não se afiniza e, muitas vezes, não quer essa ajuda. Percebam, quando esse espirito em estado obsessivo recebe o amparo e direcionamento dentro de sua realidade, com a reza ou com o auxilio da igreja, o respeito e o livre arbítrio estão sendo exercidos sobre esse espírito.
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  • Porque batemos a cabeça – batemos a cabeça principalmente por três motivos: primeiro porque na terra é que foram enterrados os assentamentos dos Orixás quando os negros ainda se encontravam na condição de escravos, tradição essa que continua até nos dias de hoje, ou seja, é na terra que estão assentadas as maiores Forças de um Terreiro, portanto quando batemos a cabeça, estamos sobre os assentamentos, batendo cabeça às tradições, aos Orixás, nos reverenciando e entregando nossa Coroa, nosso coração, nosso corpo e nosso espírito aos nossos ancestrais e aos Orixás; segundo: o elemento terra  transmuta, cura e energiza, ou seja, quando batemos cabeça transmutamos nossos pensamentos, curamos nosso emocional e energizamos nosso espírito; terceiro: é na terra que estão enterrados nossos ancestrais e toda a sabedoria de nossos anciãos, portanto ao batermos nossa cabeça todo o conhecimento e sabedoria que ‘mora’ na terra tende a envolver nosso espírito.
Simplesmente Fascinante, Encantador e Divino, não é mesmo?
Simplesmente Umbanda. Sempre Fascinante, Encantadora e Divina!
Escrito por Monica Caraccio
Fonte: Minha Umbanda

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Orar é ter Fé e a mais Pura Esperança



Tive fé, mas não fui atendido, muitos dizem. Pedis e não recebeis é porque pediste mal, proclamou o apóstolo Tiago. Isso significa que nem sempre a oração será atendida. Muitas vezes, achamos que temos razão, que os seres celestiais (Jesus, Buda, Oxalá) devem olhar nossas necessidades, mas não percebemos a presunção que permeia tal súplica. Será que realmente refletimos sobre que estamos solicitando? Quantas vezes somos os próprios responsáveis pelos erros cometidos e, logo em seguida, clamamos por ajuda espiritual? Óbvio que prontamente não haverá o auxílio - nem seria justo. No entanto, São Tomás de Aquino revelou que seremos atendidos se rezarmos, sem cessar, com perseverança e a devida compreensão da falha cometida.

Se mantivermos uma atitude positiva perante a vida, não haverá força negativa que invada nossos planos ou de inimigos que possam nos destruir. Assim, o melhor investimento em qualidade de vida é dedicar a si mesmo alguns minutos do dia para orar e meditar. Saiba que não existe oração poderosa nem santo milagroso que não dependa única e exclusivamente de nossa fé (desejo verdadeiro, força interior, crença inabalável).

Para orar, não fique retido ao banco de uma igreja ou ao altar de sua casa. Busque, igualmente, praça, jardim, pôr-do-sol, amanhecer, estrela, lua, mar, montanha e, até, o aconchego da cama. Há uma infinidade de locais. Deus está em todos eles, inclusive em sua alma, neste exato momento, mesmo que você não perceba ou sinta isso. Faça mais, Somente obem
pode gerar o bem! Mais Louvores do que súplicas, e ore diariamente. O sucesso chegará sem que você necessite rogar por ele. Igualmente, ore mais pelos outros (amigos, vizinhos, familiares), e o plano celestial retribuirá sem que precise implorar por ajuda.

Tão importante quanto clamar/louvar para si é fazê-lo pelos inimigos visíveis e invisíveis, porque a luz cintilará no coração de todos, e a desgraça será eliminada antes que você solicite. No mais: peça, implore, repita todos os dias até alcançar o objetivo. Ore, solicitando a intercessão dos santos, dos mártires, dos anjos, arcanjos, espíritos da natureza. Faça de sua emoção um palco de súplica. Visualize, pense, medite. Arrebata-te nos braços de Jesus, de Oxalá, de Buda, da Deusa, de quem desejar! Não tenha pudores nos braços do Senhor, já dizia Santa Tereza d'Ávila.

Oremos sempre! Saravá!

domingo, 29 de abril de 2012

Como é a Nossa Fé?



Certa vez, Chico Xavier chegou ao Centro Espírita e viu uma multidão na porta. Ele perguntou:

- O que estas pessoas querem?

- Eles vieram buscar passe. - respondeu um trabalhador da casa.

Chico respondeu:

- Eles não precisam de passe, precisam de "pá".

Os ensinamentos de Jesus pedem "pá": trabalho, sacrifício, renúncia, esforço, força de vontade, transformação moral, atitude, etc.

Precisamos aprender a não olhar para Deus e Jesus somente com interesse de pedir-lhes algo. Deveríamos nos desvincular da idéia de que frequentando uma casa religiosa e realizando liturgias, rituais, dogmas e pagando o dízimo já estamos agradando Deus. Por pensar assim, séculos de evolução foram perdidos. Pois, dentro da casa religiosa muitos seguem as exigências dos religiosos e fora dela transgridem as leis de Deus por acharem que já cumpriram sua obrigação dentro dela. Se cada vez que saíssemos de uma casa religiosa nos comprometêssemos, com nós mesmos, a praticar uma boa ação naquela semana, em nosso favor e/ou a favor do próximo, já estaríamos entendendo o propósito da vinda do Cristo à Terra. Em nosso favor é deixar de reclamar, cultivar bons pensamentos, boas palavras, boas atitudes, deixar de fazer comentários maldosos e humilhantes de alguém, é perdoar ou relevar uma ofensa, é diminuir ou eliminar o cigarro, a bebida alcoólica, é cuidar do corpo físico, etc. E em favor do próximo significa fazer o bem a alguém. Mas, infelizmente, muitas pessoas só buscam o centro espírita para solucionar problemas, para pedir algo, sendo que o Espiritismo explica a causa dos problemas, a necessidade da transformação moral, da prática da caridade com o próximo e com nós mesmos, etc. Querem atacar as causas de suas dores e aflições ao invés de atacarem os efeitos. É preciso agir na prevenção. Enfim, busquemos Jesus para aprender seus ensinamentos para colocá-los em prática onde estivermos. Porque Ele deixou bem claro que: “a fé sem obras é morta”, ou seja, acreditar Nele e não fazer o que Ele pediu é inútil. Então perguntemos: "Como é a nossa fé?"

"Com ou sem obras?" Pensemos nisso!

Por Rudymara

domingo, 12 de junho de 2011

Que História estamos escrevendo???

Engraçado como as coisas são, vemos pessoas com suas vidas altamente enroladas, cheias de doenças, com tristezas profundas, sem trabalho, sem equilíbrio e sem alegria indo os Terreiros de Umbanda. Lá são atendidas pelos Guias Espirituais e passam por passes, por consultas, por descarregos, por energizações e por transformações extremas. Se equilibram, se harmonizam, se enchem de Fé e Esperança, e aos poucos os caminhos vão se abrindo. Surgem as primeiras oportunidades e quase que automaticamente acontecem as promessas, com juras de amor eterno, com emocionantes discursos cheios de convicções e real aceitação de sua missão mediúnica.
Tudo quase perfeito se não fosse a imaturidade tão inerente no íntimo de algumas dessas pessoas, que acabam por colocar suas “Histórias de Fé”, aquelas escritas semanalmente e diariamente, diante e junto de um Caboclo, de um Exu e ou de um Preto Velho, no “Nada”, no “Pra Nada” ou “Por Nada”.
Esquecem o fato de que são as “Histórias de Fé” que constroem o importante Livro chamado VIDA.
Esquecem que essas “Histórias de Fé” caracterizam o lado Humano, o lado Gente, o lado Verdade do Ser.
Esquecem que uma “História de Fé”, assim como qualquer outra história, para se tornar real, verdadeira, coerente e com capacidade de compartilhar, precisa de princípio, meio e fim. Portanto não dá para começar escrevê-la tomados de empolgação e deixar a última frase sem nexo, sem um fim, sem uma conclusão, envolvida por tristeza e lamentações. Mesmo porque, esse Livro reflete a Vida – história sem nexo é reflexo de vida sem nexo.
Afirmo essa situação por ver, durante tantos anos, pessoas cheias de energia, alegria e determinação, cheias de compromissos espirituais, assistenciais e internos, SIMPLESMENTE deixarem de lado suas histórias de terreiro e suas histórias de fé para viverem o Nada. Médiuns que, ao terem suas vidas melhoradas, com mais oportunidades e opções, deixam de lado seus compromissos e voltam a viver uma vida infantil cheia de querer e ilusão.
E pensando numa vida infantil, aquela quando não se tem capacidade de pensar nas consequências dos atos, acredito ser importante conhecermos, mesmo que de forma bem simplificada, o que é uma PESSOA MADURA. Para um dos mais importantes psicólogos do século XX, Gordon Willard Allport – doutor em psicologia formado em Harvard em 1922, a pessoa madura se caracteriza em seis critérios:
1 – Aquela que sai do seu egocentrismo e entra para o eterocentrismo, portanto consegue fazer uma ampliação do sentido do EU. Allport afirma: “se uma pessoa não cria intensos interesses fora de si mesma… vive mais próxima do nível animal que do nível humano de existência”.
2 - Aquela que conquista relação afetuosa do eu com os outros. São as relações de amor, amizade, fraternidade capaz de criar “vínculos”, o que é fundamental para qualquer pessoa.
3 - Aquela que tem segurança emocional e auto-aceitação. Aliás, para Allport uma forma de medir a maturidade é pela capacidade de “tolerância da frustração”, ou seja, é capaz de passar por aborrecimentos, irritações, frustrações sem grandes descontroles ou, mesmo que aconteça, conseguem voltar ao equilíbrio rapidamente. Os imaturos “estão ainda preocupados com partes e pedaços da experiência emocional” afirma Allport.
4 - Aquelas que conseguem ter uma visão realista da realidade, um contato real. Allport resume esse aspecto da seguinte forma: “a pessoa madura estará em contato muito estreito com o que denominamos o “mundo real”. Verá objetos, pessoas e situações como o que são. E terá trabalho importante para fazer”.
5 - Aquela com capacidade de avaliar-se com objetividade e realismo, mantendo-se ligada no passado e pensando no futuro. É a capacidade de aceitação de si com seus limites sem perder sua auto-estima e a capacidade de rir, de manter o humor mesmo percebendo suas próprias bobagens.
6 - Aquela com uma filosofia unificadora da vida, portanto têm princípios com modo de ser e de pensar comum ao grupo.
Sabedores desses critérios podemos então avaliar nossos atos e pensar melhor antes de tomarmos atitudes significativas em nossas vidas, não é mesmo? Inclusive, podemos avaliar se somos maduros suficientes para lidar com o livre arbítrio fazendo escolhas.
Enfim, agora podemos olhar para nós mesmos com mais clareza e refletir, estamos deixando de lado nosso eu para pensar no outro? Estamos conseguindo criar vínculos com relações de amor e fraternidade? Somos seguros conosco mesmo a ponto de aceitar nossos erros? Conseguimos ter uma visão real dos fatos sem criar imagens torcidas e percepções induzidas entendendo que ‘fato é Fato e diante dos fatos só nos resta aproveitar com bom humor’? Pensamos no futuro levando em conta as promessas do passado e as necessidades do presente? Estamos pensando em um Todo e no bem de todos???
Se as respostas foram positivas então estamos escrevendo um lindo Livro da Vida onde as “Histórias de Fé” estão dizendo o quanto somos maduros e verdadeiros diante daquilo que é mais importante na vida de qualquer médium e qualquer Ser, o ESPÍRITO. Reafirmando a grandiosa frase do teólogo Pierre Teilhard de Chardin: “Não somos seres humanos que estão passando por uma experiência espiritual, mas nós somos seres espirituais que passamos por uma experiência humana”
Se as respostas foram positivas então a Umbanda não terá mais histórias “engraçadas”, mas sim HISTÓRIAS DE AMOR, GRATIDÃO, FIDELIDADE E VERDADE.
Fonte de pesquisa e estudo:
Personalidade (1966), Desenvolvimento da Personalidade (1966) de Gordon Willard Allport
Escrito por Mãe Mônica Caraccio
Fonte: Minha Umbanda

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Fé e cotidiano: a concretude da fé



A Umbanda e a Espiritualidade no Terceiro Milênio IV

Fortemente marcada pela ecologia, a Umbanda convida a todos a vivenciar sua fé no cotidiano, cuidando do próprio corpo, do meio ambiente, vivenciando relações saudáveis etc. Exemplo: cultuar o Orixá Oxum é, ao mesmo tempo, um convite para se viver amorosamente o cotidiano, de forma compassiva, e utilizar os recursos hídricos de maneira consciente (escovar os dentes com a torneira fechada, não jogar lixo nas águas etc.).

A gira literalmente prossegue no cotidiano. Negar a vivência holística da irradiação, da sabedoria e da conexão com os Orixás representa um enfraquecimento da experiência e da aproximação com o Espiritual. Nesse contexto, o re-ligare se daria apenas de maneira parcial, sem a plenitude do aprofundamento que a espiritualidade de Umbanda traz ao filho de fé, plenitude essa que abarca tanto as luzes quanto as sombras de cada um, vale dizer, os pontos positivos e os negativos, as virtudes e os aspectos difíceis do indivíduo.
Assim como o coração grandioso de Oxalá, o coração de cada um pode ser um congá perfumado de bom incenso, iluminado e cheio de flores, pronto a acolher cada irmão que dele se aproxime.
Deixa a gira girar!

Escrito por Ademir Barbosa Júnior
Fonte: Mundo Aruanda 

Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei

quinta-feira, 17 de março de 2011

ILUSÃO – O VÍCIO NO SENTIDO DA FÉ

ilusao

Ditado por Sr. Guardião das Sete Cruzes
Na busca incessante por uma resposta aos anseios da alma. Revelações acerca das aflições e amparo diante as quedas e decepções da vida. Vocês encarnados buscam na religião, seja qual for, muitos meios para fugir ou alimentar uma ilusão sobre si, o presente e o futuro.
Com descontrole do presente, vocês temem o futuro e querem por toda sorte esclarecimentos sobre o passado que já se foi, restando em você algumas marcas da existência que definem o que você é, e não por isso você está limitado a se superar.
Condenam-se algozes de si mesmos estes vilipendiados filhos da Terra que por justo fruto de suas ações configuram uma realidade pouco agradável e de lamentos aqui e acolá, murmurando pelos cantos, queixando-se a todo instante e nada fazem com esforço para superar suas dores da alma ou solucionar os problemas que se encaixou.
Tanto esforço é dedicado à inutilidade do tempo choroso, que você, sendo este exemplo aqui citado, decreta a si uma prisão em longo e tenebroso inverno existencial, paralisa o espírito e amordaça a mente.
Coitados de si mesmos querem acreditar que espíritos benfazejos, luzeiros do além, caridosos do mundo espiritual, venham aos vossos reinos para que seja feita as vossas vontades. Vontades estas nada tem de contrapartida com a vontade do Criador.
As Trevas, no mundo espiritual, é um campo de refugiados de suas responsabilidades, espaço sem fim, abriga e abrigará com folga tantos quantos de vocês que queiram fazer parte deste ambiente.
Iludidos por vontade própria, iludidos pelo meio e suas artimanhas, na primeira circunstância estabelece a falta de sentido da vida, do viver e do existir.
Se queres um caminho de Fé por onde possa trilhar uma estrada de luz e verdade. Aceite o caminho que não lhe tira as responsabilidades pelo atos cometidos, que lhe conscientize do peso das ações passadas e presentes, dando-lhe uma noção próxima da realidade com pesos e medidas para a vida que escolheste. Não aceite atalhos, perdão sem obra, nem contratos de salvação. Você e somente você é responsável pela sua alma, pela sua lucidez e por seu espírito.
A Fé responsável te eleva a alma. Do contrário resta a ilusão, sentido este que se perde o controle e raras vezes se toma a realidade novamente.
Entregue sua alma ao bem pelo bem, ao Criado pelo Criador, seja religioso pela religião e evolua porque evoluir é o sentido maior do existir.
Receba minhas verdadeiras reverências, saúdo o Alto pela Luz que brilha, Saúdo o embaixo pela escuridão que acolhe, Saúdo a direita pela verdade que revela e Saúdo a Esquerda pela sentença que me assenta. Saúdo a Cruz Maior, Saúdo as Sete Cruzes da Fé!
Guardião Exu das Sete Cruzes da Fé
Ditado ao médium Pai Rodrigo Queiroz dia 22/02/11 ás 15hs30

 NOTA DO MÉDIUM: Estava eu, formulando um texto sobre Oxalá, com pressa, pois o cronograma do PEMBA (informativo interno do ICA) já estava atrasado comecei escrever qualquer coisa decorada, foi então que esta presença desconhecida a mim, mudou toda vibração do meu corpo, minha percepção sobre as coisas à volta, minha esposa trabalhando ao meu lado sem nada perceber, concentrada no seu afazer. Um susto pela presença desconhecida, uma gratidão pelas palavras precisas e discurso certeiro do que eu precisava transmitir. Relato isso para reforçar o tamanho da importância que pequenas iniciativas refletem no mundo espiritual, ou melhor, cria um reflexo do mundo espiritual ao meio físico. Muitas vezes queremos crer que somos visionários, brilhantes, empreendedores e neste caminho do ego não percebemos que somos mais influenciados pela vontade do astral do que queremos aceitar. Coloque-se a disposição do bem e da luz e surpreenda-se com momentos de aprendizado, sobrenaturalidade e profunda paz na alma.

FONTE: texto publicado no PEMBA – Informativo ICA, ed. 03, março 2011 e no Jornal de Umbanda Sagrada, ed. Março 2011

Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei

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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.