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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Porque Jogamos Água na rua ?


A misteriosa Religião dos Òrìsàs é norteada de costumes e dogmas, um deles é aquilo que chamamos de “despachar a rua”, que condiz em jogar três punhados de água, antes de entrar ou sair de casa. Mas porque fazemos isso? Primeiramente é importante recordarmos da importância da água na nossa cultura. No Candomblé não se faz nada sem água, ela que umidifica, resfria e fertiliza. Nós mesmos, antes de nascermos, no útero de nossa mãe, ficamos o período gestacional na água do ventre materno, somente isso já seria o suficiente para sermos gratos à água diariamente, afinal, sem ela não existiríamos.
Há muitos momentos em que despachamos a porta. As ocasiões mais comuns são ao acordamos, ao sairmos de casa e ao retornarmos para casa. Mas não são somente nesses momentos. Por exemplo, há determinadas cantigas que retratam um momento de muita turbulência na vida do Òrìsà, podendo despertar sua cólera se entoadas em momentos inoportunos. Nessas situações, o Babalòrìsà ou Ìyálòrìsà, sempre atento, solicita à uma antiga egbon, que jogue água à rua, apaziguando o Òrìsà que foi recordado de um momento adverso em sua vida no Aye.
Em suma, em todos esses momentos, o objetivo é apaziguar. Há uma frase em yorùbá que diz “Somente a Água Fresca Apazigua o Calor da Terra”. Ao acordamos, despachamos a porta, recitando palavras que tem por objetivo, pedir que aquele dia seja de tranqüilidade e de harmonia. Quando estamos saindo de casa, jogamos água à rua, rogando à Èsù Oná (O Senhor dos Caminhos), que aquela água, apazigúe os caminhos que vamos percorrer e que, sobretudo, não nos deparemos com situações que nos exponha a riscos.
Ao entrar na Casa de Candomblé, por exemplo, despachamos a rua, pedindo licença aos Donos da Porteira, reverenciando-os sempre. Em muitas casas de Candomblé a porteira está sempre aberta, isso não significa que não há dono, muito pelo contrário. Nesse aspecto, pedimos licença (Ago) aos Donos da Porteira, mostrando nosso respeito e, pedindo que a água resfrie a terra, até o momento em que, vamos nos purificar por meio do Omi Ero ou Omi Agbo, para poder então, partilhar do convívio no Terreiro de Asè.
Por isso, jamais se esqueçam, apazigúe a terra antes de caminhar sobre ela.


E continuem curtindo nossa nova pagina e ajude-nos a divulgar-la ficariamos gratos.

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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Folhas para banhos, Folhas de axe

Folhas para banhos, folhas de axe, folhas sagradas, folhas de orixa, folhas de fundamentos, água de abô, água de amaci, água de axé.



Folhas sagradas, Ewé Orò ou Folhas de Orô é como são chamadas as folhas, plantas, raízes, sementes e favas utilizadas nos preceitos e cerimônias como água sagrada das Religiões Afro-brasileiras.
A folha tem uma importância vital para o povo do santo, sem ela é impossível realizar qualquer ritual, dai existe um termo curriqueiro do povo do santo que diz: ko si ewe, ko si Orixa ou seja, (sem folha não existe Orixá).
 
Todas as folhas possuem poder, mas algumas têm finalidades específicas e nem todas servem para o banho ritual, nem para os ritos. O seu uso deve ser estritamente recomendado pelo Babalorixá ou em comum acordo com o Babalosaim (sacerdote conhecedor da ação, reação e consequência do poder das folhas), pois só estes sabem a polaridade energética, "positiva ou negativa" de cada uma delas e a necessidade de cada indivíduo. Para sua utilização nos ritos, deve-se saber as Sasanha (cânticos específico para folha) e o Ofó (palavras sagradas) que despertam seu poder e força "axé". Ossaim é o grande Orixa das folhas, grande feiticeiro, que por meio das folhas pode realizar curas, pode trazer progresso e riqueza. É nas folhas que está à cura para varios tipos de doenças, para corpo e espírito. Portanto, precisamos lutar sempre por sua preservação, para que conseqüências desastrosas não atinjam os seres humanos.


Água sagrada, Agbo ou simplesmente água de Abô, são os nomes usados pelo povo do santo para denominar a mistura de folhas sagradas, usada na feitura de santo até a ultima obrigação chamada de axexe.
Sua utilização é larga e irrestrita, significando principalmente a ligação entre o Orum e Aiye (mundo dos Orixás e o dos Homens). Proporcionando o fortalecimento físico e espiritual, prevenindo e até mesmo curando certos tipos de doenças, segundo alguns estudos. (Barros 1993:81). Também usado na sacralização de objetos como fio de contas e espaços sagrados.
Sua preparação é complexa, com ritos que pode durar até sete dias. A presença de um Babalorixá e de um Babalosaim é indispensável para sua confecção, pois neste ato litúrgico são exaltados os cânticos de sasanha.
 
Além de respeitar horários para a colheita das 16 folhas sagradas, sendo oito tipos de folha chamada "fixas" (Ewe Oro) e 8 tipos de folhas "variáveis" (Ewe Orixás), de acordo com o Orixá que se esteja trabalhando, são utilizados, obi, orobo , azeites, mel e até mesmo (Ejé) sangue de animais sacrificados, entrarão nesta misteriosa mistura, tão importante para esta cultura também denominada como Jêje-Nagô.
Ewe oro e Ewe Orixás são folhas sagradas pertinentes a cada terreiro, podendo variar de acordo com sua regência, todavia são escolhidas ou herdadas de forma ordenada, geralmente seguindo um equilíbrio: folha gún (excitante “quente”) , seu significado em nagô é “chama transe”, associada com uma folha èrò (calma “fria”), que é catalisadora da propriedades de outras plantas, formando assim uma parceria perfeita, para uma sintonia harmônica .
 
As folhas gún ou èrò podem ser macho (agboro) ou fêmea (Yagbá). Na realidade o que distingue sua associação são as formas, se pontiagudas são consideradas masculinos se arredondadas femininos, todas elas tem o domínio do Orixá Osanyin.




Relação de algumas folhas que entram no fundamentos sagrados do candomblé.
 
 
Akoko "Acoco" ou Primeira-folha
Newboldia laevis Seem, Bignoniaceae
 
Irokò "Gameleira" "Gameleira-branca"
Clorophora excelsa, Moraceae ou Ficus doliaria, Moraceae
 
Odundum "Folha-da-costa", Folha-da-fortuna", Abamoda "àbámodá" ou "Saião"
Kalanchoe brasiliensis, Crassulaceae
Imu "Begônia ou Azedinha"
Begonia cucculata, Begoniaceae
 
Awurepepe "Pimentinha-d’água"
Spylanthes acmella, Asteraceae
Oxibatá "Baronesa"
Nymphaea lotus, Nymphaeaceae
 
Oju Orò "Erva-de-santa-luzia"
Pistia stratiotes, Araceae
Misi misi "Vassourinha-de-relógio" ou "Vassourinha-mofina"
Scoparia dulcis, Scrophulariaceae
 
Ida oya"Espada-de-iansã"
Tradescantia spathacea, Commelinaceae
Owu "Algodão"
Gossypium sp., Malvaceae
 
Gboro ayabá, "Salsa-da-praia" ou kissajá
Ipomea asarifolia, Convolvulaceae
Orinrin "Alfavaquinha-de-cobra"
Peperomia pellucida, Piperaceae
 
Atipolá "Erva-tostão", "Bredo-de-porco", "Pega-pinto" ou "Tangaraca"
Boerhavia diffusa, Nyctaginaceae
Teteregun "Cana-do-brejo"
Costus spicatus, Costaceae
 
Tótó "Água-de-alevante" ou "Colônia"
Renealmia brasiliensis, Zimgiberaceae
Iji opé "Dendezeiro"
Elaeis guineensis,Arecaceae
 
Ogbó "Orelha-de-macaco"
Niervillia umbrosa, Orchidaceae
Ewe Abebé "Capitãozinho"
Hydrocotyle bonariensis,Araliaceae
 
Ewe jeje "Jequiriti"
Abrus precatorius, Fabaceae
Alukeresé "Dama-da-noite"
Ipomea bona-nox, Convolvulaceae
 
Ewê boyí funfun "Bétís-branco"
Piper rivioides, Piperaceae
Jogbô "Neves-folha" ou "Neves"
Hyptis pectinata, Lamiaceae
 
Efirin "Manjericão"
Ocimum basilicum, Lamiaceae
Sunkawa "Arrozinho"
Zornia reticulata, Fabaceae
 
Ifin funfun "Malva-branca" ou "malva"
Abutilon x. hybridus, Malvaceae
Tamandê "Arnica-do-campo"
Solidago microglossa, Asteraceae
 
Ewê odã "Erva-silvina" ou "Erva-fetos"
Polypodiumvulgare, Polypodiaceae
Amunimuyê "Balainho-de-velho"
Centhratherum punctatum, Asteraceae
 
Solé "Maria-preta"
Eupatorium ballotaefolium , Asteraceae
Iyabeyin "Mãe-boa"
Ruellia geminiflora, Acanthaceae
 
Ewe ajé "Erva-da-riqueza"
Alternanthera tenella, Amaranthaceae
Godogbodó "Trapoeraba"
Commelina diffusa, Cammelinaceae
 
Ewê Iyá "Caapeba"
Potomorphe umbellata, Piperaceae
Wuê mimolé "Brilhantina"
Pilea microphylla, Urticaceae
 
Ejá Omodé "Aguapé"
Eichornia crassipes, Pontederiaceae
Teté ou ewe tetê "Bredo" ou "Caruru-sem-espinho"
Amaranthus viridis, Amaranthaceae
 
Makassá ou Macassá, "Catinga-de- crioula" ou "Catinga-de-mulata"
Hyptis mollissima benth, Lamiaceae
Eré tuntún "Levante-miúda" ou "Levante"
Mentha citrata, Lamiaceae
 
Tanaposó "Bonina"
Mirabilis jalapa, Nyctaginaceae
Ewê mensã "Pára-raio" ou "Cinamomo"
Melia azedarach, Meliaceae
 
Ewê diji ou Ewe ojé"Erva-prata"
Solanum argenteum, Solanaceae
Okpá orô "Capianga"
Vismia guyanensis, Clusiaceae
 
Botujé"Pinhão-branco"
Jatropha curcas, Euphorbiaceae
Ewê inãn "Folha-de-fogo"
Clidemia hirta, Melastomataceae
 
Ajagbaô "Tamarineiro"
Tamarindus indica, Fabaceae
Gbji "Capim-de-burro"
Cynodon dactylon, Poaceae
 
Okowô "Erva-vintém"
Drymaria cordata, Caryophyllaceae
Ogbê akunko "Crista-de-galo"
Heliotropium indicum, Boraginaceae
 
Ajobi funfun "Aroeira-branca"
Schinus molle, Anacardiaceae
Ipesã ou ipesanhe "Birrero ou Bilreiro"
Guarea trichilioides, Meliaceae
 
Omun "Samambaia-de-poço"
Lygodium polimorphum, Schyzacaceae
Peregun ko "Dracena-listrada"
Dracaena fragrans var. massangeana, Ruscaceae
Pèrègún "Peregun" ou "Nativo"
Dracaena fragrans var. typica, Ruscaceae
 
Ewê bajutoná "Erva-pombinho" ou Quebra-pedra
Phyllanthus niruri, Phyllanthaceae
Kunkundukunku "Batata-doce"
Ipomoea batatas, Convolvulaceae

 
Alukpayidá "Língua-de-galinha"
Uraria picta, Fabaceae
Awian "Cascaveleira" ou xiquexique
Crotalaria retusa, Fabaceae
 
Afon "Espelina-falsa"
Clitoria guyanensis, Fabaceae
Atorinã "Sabugueiro"
Sambucus australis, Adoxaceae
 
Bujê "Jenipapo" , "Genipapero" ou "Janipapeiro"
Genipa americana, Rubiaceae
Igba ajá "Jurubeba"
Solanum paniculatum, Solanaceae
 
Iteté "Janaúba" ou "Agoniada"
Plumeria rubra var. lancifolia, Apocynaceae
Etítáré "Maricotinha" ou "Alfavaca-de-cobra"
Monnieria trifolia, Rutaceae
 
Odé okoxu "Caiçara"
Solanum erianthum, Solanaceae
Ewê lará "Mamona-branca"
Ricinus communis, Euphorbiaceae
 
Ewê Odé "Carrapicho-beiço-de-boi"
Desmodium adscendens, Fabaceae
Ojusaju "Guiné-tipi"
Petiveria alliacea, Phytolaccaceae
 
Okiká "Cajazeira"
Spodia mombin, Anacardiaceae
Ewurô "Alumã" ou "Alumon"
Vernonia bahiensis, Asteraceae
 
Atoribé "Milhomens ou Milomens"
Aristolochia gigantea, Aristolochiaceae
Ida orixá "Espada-de-ogun"
Sansevieria zeilanica, Ruscaceae
 
Labelabê "Tiririca"
Fuirena umbellata, Cyperaceae
Elexu "Arrebenta-cavalo"
Solanum capsicoides, Solanaceae
 
Falákálá "Corredeira"
Chamaescyce hirta, Euphorbiaceae
Exixi "urtiga graúda"
Laportea aestuans, Urticaceae
 
Jojofá "Cansanção (planta)"
Urera baccifera, Urticaceae
 
Referências:

Cossard, Giselle Omindarewá, Awô, O mistério dos Orixás. Editora Pallas.
Verger, Pierre, Ewé, o uso de plantas na sociedade yoruba, Odebrecht and Companhia das Letras, 1995.
José Flávio Pessoa de Barros – Eduardo Napoleão – Ewé Òrìsà – Uso Litúrgico e terapêutico dos Vegetais nas casas de candomblé Jêje-Nagô, Editora Bertrand Brasil.

 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Água, Um Santo Remédio!





IMPORTANTE: ÁGUA COM ESTÔMAGO VAZIO!

*ATENÇÃO:   EM QUALQUER SINAL DE DESIQUILÍBRIO NA SAÚDE, SEMPRE UM MÉDICO DEVE SER CONSULTADO, BEM COMO AS ORIENTAÇÕES DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE, DEVERÃO SER SEMPRE SEGUIDAS. 
Quanto mais se sabe, maior chance de sobrevivência...

Água com estômago vazio!!! Leiam, super interessante...

Um cardiologista diz que se todos que receberem esta mensagem, a enviarem a pelo menos uma das pessoas que conhecem, pode ter a certeza de que, pelo menos, poderá salvar uma vida.

Beba água com estômago vazio.

Hoje é muito popular, no Japão, beber água imediatamente ao acordar. Além disso, a evidência científica tem demonstrado estes valores. Abaixo divulgamos uma descrição da utilização da água para os nossos leitores.

Para doenças antigas e modernas, este tratamento com água tem sido muito bem sucedido...

Para a sociedade médica japonesa, uma cura de até 100% para as seguintes doenças:

Dores de cabeça, dores no corpo, problemas cardíacos, artrite, taquicardia, epilepsia, excesso de gordura, bronquite, asma, tuberculose, meningite, problemas do aparelho urinário e doenças renais, vômitos, gastrite, diarréia, diabetes, hemorróidas, todas as doenças oculares, obstipação, útero, câncer e distúrbios menstruais, doenças de ouvido, nariz e garganta.

Método de tratamento:

1. De manhã e antes de escovar os dentes, beber 2 copos de água.

2. Escovar os dentes, mas não comer ou beber nada durante 15 minutos.

3. Após 15 minutos, você pode comer e beber normalmente.
4. Depois do lanche, almoço e jantar não se deve comer ou beber nada durante 2 horas.

5. Pessoas idosas ou doentes que não podem beber 2 copos de água, no início podem começar por tomar um copo de água e aumentar gradualmente...

6. O método de tratamento cura os doentes e permite aos outros desfrutar de uma vida mais saudável.

A lista que se segue apresenta o número de dias de tratamento que requer o tratamento das principais doenças:

1. Pressão Alta - 30 dias.
2. Gastrite - 10 dias.
3. Diabetes - 30 dias.
4. Obstipação - 10 dias.
5. Câncer - 180 dias.
6. Tuberculose - 90 dias.
7. Os doentes com artrite devem continuar o tratamento por apenas 3 dias na primeira semana e, desde a segunda semana, diariamente.

Este método de tratamento não tem efeitos secundários. No entanto, no início do tratamento terá de urinar frequentemente.

É melhor continuarmos o tratamento mesmo depois da cura, porque este procedimento funciona como uma rotina nas nossas vidas. Beber água é saudável e dá energia.

Isto faz sentido: o chinês e o japonês bebem líquido quente com as refeições, e não água fria.

Talvez tenha chegado o momento de mudar seus hábitos de água fria para água quente, enquanto se come. Nada a perder, tudo a ganhar!

Para quem gosta de beber água fria.

Beber um copo de água fria ou uma bebida fria após a refeição solidifica o alimento gorduroso que você acabou de comer. Isso retarda a digestão.

Uma vez que essa 'mistura' reage com o ácido digestivo, ela reparte-se e é absorvida mais rapidamente do que o alimento sólido para o trato gastrointestinal. Isto retarda a digestão, fazendo acumular gordura em nosso organismo e danifica o intestino.

É melhor tomar água morna, ou se tiver dificuldade, pelo menos água natural.

Nota muito grave - perigoso para o coração:

As pessoas devem saber que nem todos os sintomas de ataques cardíacos vão ser uma dor no braço esquerdo.

Esteja atento para uma intensa dor na linha da mandíbula. Você pode nunca ter primeiro uma dor no peito durante um ataque cardíaco.

Náuseas e suores intensos são sintomas muito comuns.

60% das pessoas têm ataques cardíacos enquanto dormem e não conseguem despertar. Uma dor no maxilar pode despertar de um sono profundo...

Sejamos cuidadosos e vigilantes. Quanto mais se sabe, maior chance de sobrevivência...

Assista a esse Vídeo:




sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

ELEMENTOS DAS CONSULTAS CIGANAS: ÁGUA

Água, fonte da vida e sagrada em todas as religiões, usada em praticamente todos os rituais religiosos.
É o contraponto do elemento fogo.
Associada diretamente ao feminino, ao útero, à emoção, yin, à lua.
Possuí a capacidade de ser carregada com fluidos e intenções, quer sejam positivos ou negativos.
A água pode ser usada nas consultas ciganas de muitas formas:
- Uso interno: fluidificada, solarizada, infusões, cromoterápica, florais, luarizada
- Uso externo: divinatória (hidromancia), firmeza dos elementais no ponto (ondinas), limpeza de outros elementos, banhos de descarrego

A origem  pode ser:

 água de nascente ou fonte (Vibração: todos os Orixás)



















água de poço (Vibração: Nanã)

















- água de rio (vibração de Oxum)













água da chuva (vibração de Iansã)















água do mar (vibração de Iemanjá)













água de mangues e pântanos  (vibração de Nanã Buruquê)










Qual a melhor a ser utilizada?
Depende da finalidade do trabalho e da intenção da entidade.

ÁGUA SOLARIZADA:
Deve ser deixada em uma jarra de vidro que tenha tampa também de vidro transparente, exposta ao sol da manhã. Pode ficar de 1 a 3 horas. Os usuários  desse processo dizem que não se deve passar das 11:00h.
Após a solarização, pode ser usada para consumo pura, com florais, com cristais, com ervas, medicamentos. Também podendo ter uso externo: banhos terapêuticos.

ÁGUA FLUIDIFICADA: É a água que recebe os fluidos das entidades e é ingerida pelo consulente. Muito usada após as seções de passes magnéticos nos centros Kardecistas.
Para o Espírito Bezerra de Menezes (MIRANDA, 1988), "A água, em face da sua constituição molecular, é elemento que absorve e conduz a bioenergia que lhe é ministrada. Quando magnetizada e ingerida, produz efeitos orgânicos compatíveis com o fluido de que se faz portadora".

MICHAELUS (1989) afirma que os efeitos produzidos pela água magnetizada são múltiplos, às vezes até absolutamente opostos; alternativamente tônica ou laxativa, a água magnetizada fecha ou abre as vias de eliminação, segundo as necessidades do organismo.

Para Kardec (1973), a ação_magnética produzida pelo agente encarnado (magnetizador), tanto pode produzir uma modificação_nas_propriedades_da_água, quanto no tocante aos fluidos_orgânicos (ex: bile, linfa, líquido céfalorraquidiano, saliva, suco gástrico, sangue total, etc).
ÁGUA CROMOTERÁPICA:

Recebe o mesmo procedimento da água solarizada, mas a tampa do jarro de vidro deve ser colorida. Uma alernativa seria a de forrar a tampa e o vidro com papel celofane na cor desejada.

ÁGUA LUARIZADA
Mesmo procedimento da água Solarizada, mas deve ser deixada ao luar.
Pode ficar de 1 a 6 horas ao luar.
A fase da lua, determinará o tipo de influência.

As águas solarizadas e luarizadas, podem ter apenas as influencias básicas do sol e da lua respectivamente e   podem ser potencializadas com o uso de cristais diversos e filtros coloridos.

HIDROMANCIA

A hidromancia é um método de predizer o futuro de acordo com as visões na água.
Baseia-se no estudo das correntes, fluxo e cor das águas. Posteriormente foi empregada para obter respostas a perguntas concretas, atirando uma pedra e contando o número de ondas que formava ao cair na água. Segundo este método, o numero ímpar era favorável. Do leito do rio, passou-se à um recipiente (copo ou bacia com água)
As previsões através de espelhos (vidro ou metal polido) e as bolas de cristal também se desenvolveram a partir da hidromancia.
Conheci há uns anos atrás uma médium que trabalhava com uma cigana que usava como elemento condensador de sua vidência, um copo com água de poço e luarizada.
Não usava baralho cigano ou qualquer outro método divinatório.
E era fantástico o trabalho dela.
Na Grécia e em Roma era costume atirar pedras ou moedas em lagos ou reservatórios de água benta e interpretar o futuro de acordo com o número de círculos que se formasse.

Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A função da Água Imantada no organismo

 


Pessoal hoje vamos falar de um assunto importante, Imagine um líquido percorrendo todo seu organismo e organizando todas suas funções existentes, fortalecendo e conduzindo energia a todos órgãos,imantando tudo que encontra pela frente?, estamos falando da ÁGUA aquele liquido que você toma todos os dias, agora imagine se ela for IMANTADA, não seria o máximo?
Então leia estas orientações fornecidas por um certo senhor:
Quando fizer uma Oração coloque um copo de água próximo e a sua frente, NOTA: já ficou provado CIENTIFICAMENTE que após uma oração a mudança das partículas e moléculas que formam a composição da água alteran-se após ser imantada, continuando: para auxiliar a oração, (qualquer oração que você sentir no momento),coloque as duas mãos juntas com todos dedos unidos, fortalecendo sua energia interna, faça a oração e após pare a respiração por alguns segundos, abras as palmas das mãos a sua frente e solte somente o ar existente em seus pulmões em direção as sua mãos direcionando o copo de água, isso transmitira sua intenção física e sua energia captada a imantando o copo de água, SAIBA: O corpo humano é composto em aproximadamente 70% de água, por isso temos necessidade natural de bebermos em média 2 litros de Água por dia então;
O efeito da Água Imantada se dá porque parte da ÁGUA IMANTADA consumida vai para a corrente sangüínea percorrendo todo o corpo e atraindo os radicais livres, desobstruindo veias e artérias e todo excesso de gorduras, circulando como um detector de energias negativas e excluindo-as, fortalecendo assim as positivas, posteriormente eliminando as negativas através da urina, terá uma passagem pela cabeça, e ira oxigenar também o cérebro provocando seu bem estar, manipulando os sentidos, melhorando o processo de oxigenação das células e provocando uma regeneração de áreas lesadas, permitindo como se fosse um construtor energético de poderes contínuos, e esta é uma das formas de manipular a energia interna de seu organismo; Lembre-se manipular a energia externa é muito bom também.
Postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei

Banhos e agua de cheiro

 

Banhos
Pequeno Histórico sobre o uso dos Banhos 
O banho é a renovação do corpo e da alma, pois 

quando o corpo se sente bem e se acha refeito 
do cansaço, a alma fica também apta a vibrar 
harmoniosamente. Os antigos hebreus já usavam
 as abluções, que não deixavam de ser banhos 
sagrados. Moisés, o grande legislador hebreu, impôs o uso do banho 
em seus seguidores. O batismo nas águas ministrado por São João 
Batista, no Rio Jordão, era um banho sagrado, pois o batismo nas
 águas senão o banho mais natural (e porque não o primeiro 
banho purificador do ser humano nos dias de hoje, afinal, se
 batizam crianças ainda pequenos) que conhecemos, purificador
 do espírito, mente e do corpo.



Os banhos sempre foram um potente 

integrante do sentimento religioso, haja 
vista os povos da Índia milenar serem 
levados a banhar-se nas águas do rio sagrado,
 o Ganges, cumprindo assim parte de um ritual
 que, para eles, é indispensável e sagrado.

Há em toda a época antiga um Rio Sagrado, no qual os povos iam se 

banhar para purificar-se física ou mentalmente. Na África, a água é
 tida como de grande poder de força e de magia. Vemos até hoje nos 
candomblés as Águas de Oxalá. Águas nos potes e tigelas, além de 
mirongas com água e axé. E quem nunca viu ou ouviu falar em lavar 
com água-de-cheiro as ESCADARIAS DO SENHOR DO BONFIM, em 
Salvador na Bahia ?

Para nossos índios, hoje os Caboclos da Umbanda, o banho de 

Rio era alegria, prazer, lazer, satisfação e descarga. O rio Paraíba 
é um rio sagrado para os Tupinambás. Nele os índios faziam
 (ou fazem) seus rituais secretos.



A Utilização dos Banhos em qualquer época, nos 

Centros e Terreiros de Umbanda, os banhos
 tem sido de grande importância na fase de iniciação
 espiritual; por isso, torna-se necessário um grande
 conhecimento do uso das ervas, raízes, cascas,
 frutos e plantas naturais.

E como já sabemos, os banhos de ervas devem 

ser preparados por pessoas especializadas dentro 
dos terreiros ou por você mesmo(a). Se forem preparados por outra
 pessoa, que ela esteja com o seu corpo físico e seu corpo astral 
purificados, pelo menos pelo banho de uma erva, e livres de excitações 
sexuais; nem por mulheres na fase de menstruação (corpo liberto).
 A orientação e o uso das ervas são atribuições dos GUIAS ESPIRITUAIS,
 das ENTIDADES e dos ORIXÁS, através dos Chefes de Terreiros.

Alguns Tipos de Banhos
Banhos de descarga

O mais conhecido, e como o próprio nome diz, o Banho de Descarga 

(ou descarrego) serve para descarregar e limpar o corpo astral, 
eliminando a precipitação de fluídos negativos (inveja, ódio,
 olho grande, irritação, nervosismo, etc). Suprime os males físicos 
externamente, adquiridos de outrem ou de locais onde estiverem
 os médiuns. Este banho pode ser utilizado por qualquer adepto 
da Umbanda, desde que seguindo as recomendações das 
Entidades/Guias Espirituais.

Banhos de ritual

É o banho de incorporantes (médiuns de incorporação).

 Esses banhos têm a função de estimular os fluídos 
da mediunidade, ativando, revitalizando as funções
 psíquicas para uma excelente trabalho de 
ritualização dos Guias Espirituais e é também 
recomendado para ativar e afinizar as forças 
dos Orixás, Protetores de Cabeça e do Anjo 
da Guarda.


Banhos de iniciados

Este tipo de banho deve ser utilizado nos centros e 

terreiros de Umbanda por seus aparelhos, médiuns,
 iniciantes ou não dentro da Lei da Umbanda. 
Ele propicia o equilíbrio entre a aura do corpo
 mental e a aura do corpo astral. Equilibra, 
de maneira satisfatória, a incorporação das Entidades em 
seus aparelhos mediúnicos (filhos-de-santo).É um banho para 
ser usado com muito critério e cautela, pois para cada 
tipo de Entidade Espiritual é destinada uma planta ou
 várias plantas, num conjunto ritualístico. Um exemplo de banho 
de iniciados é o BANHO DE AMACI, aqui especialmente tratado

Banho de Amaci

É o banho mais conhecido pelas pessoas que começam a 

freqüentar os Centros de Umbanda e que somente deve ser
 preparado por uma Entidade Espiritual ou pelo Guia Chefe do
 Terreiro, Pai/Mãe-de-Santo, Zelador(a) do Terreiro,Babalaô ou
 Chefe de Culto. É o banho que pode ser preparado da cabeça
 aos pés, ou simplesmente da cabeça, porque é preparado de
 acordo com o Santo,Orixá protetor do filho, iniciante na Umbanda.

O banho de amaci é próprio para a cabeça onde reside o nosso 

Santo Protetor, nosso Guia Espiritual. Só podem tomar o banho
 de amaci aqueles que forem freqüentar e desenvolver-se na gira 
de Umbanda, no Centro ou Terreiro. O próprio adepto não deve 
nunca prepará-lo e nem tomá-lo em casa; existe todo um ritual
 para que seja feito o amaci da Umbanda, isto é, ervas 
selecionadas de acordo com o Santo do Iniciante, bem 
como dia e hora apropriados, e demais requIsitos que o banho exige.

A real importância do banho de ervas

Sua função dentro da terapia vegeto-astromagnética é de 

serem condensadores das energias solares e cósmicas. 
Há ervas que recebem influxos mais diretos de certos planetas. 
Como sabemos, um corpo celeste é a concretização de certas 
Linhas de Força ou Forças Sutis que determinado Orixá comanda.
 Assim, temos ervas para determinados Orixás.

Deve ser colhida dentro na quinzena positiva, isto é, nas 

Luas Nova e Crescente porque a energia vital ou prana 
faz seu ciclo, no reino vegetal obedecendo ao seguinte ritmo:
Lua minguante: força prânica se concentra na raiz,
vitalizando-a permitindo que ela tire do solo nutriente
físicos e hiperfísicos. Dura 7 dias para ser completada.

Lua Nova: o éter vital ou prana se concentra nas folhas,
flores e frutos.

Lua Crescente: Nessa fase ainda há uma corrente prânica
 nas folhas, após o 4 dia, a corrente se desloca para os galhos menores, 
e até o 7 passa para os galhos maiores.

Lua Cheia: A corrente prânica desce mais ainda, alcançando
o caule primário; desce até o 7 dia da Lua Cheia, quando o
prana já está praticamente acumulado na raiz.
Portanto:

Não se deve colher ervas nas Luas Cheia e Minguante, pois a 

força vital, o prana, as energias eletromagnéticas estão na raiz, 
e é claro que ninguém vai tomar banho de raiz, pois se tomar 
será uma só vez, e não é de nosso feitio aniquilar o reino 
vegetal, nobre auxiliar para a sobrevivência do homem.

Para os banhos, as ervas deverão ser colhidas e logo depois usadas. 

Devem ser verdes.

Para os chás, os mais eficientes serão os colhidos e usados logo, 

mas se estiverem secas suas folhas podem se prestar a sua função,
 pois ainda mantêm em sua composição física certas substâncias 
que serão úteis. Mas é importante que tenham sido colhidas nas 
Luas Nova ou Crescente.

Banho de desimpregnação ou eliminação de cargas negativas:

Sua função é eliminar as cargas negativas que ficam no Auro do

 indivíduo.

Como se faz:
• As ervas deverão ser colhidas verdes na Lua Crescente,
na quantidade de 1,3,5 ou 7 qualidades, mas da mesma
Vibração Espiritual, Linha.

• Após lavarem as ervas, são colocadas numa vasilha de
louça branca, sobre uma mesa, onde se acende uma vela branca
dentro de um pentagrama, isso tudo preparado com orações.

• A seguir, acrescenta-se na vasilha, onde já contidas as ervas,
água fervente ou água de cachoeira, rio, mar etc. Se for
água dessas procedências, tritura-se as ervas com as mãos
(previamente lavadas e depois limpas com álcool) e, antes
de banhar-se, retiram-se os restos, coando o sumo.

• Se for água quente, espera-se o tempo suficiente
para que haja as transmutações vibratórias e para que a água
se esfrie até a temperatura que permita ser usada sem
lesar ou trazer queimaduras.

• Após o banho de higienização, o indivíduo volta-se para o
ponto Sul e toma o banho de ervas, deixando o mesmo,
junto com as ervas, passar pelo corpo todo, isto é do pescoço
para baixo.

• Ao tomar o banho de descarga, colocar sob os pés pequenos
pedaços de carvão, os quais devido ao elemento carbono, fixarão
as cargas que as ervas deslocarem.

O mecanismo básico deste banho é o de que a água, junto
com as ervas, desloca cargas ou formas-pensamento que se
tenham agregado ao Corpo Astral ou Corpo Etérico do indivíduo.
Liberando as tensões, bloqueios e doenças e também limpando
o corpo Astral.

• Após o banho, os detritos de ervas devem ser retirados do
corpo, um a dois minutos depois, e colocados em algum recipiente
de vidro por ser ele isolante, juntamente com o carvão, devendo
ambos ser despachados em água corrente, sem o vidro é claro
ou o resto das ervas, no caso de maceradas, podem ser
despachados num rio ou numa mata.
O banho deve ser tomado com o indivíduo voltando-se de costas
 para o cardeal Oeste ou Leste. Quando a erva for macerada 
com as mãos as ervas não devem passar pelo corpo. Esse
 banho deve ser efetuado do pescoço para baixo.
Banho de sal grosso

Água e sal grosso, ou água do mar, ou sal-grosso mais 

espada de S.Jorge e guiné ou folhas de fumo. Passando o 
de sal grosso pela cabeça.

Banho de fixação ou ritualístico

Uma das mais importantes práticas para o bem estar físico 

e espiritual são os banhos ritualísticos. Preferimos denominá-los 
assim, visto que existem banhos com propósitos diferentes do 
popularmente conhecido como "banho de descarrego", 
desta forma faremos uma diferenciação.

É de caráter essencialmente mediúnico visando a precipitar 

em maior abundância fluidos eletro-físicos dos médiuns, 
aos quais facilitarão a ligação fluídico-vibratória entre o médium 
e o seu mentor espiritual. É também uma espécie de 
catalisador ou facilitador da assimilação fluídica entre o complexo
 astro-psíquico médium-Entidade atuante, isto é, além dos
 fluidos próprios da tônica vibratória do médium, há uma 
produção de fluidos da própria tônica vibracional da Entidade.

Como isso acontece?

Há uma transformação dos fluidos do médium nos da 

Entidade atuante, através dos processos complexos, mas 
que são facilitados e ativados com ervas que vibrem na 
mesma sintonia do Mentor atuante. Levam em sua composição:

Neste artigo trataremos dos três principais banhos 

preconizados pela Umbanda Esotérica, quais sejam: 
Banhos de Descarga, Banhos Litúrgicos e Banhos de Essências.

Os chamados "banhos de descarga" ou "banhos de descarrego" 

, tem como finalidade deslocar ou eliminar as cargas negativas
 que ficam agregadas ao AURA ou Corpo Etérico do indivíduo. 
Temos variadas causas de energias negativas, como emissão 
de cargas mentais através de pessoas que nutrem sentimentos
 de ódio, vingança, inveja, ciúmes, despeito e outros sentimentos 
negativos, além das causas de ordem Astral, através da 
ação negativa de seres desencarnados. Este tipo de banho
 não deve ser aplicado na cabeça.

Os "banhos de elevação" ou "litúrgicos", são utilizados 

por médiuns já Iniciados, considerados aptos a atuarem 
mediunicamente ou que estejam prestes a sê-los. Este tipo
 de banho movimenta certas energias de ordem psíquicas, 
podendo trazer vários distúrbios se a pessoa que for usá-lo
não estiver nestas condições.

Os "banhos de essências" tem como finalidade harmonizar o

 indivíduo consigo mesmo, com seu grupo vibratório afim ou
 mesmo predispô-lo a níveis de consciência mais elevados. 
Este banhos podem ser usados em qualquer fase da lua,
 em qualquer horário, devendo obrigatoriamente passar 
pela cabeça.
Para que cada banho deste tenha o efeito desejado, é necessário 

observar alguns pontos importantes. Antes de mais nada, temos
 que "descobrir" qual o Orixá que rege a pessoa. Isto é bastante 
simples, visto que o signo natal está diretamente relacionado 
com sua Vibração Original. Senão, vejamos:
Banho para médiuns já iniciados - banho de elevação

Este banho mexe certas energias de ordem psíquica, podendo 

trazer sérios distúrbios se o médium que for usá-lo não estiver 
nas condições citadas. Esse banho liga o médium com o seu
 interior, fazendo-o a elevar-se a níveis superiores de consciência, 
sendo por isso elo de ligação com os mentores do dito médium.

O preparo:
• Escolher 3, 5 ou 7 qualidades de ervas de Orixalá. Sim,
 nesse banho só se utiliza ervas de Orixalá. Às outras ervas é 
interditada a função de serem utilizadas nesse tipo de banho.

• Após colhidas e lavadas, as ervas são colocadas
numa vasilha de louça branca ou ágata. Após adicionar
água de cachoeira ou água de mina, ou seja, uma água pura.

• A seguir, acende-se sobre uma mesa uma luz de
lamparina (lamparina dentro de um pentagrama).

• Assim feito, inicia-se a trituração de ervas, sendo as
mesmas com as mãos bem limpas (limpas com álcool) e com
a corrente mental ou de pensamentos mais puros possíveis ,

que se prenda às finalidades do banho. Ao assim fazer,

as vibrações serão melhor catalisadas na água,

tornando o banho um possante agente de elevação vibracional.

• Após a trituração, coa-se, retirando o resto das folhas,
estando o sumo pronto para ser usado, se possível dentro
ainda da hora favorável do Sol.

• Para se usar o banho de elevação toma-se primeiro o banho
de higienização física; logo a seguir, toma-se esse banho,
passando-o pela cabeça, fato primordial, sendo que, se
possível for, deve-se ficar voltado para o cardeal Oeste
ou Leste (de costas para os mesmos), respirando-se lenta
e profundamente.

• Não se enxugue por um período de 3 minutos, para que
possa haver plena transfusão e precipitação de elementos
de ordem mental, astral e física. Repetir esse banho
sempre que sentir necessidade ou quando for para a
sua sessão. Caso fique difícil para o filho de fé escolher o
melhor horário, faça no horário vibratório de Orixalá, que é
das 9:00 às 12:00 podendo-se tomar também no domingo, que

é o dia de Orixalá.
Identificada a Vibração Original do indivíduo, devemos escolher 
as ervas afins a esta Vibração. Toda erva a ser usada em qualquer
 banho deve ser colhida apenas nas luas NOVA ou CRESCENTE
 (Luas positivas) e nunca nas luas CHEIA e MINGUANTE (Luas Negativas).

As ervas devem ser maceradas (amassadas com a mão) e nunca 

fervidas, sendo a sua quantidade sempre em número de 1,3,5,
ou 7 ervas, que devem ser colhidas e preparadas, preferencialmente 
no horário vibratório do Orixá.






Data de NascimentoSigno
Vibração

 original
 
21 de Março a 20 de AbrilÁriesOGUM
21 de Abril a 20 de MaioTouroOXÓSSI
21 de Maio a 20 de JunhoGêmeosYORI
21 de Junho a 20 de JulhoCâncerYEMANJÁ
22 de Julho a 22 de AgostoLeãoOXALÁ
23 de Agosto a 22 de SetembroVirgemYORI
23 de Setembro a 22 de OutubroLibraOXÓSSI
23 de Outubro a 21 de NovembroEscorpiãoOGUM
22 de Novembro a 21 de DezembroSagitárioXANGÔ
21 de Janeiro a 19 de FevereiroAquárioYORIMÁ
20 de Fevereiro a 20 de MarçoPeixesXANGÔ








Vibração OriginalErvas Afins
Horário

 Vibratório
 
OXALÁ

 
Arruda
Levante
Erva Cidreira
Alecrim
Girassol
Hortelã
Laranja (folhas)
Arnica
Poejo
09:00 
às 12:00







 
YEMANJÁUnha de vaca
Picão do Mato
Folhas de Lágrimas de Nossa Senhora
Erva Quaresma
Abóbora d'anta
Mastruço
Chapéu de couro
18:00 
às 21:00






 
YORIAmoreira
Anil
Abre-Caminho
Alfazema
Suma-roxa
Quina-Roxa
Capim Pé de Galinha
Salsaparrilha
Arranha-Gato
Manjericão
12:00
 às 15:00



XANGÔMaria-Nera
Limoeiro
Erva Moura
Aperta-Ruã
Erva Lírio
Maria Preta
Café (Folhas)
Mangueira (Folhas)
Erva de Xangô
15:00
 às 18:00







 
OGUMLosna
Comigo-ninguém-pode
Romã (folhas)
Espada de Ogum
Flecha de Ogum, Erva de Coelho
Cinco Folhas
Macaé
Erva de Bicho (Folha de Jurupitã)
Jurubeba (Folhas)
03:00 
às 06:00









 
OXÓSSIMalva Rosa
Malvisco
Mil Folhas
Sabugueiro
Funcho
Sete Sangrias
Cravo de Defunto
Folhas de Aroeira
Azedinho
Fava de Quebrante (Folhas) Gervão Roxo
Grama Pernambuco
Grama Barbante
06:00
às 09:00











 
YORIMÁMal-com-tudo
Guiné-pipi
Negramina
Tamarindo
Eucalipto
Cipó Caboclo
Cambará
Erva grossa
Vassoura Preta
Vassoura Branca
21:00
às 24:00 






 




Após o banho, deve-se fazer a limpeza do local, colocando resto de ervas 
e os pedaços de carvão em uma sacola plástica, lavando-se toda a área 
de banho com uma solução de uma colher de sopa de vinagre para dois
litros d'água.

Tomado o banho de descarga, o indivíduo pode (e deve) tomar o banho 
de essências, sendo as mais indicadas para cada Vibração Original as 
seguintes:








Vibração OriginalEssencias
OXALÁSândalo / Jasmim / Acácia e Angélica
YEMANJÁVerbena / Açucena
YORIBenjoim / Alfazema / Verbena
XANGÔBálsamo / Mirra
OGUMAloés Vera / Tuberosa / Ciclame
OXÓSSINarciso / Jacinto / Violeta
YORIMÁAlfazema / Junquilho / Mandrágora




Para um litro d'água, usar uma colher das de chá com a essência 
pura (não o perfume), agitando o recipiente para ativar o banho. 
Toma-se da cabeça para baixo.
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“A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho.”


SIGNIFICADOS QUANTO AO FORMATO DA VELA



 
Cones ou Triangulares: equilíbrio, elevação.
Quadradas: estabilidade, matéria.
Estrela: espiritual, carma.
Pirâmide: realizações matérias.
Cilíndricas: servem para tudo.
Animais: para o seu animal protetor.
Lua: para acentuar sua energia intuitiva.
Gnomo: para seu elemental da terra.
Cone ou Triangulares: simbolizam o equilíbrio. Tem três planos: físico, emocional e espiritual.
Velas Cônicas: são voltadas para cima e significam o desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos.
Velas Quadradas: Simbolizam estabilidade na matéria. Seus lados iguais representam os quatro elementos: Terra, Água, Fogo, Ar.
Velas em Formato de Estrela de Cinco Pontas: É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.
Velas Redondas: Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança.